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Posts do dia 16 fevereiro 2013

Planeta Atlântida: veja quem circulou no camarote

16 de fevereiro de 2013 0

O espaço dedicado ao camarote do Planeta Atlântida ficou maior nesta edição e incluiu praça de alimentação, palcos alternativs, com shows e DJs, lounges e áreas reservadas aos patrocinadores – Renner, Nova Schin e Pepsi. Os artistas e alguns convidados também puderam circular pelo lounge reservado aos músicos e produçãodo festival, que foi abastecido pela equipe do chef Aita durante as duas noites de maratona musical.

Espia quem andou circulando pelos espaços do camarote e do lounge:

Fots: Andréa Graiz

Planeta Atlântida: moda nos pés

16 de fevereiro de 2013 0

As planetárias apostam em produções especiais para curtir o Planeta Atlântida no camrote vip.

No espaço que abriga praça de alimentação, Madam Club, palcos com shows à parte, pista na beira do palco central e ambientes dos patrocinadores, Renner, Nova Schin e Pepsi, a aposta é customizar o look com detalhes da moda – como spikes e tachas nos sapatos. A atriz Carol Castro apostou no preto. Espia:

A ex-BBB Monique Amin, atração do espaço da NovaSchin, também investiu nos pés:

E o look da planetária Franciele Conter:

Fotos: Andréa Graiz

Bastidores do Planeta: cuidados de beleza

16 de fevereiro de 2013 0

Tati Kyoko e Raquel Rocha fazem parte do time de beleza do salão Hugo Beauty. Durante o Planeta Atlântida, elas se mudam para um dos camarins da área dos artistas, onde atendem as apresentadoras do Multishow que estão trabalhando na cobertura do evento musical. Dani Monteiro é freguesa constante dos cuidados das profissionais.

Tati já tem história com o Planeta: há 10 anos ela cuida dos cabelos de quem trabalha na transmissão dos shows. Raquel, maquiadora, está tendo a primira experiência. E a rotina é puxada: elas começam a trabalhar ainda no hotel, às 14h, depois seguem para a sede campestre da Saba, às 17h, e ficam até o último show.

Foto: Andréa Graiz

O refúgio de Eva Sopher

16 de fevereiro de 2013 12

Eva Sopher está em casa. Não a sua casa profissional – e também do coração –, o Theatro São Pedro (TSP), mas o lugar para onde vai quando a jornada diária chega ao fim. A tarde de sábado está ensolarada, e a luz entra pelas grandes janelas do apartamento de cobertura para onde se mudou pouco tempo depois da morte do marido, Wolfgang Klaus Sopher, em 1987. O silêncio é reconfortante, assim como o visual da rua arborizada.
Dona Eva se dedica à prazerosa tarefa de preparar o almoço do domingo, dia em que faz questão de reunir a família em sua casa:
– Minha avó fazia isso, e quero que meus netos e bisnetos tenham esse “encosto” familiar.

Em junho, Eva Sopher fará 90 anos, e o TSP, 155. Mas as novidades começam antes, no dia 27 de março, data em que algumas salas do Multipalco serão entregues. Prestes a completar nove décadas de vida, a presidente da Fundação Theatro São Pedro diminuiu o ritmo: passa 36 horas por semana no trabalho.
– E as demais pensando nele – diz.
De fato, o teatro está por todos os lados: no quadro antigo (abaixo), no folder afixado na porta da geladeira, nos livros. Em breve, a dedicação à cultura renderá a dona Eva mais uma homenagem: Beto Herrmann está escrevendo um musical sobre ela – que já ouviu algumas canções. Com um sorriso suave, fica tímida ao falar das tantas honrarias que já recebeu ao longo da vida:
– O mais importante é a obra, não a gente.

A coluna mostra um pouco da intimidade da mulher que comanda o Theatro São Pedro desde 1975.

Receitas

A salada de cenoura com iogurte é garantia de sorrisos no domingo:
– Todos adoram – diz Eva Sopher, que também gosta de fazer e saborear molhos.
Outra receita aprovada por netos e bisnetos é o abacate batido com iogurte e açúcar mascavo, na sobremesa:
– Não uso creme de leite ou leite condensado, são essas coisas que engordam.
Prática, dona Eva congela o que sobra do almoço de domingo para comer durante a semana. E ensina:
– Cozinhar refresca e alimenta a mente.



Família

Idealmente, os almoços reúnem as filhas, Renata Rubim e Ruth Pereyron, os quatro netos e os seis bisnetos.

Mas é difícil estarem todos na cidade. Quando chegam, trazem os cachorros, vão para a piscina e batem papo:
– Minha família foi separada pelo nazismo. Quero que eles tenham esse conforto familiar.

Rotina

O trânsito afetou a rotina de Eva Sopher no Theatro São Pedro. Hoje, em dia de espetáculo, ela prefere ir mais tarde e ficar até a noite:
– Gosto de receber as pessoas, é um traço marcante estar lá para dar a entrada no público. Então, vou mais tarde, porque o trânsito está terrível. Como a cidade fica mais civilizada em janeiro e fevereiro, não é? – atesta quem viu Porto Alegre se transformar em meio século como cidadã honorária.
– Mas a senhora ainda dirige? – pergunto.
– Não preciso dirigir, o carro já vai sozinho – sorri dona Eva Sopher.

Fotos: Adriana Franciosi