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Posts com a tag "casa"

Diretoras da Daslu são recepcionadas com almoço em Porto Alegre

19 de setembro de 2013 0

Cristina, Vitor Raskin e Sandrine

Cristina Parente, diretora comercial da Daslu, e Sandrine Nass, do marketing da grife, foram recebidas em almoço organizado por Ingrid de Króes e Karina Herrmann em Porto Alegre.

O petit comité para 40 convidadas antecipou algumas tendências da marca paulistana, que será inaugurada no dia 26, no BarraShopping Sul, e teve desfile de looks com joias da designer Débora Dvoskin.

– Estamos muito ansiosas pela abertura da loja, já que era um pedido antigo das clientes da Daslu aqui do sul – disse Cristina.

O projeto arquitetônico da unidade do BarraShopping é clássico e mistura peças vintage com elementos modernos, predominando o tom cru, no estilo das demais lojas da Daslu. Na Capital, a grife chegará com as linhas feminina, masculina, teen e casa.

Sandrine adiantou que a abertura da loja é o começo da expansão da grife para a região sul do país. Após Porto Alegre, Curitiba também receberá a Daslu.

Foto: Andréa Graiz/Agência RBS

A casa integrada à natureza de Ana Cristina de Souza Gomes

14 de setembro de 2013 0

Ana Cristina de Souza Gomes

Depois que os filhos cresceram e saíram de casa, a arquiteta e empresária Ana Cristina de Souza Gomes decidiu trocar a antiga casa, compartimentada, por uma construção quase livre de paredes.

O conceito idealizado por ela foi de um grande loft integrado à natureza do entorno – a casa fica em uma das ilhas próximas a Porto Alegre.

A presidente da Solarium Revestimentos delegou o trabalhou ao arquiteto paulista João Armentano, que interpretou o desejo criando espaços integrados. Além do deck com vista para o Guaíba e do paisagismo exuberante, a casa abriga objetos trazidos de viagens e uma ampla biblioteca.

Ao lado do marido, Joaquim de Souza Gomes, Ana gosta de ler e curtir a casa quando está na Capital. Com escritório em São Paulo e planos de expansão, inclusive para o Exterior, a empresária viaja muito.

Nada melhor do que um refúgio verde quando volta à terra natal.

Veja as fotos:

Fotos: Andréa Graiz/Agência RBS

Roberta Silva mostra a nova sede da Mescla, sua produtora de eventos

17 de agosto de 2013 0

Um passo de cada vez. Foi com calma e planejamento que Roberta Silva, dois anos depois de abrir a Mescla, produtora de eventos, resolveu montar a sede ideal, no bairro Moinhos de Vento. Casada com Luciano Leindecker e mãe de Bela, 14 anos, e Julia, nove, a empresária convocou a arquiteta Lucia Helena Reis para que o espaço físico refletisse o DNA da Mescla: transparência, leveza, música, moda e arte.

Sem divisões fixas, o amplo salão leva a equipe a compartilhar cada etapa do trabalho e também exibe a personalidade de cada um, em fotos, recados e objetos. As pinturas nas paredes foram feitas pelo coletivo de artistas Casa Vendida, que ainda criou as estampas dos cadernos de anotações da Mescla.

Roberta encontrou nas construtoras e incorporadoras, aqui e em São Paulo, um bom mercado para a produção de eventos. Atendendo a empresas como OAS e Cyrella, entre outras, ela divide seu tempo entre Porto Alegre e a capital paulista, atuando, ainda em projetos culturais.

Espia como ficou a sede da produtora em Porto Alegre:

Fotos: Andréa Graiz/Agência RBS

Elisa Atheniense lançará linha inédita de revestimentos na Casa Brasil, em Bento Gonçalves

08 de agosto de 2013 0

A designer Elisa Atheniense, que há mais de 20 anos cria bolsas e carteiras exclusivas com fabricação totalmente manual, prepara-se para lançar, na Casa Brasil, em Bento Gonçalves, outro tipo de produto, a Coleção Home. São seis linhas de revestimentos, mantas e almofadas feitos à mão em sua maioria e tendo como matéria-prima predominante o couro.

Peças manufaturadas em teares e tressês, papéis de parede e móveis assinados pela arquiteta Isabela Vecci a partir de seus revestimentos serão apresentados na maior feira de móveis e decoração de alto padrão da América Latina, que ocorre de 13 a 16 de agosto, na cidade da Serra Gaúcha.

Foto: Elisa Atheniense, divulgação

Brindes marcam o encerramento da 22ª Casa Cor RS

06 de agosto de 2013 0

Um brinde entre colaboradores, diretoria e profissionais da Casa Cor RS marcou o encerramento da 22a edição da mostra em Porto Alegre. Entre os dias 7 de junho a 4 de agosto, o evento recebeu um público estimado em 34 mil pessoas.

O diretor da Casa Cor, Valdecir Santos (foto acima), confirmou a 23a edição para o próximo ano:

– Encerramos mais uma etapa já prevendo grandes novidades para o evento em 2014, em novo local que divulgaremos em breve.

Neste ano, duas mansões neoclássicas da década de 1940 localizadas em um terreno de 11 mil metros quadrados acomodaram a estrutura da Casa Cor RS, que teve o tema Um Olhar Muda Tudo. O evento apresentou 42 ambientes assinados por 62 profissionais de arquitetura, design e paisagismo.

Fotos: Dulce Helfer, divulgação

O refúgio suspenso de Jaqueline Meneguetti

03 de agosto de 2013 0

Jaqueline Meneghetti suspira ao definir o que o lar significa para ela:

– O melhor lugar do mundo.

Restauratrice, caçadora de tendências e sócia do grupo Press Gastronomia, ao lado de Carla Tellini, Jaqueline viaja regularmente e passa horas longe de casa.

– Mas minha vida não é “louca”. Tenho temperamento tranquilo, e a organização da empresa me permite trabalhar e viver bem – diz a dona de um apartamento de cobertura em Porto Alegre, que divide com o poodle Gero.

A reforma, que teve a parceria da arquiteta Evelise Tellini Vontobel, transformou três suítes em uma ampla área íntima, além de ter preservado a biblioteca de Jaqueline – os livros foram dispostos no mezanino da sala de pé-direito duplo, ao qual se chega subindo uma escada antiga trazida de Minas Gerais. Mas o coração do lar é mesmo a cozinha, onde os amigos se reúnem para elaborar receitas. Cheia de projetos, Jaqueline pretende, em breve, dedicar-se à produção de vinhos.

Fotos: Andréa Graiz/Agência RBS

Hugo Moser comemora os 10 anos do salão de beleza da Rua Lageado

21 de julho de 2013 2


Apesar de parecer outro dia normal de trabalho, a quarta- feira simbolizou um marco para o hairstylist Hugo Moser. Ao lado da mulher, Gabriela Niederauer, o também empresário comemorou 10 anos do salão Hugo Beauty, da Rua Lageado. E ele confessa: é o xodó entre as cinco unidades da rede.

Além de ter sido a primeira sede própria do cabeleireiro, o prédio de três andares e 1,5 mil metros quadrados foi construído especialmente para ser um espaço de beleza. Ele conta:

— Na época, significou uma mudança importante no cenário nacional. Era um dos maiores do país, amigos de outros lugares vinham conhecer e ficavam impressionados. Mas, para mim, é a minha casa, onde eu passo mais horas do meu dia.

"É preciso ser leve com a casa", ensina Zeca Amaral, dono de um lar repleto de cenários

13 de julho de 2013 2

O apartamento de Zeca Amaral e Luli Damiani não se aquieta. O arquiteto, que se apaixonou pela profissão ainda criança, quando acompanhou com interesse incomum a construção da casa da família, tem como hábito mudar a decoração da própria casa. Um fim de semana pode significar paredes com cores novas e tecidos renovados. Os móveis trocam de lugar.

– É preciso ser leve com a casa, brincar um pouco, experimentar– diz Zeca, sorridente, mostrando a sala de jantar (abaixo), que já foi vermelha e, hoje, é branca.

Com projetos espalhados por todo o Estado, além de São Paulo, Rio de Janeiro, Miami, Paris e Punta del Este, o arquiteto viaja constantemente. Quando está em Porto Alegre, o hobby predileto é curtir o lar, lendo, ouvindo música e pesquisando.

Zeca tem paixão pela ambientação: ele cria cenários em cada espaço que projeta. Traço marcante do seu trabalho que, logicamente, espalha-se por todos os ambientes de seu apartamento.

Espia:

Fotos: Andréa Graiz

O ateliê de Saint Clair Cemin e o encontro com Vik Muniz

31 de maio de 2013 2

Zero Hora visitou o ateliê do escultor gaúcho Saint Clair Cemin em Nova York.Criador da Supercuia, instalada à beira do Guaíba, escultor reconhecido internacionalmente mora nos EUA desde 1978. Clique aqui e leia a matéria em que ele fala mais sobre arte e sua atual produção

São 9h de sexta-feira, 10 de maio. A reportagem de ZH acompanha o artista que foi convidado a expor a obra Fotini (2013), um martelo de aço de três metros de altura dentro de uma caixa de vidro, no Parque das Esculturas da Frieze Art Fair NY 2013.

– Gostei muito do que vi – diz, enquanto dirige por Manhattan rumo ao Brooklyn, onde mantém seu ateliê. – A feira está pictórica, visual. Há muita pintura, escultura, textura. A impressão do feito à mão está presente.

Depois de transpor a entrada do prédio industrial, chegamos ao corredor que leva a uma das salas do ateliê de Saint Clair Cemin, em Nova York. Entendo de imediato quando ele afirma que espaço e luz são fundamentais.

O pé- direito tem mais de cinco metros de altura, e amplas janelas deixam entrar o sol da manhã que ilumina Nova York.

– Morei em Paris alguns anos, mas você pode ficar lá por três gerações e nunca se sentirá em casa. Minha cidade é Nova York, sempre foi, desde que cheguei, nos anos 1980. Os artistas se reuniam, era uma efervescência cultural, muita boemia e bom humor. Vamos tomar um café? Mas é café de americano – diz, sorrindo.

Cemin passeia entre obras prontas, como os exemplares em menor escala da Supercuia, e mostra duas inéditas nas quais está trabalhando. O molde de um candelabro que será feito em bronze e uma escultura em madeira que emana delicadeza. Ele acaricia a peça e revela:

– Pensei em esculpir os pensamentos de uma mulher, então percebi que eram os pensamentos rebuscados de uma adolescente. É, é a Sara (sua filha de 13 anos).

A maior parte das grandes obras de Cemin é executada em Pequim, na China, desde 1999:

– A tecnologia é incomparável, o que aumenta as possibilidades de criação. Lá, consigo fazer esculturas em aço inoxidável martelado, o que é dificílimo.

Cemin vem ao Brasil todos os anos. Em breve, a galeria Bolsa de Arte, que o representa em Porto Alegre, exibirá uma obra sua de grandes proporções.

O ENCONTRO COM VIK MUNIZ


Depois da visita ao seu ateliê, Saint Clair Cemin segue junto com a reportagem até o próximo destino, também no Brooklyn: a casa-ateliê de Vik Muniz, seu amigo de décadas. Paulista radicado no Rio de Janeiro, Vik se dedica a revelar o invisível, fotografando e ampliando materiais diversos, como areia, chocolate, papel e todo o tipo de matéria- prima.

Uma vez por mês, Vik fica em Nova York trabalhando e morando em uma casa com ares de loft. E, assim como Cemin, trata a arte com uma fala leve que mistura ciência, piadas e risadas.

A sala de entrada comporta computadores, armários de aço, equipamento fotográfico e duas obras que atraem Cemin. A primeira é um exemplar da série Espelhos de Papel, na qual o paulista recompõe obras referenciais a partir de colagens de milhares de imagens. A outra, em preto e branco e ainda em desenvolvimento, leva Vik a explicar que, mais uma vez, quer tornar visível o imperceptível:

– Essa largura (cerca de 1,2m) na verdade equivale a oito mícrons (0,008mm). Vou reconstruir todos os castelos do Vale do Loire em grãos de areia!

Vik Muniz colore suas definições com historietas:

– Me perguntam que artistas contemporâneos eu admiro. Digo que não conheço muitos. É como o cara dirigindo: ou olha para frente ou pelo retrovisor. Não para os lados. Só em filme o cara dirige olhando para o lado (risos). Se você começa a ver o que os outros estão fazendo, fica para trás. Um trabalho relevante tem que estar relacionado não com a arte, mas com o mundo. Meu interesse mais profundo é por ciência e por materiais. Gosto de falar sobre arte, mas sob o ponto de vista das possibilidades, da vida.

Antes de se despedirem, Vik comenta:

– Uma hora dessas, tenho que ir ao Rio Grande do Sul. Nunca fui. O dia em que alguém me convidar, eu vou.

– É mesmo? Você tem que ir lá para falar sobre a Supercuia – provoca Cemin.

– Notas e pensamentos sobre a polêmica da cuia – devolve Vik, sorrindo.

OS DOIS COMENTAM SOBRE CIÊNCIA E ARTE:


– O cientista precisa desenvolver linguagens para poder entender o que é matéria. Esse é o trabalho do artista: aprimorar a relação dos sentidos porque todas as linguagens são desenvolvidas através dela. É algo que nunca termina. Até os próprios sentidos vão se transformando, e, também, a forma de ver as coisas. Isso causa certa confusão nos cientistas – diz Vik, com quem Cemin concorda.

Investigadores, ambos estão interessados nas seguintes obras:

Livro que Cemin recomenda:
Design in Nature: How the Constructal Law Governs Evolution in Biology, Physics, Technology, and Social Organization (2012), do professor americano de engenharia mecânica Adrian Bejan. Segundo a sua teoria da Contructal Law, formulada em 1996, “tudo o que se existe, seja animado ou inanimado, precisa fluir de forma eficiente para se perpetuar no tempo”. Para Bejan, a lei não é apenas uma questão de ciência descritiva, mas define o que significa vida: “Estar vivo é ser um sistema de fluxo livre para alterar sua configuração ao longo do tempo”.

Indicação de Vik:
Bright Earth: Art and the Invention of Color
(2001), do cientista inglês Philip Ball, doutorado em física. Ball conta a história de como arte, química e tecnologia têm interagido ao longo dos tempos para tornar as cores surpreendentes que são admiradas em obras de arte.

Fotos: Milena Fischer

Conheça o reduto de design de Mariella Stock

11 de maio de 2013 0


Mariella Stock
trabalha com design, mas garante que, nem por isso, sua casa, localizada na zona sul de Porto Alegre, é um reduto da arte. Ela é modesta. Muitas das peças que compõem a decoração do espaço são assinadas por artistas renomados, como Sérgio Rodrigues, os irmãos Campana, Indio da Costa e Zanini de Zanine.Ela gosta de ressaltar que o lar também é feito por pessoas especiais:

— Ganho presentes dos amigos, como os livros e as velas.

Logo a casa deve ganhar peças diferentes. Nesta semana, Mariella partiu com um grupo de arquitetos e decoradores rumo à China para estudar a cultura local:

— Os chineses têm um gosto muito apurado e uma arquitetura impressionante.

Fotos: Adriana Franciosi/ Agência RBS