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+2 Arquitetura cria espaço de alimentação e convivência na Eletrosul

18 de outubro de 2015 2

A +2 Arquitetura recebeu a missão de criar um espaço agradável como área de descanso para os funcionários da Eletrosul, integrando as áreas de restaurante e cafeteria da empresa, que totalizam 374 m². O edifício da sede da Eletrosul, empresa pública de geração e transmissão de energia, foi construído na década de 70 e é uma referência de arquitetura na cidade de Florianópolis.

O conceito do espaço projetado foi composto por dois módulos, que são divididos por um painel inusitado que tem em seu formato a logomarca espelhada da empresa. Na entrada, num ambiente para 50 pessoas, encontra-se um espaço de estar para leitura, descanso, integração e bancada para notebook. A praça de alimentação, que acomoda 100 pessoas, recebeu mesas em arranjos diversos, para compor almoços em grupo, sozinho ou em mesas comunitárias.

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Fotos divulgação.

“As áreas de apoio, como cozinha, cafeteria e buffet, foram dispostas de uma forma que passam despercebidas a quem entra no ambiente” explica Luciana Decker, arquiteta responsável pelo projeto.

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A iluminação natural e o pé direito alto, elementos originais da arquitetura do prédio, foram mantidos e trouxeram ao espaço conforto e amplitude. A cafeteria ganhou iluminação de efeito com trilhos e lâmpadas em led, e a mesa comunitária recebeu luminárias quadradas com facho orientável. Sobre a bancada, junto à área de trabalho, a iluminação de destaque foi embelezada pela luminária da Bertolucci em cobre, modelo Urucum.

“Para compor com os pilares de concreto, e forro metálico, elementos austeros e vigorosos, optamos por uma vegetação interna, atrelada ao mobiliário em tons de madeira que esquentaram o ambiente, trazendo aconchego e conforto” acrescenta Decker.

As cores institucionais da empresa, utilizadas nos tecidos e revestimentos das paredes da cafeteria, são os elementos de destaque, que dão vida ao ambiente.

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A escolha do mobiliário

O espaço de descanso e lazer dos funcionários foi composto principalmente por poltronas. A opção foi pelo modelo Le Corbusier para 2 lugares e 1 lugar, em diferentes cores (bege, marrom) nos lugares onde as poltronas deveriam ser fixas (não giratórias).

“Para compor o layout em sua parte central, buscamos a versatilidade, e por este motivo, poltronas giratórias, de forma que possam gerar diferentes composições, sem que haja necessidade de movimenta-las” ressalta Luciana Decker.

Na praça de alimentação, o mobiliário escolhido buscou o conforto, a ergonomia e a diversidade de composições. Foram utilizados bancos (boots) com tecido impermeável, cadeiras e mesas nas cores tabaco, tons sóbrios, para trazer harmonia à composição com as mesas existentes, em tonalidade bastante viva.  Os tons de madeira escolhidos compuseram com as cores institucionais da empresa (verde, azul e amarelo). (texto com assessoria MCK Cultura da Informação).

Comentários (2)

  • Fabrício B. Aguirre diz: 26 de outubro de 2015

    Espaço que custou pouco mais de R$1 milhão. Faltou citar este valor no texto.

  • Assim vai o dinheiro público. diz: 27 de outubro de 2015

    Ué..mas a empresa não conta com arquitetos e engenheiros em seu quadro? Precisa contratar empresas terceirizadas, mesmo tendo mão de obra interna? Estão igual a Petrobrás…com inúmeros advogados e contratando empresas de advocacia. Não me parece sóbrio, justo nem ético gastar enquanto seus funcionários fazem o quê? Ficam no Facebook?

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