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Vacinação de prematuros...

23 de agosto de 2012 1

Todos os posts de Fabiana SparrembergerRecebi este material e um pedido de divulgação de uma campanha da Sociedade Brasileira de Imunizações que tem como alvo os bebês que nasceram prematuros. Já falamos sobre o vírus sincicial respiratório (VSR) aqui no blog, mas, como se trata de saúde dos pequeninos, é sempre bom divulgar…

Lembrando que, antes de qualquer decisão sobre vacinação, sempre é recomendável consultar o pediatra do seu filho e questioná-lo sobre a necessidade. Se você estiver bem informada acerca das questões de imunização, pode argumentar e decidir com mais segurança.

A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) promove a campanha nacional de conscientização PREMATURO IMUNIZADO É PREMATURO PROTEGIDO, cujo objetivo é alertar médicos, pais e cuidadores de bebês para que um maior número de prematuros seja imunizado durante o período de sazonalidade (abril a setembro) dos vírus respiratórios, em especial, o VSR – Vírus Sincicial Respiratório.

Pouco conhecido por grande parte da população, “o VSR é o maior causador de infecções respiratórias nesse período o principal responsável pela hospitalização de bebês prematuros no primeiro ano de vida”, alerta o neonatologista Renato Kfouri, presidente da SBIm e um dos mentores da campanha, que tem o apoio dos Laboratórios Abbott.

De acordo com o médico, “a apresentação clínica da doença é extremamente variada, predominando o quadro de vias aéreas inferiores com bronquiolite, pneumonias e chiados nos lactentes mais jovens e infecções de vias aéreas superiores, semelhantes a um resfriado comum, em crianças maiores, adolescentes e adultos.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, o VSR é responsável por cerca de 64 milhões de infecções anualmente no mundo e cerca de 160 mil mortes anuais. As taxas de hospitalização de crianças no primeiro ano de vida, com bronquiolite, são altas, tanto em países desenvolvidos como nos países em desenvolvimento.

Estudos realizados no Hospital Universitário da Universidade de São Paulo apontam o VSR em cerca de 60% a 70% das hospitalizações de menores de 1 ano por problemas respiratórios.
Na década de 90, a sobrevida do bebê prematuro era de 60%. Hoje, o cenário foi modificado e a expectativa de vida cresceu para 95%. O saldo positivo é resultado da evolução dos métodos de tratamento, tecnologia e mobilização preventiva que contribuíram para a sobrevivência do prematuro.

No Brasil, sete em cada 100 bebês gerados nascem antes de completar o período ideal de 37 a 40 semanas dentro do ventre materno. Como só nos últimos meses gestacionais o bebê completa o desenvolvimento do sistema imune e respiratório, as infecções podem acometer de maneira mais grave estes bebês. Aproximadamente 15% dos prematuros (menos de 35 semanas) são hospitalizados em decorrência de infecções causadas pelo VSR.

No período de maior circulação do VSR, para a efetiva imunização, é necessário aplicar cinco doses ao longo de cinco meses. A campanha orienta ainda sobre a forma e periodicidade de imunização contra doenças como tuberculose, hepatite B, pneumonia, gripe, poliomielite, diarréia pelo rotavírus e as enfermidades cobertas pela vacina tríplice (tétano, difteria e coqueluche).

Estudo avalia conscientização das mulheres sobre prematuridade e vírus respiratórios
Um estudo para avaliar a compreensão e conscientização sobre a prematuridade em geral, realizado pela Abbott, entre agosto e outubro de 2011, ouviu 1.300 mulheres (mães de recém-nascidos prematuros e nascidos a termo, bem como futuras mães), em 13 países, incluindo o Brasil. Intitulado Conscientização sobre Prematuridade, o estudo apontou que ¾ ou mais das mulheres entrevistadas acreditam que bebês prematuros são realmente mais suscetíveis a infecções respiratórias quando comparados a bebês com gestação normal.

A pesquisa também mostrou que 42% das mães com os bebês prematuros estão preocupados com as complicações a longo prazo sobre a saúde, e 36% acreditam que vão ficar para trás no desenvolvimento físico.A preocupação se estende além das preocupações de saúde: 1 em cada 4 mães (24%) acredita que a prematuridade significa que o filho vai deixar de atingir o mesmo nível que outras crianças na escola.

Outro dado revelado na pesquisa é que 32% das mulheres desconhecem a temporada de alto risco para a infecção respiratória em seu país, e 40% das mães com bebês prematuros não tinham conhecimento de medidas preventivas que podem ser tomadas para proteger a criança contra infecções respiratórias.

Campanha promove ações sociais pelo país
Para reforçar essa ação de conscientização entre os pais, médicos, cuidadores e todos os envolvidos direta ou indiretamente com os prematuros, nesta edição da campanha a SBIm levará a algumas cidades do País um Pulmão Gigante, de 25 metros quadrados.

Os visitantes poderão visitar o interior do pulmão, que estará dividido em quatro estações: pulmão de saúde gestacional normal de 36 semanas; pulmão prematuro com menos de 33 semanas; ataque de vírus; e imunização/prevenção. O objetivo dessa ação é mostrar a vulnerabilidade do pulmão de um prematuro às doenças respiratórias.

Como parte da ação e também um serviço de utilidade pública, as mães receberão o calendário de imunização e a tabela de peso ideal para crianças com até 1 ano de idade. Ressalta-se que haverá duas enfermeiras fazendo a pesagem e medição dessas crianças no interior do pulmão, para que as mães façam o acompanhamento da curva de crescimento de seus filhos.

Maternidades Populares: A campanha irá percorrer importantes maternidades em todo Brasil realizando um trabalho de conscientização aos pais e a toda classe médica, através de material informativo e exposição de informações com médicos que esclarecerão dúvidas sobre a imunização adequada ao prematuro e o VSR.

Prematuros x doenças respiratórias
A prematuridade é uma condição que favorece o aparecimento de várias doenças, algumas delas de maior gravidade. Por apresentarem um sistema imune mais imaturo, e muitas vezes outras condições de agravo, essas crianças devem ter um calendário vacinal diferenciado, que atenda às suas necessidades de prevenção.

As doenças respiratórias são as principais causas de hospitalização e morte em recém-nascidos prematuros, com ou sem doença pulmonar crônica. O risco de complicações e a taxa de hospitalização em conseqüência da infecção pelo VSR também é 10 vezes maior entre os prematuros do que naqueles nascidos de gestações completas.

Para o Dr. Renato Kfouri, “é imprescindível a prevenção de doenças infecciosas na infância como parte de um esforço global de redução da mortalidade infantil no planeta (meta do milênio da OMS). Ao lado do aleitamento materno e da não exposição ao tabaco, a imunização é parte fundamental no controle e redução de doenças respiratórias, como coqueluche, influenza, pneumonias e bronquiolites causadas pelo VSR. Imunizar é proteger”, alerta o especialista.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) o crescimento do número de partos prematuros nos países desenvolvidos está ligado às mudanças da era moderna e ao movimento feminista. Hoje, as futuras mães trabalham fora e a maioria delas optam primeiro pela realização profissional, para somente depois da estabilidade financeira, engravidar e aumentar a família. O que acontece por volta dos 34 anos de idade, fazendo com que o número de reprodução assistida, de cesarianas e de partos prematuros cresça consideravelmente.

Visando prevenir as doenças respiratórias e, principalmente, a contaminação com o VSR, a SBIm reforça a importância da adequada imunização, com datas e doses específicas, de acordo com seu calendário de vacinação específico para o prematuro. O calendário completo de imunização do prematuro está disponível no site: www.prematuroimunizado.com.br

Sobre a SBIM
A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM) nasceu como entidade apta a promover o agregamento das comunidades envolvidas com temas ligados a imunização e prevenção de infecções, promovendo a mobilização em prol da saúde, o respeito à ética, produção de normas, elaboração de regulamentos e trabalhos destinados a ampliar ações úteis à saúde pública.

A SBIM se empenha em levar o conceito de vacinas para o profissional de saúde e toda a comunidade.

Sábado de vacinação

12 de agosto de 2011 0

Contra a paralisia infantil

Sábado é dia da segunda etapa da vacinação contra a paralisia infantil. Se seu filho tiver menos de 5 anos deve receber a segunda dose contra a poliomielite. Somente com esta outra parte da imunização está garantida a proteção contra a doença. A meta é repetir no Rio Grande do Sul os mesmos números registados na primeira etapa (ocorrida em junho), quando a cobertura da população nessafaixa etária foi próxima dos 99%, enquanto o recomendável é atingir os 95%.
As doses estão disponíveis nos postos de saúde e em pontos extras definidos pelas cidade.

Contra o sarampo

Lembrando também que sábado é a última chance de dar a vacina contra o sarampo. O Rio Grande do Sul já atingiu a sua meta de vacinação contra a doença.  96,2% das crianças entre 1 e 7 anos receberam a vacina, que também protege contra a rubéola e a caxumba. Esta vacinação é chamada de campanha de seguimento, que ocorre no intervalo de três a cinco anos. A última foi realizada em 2004, outra estava prevista para 2009, mas não aconteceu por conta da pandemia da H1N1, nem ocorreu em 2010 por conta da vacinação contra a Gripe A.  
Neste ano, o Rio Grande do Sul já registrou sete casos confirmados de sarampo.

Fonte: informações da Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul

A dolorida hora da vacina

09 de julho de 2011 9

Qual o pai ou a mãe que nunca ficou com o coração na mão na hora de levar o seu filho para vacinar? Eu, por exemplo, fico com muito dó do Davi, mas tenho certeza que é o melhor para ele.
Mas, na hora que vejo as enfermeiras preparando a vacina para aplicar naquela perninha gordinha, não tem como ficar indiferente.

Sei que, para a saúde dele, tomar todas as vacinas é muito importante. A última foi a segunda dose da gripe A. Ainda bem que o Davi não teve reações alérgicas a nenhuma das vacinas!
Ele fica chorão somente na hora da aplicação, depois, já sai sorrindo, todo faceiro, como se nada tivesse acontecido e dando, como nós chamamos de “beijo tchau” para as enfermeiras. Deve estar feliz por poder ir embora. Desta última vez, levou seu amigo, seu pintinho amarelinho, que ele chama de “cocó”, para fazer companhia.

Agora, a próxima dose será o reforço da tríplice viral, aos 4 anos, ou quando houver alguma campanha de vacinação.

Combinei com minha esposa que, sempre que eu puder, levarei o pequeno para vacinar. Mesmo sabendo que será um sofrimento para mim, sei que é algo que fará toda a diferença para ele.
Gostaria de aproveitar para lembrar aos papais da importância de deixar sempre atualizada as vacinas dos pequenos.

Bom final de semana a todos, e aproveitem seus filhotes, pois vou aproveitar muitoooo os meus!


Sábado tem vacinação

16 de junho de 2011 2

Sábado é Dia Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, uma doença perigosa que, apesar de erradicada no Brasil, segue sendo prioridade de saúde pública em todo o mundo.
Crianças de zero até 4 anos, 11 meses e 29 dias devem receber a gotinha contra a paralisia infantil.
Além dos postos de saúde, também estarão à disposição postos volantes de vacinação, instalados em locais de grande movimentação, como supermercados.
Desde 1989, não há registro de casos no Brasil, mas ainda há países onde a doença se manifesta. Daí a necessidade de as campanhas anuais de vacinação serem mantidas. A segunda dose deve ser aplicada em 13 de agosto.

Tríplice viral também será aplicada

Em 2011,a campanha de vacinação contra a poliomielite terá uma novidade. No início da primeira etapa, neste sábado, além das duas gotinhas contra a paralisia infantil, municípios de oitos Estados também vão vacinar crianças contra sarampo: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Bahia, Ceará e Alagoas.
Além das gotinhas contra a paralisia infantil, todas as crianças entre um ano e menores de 7 anos desses Estados devem se vacinar contra o sarampo, mesmo que já tenham sido imunizadas anteriormente.
Não há risco da criança receber as doses ao mesmo tempo, que podem ser dadas às crianças no mesmo dia, sem prejudicar a saúde delas. A campanha vai até 22 de julho nos postos de saúde.
Essa vacinação costuma ocorrer no intervalo de três a cinco anos. A última foi em 2004. A que deveria ocorrer em 2009 não foi realizada por causa da Gripe A.
Além do sarampo, a dose tríplice viral também protege a criança da rubéola e da caxumba.

Vacina contra a gripe

22 de março de 2011 0

A dúvida era minha, mas, com certeza, de muitas outras mães e pais. Se meu filho não está dentro da faixa etária que vai receber de graça a vacina que imuniza contra a gripe sazonal e a gripe A (crianças entre 6 meses e 2 anos), o que faço?
Dou a vacina na rede particular?
Espero para ver se sobra vacina na rede pública?
Consultei médicos e um especialista em vacinação que já recebeu orientações do Ministério da Saúde para trazer essas informações para vocês.

Para crianças entre 6 meses até 2 anos

Seu pequeno vai receber a vacina de graça nos postos de saúde entre 25 de abril e 13 de maio, dias da campanha anual de vacinação contra a gripe do Ministério da Saúde. Gestantes, idosos, indígenas e profissionais da saúde também estão no grupo que deve receber a imunização.
A vacina protege contra a gripe A (H1N1) e mais os outros dois vírus principais que circularam no mundo no ano passado.
Se seu filho já recebeu alguma vacina contra a gripe sazonal (ou gripe comum) no ano passado ou em 2009, em duas doses, ele será imunizado, neste ano, com uma única dose. Se não, receberá meia dose no primeiro momento e, depois de 30 dias, a outra meia dose.    

Para crianças com mais de 2 anos até 9 anos

Os pais têm duas opções: ou esperam para ver se sobra vacina na rede pública ou fazem a vacina em uma clínica particular. Quando sobram vacinas nos postos de saúde, geralmente a campanha é aberta para novas faixas etárias e para pessoas que apresentam atestado médico.   
Mas há divergências sobre médicos da real necessidade de vacinar na rede particular. Alguns acreditam que não é essencial, e outros defendem a aplicação.
Nas clínicas particulares, é a mesma vacina que está à disposição na rede pública, ou seja, ela também protege contra a gripe A e a gripe comum.
Se a criança tem até 9 anos e já foi vacinada alguma vez, em anos anteriores, contra a gripe comum (sazonal), ela receberá uma dose única. Se não, precisa receber a vacina em duas doses, num espaço de 30 dias.
Cuidado, porque pode haver orientações diferentes sobre a necessidade de aplicar a vacina em uma ou duas doses. Se você ficou na dúvida da situação específica do seu filho, o melhor mesmo é consultar o pediatra.

Sobre efeito colateral da vacina, a aplicação pode causar uma dor local, mas sem muita gravidade.
Em Santa Maria, a vacina custa entre R$ 45 e R$ 50.   

Se você ficou com mais alguma dúvida sobre o assunto, envie que vamos em busca das respostas.

A última vacina

23 de fevereiro de 2011 1

Na manhã de terça-feira, o Bruno recebeu as duas últimas vacinas do famoso Calendário Básico de Vacinação. Ele até tentou fazer com que eu ao menos adiasse a missão, mas, como logo viu que não teria resultado a sua tentativa, partimos os dois em direção ao posto de saúde do bairro.

Logo após a chegada, um menino um pouco maior deixou, faceiro, a poltrona da sala de espera ao chamado da enfermeira da vacinação. Eu aproveitei:

- Viu, aí, Bruno, mais um corajoso que vai fazer a vacina…

Enquanto aguardávamos, ele ia verificando os vários carimbos da caderneta de vacinação. E eu explicava que aqueles dois espaços em branco seriam preenchidos naquele dia…

- Eu chorei no dia dessa vacina, mãe? E nessa outra, eu fui corajoso? – queria saber ele.

Depois de uns 10 minutos, chegou a vez da ficha 9. Um olhar rápido e certeiro nos meus olhos, e lá vamos nós para a sala da vacina.

A enfermeira já vai explicando que uma das vacinas é no braço esquerdo e a outra, no bumbum. Ele arregala os olhos, mas ouve tudo quietinho.

- Aqui pode chorar, pode gritar, só não pode mexer o bracinho – avisou.

O alerta deu resultado imediato, e o guri já encheu os olhos de lágrimas. A primeira vacina, no braço, não rendeu mais do que duas lágrimas e um chorinho tímido. Mas a segunda foi um tantinho mais complicada. O pequeno não tirava os olhos da agulha e só pedia:

- Não faz muito forte, tá, tia?

- Mãe, será que não dá pra fazer essa no outro dia?

E como muito diálogo nessa hora não é recomendado, a enfermeira habilidosa executou a tarefa sem muita espera.

- E ia avisando. Agora é só a picadinha, e depois vem um líquido geladinho…. e tá pronto… Agora, só daqui a 10 anos.

Nem bem tirou a agulha, e já estava tudo bem. E o guri, faceiro da vida, já saía da sala sentenciando:

- Fui corajoso de novo, né, mãe? Só não vamos muito rápido porque o bumbum pode doer…

E lá vamos nós para casa após mais uma etapa vencida na vida do pequeno…






Última vacinação...

08 de dezembro de 2010 0

Tríplice viral e tríplice bacteriana são as duas últimas vacinas do pequeno, segundo o calendário básico de vacinação. A orientação do pediatra é que as duas sejam dadas aos 5 anos e meio – na carteirinha de vacinação, há a indicação que teria de ser feita entre 4 e 6 anos.

No posto de saúde, a informação que recebi da atenciosa enfermeira responsável pela vacinação é que a indicação é a partir dos 5 anos e meio, e que as duas vacinas precisam ser dadas, impreterivelmente, antes de o pequeno completar 7 anos – portanto, ainda com 6.

A indicação de dar as duas doses depois dos 4 anos seria para prolongar o período em que a criança fique imunizada contra essas doenças. Como o guri ainda está em aula, e a tríplice bacteriana pode dar febre 24 ou 48 horas depois da dose ser ministrada, preferimos esperar ainda mais um pouco. Talvez até o fim das férias ou nos últimos dias dela… O guri é muito corajoso com as agulhas, mas não ficou nenhum pouco triste com a decisão…

Anote na agenda

13 de agosto de 2010 0

Dia 14 de agosto: segunda dose da vacina contra a paralisia infantil. Se seu filho tem menos de 5 anos, você tem um compromisso inadiável com a saúde dele neste sábado.
Não importa quantas doses a criança já recebeu, mas todas que tiverem até 4 anos, 11 meses e 29 dias precisam receber a gotinha.  Toda criança que tomou a primeira dose em junho deverá ser levada para tomar a segunda dose agora no dia 14, exceto a que completou 5 anos entre uma dose e outra.
Os postos de vacinação devem funcionar das 8h às 17h, sem fechar ao meio-dia.

No site do Ministério da Saúde, há inúmeras informações sobre a paralisia infantil, inclusive orientações sobre contra-indicações da vacinação. Crianças com as características descritas abaixo devem evitar tomar a vacina:

* Portadoras de infecções agudas apresentando febre acima de 38º

* Com hipersensibilidade a algum componente da vacina como a estreptomicina ou eritromicina

* Que já tenham apresentado anteriormente alguma reação anormal à vacina

* Que sejam imunologicamente deficientes em razão de tratamento com imunossupressores, ou de outra forma adquirida ou com deficiência imunológica congênita

* Ou se tenha histórico de paralisia flácida associada à vacina, após dose anterior

Agende-se para a gotinha

11 de junho de 2010 0

Será a primeira vez que não terei de levar o Bruno para tomar a gotinha, já que ele já fez os 5 anos. Mas, atenção, pais e mães de tesouros abaixo dessa idade. Neste sábado, dia 12 de junho, começa a primeira etapa da campanha de vacinação contra parasilia infantil, promovida pelo Ministério da Saúde. E a recomendação é para que todas as crianças abaixo de 5 anos recebam a gotinha. O objetivo é manter a doença longe do país.

Só não podem ser imunizadas as crianças com infecções agudas, febre acima de 38 ºC, diarreia, vômito, alergia a algum componente da vacina ou que já apresentaram reação anormal à gotinha (Sabin) ou crianças com deficiência imunológica em tratamento com imunossupressores.

As crianças que serão levadas aos postos de saúde também podem colocar em dia a caderneta de vacinação.

(Foto: Diego Redel)

Vacina da gripe A de graça para crianças de até 5 anos

21 de maio de 2010 1

A notícia chegou agora há pouco no meu e-mail, enviado pela assessoria de imprensa do Ministério da Saúde.

Ministério da Saúde amplia vacinação para crianças menores de 5 anos

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anuncia nesta sexta-feira, dia 21, no Rio de Janeiro, a ampliação da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe H1N1 para crianças de 2 anos a menores de 5 anos. Pais ou responsáveis pelas crianças já poderão levá-las aos 36 mil postos de todo o país a partir da próxima segunda-feira, dia 24, para a vacinação. O prazo termina em 2 de junho. Neste período, pessoas de 30 a 39 anos e gestantes que ainda não se vacinaram também devem procurar um posto de saúde.

As crianças de 2 anos até 4 anos e 11 meses, que começam a ser vacinadas nesta segunda-feira, estão na faixa etária que apresenta maior vulnerabilidade a desenvolver complicações pela gripe H1N1, depois dos grupos prioritários já incluídos anteriormente na campanha de vacinação.

Mais duas vacinas no calendário básico

20 de abril de 2010 2

O calendário nacional básico de vacinação infantil ganhou recentemente duas vacinas. Agora, são 13 fornecidas pela rede pública de saúde para proteger contra 19 doenças. Entraram no calendário as vacinas contra a pneumonia (a pneumocócica 10-valente) e contra a meningite pneumocócica (antimeningococo C), que eram oferecidas apenas nas clínicas particulares.
Segundo previsão do Ministério da Saúde, a pneumocócica estaria nos postos ainda em março, enquanto a da meningite pneumocócica começa a ser aplicada em agosto.
A pneumocócica 10-valente protege contra a bactéria causadora de doenças como as meningites e pneumonias pneumocócicas, além de seus desdobramentos como a otite, sinusite e as infecções de garganta. A antimeningocócica C imuniza contra a doença meningocócica, uma inflamação das membranas que cobrem o cérebro e a coluna e que resulta em dores de cabeça, febres altas e muito desconforto nos pequenos.
Nos primeiros 12 meses das novas vacinas no calendário básico, elas serão aplicadas em menores de 2 anos. A partir de 2011, elas farão parte do calendário básico de vacinação da criança específico para os menores de 1 ano. A vacina pneumocócica 10-valente vai ser distribuída para crianças com menos de um ano em três doses e a antimeningocócica C, em duas doses seguidas.

Vacina contra gripe A chega a clínica particular

15 de abril de 2010 0

As mães que querem vacinar os filhos com mais de 2 anos, como eu, já têm a possibilidade de fazer isso em uma das clínicas particulares de Santa Maria. A vacina chegou nesta quinta-feira, e a imunização começou à tarde, ao custo de R$ 130.
A orientação é que mesmo as crianças que se vacinaram contra a gripe comum no ano passado, tomando as duas doses, terão de fazer a imunização contra a gripe A em duas etapas, num intervalo de 30 dias. Isso porque a vacina que será vendida é conjugada, ou seja, imuniza  contra a gripe comum e a gripe A. Como é nova, tem de ser feita em duas etapas também, explica a funcionária de uma das clínicas.

Na quarta-feira, o Ministério da Saúde divulgou uma notícia preocupante. Apenas 51,1% das gestantes brasileiras procuraram os postos de vacinação desde 22 de março, quando abriu a etapa destinada a elas. A informação era que uma em cada três mortes neste ano pela gripe A envolve as grávidas. Confira abaixo trechos da notícia divulgada pela Agência Saúde, sobre o alerta do Ministério da Saúde.

O Ministério da Saúde reforça o alerta para que as gestantes se vacinem. Até a manhã desta quarta-feira, 51,1% delas haviam se vacinado contra a gripe H1N1. A preocupação do governo se deve ao fato de elas estarem entre os grupos mais vulneráveis à doença. Dos índices relacionados à nova gripe neste ano, as gestantes representam uma em cada três mortes da nova gripe. Mais de 22,7 milhões pessoas foram vacinadas. Até o dia 23, os postos receberão as gestantes, doentes crônicos, crianças de 6 meses a menos de 2 anos e jovens de 20 a 29 anos.
– O comparecimento das gestantes ao posto de vacinação é fundamental para a proteção dessa população. A doença tem demonstrado grande agressividade sobre as grávidas. A melhor forma de prevenção é tomar a vacina -  afirma o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
Ele ressalta que a vacina é segura, afinal mais de 300 milhões de pessoas receberam a imunização em todo o mundo sem relatos de efeitos adversos graves.
Preocupa a possibilidade de muitas pessoas deixarem para a última hora. Isso porque a vacina garante imunidade somente 15 dias depois de aplicada, e deve ser tomada antes do período de maior transmissão da doença, que se inicia em maio.
Em 2010, foram registrados 361 casos graves da gripe H1N1, até o dia 3 de abril. Desse total, um em cada cinco casos está relacionado às gestantes.  Em relação às mortes, um total de 50, as mulheres correspondem a 76% do total e as gestantes 32%. No ano passado, os 2.051 óbitos registrados, 1.539 (75%) ocorreram em pessoas com doenças crônicas. Entre as grávidas (189 morreram, ao todo), a mortalidade foi 50% maior que na população geral.

As crianças e a gripe A

06 de março de 2010 0

Olá, Fabiana, sou leitora do blog. Acompanho sempre. Lendo as últimas notícias sobre o calendário da vacinação da gripe H1N1 (a gripe A), fiquei com uma dúvida. Quando crianças maiores de 2 anos serão vacinadas? Há essa previsão no dito calendário?
Que tal um post sobre isso? Um abraço.
Patrícia Santos de Lima, mãe da Sofia de 2 anos e 10 meses – Estância Velha – RS

Segundo o Ministério da Saúde, a vacinação gratuita contra a gripe A não prevê crianças maiores de 2 anos e adolescentes porque elas não são consideradas grupo de risco.

Mas a Sociedade Brasileira de Pediatria defende que crianças de 6 meses até 5 anos devem ser vacinados contra a gripe, se os pais puderem pagar pela dose, oferecida por clínicas particulares. A vacinação que deve ser oferecida no mercado deve combinar imunização contra a gripe comum e a gripe A.
O Ministério da Saúde não regula o preço de vacinas nesses locais. As clínicas terão as doses e determinarão seus preços. Aqui em Santa Maria, uma das principais clínicas de vacinação infantil da cidade ainda não recebeu a vacina, e ela deve chegar na metade de março e início de abril.
Provavelmente, informou a atendente, será oferecida uma vacina combinada, gripe sazonal (a gripe comum) + gripe A, numa mesma aplicação, mas isso não é confirmado pelo Ministério da Saúde. Ainda não há preço definido.

Abaixo, o calendário de vacinação da gripe A e os grupos que receberão a dose de graça

Trabalhadores da saúde envolvidos no combate à doença    8 a 19 de março
Gestantes (mulheres que engravidarem após essa data poderão ser vacinadas nas demais etapas da campanha)    22 de março a 2 de abril
Doentes crônicos    22 de março a 2 de abril
Crianças de 6 meses a menores de 2 anos    22 de março a 2 de abril
População de 20 a 29 anos    5 a 23 de abril
Pessoas com mais de 60 anos serão vacinadas contra a gripe comum. Os que tiverem doenças crônicas também serão vacinados contra a gripe pandêmica    24 de abril a 7 de maio
População de 30 a 39 anos    10 a 21 de maio

Vacina contra a gripe A

26 de janeiro de 2010 0

Grávidas e crianças de seis meses a 2 anos devem receber a vacina contra a gripe A (gripe suína) de 22 de março a 2 de abril. E atenção, papais e mamães: as crianças desta faixa etária devem receber meia dose da vacina e, depois de 21 dias, poderão tomar a outra meia dose.
O cronograma de vacinação no país foi divulgado nesta terça pelo Ministério da Saúde.
A primeira fase da vacinação, de 8 a 19 de março, imunizará os trabalhadores da rede de atenção à saúde e profissionais envolvidos na resposta à pandemia e a população indígena.
A segunda etapa, entre 22 de março e 2 de abril, abrangerá, além das grávidas e crianças de seis meses a 2 anos, pessoas com problemas crônicos (exceto idosos).
Adultos de 20 a 29 anos são o público-alvo da terceira fase, que vai de 5 a 23 de abril.
A quarta e última etapa, de 24 de abril a 7 de maio, coincide com a campanha anual de vacinação contra a gripe comum. Nesse período, os idosos serão imunizados para a influenza sazonal, como todos os anos. A estratégia foi elaborada de forma que a população dessa faixa etária se dirija aos locais de vacinação apenas uma vez.

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