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Eli Heil vai além de uma artista outsider

05 de fevereiro de 2013 0

O crítico de arte e professor João Evangelista de Andrade Filho lança os livros Ciranda – A arte corrupiante de Eli Heil e Mão dupla – poesias, na terça-feira, dia 5, às 19h, na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis.

No texto sobre Eli Heil, João investiga como ela se insere no ideário artístico: naïf, expressionista e surrealista são alguns deles. Uma das possibilidades seria classificar Eli como uma outsider. Na opinião do autor do livro, Eli extrapola o conceito de outsider. “Ao mesmo tempo que ela não cede às interferência do mercado, vende pouco e não depende de galeria, Eli tem a preocupação de mostrar sua arte através do Mundo Ovo, sua casa de exposições, ao contrário do outsider, que geralmente não expõe seu trabalho”, considera.

Mão dupla traz 76 sonetos, com alusões a figuras do Candomblé, como Oxum, a deuses gregos. São propositadamente anacrônicos na forma. “Eu procuro ser simples, mas nem sempre consigo”, diz João Evangelista. O livro é uma interpretação do amor, a partir dos trovadores provençais.

João Evangelista é doutor em filosofia pela Universidade de Brasília. É professor titular fundador da Universidade Federal de Santa Catarina e da Universidade de Brasília. Fundador e diretor do Museu de Arte de Brasília. Em dois períodos, foi diretor do Museu de Arte de Santa Catarina. De 1958 a 1963 e de 1998 a 2008. É também curador e historiador de arte.

O quê: lançamento dos livros Ciranda – A arte corrupiante de Eli Heil e Mão dupla, de João Evangelista de Andrade Filho.

Quando: terça-feira, dia 5, às 19h.

Onde: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis.

Quanto: entrada gratuita.


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