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Gelson Radaelli inaugura exposição de pinturas e esculturas na Bolsa de Arte

14 de junho de 2013 3

Gelson Radaelli apresentou a exposição de pinturas de grandes dimensões e esculturas inéditas na Bolsa de Arte, que ficou lotada na noite de quinta-feira.

Com curadoria de Mario Gioia, Solidez do Céu mostra uma nova fase do artista, marcada pela cor, e fica em cartaz até 13 de julho, com entrada franca.

Também é a primeira vez que Radaelli expõe esculturas.

SOLIDEZ DO CÉU
> Bolsa de Arte (Visconde do Rio Branco, 365)
> Telefone: (51) 3332-6799
> Horário: de segunda a sexta, das 10h30 às 19h. Sábado, das 10h às 13h30

Fotos: Adriana Franciosi/Agência RBS

Comentários (3)

  • alfredo moraes ‘ pintor encarnaceno diz: 15 de junho de 2013

    As pinturas me lembran ao norteamericano Rotko, a intensidade da cor, PARABENS PELOS ABSTRATOS,mas as esculturas me lembran ao que falaram Dali e tamben Fernando Botero, NAO ESQUECER DE BELAS ARTES, E IMPORTANTE, E PRECISO E NECESARIO PARA O ARTISTA

  • Vilquer diz: 16 de junho de 2013

    Bah, as vezes me acho um grande ignorante, burro, desculturado, sei lah… Cara, essas pinturas representam o quê? Do que se trata? O que o autor quer dizer com estas obras? Bom de todo o modo, imagino que a cultura artística é tão avançada, que fiquei pra trás, lá nas aulas de Artes no primário…. um forte abraço…

  • Valdecir Antonio Rigon diz: 16 de junho de 2013

    Acho que está faltando coragem para um genuíno levante contra o grande desvio que ocorre nesse ambiente que chamam de ‘artes’…
    Há que se definir – de forma urgente – o que seja a cultura (e a arte, como subsistema da anterior). Penso que nas definições atuais de cultura e arte se incorre em um gravíssimo erro ao se entender cultura como sendo o próprio produto cultural (eventualmente aí se inserindo o consumo desses) e a arte como sendo os próprios objetos de arte. E, coisa mais perversa ainda, quando se confunde o artista com a própria arte.
    O correto seria que os objetos de arte se transformassem em obras de arte por decorrência natural, pela sua própria força e construção. Infelizmente, dada a complexidade da cultura, temos que mandatar alguns para a determinação de quais objetos de arte sejam definidos como obras de arte. E, como em todos os mandatos, neles ocorrem desvios; e a arte não está imune à corrupção.
    Os que discordam com o desvio não devem temer as pedras que lhes são jogadas e, em contrapartida, fazer com elas uma bela construção. Não se pode mais ser conivente com a deturpação que ocorre atualmente na arte e na cultura – respeitando-se, é claro, bolsões de resistência que se pautam por uma ética mais esclarecida e que buscam recuperar o verdadeiro sentido da arte – dentro da cultura – como função essencial na constituição positiva do ser humano.

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