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Posts com a tag "mães"

Quando o(a) namorado(a) já é pai ou mãe

27 de agosto de 2012 0

Todos os posts de Ticiana Fontana

Não tenho nem ideia sobre percentuais, mas percebo que as pessoas estão casando cada vez mais. Porém, também é grande o número de separações ou de pais que não vivem sob o mesmo teto. Nesse cenário surgem os filhos – os meus, os teus e, quem sabe, os nossos filhos.

Dentro de novos relacionamentos, não se pode ignorar o histórico anterior do(a) parceiro(a). Se o novo companheiro(a) tiver prole, é bom ficar claro que filho(a) e ex-parceiro(a) existirão para sempre.

Fora situações peculiares, não existem mãe ou pai postiços, porque aquele filho(s) tem um pai e uma mãe para educá-lo(s). Para um relacionamento sadio, nada mais indicado que um diálogo franco. Lembrando que dialogar também é saber ouvir o outro.

Se você é a parte que tem filho, trate do assunto com naturalidade e converse com ele a respeito. Quanto menor a criança, mais fácil a aceitação. Porém, é comum que o fillho sinta ciúmes do novo relacionamento. Se isso acontecer, não puna os sentimentos e emoções de seu filho. Só deve ser coibido um comportamento desrespeitoso com o parceiro(a). Para diminuir as possíveis tensões e para a criança se sentir menos ameaçada, uma dica seria realizar o primeiro encontro em um local neutro, como um restaurante ou um parque, para gerar um clima mais agradável e descontraído. (Ticiana Fontana)

Dicas de como se dar bem com os filhos do(a) atual parceiro(a)

1) Espere ter um relacionamento mais sério antes de conhecer os filhos dele(a)

2) Trate os filhos dela(e) com respeito

3) Não queira dar palpites na educação da criança ou do adolescente

4) Evite demonstrações afetivas exageradas com o parceiro na frente do filho, porque pode provocar um ciúme desmedido (lembre-se que você é o adulto e deixe para momentos mais íntimos)

5) Seja sincero com o parceiro

6) Quanto menor a criança, mais fácil a aceitação. A partir dos 6 anos e adolescentes, pode haver mais dificuldade de

aceitar o relacionamento de outra pessoa

7) É normal uma certa resistência por ciúmes ou por uma separação traumática

8) Entenda que serão necessários momentos para o pai ou para a mãe curtir o filho ou dar uma atenção especial a ele

Mães separadas dos filhos

13 de maio de 2012 0

Por Glacir Almeida (professora estadual)

Este dia tão importante para algumas mães é também difícil para outras. Outras que já não têm mais seus filhos junto.

Eu tive o grande privilégio de ter recebido por filho uma criança muito especial, mas que, infelizmente, tinha um tempo determinado para ficar com a gente, o João Gabriel.

Quem o conheceu sabe o quanto ele era especial. Aliás, tenho percebido que toda criança que nasce ou que passa por alguma doença é um ser diferenciado. Possui algo que vai além. Vivi 2 anos ao lado de um guerreiro, que ao invés de darmos força a ele, era ele quem nos dava força.

Fazem 7 meses que esse anjo nos deixou. A saudade nossa e de todos os que o conheceram é muita.

Dono de uma inteligência invejável, de uma maturidade gigantesca para os seus 3 anos e 4 meses, de uma paixão pela vida e uma espiritualidade incrível.

Este domingo não vai ser nada fácil para mim e para as mães que se separaram de seus filhos (pela morte).

Perder não é a palavra certa, pois acredito que nunca o perderei, pois ele está agora no outro lado da vida, lado esse que todos iremos algum dia.

Deve estar lá brincando com os "futas", "tombis", tomando refri preto, sem se preocupar em cuidar o catéter. Usando as roupas do Grêmio, comendo bala rosa e milho. Não precisa mais usar máscara e deve estar dormindo com o Paulinho (boneco).

Teria que escrever um livro para falar sobre ele, sobre os amigos que perdemos nessa jornada (em especial o Felipe e a Tailine, pois estavam sempre juntos). Mas o mais importante é que ele ficará para sempre na memória de todos como um grande herói, um vitorioso.

As palavras amigas são reconfortantes, mas a dor da separação é muito grande, e nada do que se diga ameniza essa dor. Mas lembro sempre que a separação é momentânea, que um dia estaremos todos juntos novamente.

Agradeço a todos os amigos que fizeram parte dessa jornada.

Ser mãe...

12 de maio de 2012 0

Por Liliane Carbajal (mãe da Mikaela, filha da Maria Olinda e nora da Nelby)

Domingo é Dia das Mães! Mas o que é ser mãe?

Alguns diriam que ser mãe é ter um filho. Certamente quem disse isso não é mãe.

Ser mãe é uma coisa muito maior do que engravidar, ter um bebê e trocar as fraldas.

É um misto de alegrias e tristezas com um pouco de aventura. A aventura de amar imediatamente, alguém que você acabou de conhecer.

É a emoção de ver o rostinho do seu filho pela primeira vez e não se importar se é a cara do pai.

É a alegria de chegar em casa pensando que vai surtar de dúvidas e descobrir que você sabe o que fazer e está sublime, segura, enfim, com seu filho em casa.

É chegar em casa, depois de deixar o bebê na UTI Neo, e tomar o banho mais rápido da sua vida , para voltar lá e não ficar nem um minuto desnecessário a mais longe do seu filho.

É acordar no meio da noite e não se importar em ficar horas cantando para ele dormir.

Ir ao shopping e na volta,descobrir que só comprou artigos infantis e aquela calça que você tanto precisava ficou de lado e simplesmente não se incomodar com isso.

É ter aquele sentimento maravilhoso de plenitude,de um amor certeiro, que  pegou você  de jeito.

Ahh, é tão bom ser mãe!!

Ainda que canse, doa, deixe dúvidas e custe caro!

Você olha para aquele ser e fica maravilhado com o que conseguiu realizar.

Aqueles olhinhos, aquelas mãozinhas, aquele jeitinho de mexer a cabeça ou dormir...

A perfeição! Ainda que não perfeito aos olhos alheios, aquela criatura é sua, seu FILHO.

Feliz aquela que pode ser mãe e saber o que é ter O MAIOR AMOR DA SUA VIDA!

Feliz Dia das Mães a todas. E obrigado a minha mãe e avó que sempre me ensinaram a amar imensamente e incodicionalmente a minha filha como elas me amaram e amam.
Gracias também a minha sogra por ter e amar o meu marido Miguel, fazendo dele um ótimo PAI e MARIDO.

Mais e mais tatoos

01 de fevereiro de 2012 3


Essa tatuagem é da Aline Corrêa Santanna da Silva, de Porto Alegre, mãe de dois filhos lindos: o Bruno de 11 anos e a Isabela, de 3.  Ela conta que fez a a tatugem em homenagem aos seus amores há duas semanas. A tatuagem foi feita no pulso.

...



Tem também a que a leitora Walkiria Dias Becher fez em homenagem ao Murilo, seu apressadinho que hoje está com 1 ano e 4 meses de pura felicidade.


...




A Vanessa Canabarro tatuou o nome da filhota Bianca.

Olha o que ela conta:
_ Sempre quiz fazer, desde que ela nasceu, porém também não tinha coragem. Demorei 6 anos, até que entrei em um studio para me informar dos preços, e assim meio que na pressão, fiz.  Sai de lá com a tatoo porque sabia que se tivesse marcado para outro dia, certo que não tiria fazer.
Até já estou pensando em fazer outra em homenagem a ela...E em relação a dor, é bobagem...passei o tempo todo dando risada lembrando de quem me dizia que doía.
Olha as duas aí em baixo, que figuras.



Continuem mandando, por favor!!!

Estou adorando receber!

bjs

O lado "praticômico" da maternidade

15 de novembro de 2011 17

Os fatos a seguir não são obra de ficção.
Qualquer semelhança com a sua própria vida não é mera coincidência.

***

Há dias que seriam trágicos se não fossem cômicos. Mas são cômicos e felizes. Pois não há dia infeliz ao lado dos nossos filhos. Simplesmente não há!

Por Camila Saccomori

Acordo cedo lá em casa desde que a Pietra nasceu. Seis horas, esse tipo de cedo. E mesmo assim, a manhã parece se esvair em um segundo enquanto tento conciliar curtir umas horinhas de brincadeira com a pitoca + banho, cabelo e maquiagem para eu ir trabalhar + arrumar a Pi para ir à escolinha. Desde que retornei da licença-maternidade, o lado prático anda sendo cômico...

Descer com a "pacotinha" de 70cm e 8kg nos braços + duas bolsas grandes (uma dela e uma minha) + chaves do apê e do carro na mão, tudo isso segurando a cadelinha de estimação com os pés para não escapar porta afora, é uma GINÁSTICA.

A malhação desta “hora tragicômica da saída de casa” fica ainda melhor com os elementos-surpresa:

(1) A camisa branca passada na noite anterior leva um jatinho de regurgitação da papinha matutina suficiente para gerar uma mancha enorme. E dá-lhe correr a trocar. E ao tentar encontrar outra, notar que todas as camisas estão apertadas no busto (sim, dona amamentação, eu te amo e você é muito melhor que um silicone, mas o guarda-roupa pré-gravidez não foi atualizado...)

(2) Um dos chaveiros citados acima cai no chão e aí a ginástica consiste em um enorme esforço de equilíbrio e uso dos músculos das pernas para se agachar e pegar o objeto caído, o que invariavelmente resulta em uma das bolsas caindo no chão para fazer companhia ao dito cujo.

(3) A cachorrinha escapa para o corredor do prédio. Ou ouve os cachorros vizinhos e começa a latir desesperadamente para tentar escapar. Enquanto isso, a nenê no colo se mexe sem parar para olhar a cachorrinha. Mãe quase se desequlibra.

(4) Mãe acha que esqueceu de colocar algo importante na sua própria bolsa ou na bolsa da nenê. Então se “desmonta”, larga as chaves/óculos de sol/nenê/bolsas e sai a catar o item desaparecido (bico, babeiro, bloco, carteira...) para muitas vezes encontrá-lo onde deveria estar... na própria bolsa!!!

(5) Um dos telefones toca (o da casa ou o celular) durante a operação-saída-de-casa. Jamais atendo para evitar que os itens 1, 2, 3 ou 4 se repitam.

E aí, mamães, essa comédia é comum na sua casa também?

Mães & trabalho

14 de novembro de 2011 4

O site da Revista Crescer (um dos que eu costumo visitar com frequência) faz a pergunta e dá a resposta: mãe ou profissional? Escolha os dois.

Ele anuncia, após ouvir 5 mil mães internautas, que uma pesquisa mostrou o que parece óbvio para nós: as mães que trabalham fora ainda se sentem culpadas e sem tempo para exercer os seus múltiplos papéis. Vale a pena conferir as dicas que o site traz para conciliar as tantas tarefas. Vale a pena. Clique aqui para ver.

Seu filho não obedece?

13 de setembro de 2011 3

Mamães, depois de me estressar muitos dias por conta do meu Gabriel, de um ano e seis meses, fui atrás de alternativas, pois ele é teimoso e a palavra NÃO está sendo bem difícil.

Ele tem certeza de que tudo o que ele quer tem de acontecer. Por exemplo, todo dia tenho de fechar a porta da área de serviço porque senão ele vai lá chutar a água e até comer a comida da cachorra. Já fiz de tudo, vou lá, explico tudo a ele, inclusive, tentei deixar a porta aberta para fazer de conta que nada está acontecendo, mas ele vai da mesma forma.

Sábado fui na casa de uns amigos e uma delas me disse que ouviu uma vez o seguinte: a cabecinha da criança funciona de maneira que quando ouvimos, por exemplo, "não pense em um elefante cor de rosa" e a gente pensa na hora, a deles é igual quando ouvem um "não", daí é que querem ir mexer.

Se a criança tem até sete anos de idade, especialistas garantem que é possível estimulá-la com mais facilidade a obedecer.

Ilustração Fraga

Como eu, muitas mães sentem dificuldade em fazer com que os filhos obedeçam. Com ajuda de especialistas em educação e psicologia infantil, selecionei algumas dicas que vão acabar com essa tormenta e permitir um desenvolvimento mais tranquilo e saudável para o seu filho - e menos cansaço para você.

1. Eduque sem culpa

Entender que existem regras faz parte de um importante processo de aprendizagem da criança. Por isso, os especialistas são unânimes em afirmar: nada de tentar compensar a ausência por meio da superproteção ou de permissividade. "Ao perceber que os pais se sentem culpados, a criança pode adotar comportamentos manipuladores", alerta a psicanalista Patrícia Nakagawa.

2. Crie um bom vínculo afetivo

Demonstre carinho, converse e brinque. Assim, você cria uma maior cumplicidade com a criança. Segura de que tem a atenção dos pais, ela aprende que não precisa recorrer à desobediência para chamar a atenção. Dessa maneira, quando você precisar impor uma regra, a criança compreenderá mais facilmente que há momentos em que ela deve obedecer. "Para criar um bom vínculo com uma criança não é preciso dar presentes ou mimar demais, mas brincar com ela", afirma a psicóloga Suzy Camacho, autora do livro "Guia Prático dos Pais". Ao chegar do trabalho, dedique pelo menos 15 minutos para brincar.

3. Valorize o papel da criança

Seu filho precisa conhecer a importância dele na família. Para isso, é bom que ele tenha o seu lugar reservado na mesa de jantar e seja ouvido pelos pais.

4. Crie uma rotina

Utilize o bom senso e estabeleça uma rotina para o seu filho. Uma rotina bem adaptada ao ritmo da criança reduz a ansiedade, faz com que ela se lembre de algumas tarefas cotidianas, como escovar os dentes após as refeições, e tenha um sono de qualidade.

5. Dê ordens claras

Dialogue sempre, use linguagem adequada à faixa etária da criança e tom firme. Ao dar uma ordem, olhe nos seus olhos da criança. É preciso persistência, mas psicólogos garantem que funciona: "Diga o que ela deve fazer uma única vez. Aguarde alguns minutos e verifique se ela já fez o que você pediu. Se não, pegue-a pela mão e a acompanhe na execução. Repita até que ela se condicione a atendê-lo", diz Suzy Camacho.

6. Esteja preparado para lidar com a desobediência

Ao desobedecer, a criança busca uma satisfação momentânea, nem sempre o seu objetivo é afrontar o adulto. Por isso, aja com calma e firmeza. "Não se pode dizer não aleatoriamente, mas é fundamental sustentá-lo quando for preciso, pois a criança tem de saber que ela não pode pular uma janela ou não deve agredir o coleguinha", ressalta Isabel Kahn.

7. Diante da birra, fique firme

Quando a criança começar a fazer birra, mantenha a calma. Reforce que você não poderá atendê-la naquela hora e seja objetiva. "Se estiver em público, não se preocupe com os comentários ou olhares das pessoas. Também não faça discursos ou ameaças enquanto a criança estiver chorando. Apenas tente desviar a atenção dela para outra coisa, mas não ceda", afirma Suzy Camacho.

8. Oriente a babá

Combine com quem cuida da criança sobre as diretrizes da educação do seu filho."Esse diálogo é imprescindível para que não se estabeleça um relacionamento conflitante e a criança fique confusa", explica a psicanalista Patrícia Nakagawa.

9. Educa-se o tempo todo

Lembre-se: educar é uma atividade contínua e você precisa dar o exemplo. "A educação é um processo que não ocorre apenas em situações de desobediência. A criança aprende muito por meio do que observa em seu cotidiano", diz Patrícia Nakagawa. Por isso, seja verdadeiro."Se enganamos ou mentimos uma vez, as crianças podem perder a confiança nos pais", completa Adriana Tanasovici.

As Mães do Meu Filho (4) - Karen Petry Vieira

25 de maio de 2011 2

Meu nome é Karen, tenho 25 anos, sou mãe do Alef Henrique, 7 anos. Engravidei ainda adolescente, com 17 anos. O mundo caiu na minha casa! Mas aos poucos as coisas se ajeitaram. Eu trabalhava e o pai do Alef não morava conosco. Fiz o pré-natal como manda o figurino, até que descobrimos que tive uma virose que, quando acontece na gravidez, pode provocar aborto ou má-formação do feto. Estava com 6 meses de gestação na época, e foram momentos muito dolorosos.

Diziam que talvez o Alef não sobrevivesse, porque era muito pequeno e talvez fosse necessário utilizar medicações muito fortes que ele não suportaria. As notícias eram cada vez mais assustadoras, mas confiamos em Deus, e Ele não nos decepcionou. Em 23/7/2003 nasceu o tão amado e esperado Alef, com 2,490kg, 43 cm, e muita saúde! Ainda no hospital fez muitos exames, e todos apontaram que ele não contraíra a virose. Fizemos muitos testes, e tudo estava ótimo!
Quando o Alef tinha 1 ano e 4 meses, eu e o pai dele casamos, e ele estava lá, terno azul e alianças nas mãos, para nos entregar! Foi demais! Ele AMA ver as fotos do nosso casamento e saber que estava lá!

O Alef tem sido nosso companheiro, e nos acompanha em festas, junções, viagens... Como falamos às vezes: companheiro de aventuras e de furadas! Às vezes ele precisa me acompanhar no trabalho e até nas aulas da faculdade (que ele adora!). Não posso deixar de citar os avós e a titia, que são nosso porto seguro, e vivem quebrando galho pra gente, aliás, ficar na casa da vovó sempre é bom, né?!

Leio o blog já tem um tempo (não sei precisar). Faço a leitura do Diário online diariamente, e acabei descobrindo o blog. Desde então sempre que posso dou uma espiadinha. Adorei a seção "Apressadinhos", e me emociono muito cada vez que uma mãe fala de como é bom receber o amor desses pequenos (é bom mesmo!). Gosto muito de matérias que falam sobre as novas descobertas dos pimpolhos, sobre educação, sobre como devemos (ou achamos que devemos) conduzir alguns assuntos... Essas coisas todas que nem sempre sabemos como lidar.


As Mães do Meu Filho (1) - Andressa Rossi Villanova

23 de maio de 2011 0

Eis a estreia da seção, que já é um sucesso de participação. A primeira a mandar sua colaboração foi a Andressa.

Olá, Fabiana, tudo bem? Todos os dias pela manhã, tenho uma rotina indispensável, olhar meu e-mail, orkut, facebook e o blog Meu Filho, isso é todos os dias mesmo, hehehe.

Me chamo Andressa Filippini Rossi Villanova, tenho 28 anos, sou casada com Diego Villanova e temos nossa linda princesa: a Letícia, com seu 1 ano e 4 meses.

Minha história com o blog começou quando engravidei e descobri que sua colega Ticiana também estava grávida e praticamente do mesmo tempo que eu. Todos os dias quando ela aparecia no Jornal do Almoço eu falava: "olha lá minha colega de gravidez". Contava o que ela tinha sentido ou acontecido em sua gravidez, e muitos não conseguiam entender como eu sabia de tanta coisa...

Também, né, somos amigas no blog, assim me intitulo. Me surpreendo com tantas semelhanças e diferenças entre nós, mamães, e nossos tesouros, mas a certeza é uma só: eles são as nossas vidas.

Minha gravidez foi muito desejada e realizada, tive a dádiva de não ter nenhum enjoo e, infelizmente, nenhum desejo hehehe... queria tanto fazer o pai sair correndo de madrugada atrás de algo inesperado, mas não aconteceu.

O parto da Letícia foi de cesária. Admiro quem opta pelo parto normal, mas eu não tive coragem nenhuma para isso. Amamentei ela até 10 meses e meio e, simplesmente, do dia pra noite, ela não quis mais mamar o peito... E assim ela fez com o bico quando tinha 1 anos e 2 meses, jogou ele fora. Decidida é ela.

Dois momentos inesquecíveis que passei na maternidade foram tê-la nos meus braços pela primeira vez, no dia em que nasceu, e o dia em que ela falou "mamãe". Nossa, as lágrimas rolaram aos escutar essa palavra tão simples, mas tão linda na vida de uma mulher.

Mas, com isso, vem a parte engraçada. Desde esse dia, eu escuto 2315682118772121 vezes por dia mãeeeee, mãeeee, mãeee hehehehe.

Meninas, parabéns a vocês. O trabalho é mais que perfeito e magnífico, pois gosto dele pela linguagem simples e sincera que usamos para contar um fato novo. E é isso que faz o blog ser tão humano e legal.

Beijão a todas.

Andressa,

esposa do Diego e mãe da Letícia




Mãe é muito diferente de pai (a repercussão)

23 de maio de 2011 11

Leitores da coluna e do blog Meu Filho atenderam ao meu apelo e mandaram suas opiniões sobre as diferenças entre pais e mães.

(...) Uma mulher consegue fazer o papel de mãe e pai ao mesmo tempo, porém um pai, não. Claro que sempre existe aquele pai que vale muito mais que uma mãe, mais ainda é uma exceção.
(Morgana, mãe do Dudu)

Pais são mais relapsos, desatentos. Às vezes, pensam que um presente ou uma grana de vez em quando suprirão as conversas que não acontecem, os conselhos que não são dados, os "nãos" necessários, os telefonemas não feitos.
(Juliano Lanius, estudante)

Não concordo com o autor, sou pai e cuido muito bem do meu filho! Por que ele não lista no livro as mães que jogam seus filhos no lixo?
(Arlan Lopes Machado)

Toda essa pressão que a mulher precisa aguentar para não ficar com fama de
preguiçosa (apesar de trabalhar mais em casa do que fora) faz com que ela divida suas 24 horas com diversas tarefas, enquanto a maioria dos homens _ a maioria porque há bons pais educadores e responsáveis _ trabalha fora e chega em casa sem tocar a mão em nada.
(Bárbara Mazim)

Mãe é realmente diferente de pai. Meu marido é o melhor pai do mundo: cuida tanto de nossos gêmeos de 1 ano e 10 meses quanto eu e só não os amamentou porque não era possível. Mas quando só eu lembro de fazer certas coisas, ele sempre me diz: "mãe é mãe!"
(Adriana)

Separar funções, uma para pai, outra para mãe, é como continuar a sobrecarregar a mulher, é concordar com isso. O pai é totalmente capaz de fazer o mesmo que uma mãe faz.
(Daniela)

Apesar de toda a ajuda do pai, ainda me sinto um pouco sobrecarregada. Trabalho fora em tempo integral (...) e me sinto sozinha nas decisões sobre a educação, alimentação, sono…
(Paloma, mãe do Vinícius)


Uma nova mãe urgente, por favor

Escrevi na coluna passada que a mulher que trabalha fora deve exercer outro tipo de papel como mãe e administrar a casa de modo diferente. Como? Não se sentindo culpada por ficar longe de casa  e dos filhos o dia todo. A mulher que trabalha fora, defende Içami Tiba, não é prejudicada pela tripla jornada, mas, sim, pela postura de culpa que adota. Ao voltar para casa, ela corre para arrumar a bagunça, fazer o jantar, tentando atender filhos, marido, cachorro... Ela não se dá o direito de descansar e precisa mudar o rumo desta história. Necessita criar filhos independentes, que ajudem a garantir o andamento e a organização da casa quando ela está fora. Diz Içami Tiba: "A mulher não precisaria ser 100% mãe. Poderia ser só 50% se os outros 50% fossem complementados pelo pai ao assumir seu lugar na educação, já que ela trabalha fora e traz fundamental ajuda econômica para a casa". (Fabiana Sparremberger)

Coluna Em Nome do Filho, publicada no Diário de Santa Maria desta segunda-feira

As Mães do Meu Filho (a ideia)

19 de maio de 2011 9

Acabei de ter essa ideia agora, e achei muito legal. Mas só será muito legal se vocês toparem, é claro.

Muitas vezes, fico com vontade de conhecer um pouco mais as leitoras do blog que vivem colaborando com a gente. Mandando comentários, sugerindo pautas, discutindo, refletindo... compartilhando, errando e acertando nessa missão que exercitamos todos os dias que é a maternidade/paternidade.

São vocês que fazem o blog acontecer. E acharia muito legal se nós nos conhecêssemos melhor.
Por isso, convido leitoras como Daniela, Carine, Paloma, Eliane, Renata, Lorema, Morgana, Patrícia, Andressa, Angel, Jurema, Simone... e tantas outras colaboradoras a fazer o seguinte:

1 - enviar uma foto, que pode ser junto com seu filho

2 - contar a sua história de mãe (o nome do filho, a idade, quando decidiu ter filhos, as principais dificuldades e alegrias da maternidade, o momento que mais marcou sua vida de mãe/ou pai...). Se ainda não é mãe, ótimo. Também queremos saber. Você está grávida, é uma tentante ou só está se informando para se inspirar para ingressar na vida de mãe?

3 - contar como começou a sua relação com o blog Meu Filho e quando costuma lê-lo, que tipo de assunto interessa mais... Enfim, por que inseriu o blog entre as leituras diárias...

O convite é para que possamos nos aproximar, nos conhecermos melhor...

Vocês topam?

Estou esperando, no meu e-mail, a primeira colaboração, para inaugurar a seção As Mães do Meu Filho.

E espero que tenhamos As Mães do Meu Filho (1), As Mães do Meu Filho (2).... As Mães do Meu Filho (50)....

O melhor da maternidade (urgente)

26 de abril de 2011 0

Reforço o pedido da Tici feito na última segunda-feira.

Aproveitando o Dia das Mães que se aproxima, convidamos todas a participar de uma homenagem do blog para todas nós.

O convite é o seguinte: nos enviem e-mails falando sobre o melhor da maternidade. E mande uma foto junto com os seus pimpolhos, com nomes de todos e idades.

A mami que nos escrever deve colocar o nome completo, idade e profissão.

As primeiras que enviarem suas contribuições vão aparecer na nossa coluna Em Nome do Filho, que circula nas segundas-feiras no Diário de Santa Maria.

Eu, a Tici e as mamães que primeiro escreverem vamos dar nosso depoimento sobre o que há de melhor nessa missão maravilhosa que é ser mãe.

E reforço o convite da Tici com as palavras dela:

"Vamos lá, mamães....  Já que o momento é comemorativo, vamos falar sobre as coisas boas da maternidade."

Podem mandar para o e-mail da Tici ou para o meu. Estamos aguardando....




Mães e supermercados...

13 de abril de 2011 5

Depois da última tumultuada ida ao supermercado. Lembram? A pequena me deu uns tapas na cara, todo mundo ficou olhando e uma senhora me aconselhou de bater de volta nas mãos...  Enfim, voltando ao supermercado, antecipo que ontem foi sem fortes emoções...

A pequena fica um pouco no carrinho, pede para ir para o chão, tenta mexer nas prateleiras, tenta escapar pelos corredores, mas está um pouco mais acostumada com o cenário.

Deu uma choramingada e no fim das contas dormiu entre o meu e o colo da babá. Dessa vez cheguei a novas conclusões a respeito de levar os pequenos ao supermercado.

É um programa para recém-nascido. Pelos corredores, tenho observado um número cada vez maior de mães com suas faces cansadas, seios fartos de leite desfilando os seus lindos bebezões.

A medida que crescem o cenário é um pouco mais caótico. Mães acompanhadas de parentes ou babás correndo atrás dos pequenos, tentando disfarçar o choro ou juntando os objetos que os pequenos derrubaram.

Quando os pequenos estão maiores e chegam no ponto de pedir coisas, o cenário fica bem mais complicado. Pelos corredores, mães dizendo não em diferentes tons e filhos reclamando ou com cara de desapontamento...

Diante desses diferentes cenários, a parte boa no meu caso, com a pequena agitando na volta é que a Antonela tem evitado que a mãe abuse dos gastos.  

A atenção fica dividida entre a prateleira e a pequena, portanto não há tempo suficiente para ceder aos meus apelos consumistas.

Quando os pais atrapalham...

09 de dezembro de 2010 0

O guri, artilheiro no coração da mãe (na foto abaixo, rumo ao gol), sempre pedia pra ela assistir à aula de futsal que ele frequenta desde o início do ano. Mas a atividade é bem no horário em que o movimento numa redação de jornal costuma acelerar, rumo ao fechamento da edição... Mas uma ginástica no trabalho permitiu que ela conseguisse assistir a 10 minutos da aula... O suficiente para deixar o pequeno faceiro da vida e também para concluir que mãe e pai na arquibancada nessa hora só atrapalham.

No pouco tempo em que estive por ali, vi um pequeno jogador fazer uma "cena" porque caiu numa disputa de bola - o pai estava na arquibancada. Na sequência aparece uma mãe, perguntando ao professor o que seu filho tinha feito e ordenando, do lado de fora da quadra, que ele pedisse desculpa para o coleguinha que derrubou (o lance foi legal!)... O guri também caiu no choro, e eram dois chorando... O professor teve de parar o que estava fazendo pra explicar a situação pra mãe.

Claro que é importante apoiar e incentivar os pequenos (e eu estava em dívida com o meu guri), mas tudo dentro do que manda o bom senso. Saí dali antes que chegasse a vez de o meu pequeno fazer cena... Só deu tempo de ele comemorar os dois gols que fez e mandar um tchauzinho pra mãe...

Mãe e pai (e não pensem que não jogo neste time muitas vezes) sempre acham que estão ajudando, mas, muitas vezes, a ficha não cai, e eles acabam mesmo atrapalhando o crescimento e o desenvolvimento dos seus pequenos...

Nós na Expobaby & Kids

29 de setembro de 2010 0

Eu e a Tici estaremos nesta quinta-feira, às 20h, palestrando (melhor, conversando ou batendo um papo) na Expobaby & Kids, um evento que ocorre em Santa Maria e promete atrair muitas mamães, papais, casais gestantes e pretendentes. Esperamos encontrar muitas leitoras do blog no evento, para trocarmos ideias e nos conhecermos. Abaixo, o material de divulgação enviado pela promotora do evento, a T & D.

"Acontece a partir da próxima quinta-feira, dia 30 de setembro, um evento diferenciado, voltado para gestantes, bebês e crianças. A primeira Expobaby & Kids, feira temática que estará apresentando produtos e serviços para todas as fases que envolvem este momento mágico que é a chegada dos filhos e seus primeiros contatos com o mundo.

O evento reúne do diagnóstico por imagem e coleta de células tronco até a escola, passando pelos enxovais, tratamentos especiais para as gestantes, móveis para a montagem do quartinho do bebê, book fotográfico gestante,bebê e infantil, sugestões para o chá de bebê, decoração de festas infantis, animação e recreação, convites, escolas infantis e de ensino fundamental, escola de idiomas para crianças, vestuário e fantasias para as primeiras brincadeiras com os amiguinhos.

A Expobaby & Kids acontecerá no Itaimbé Palace Hotel, reunindo 22 empresas e contará além da feira, com uma programação paralela que inclui parque de recreação para a garotada se divertir, espaço bistrô para os papais degustarem deliciosos lanches, intervenções teatrais e contação de histórias e ainda um cronograma de palestras e workshops com muitas informações para casais gestantes e papais e mamães que gostam de estar sempre buscando novidades para a educação de seus pequenos.

A Expobaby & Kids é uma realização da T&D Marketing e Eventos com o apoio da RBS TV Santa Maria."

HORÁRIO DE VISITAÇÃO

Dia 30/09 - Quinta-feira - das 17 às 22h

Dia 01/10 - Sexta-feira - das 17 às 22h

Dia 02/10 - Sábado - das 10 às 20h

Dia 03/10 - Domingo - das 14:30 às 20h

O EVENTO TEM ENTRADA FRANCA

CONFIRA ABAIXO A PROGRAMAÇÃO DE PALESTRAS E WORKSHOPS:

30 de setembro - Quinta-feira

18h30min

Palestra: A importância da Coleta de Células Tronco do Cordão Umbilical

Ministrante: Aline Dutra Figueiredo - Hemocord

20h

Palestra: Os 10 mandamentos da maternidade feliz

Ministrantes

Com Fabiana Sparremberger, editora-executiva do Diário de Santa Maria, colunista da Em Nome do Filho (circula às segundas-feiras no Diário de Santa Maria) e blogueira do Meu Filho (hospedado nos sites do Diário e da Zero Hora). A mãe do Bruno, de 5 anos

e Ticiana Fontana, repórter/editora da RBS TV Santa Maria, colunista da Em Nome do Filho e blogueira do Meu Filho. A mãe da Antonela, 7 meses

1º de outubro - Sexta-feira

19h

Palestra: O que é Shantala? Seus benefícios . . . para bebês e crianças até 7 anos

Ministrante: Carlos Roberto Pereira da Costa - Educador Físico e Prof. De Yoga do SESC SM

20h30min

Palestra: Cuidados com a futura mamãe e as noções básicas para a chegada do bebê. Ministrantes: Emilia Gomes, Elisa Von Mühlen e Denise Ragagnin - Maternidade do Hospital de Caridade de Santa Maria

Alimentação na Gestação e no período de amamentação - Luciane Smidt - Nutricionista HCAA

2 de outubro - Sábado

10h30min

Palestra: A importância da relação Pais e Filhos na faixa etária dos 0 aos 6 anos

Ministrante: Ana Alice de Moraes

Psicóloga Escola Sant'Anna

14h

Palestra: O que você pode fazer para cuidar da estética na gestação e no pós-parto imediato

Ministrante: Daniele Cieckovicz - Fisioterapeuta

15h30min

Curso: CBS - Curso Básico de Shantala (aplicação nos bebês)

Ministrante: Roberto Costa - Educador Físico e Prof. De Yoga do SESC SM

Duração: 3h - Investimento: R$ 45

Material necessário: boneco bebê para primeiras práticas, toalha de banho e fralda.

Importante: Mamães com bebê devem levar acompanhante. Para participar da prática somente bebês de colo (não engatinhando)

Limite de vagas: 10

3 de outubro - Domingo

15h

Curso: Prática de banho e troca de fraldas

Ministrantes: Emilia Gomes, Elisa Von Mühlen e Denise Ragagnin - Maternidade do Hospital de Caridade de Santa Maria

PARA ASSISTIR AS PALESTRAS SERÁ SOLICITADA UMA CONTRIBUIÇÃO ESPONTÂNEA DE 1LITRO DE LEITE LONGA VIDA.

INTERVENÇÕES TEATRAIS E CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS

AS SUPER-FANTÁSTICAS HISTÓRIAS DOS SUPER-CLOWNS - Coordenação: Grupo CorpoAto - Santa Maria

- 30/09 / 5ª Feira:
18h - A MULHER DOS CABELOS DE RIO
19h - A CHUPETA QUE VIROU ESTRELA
20h - O BRILHO DA LUA
21h - A MULHER DOS CABELOS DE RIO

- 01/10 / 6ª Feira:
18h - A CHUPETA QUE VIROU ESTRELA
19h - O BRILHO DA LUA
20h - A MULHER DOS CABELOS DE RIO
21h - A CHUPETA QUE VIROU ESTRELA

- 02/10 / Sábado:
16h - O BRILHO DA LUA
17h - A MULHER DOS CABELOS DE RIO
18h - A CHUPETA QUE VIROU ESTRELA
19h - O BRILHO DA LUA

- 03/10 / Domingo:
16h - A MULHER DOS CABELOS DE RIO
17h - A CHUPETA QUE VIROU ESTRELA
18h - O BRILHO DA LUA
19h - A MULHER DOS CABELOS DE RIO
INGRESSO para qualquer uma das intervenções: R$ 5

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