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Arquitetura, decoração e dicas no Missão Casa desta segunda

28 de abril de 2014 5

A decoradora Cláudia Couto encarou um desafio e tanto no projeto de um apartamento no Campeche: a sala multifuncional e integrada tinha uma parede com 9 metros lineares. Como deixá-la interessante e quebrar essa horizontalidade? Assista a solução no programa que vai ao ar hoje, dia 28 de abril, às 21h30min.

Eu com a decoradora Cláudia Couto.

Eu e a decoradora Cláudia Couto.

No quadro Hora de Dormir o programa mostra o uso de camas camufladas e versáteis como opção para ambientes com mais de uma função. A dica é do arquiteto Marco Antônio Medeiros.

camaflage2

Super legal essas camas que podem ser instaladas facilmente e tem fácil manuseio. Uma ótima pedida para os quartos dos jovens.

E o experiente arquiteto André Schmitt apresenta o projeto do Office Green, prédio corporativo na Pedra Branca, onde ele propôs uma licença poética ao fazer uma pele de vidro para refletir o céu. A edificação inaugurada recentemente e que fica na praça do Passeio Pedra Branca, tem pré-certificação LEED ao inserir vários itens sustentáveis ao projeto como tintas a base de água, cimento com cinzas volantes, aço e madeira reciclados, bicicletário com vestiário, lâmpadas ecoeficientes. O engenheiro Dilnei Bittencourt explica as exigências do selo americano.

É segunda, dia 28, ás 21h30min, na TVCOM.

Office (2)

Prédio corporativo Office Green, na Pedra Branca.

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André Schmitt, arquiteto que participa desde o início do projeto da Pedra Branca.

Comentários (5)

  • marina diz: 28 de abril de 2014

    Céu fake: mais uma armadilha para os inocentes pássaros se chocarem!
    O desafio da arquitetura contemporânea é não encobrir o céu com as edificações, pra depois não ter que criar céu fake…

  • Marina diz: 28 de abril de 2014

    Acho esse espaço apropriado para louvar e celebrar a jovem e premiada arquiteta e urbanista Mariana Morais Luiz, recém-formada pela UFSC. Diz ela que, desde o início da graduação, sentiu a necessidade de explorar o importante do papel social do arquiteto e urbanista na promoção de cidades mais justas e aproximar a profissão da população. Aplausos!

  • marina diz: 5 de maio de 2014

    Olá Simone, agradeço a consideração pelo meu comentário. Como cidadã, já que não sou arquiteta, sempre observei e me preocupei com a criação de soluções (ou a ausência delas) na ocupação e urbanização dos espaços; me pergunto, por exemplo, qual poderia ser a contribuição do profissional arquiteto para diminuição do uso de ar refrigerado (os árabes sabem, há séculos, quais são os princípios da física que permitem a refrigeração natural em uma habitação ) e, com isso, diminuir o consumo irracional de energia elétrica: isso sim atenderia a um preceito da sustentabilidade.
    Ok que as indústrias fabricantes de split queiram vender esse equipamento cada vez mais, mas será que é papel do arquiteto atender essa demanda de consumismo ou será que sua missão pode ser mais nobre e necessária? Eu considero uma nobreza a atitude profissional que não desqualifica outros seres vivos em detrimento da ocupação humana: os pássaros ocupavam os espaços verdes, hoje substituídos por construções humanas. E a vida desses seres que foram desalojados, não interessa aos arquitetos? Ao invés disso, constroem fachadas espelhadas que simulam espaço livre para o voo… sinceramente, ainda tenho esperança de que a sensibilidade prevaleça sobre o consumismo. E que outras reflexões pipoquem nesse blog tão democrático.

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