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Exposição Coletivos Criativos abre hoje e sugere a apropriação do espaço por meio do design

23 de maio de 2015 0
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Foto minha de celular do banco e do Ninho Ovo instalado em frente ao CIC, elementos que irão ficar como legado para Florianópolis.

Com o tema Design para Todos, a Bienal Brasileira de Design 2015 Floripa chama a atenção para a presença do design no dia a dia das pessoas, e pretende mostrar como a concepção de bons produtos e serviços deve atender aos públicos mais diversos – considerando idade, gênero, capacidade ou background cultural.

Apontando para o futuro, escolheu-se incentivar o design colaborativo por meio da exposição Coletivos Criativos, voltado especificamente para a constituição de projetos que representem legados tangíveis e intangíveis para a cidade que a realiza, Florianópolis. Tangíveis porque a intenção é deixar legados físicos para a cidade, por meio de protótipos e instalações as mais variadas. Intangíveis porque acreditamos que a movimentação para a realização dessas ações participativas certamente resultará num saldo de movimentação da população em busca de uma cidade com maior qualidade de vida pública e aumentará a sensação de pertencimento da população em relação à Bienal.

A partir do conceito de apropriação do espaço por meio do design, o coletivo  definiu alguns bairros que serão contemplados com projetos instalados e ideias a serem desenvolvidas: Mont Serrat,  Jurerê, Lagoa da Conceição,  Santa Mônica e Centro.  Considerando as características de cada local, pensou-se em uma intervenção que atendesse as necessidades e especificidades da região, portanto flexíveis em suas tipologias e conteúdo. No centro, será instalado um estar urbano a partir do domingo, dia 24 de maio, que ocupará duas vagas de carros. No Mont Serrrat, um corrimão para auxiliar a subida íngreme da rua de acesso ao morro, uma necessidade da comunidade constada por um dos coletivos convidados. Em Jurere, uma das alamedas na parte antiga do bairro será ocupada com o Ninho Ovo, um elemento urbano desenvolvido pelo coletivo, chamando a atenção para o espaço privilegiado e propondo a ocupação pelas pessoas.  Acreditamos que o design representado pelos equipamentos propostos pelo grupo é gerador de lugar e a partir da oferta de elementos urbanos, se dá a apropriação pelas pessoas.

A documentação e o processo de elaboração coletiva do grupo será exposto no MIS (Museu da Imagem e do Som), no CIC (Centro Integrado de Cultura) durante a realização da Bienal com painéis, vídeos e instalações. Por meio de uma Geodésica, também serão realizadas oficinas para complementar as ações geradas pelo Coletivos Criativos.

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O banco e o ninho são resultado das discussões do grupo com desenho de José Luiz Kinceler e Juliana Castro, respectivamente.

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Uma parte da turma dos coletivos se divertindo no Ninho Ovo.

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