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Presidente do CAU-SC sugere novo modelo para conferência do setor

28 de abril de 2014 0
Conselheiros_CAUSC_Fortaleza

Conselheiros do CAU/SC participam dos debates: Cesar Ciarini (Chapecó), Marcos Jobim (Florianópolis), Fárida de Mira (Joinville), presidente Ronaldo de Lima (Jaraguá do Sul), Sonia Roese (Blumenau), Giovani Bonetti (Florianópolis) e André Serafim (Piçarras).

Identidade e Diversidade na arquitetura e urbanismo foram os temas principais do XX Congresso Brasileiro de Arquitetos que encerrou na sexta-feira, dia 25 de abril. Profissionais de todo o país estiveram presentes, com destaque para nomes nacionais e internacionais como Marcos Acayaba, German del Sol (Chile) e Gonçalo Byrne (Portugal). De Santa Catarina estiveram presentes o presidente do CAU-SC, Ronaldo Lima, conselheiro Giovani Bonetti, urbanista Silva Lenzi que apresentou o projeto da Pedra Branca, e Marcos Jobim. 

A I Conferência do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) foi um dos eventos paralelos e fez um amplo debate sobre os três principais eixos do trabalho de arquitetos e urbanistas: o CAU, a sociedade e as políticas públicas; Formação, Exercício e Compromisso Social; e Ética profissional e cidadania. A Conferência do CAU/BR trouxe debatedores como a filósofa Márcia Tiburi e o jornalista Paulo Markun entre outros profissionais de áreas que pensam a cidade de forma integrada. 

O presidente do CAU/SC, Ronaldo de Lima, lembrou que da mesma forma como ocorreu no Congresso Estadual no ano passado, os arquitetos urbanistas puderam ser ouvidos e tomar conhecimento do que já existe em termos de leis e ações no CAU. E ainda sugere um novo modelo para o próximo evento: “a ideia é fazer eventos regionais de onde seriam elaboradas as propostas com mais discussão e onde seriam escolhidos delegados que chegariam ao evento nacional preparados para o debate”

Para Giovani Bonetti, a conferência foi importante para aproximar e colocar em contato os conselheiros e demais profissionais de todo o país, provocando a troca de  experiências e debates sobre as estratégias para o amadurecimento da profissão e do próprio Conselho. “Vendo a realidade de outros Estados podemos analisar erros e acertos e melhorar nossas ações em Santa Catarina em cima dos temas discutidos. O debate incluindo outras áreas é ainda mais produtivo para discutirmos esses assuntos e deve ser ampliado para toda a sociedade”, sugeriu. 

 

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