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Posts com a tag "nova york"

Mariana Marcki e Bernardo Gomes da Silva Matos se casam no Rio de Janeiro

01 de novembro de 2013 0

Casamento de Mariana Marcki e Bernardo Gomes da Silva Matos

Gaúcha de Caxias do Sul, Mariana Marcki se casou com o carioca Bernardo Gomes da Silva Matos em cerimônia na Igreja do Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro.

Os dois, que moram em Nova York, receberam os amigos e familiares para uma festa na Villa Riso, no bairro São Conrado. A noiva vestiu um belo modelo de Vera Wang.

Na véspera da comemoração, os dois foram ao Leblon, para um dia de praia e caipirinhas ao lado dos convidados.

Mariana e Bernardo

Veja as fotos da festa:

Fotos: Paulo Guerra, Cristiano Pio de Almeida e Marcelo Bragagnolo/Divulgação

Izabel Goulart usa vestido de estilista brasileiro em baile de NYC

22 de setembro de 2013 0

Izabel Goulart

A modelo paulista Izabel Goulart escolheu um vestido da grife Calvin Klein Collection para o 11º BrazilFoundation, evento beneficente que aconteceu na última quarta-feira (18 de setembro) no Museu de Arte Moderna (MoMa) em Nova York.

O modelo verde, em crepe, foi assinado pelo estilista brasileiro Francisco Costa, diretor criativo da grife, que acompanhou a modelo no baile.

Francisco Costa e Izabel Goulart

Fotos: Leandro Justen/Divulgação

Antônio Dias visita exposições na Fundação Iberê Camargo

17 de setembro de 2013 0

Palco da 9ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre vive um momento de expressivas exposições paralelas à grande mostra de arte. É o caso de galerias como a Bolsa de Arte (que apresenta Regina Silveira e Luiz Roque) e Gestual, que inaugurou, no sábado, exposições de Nathalia García, Martín Verges e Romy Pocztaruk.

Na Fundação Iberê Camargo, as mostras Xico, Vasco e Iberê – O Ponto de Convergência e Alfabeto Infinito, de Angela Detanico e Rafael Lain, receberam a visita de Antônio Dias (à esquerda, na foto acima), acompanhado do curador e crítico de arte Paulo Sergio Duarte (à direita).

Um dos mais expressivos artistas contemporâneos do país, Dias presenteará a cidade com a primeira exposição de 2014 na Fundação. O paraibano morou e estudou em Paris, Nova York, Colônia, Berlim e Milão, além de ter participado de bienais e exposto nos principais museus do mundo, como o MoMa (NY). Dias ficou conhecido como “embaixador das artes”, pois, quando morava na Europa, recebia artistas brasileiros como Hélio Oiticica.

Fotos: Elvira Tomazoni Fortuna/Divulgação

Bailarina gaúcha embarca para o Canadá

26 de agosto de 2013 0

Mariana Gasperin, 15 anos, acumula reconhecimentos.

Depois de ter conquistado bolsa de estudo em Nova York e medalha de ouro em concurso na Itália, a gaúcha se prepara para uma temporada de três anos no Ballet Nacional do Canadá, em Toronto. O convite partiu da própria escola, que receberá a bailarina em setembro.

Para marcar a despedida, Mariana integra o elenco do espetáculo Excelência em Dança, do Ballet Vera Bublitz, no dia 30, no Teatro do CIEE, com entrada franca.

 

Fotos: Andréa Graiz/Agência RBS

Agência Escala traz designer John Maeda a Porto Alegre

21 de agosto de 2013 0

John Maeda

O respeitado designer gráfico americano John Maeda chega ao Brasil para fazer sua primeira palestra no país, a convite da Escala, que completa 40 anos em agosto.

O guru, que também acumula as funções de cientista da computação, artista e educador, tem alguns de seus quadros expostos na coleção permanente do Museu de Arte Moderna de Nova York.

Ex-professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT), por mais de uma década, Maeda preside a Escola de Design de Rhode Island (RISD), eleita em 2012 a mais importante do mundo na área, onde lidera o movimento para transformar o sistema de educação e pesquisa americano STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) em STEAM, adicionando Artes às matérias privilegiadas pelas iniciativas do governo americano.

Um dos consultores empresariais mais procurados pelas empresas do Vale do Silício, o designer foi considerado pela revista Esquire uma das 75 pessoas mais influentes do século 21.

Foto: Divulgação

Alexander McQueen alcança público de Mona Lisa no MET

16 de agosto de 2013 0

Savage Beauty, MET

Um projeto montado há dois anos no Metropolitan, em Nova York, que tinha como objetivo aumentar o público com exposições de temas considerados “superficiais”, deu resultado.

A mostra Savage Beauty, do estilista britânico Alexander McQueen, ficou entre as dez maiores visitações já registradas pelo museu, com 661,5 mil visitantes em três meses no ano de 2011.

A exposição de peças do estilista morto em 2010 se junta à mostra “Treasures of Tutankhamun” em 1978, e “Mona Lisa” em 1963.

Happy hour marca lançamento de tour de moda em Nova York

16 de julho de 2013 0

Idealizado pela Brasil Varejo, com curadoria da jornalista Mauren Motta, o NY Fashion Tour levará um pequeno grupo de apaixonados pelo tema para a Semana de Moda de Nova York em setembro. O lançamento do roteiro foi realizado na noite de segunda-feira (15/7), no Love Loft da MM Conteúdo, e teve inspiração nova-iorquina. O consultor de moda Antônio Hasslauer e a fotógrafa Fernanda Calfat, ambos membros do NY Fashion Tour, participaram ao vivo no evento, via Skype, direto de NYC.

Para mergulhar no clima da cidade, o jornalista e DJ Marcelo Ferla fez a trilha sonora com jazz, tendências e disco music.

O programa NY Fashion Tour incluirá, além de visitas guiadas a lojas badaladas de Manhattan, workshop na FIT – Fashion Institute of Technology, walking tours, laboratório de moda de rua com a fotógrafa Fernanda Calfat, brunch de abertura com Antônio Hasslauer, visita ao estúdio do fotógrafo Keneth Willdart, entre outras atrações.

Veja como foi a noite de lançamento:

Fotos: Andréa Graiz/Agência RBS

João Carlos Martins se prepara para concerto em que será solista

06 de julho de 2013 0

João Carlos Martins esteve em Porto Alegre na quarta-feira (3/7). O maestro, que hoje rege a Bachiana Filarmônica Sesi-SP, já lançou 25 discos e escreveu o livro A Saga das Mãos, que relata sua vida marcada pela superação. Na Capital, ele fez uma palestra na abertura da 15ª Feira de Transporte e Logística, na Fiergs.

João Carlos tem feito duas horas diárias de fisioterapia para voltar aos palcos como pianista profissional em 23 de novembro, na Sala São Paulo. Antes disso, em 3 de novembro, ele rege a sua Bachiana com a participação da ex-secretária de Estado dos EUA Condoleezza Rice como pianista.

Já em 7 de dezembro, ele estará à frente de um concerto no Metropolitan, em Nova York, com a Orchestra de St. Luke’s – com solo de um dos maiores flautistas da atualidade, o inglês William Bennett.

O maestro ainda comanda 10 núcleos com 4000 crianças e adolescentes de áreas carentes do Brasil que aprendem noções de música clássica. Com o trabalho em um dos núcleos, o de Paraisópolis, o maestro foi eleito um dos heróis do ano de 2012 pela CNN International. O canal elege anualmente líderes mundiais de projetos de inclusão social para o CNN Heroes, tributo criado para homenagear indivíduos que fazem diferença com contribuições humanitárias.


Além desse projeto, o maestro está envolvido no Reciclar É Show, que vai ensinar crianças de 100 escolas de sete estados brasileiros a criar instrumentos musicais com materiais reciclados e a tocar com esses instrumentos em oficinas.

Em 16 de novembro, alunos da escola vencedora (uma comissão escolherá os melhores vídeos das escolas em agosto ao final das oficinas) tocarão ao lado do maestro e da orquestra paraguaia que inspirou o projeto no parque Villa-Lobos.

Fotos: Andréa Graiz

Jorge Gerdau Johannpeter recebe prêmio por apoio à educação

11 de junho de 2013 0

Na foto (da esquerda para direita): Steven Shindler (Worldfund), Luanne Zurlo (Worldfund), Jorge Gerdau Joahnnpeter, Angelica Ocampo ( Worldfund) e Javier Arrigunaga (Associação de Bancos do México)

Jorge Gerdau Johannpeter recebeu, durante um jantar de gala em Nova York, o 2013 Education Leadership Award, prêmio concedido pela Worldfund a personalidades e instituições que demonstraram comprometimento com a educação na América Latina como forma de desenvolvimento econômico e social.

A homenagem é um reconhecimento às iniciativas apoiadas pelo empresário em prol da melhoria da qualidade de educação no Brasil, como o Movimento Todos pela Educação, Prêmio Jovem Cientista, Junior Achievement, entre outras.

Fundada nos Estados Unidos em 2002, a Worldfund é uma instituição que busca promover a capacitação e a melhoria das condições de trabalho de professores e educadores de escolas na América Latina. Entre as personalidades homenageadas pela Worldfund em anos anteriores estão: Carlos Slim (Telmex), Roberto Civita (Grupo Abril), Jim O’Neil (Goldman Sachs Asset Management) e Muhtar Kent (The Coca-Cola Company).

O ateliê de Saint Clair Cemin e o encontro com Vik Muniz

31 de maio de 2013 2

Zero Hora visitou o ateliê do escultor gaúcho Saint Clair Cemin em Nova York.Criador da Supercuia, instalada à beira do Guaíba, escultor reconhecido internacionalmente mora nos EUA desde 1978. Clique aqui e leia a matéria em que ele fala mais sobre arte e sua atual produção

São 9h de sexta-feira, 10 de maio. A reportagem de ZH acompanha o artista que foi convidado a expor a obra Fotini (2013), um martelo de aço de três metros de altura dentro de uma caixa de vidro, no Parque das Esculturas da Frieze Art Fair NY 2013.

– Gostei muito do que vi – diz, enquanto dirige por Manhattan rumo ao Brooklyn, onde mantém seu ateliê. – A feira está pictórica, visual. Há muita pintura, escultura, textura. A impressão do feito à mão está presente.

Depois de transpor a entrada do prédio industrial, chegamos ao corredor que leva a uma das salas do ateliê de Saint Clair Cemin, em Nova York. Entendo de imediato quando ele afirma que espaço e luz são fundamentais.

O pé- direito tem mais de cinco metros de altura, e amplas janelas deixam entrar o sol da manhã que ilumina Nova York.

– Morei em Paris alguns anos, mas você pode ficar lá por três gerações e nunca se sentirá em casa. Minha cidade é Nova York, sempre foi, desde que cheguei, nos anos 1980. Os artistas se reuniam, era uma efervescência cultural, muita boemia e bom humor. Vamos tomar um café? Mas é café de americano – diz, sorrindo.

Cemin passeia entre obras prontas, como os exemplares em menor escala da Supercuia, e mostra duas inéditas nas quais está trabalhando. O molde de um candelabro que será feito em bronze e uma escultura em madeira que emana delicadeza. Ele acaricia a peça e revela:

– Pensei em esculpir os pensamentos de uma mulher, então percebi que eram os pensamentos rebuscados de uma adolescente. É, é a Sara (sua filha de 13 anos).

A maior parte das grandes obras de Cemin é executada em Pequim, na China, desde 1999:

– A tecnologia é incomparável, o que aumenta as possibilidades de criação. Lá, consigo fazer esculturas em aço inoxidável martelado, o que é dificílimo.

Cemin vem ao Brasil todos os anos. Em breve, a galeria Bolsa de Arte, que o representa em Porto Alegre, exibirá uma obra sua de grandes proporções.

O ENCONTRO COM VIK MUNIZ


Depois da visita ao seu ateliê, Saint Clair Cemin segue junto com a reportagem até o próximo destino, também no Brooklyn: a casa-ateliê de Vik Muniz, seu amigo de décadas. Paulista radicado no Rio de Janeiro, Vik se dedica a revelar o invisível, fotografando e ampliando materiais diversos, como areia, chocolate, papel e todo o tipo de matéria- prima.

Uma vez por mês, Vik fica em Nova York trabalhando e morando em uma casa com ares de loft. E, assim como Cemin, trata a arte com uma fala leve que mistura ciência, piadas e risadas.

A sala de entrada comporta computadores, armários de aço, equipamento fotográfico e duas obras que atraem Cemin. A primeira é um exemplar da série Espelhos de Papel, na qual o paulista recompõe obras referenciais a partir de colagens de milhares de imagens. A outra, em preto e branco e ainda em desenvolvimento, leva Vik a explicar que, mais uma vez, quer tornar visível o imperceptível:

– Essa largura (cerca de 1,2m) na verdade equivale a oito mícrons (0,008mm). Vou reconstruir todos os castelos do Vale do Loire em grãos de areia!

Vik Muniz colore suas definições com historietas:

– Me perguntam que artistas contemporâneos eu admiro. Digo que não conheço muitos. É como o cara dirigindo: ou olha para frente ou pelo retrovisor. Não para os lados. Só em filme o cara dirige olhando para o lado (risos). Se você começa a ver o que os outros estão fazendo, fica para trás. Um trabalho relevante tem que estar relacionado não com a arte, mas com o mundo. Meu interesse mais profundo é por ciência e por materiais. Gosto de falar sobre arte, mas sob o ponto de vista das possibilidades, da vida.

Antes de se despedirem, Vik comenta:

– Uma hora dessas, tenho que ir ao Rio Grande do Sul. Nunca fui. O dia em que alguém me convidar, eu vou.

– É mesmo? Você tem que ir lá para falar sobre a Supercuia – provoca Cemin.

– Notas e pensamentos sobre a polêmica da cuia – devolve Vik, sorrindo.

OS DOIS COMENTAM SOBRE CIÊNCIA E ARTE:


– O cientista precisa desenvolver linguagens para poder entender o que é matéria. Esse é o trabalho do artista: aprimorar a relação dos sentidos porque todas as linguagens são desenvolvidas através dela. É algo que nunca termina. Até os próprios sentidos vão se transformando, e, também, a forma de ver as coisas. Isso causa certa confusão nos cientistas – diz Vik, com quem Cemin concorda.

Investigadores, ambos estão interessados nas seguintes obras:

Livro que Cemin recomenda:
Design in Nature: How the Constructal Law Governs Evolution in Biology, Physics, Technology, and Social Organization (2012), do professor americano de engenharia mecânica Adrian Bejan. Segundo a sua teoria da Contructal Law, formulada em 1996, “tudo o que se existe, seja animado ou inanimado, precisa fluir de forma eficiente para se perpetuar no tempo”. Para Bejan, a lei não é apenas uma questão de ciência descritiva, mas define o que significa vida: “Estar vivo é ser um sistema de fluxo livre para alterar sua configuração ao longo do tempo”.

Indicação de Vik:
Bright Earth: Art and the Invention of Color
(2001), do cientista inglês Philip Ball, doutorado em física. Ball conta a história de como arte, química e tecnologia têm interagido ao longo dos tempos para tornar as cores surpreendentes que são admiradas em obras de arte.

Fotos: Milena Fischer