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Posts na categoria "Patrimônio"

Missão Casa exibe vídeo do projeto da FAU-USP na voz de Álvaro Puntoni

06 de junho de 2016 0

Uma das novidades desta temporada do Missão Casa é o garimpo de conteúdos que merecem ser compartilhados. A nossa escolha foi pelos vídeos que falam do arquiteto Vilanova Artigas, homenageado no ano passado quando completaria 100 anos de nascimento. O projeto de toda a comemoração, que inclui filme, livros e exposições, foi premiado pela APCA -Associação Paulista de Críticos de Arte.

A importância do arquiteto que ajudou a fundar a FAU-USP ainda está rendendo frutos. O portal ArqSC, do qual sou editora, realizou o ArqSC Conversa com Rosa Artigas, numa parceria entre o portal e a AsBEA/SC (Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura), com patrocínio da Saccaro Floripa.

 

Exibimos o premiado filme “Vilanova Artigas, o Arquiteto e a Luz”, lançamos o livro em SC e promovemos uma roda de conversa com a historiadora Rosa Artigas, filha do arquiteto.

No programa de hoje, mostramos o vídeo que fala do projeto da  FAU-USP nas vozes dos arquitetos Alvaro Puntoni e  Eduardo de Jesus Rodrigues, e do jornalista Paulo Markun.

O vídeo foi cedido pela Olé Produções e Itaú Cultural.

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FAU-USP em foto de Nelson Kon.

Duas casas especiais no Missão Casa de hoje

11 de abril de 2016 0

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Flores e velas artificiais definitivamente não têm espaço na vida da produtora de eventos Lica Paludo, conhecida pelas mais exuberantes produções de eventos em Florianópolis e outros estados. Sua casa é cenográfica, cheia de cantinhos, composições, mas acima de tudo, de verdade, como diz. Expressa o décor da produtora em cada detalhe.

É hoje às 9 e meia da noite, na TVCOM.

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No programa de hoje exibimos também uma visita a Casinha, construção de 1942, que já apresentava os recursos criados pelo arquiteto Vilanova Artigas para causar percepção espacial ao visitante. A visita guiada é comandada pelo neto do arquiteto, Marco Artigas Forti. Também mostramos a segunda residência do arquiteto, construída em 1949, na zona Sul de São Paulo.

O vídeo é uma homenagem ao centenário de nascimento de Artigas, celebrado no ano passado e integra uma das novidades da nova temporada do Missão Casa, com apoio do Itaú Cultural e Olé Produções.

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+2 Arquitetura cria espaço de alimentação e convivência na Eletrosul

18 de outubro de 2015 2

A +2 Arquitetura recebeu a missão de criar um espaço agradável como área de descanso para os funcionários da Eletrosul, integrando as áreas de restaurante e cafeteria da empresa, que totalizam 374 m². O edifício da sede da Eletrosul, empresa pública de geração e transmissão de energia, foi construído na década de 70 e é uma referência de arquitetura na cidade de Florianópolis.

O conceito do espaço projetado foi composto por dois módulos, que são divididos por um painel inusitado que tem em seu formato a logomarca espelhada da empresa. Na entrada, num ambiente para 50 pessoas, encontra-se um espaço de estar para leitura, descanso, integração e bancada para notebook. A praça de alimentação, que acomoda 100 pessoas, recebeu mesas em arranjos diversos, para compor almoços em grupo, sozinho ou em mesas comunitárias.

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Fotos divulgação.

“As áreas de apoio, como cozinha, cafeteria e buffet, foram dispostas de uma forma que passam despercebidas a quem entra no ambiente” explica Luciana Decker, arquiteta responsável pelo projeto.

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A iluminação natural e o pé direito alto, elementos originais da arquitetura do prédio, foram mantidos e trouxeram ao espaço conforto e amplitude. A cafeteria ganhou iluminação de efeito com trilhos e lâmpadas em led, e a mesa comunitária recebeu luminárias quadradas com facho orientável. Sobre a bancada, junto à área de trabalho, a iluminação de destaque foi embelezada pela luminária da Bertolucci em cobre, modelo Urucum.

“Para compor com os pilares de concreto, e forro metálico, elementos austeros e vigorosos, optamos por uma vegetação interna, atrelada ao mobiliário em tons de madeira que esquentaram o ambiente, trazendo aconchego e conforto” acrescenta Decker.

As cores institucionais da empresa, utilizadas nos tecidos e revestimentos das paredes da cafeteria, são os elementos de destaque, que dão vida ao ambiente.

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A escolha do mobiliário

O espaço de descanso e lazer dos funcionários foi composto principalmente por poltronas. A opção foi pelo modelo Le Corbusier para 2 lugares e 1 lugar, em diferentes cores (bege, marrom) nos lugares onde as poltronas deveriam ser fixas (não giratórias).

“Para compor o layout em sua parte central, buscamos a versatilidade, e por este motivo, poltronas giratórias, de forma que possam gerar diferentes composições, sem que haja necessidade de movimenta-las” ressalta Luciana Decker.

Na praça de alimentação, o mobiliário escolhido buscou o conforto, a ergonomia e a diversidade de composições. Foram utilizados bancos (boots) com tecido impermeável, cadeiras e mesas nas cores tabaco, tons sóbrios, para trazer harmonia à composição com as mesas existentes, em tonalidade bastante viva.  Os tons de madeira escolhidos compuseram com as cores institucionais da empresa (verde, azul e amarelo). (texto com assessoria MCK Cultura da Informação).

Grafite do tricô toma conta das ruas de Pomerode

17 de setembro de 2015 0

Enfeitar as cidades com tricô e crochê. O movimento batizado de yarn bombing ou grafite do tricô ou ainda grafite da vovó está tomando conta da cidade de Pomerode numa intervenção urbana que tem tudo para se transformar na maior do Brasil. Serão utilizados cerca de 900 novelos, equivalente a cem quilos de fio ou 200 mil metros de fio que irão decorar o Centro de Convenções, a Casa do Café, calçadas e postes das regiões centrais da cidade. A ideia é decorar alguns dos principais pontos de Pomerode, com o auxílio de artesãs locais para a primeira edição da SonnenFest e Kinderfest, festival que celebra a Primavera. A iniciativa é uma forma de homenagear algumas das construções da cidade, reproduzindo o estilo arquitetônico enxaimel. Para a ação será usado um fio especial feito de acrílico, da Círculo, que resiste aos fatores ambientais. A empresa apoia e incentiva o artesanato e participa da ação.

Inicialmente o projeto envolve 25 pessoas, sendo a maioria da comunidade da rota do enxaimel, alguns residentes da cidade e artesãs participantes do Clube de Troca de Ideias, Clube de Mães Arte e Lazer e Pommerblumenn. A intervenção urbana pretende mobilizar e atrair o público local e visitante do festival e também prestar uma homenagem a própria história arquitetônica da cidade mais alemã do Brasil. A Sonnenfest & Kinderfest será realizada entre os dias 18 de setembro e 12 de outubro, sempre aos finais de semana.

 

 

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Segunda chance: noite de autógrafos com Gilberto Gerlach

17 de setembro de 2015 0
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Pintura de Albert Gustav Schwartz , residencia de Carl Hoepcke, Consulado da Alemanha, 1888. Acervo de M. Cristina Scomazzon.

O Clube de Cinema Nossa Senhora do Desterro lança, no dia 17 de setembro, às 19 horas, na Assembleia Legislativa/SC, o livro “Ilha de Santa Catarina – Florianópolis”, de Gilberto Gerlach –  o primeiro lançamento, com a distribuição gratuita de 350 exemplares ocorreu no dia 8 de setembro. A publicação teve o incentivo da Tractebel Energia e BRDE, via Lei Rouanet, do Ministério da Cultura. No lançamento da próxima quinta-feira, o livro estará à venda por R$ 200,00. A obra, em dois volumes, tem 776 páginas, 550 fotografias, 75 pinturas e 110 desenhos – cerca de 20% nunca antes publicados.

Os livros à venda são parte da cota pertencente ao autor e que estão num preço inferior aos custos do mercado. Pela Lei Rouanet, a maior parte dos livros é distribuída a bibliotecas públicas, instituições educacionais e culturais, além da entrega às empresas patrocinadoras e aos colaboradores. A Lei também exige que 10% das obras sejam entregues a pessoas de baixa renda por meio de instituições públicas.

Gilberto Gerlach, 72 anos, é membro da Academia Catarinense de Letras e fundou, em 1968, o Clube de Cinema Nossa Senhora do Desterro, que durante muitos anos funcionou no Centro Integrado de Cultura. Misto de engenheiro, cinéfilo e historiador, foi um paciente, persistente e dedicado pesquisador de conteúdos iconográficos sobre Florianópolis e São José, dispersos pelo país e pelo exterior. Para isso visitou bibliotecas e acervos de colecionadores particulares em Florianópolis, Itajaí, Blumenau, Curitiba, São Paulo, Buenos Aires, Lisboa e Paris.

Para reunir todas essas imagens, contou com a boa vontade de vários colecionadores e muitos colaboradores. Dois, particularmente, o impressionaram pela quantidade e qualidade do material: Apparecido Jannir Salatini, de São Paulo e Monsenhor Jamil Nassif Abib, de Rio Claro (SP). Este último possuía em sua coleção 18 imagens raras produzidas quando da passagem de um navio-escola francês por Florianópolis, em 1903.

Outro exemplo é o do primo do fotógrafo Sebastião Salgado, Jesse Salgado, que possui residência na Lagoa da Conceição, na capital catarinense, e descobriu obras do pintor alemão Albert Gustav Schwartz, que chegou à Ilha em 1868 e aqui residiu cerca de 20 anos. Salgado localizou três quadros do pintor em Buenos Aires e outro na Alemanha, com cenas da Ilha. Chegou, inclusive, a comprar quadros pela internet. No total, já localizou 38 obras do período em que o pintor residiu em Desterro. Entre outros colecionadores, Gerlach cita Ademar Goeldner, Bruno Kilian Kadletz, Marcelo Collaço de Oliveira, Murilo Martins da Silva,  Ylmar Correia Neto, Rolf Gutberle, Sara Regina Poyares dos Reis, Paulo Ricardo Caminha, Antônio Schmidt Oliveira, Osni Machado e Ricardo Wildi.

A paixão por imagem e fotografia levou o engenheiro civil Gilberto Schmidt-Gerlach a construir, durante cerca de cinco décadas, a sua mais importante obra: quatro volumes que totalizam 1.440 páginas de 32x26cm, com mapas, pinturas, fotografias, reproduções de jornais e desenhos sobre a Ilha de Santa Catarina. Os dois primeiros volumes, lançados em 2010, com o título Desterro – Ilha de Santa Catarina, contêm imagens e narrativas desde o século XVI até 1894. Os dois novos volumes dessa imponente pesquisa, avançam até 1950, e incluem reproduções de notícias, poemas, crônicas e anúncios publicitários publicados em vários jornais antigos da Capital.

A coordenação editorial e o projeto gráfico são novamente do designer Renato Rizzaro, parceiro de Gerlach desde o lançamento de São José da Terra Firme, em 2007, obra com 332 páginas e o mesmo formato. Desde o primeiro lançamento, no dia 8 de setembro, foi inaugurada no hall da Assembleia Legislativa uma exposição de 18 fotos 70x110cm, que permanecerá no local até o dia 17 de setembro, quando haverá outra noite de autógrafos.

O livro tem produção executiva da Rede Marketing Cultural, com revisão e tradução para o francês de Carmen Lucia Gerlach. Gilberto Gerlach deve lançar, em breve, outros dois volumes iconográficos, desta vez sobre o município de Blumenau. (texto Celso Vicenzi).

 

No Mercado Público de Florianópolis com André Manara e Henrique Pimont

07 de setembro de 2015 0

A ala sul do Mercado Público de Florianópolis passou por uma grande reforma que ainda não está completamente finalizada. Muitas lojas estão executando os projetos arquitetônicos e outras tantas já estão com as portas abertas recebendo a população que estava com saudade de curtir o mercado. Nós fomos até lá para mostrar projetos realizados por arquitetos e ficamos felizes em saber que, após a revitalização, muitos comerciantes estão contratando profissionais para deixar os espaços mais atraentes e melhor revolvidos do ponto de vista da funcionalidade.

No Missão Casa de hoje mostramos projetos realizados pela equipe dos arquitetos André Manara e Henrique Pimont. Vale a pena conferir e escutar as pérolas do seu Aurino, o comerciante mais antigo do mercado.

É às 11 da noite, na TVCOM.

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Fotos minhas de celular.

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Eu, seu Aurino e o arquiteto André Manara que projetou o açougue e o Box 32.

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Com o arquiteto Henrique Pimont que projetou a cervejaria Beer Boss, o boteco Vai Quem Quer e o restaurante Rancho da Ilha.

Exposição Memória LBDI, uma visita obrigatória

04 de junho de 2015 0

Parte da história do LBDI – Laboratório Brasileiro de Design Industrial – está sendo contada na exposição no Museu da Escola Catarinense, no centro de Florianópolis. O laboratório foi uma experiência visionária para a época, e reuniu estudantes e professores de várias partes do Brasil e de outros países para desenvolver projetos para a indústria. A instituição catarinense fez história nos anos de 1980 e 1990 por seu pioneirismo numa área até então pouco explorada. Pelo seu pioneirismo e visão projetual a visita é obrigatória.

A exposição que  integra a Bienal Brasileira de Design 2015 Floripa, fica aberta ao público  até 12 de julho.

Serviço

Design Histórico – Memória LBDI, mostra que resgata a trajetória do Laboratório Brasileiro de Design Industrial

Período: de 27 de maio a 12 de julho

Local:  MESC (Museu da Escola Catarinense)

Endereço: Rua Saldanha Marinho, 196 – Centro, Florianópolis/SC – CEP 88010-450

Entrada Franca

Visitação: Terça a sexta das 10h às 18h – Sábados, domingos e feriados de 10h às 16h

Projeto de barbearia no Mercado Público de Florianópolis dribla o pequeno espaço e as paredes centenárias

01 de junho de 2015 0
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Fotos Pedro Caetano.

Henrique Pimont, arquiteto e urbanista formado pela FAU/USP e morador de Florianópolis, onde constrói sua sólida e coerente trajetória, é o entrevistado de hoje no Missão Casa. Ele nos mostra o projeto de uma barbearia no Mercado Público de Florianópolis, cujo desafio foi driblar o pequeno espaço do box e as limitações das paredes centenárias que não podem ser furadas por se tratar de um patrimônio histórico. A barbearia ganhou charme e identidade a partir de soluções como o uso de cadeiras antigas recuperadas, jogo de espelhos na parede e canos de cobre como suporte para as lâmpadas funcionais. A atmosfera vintage chama a atenção da rua já que o box é localizado em uma das esquinas do mercado e estabelece uma forte relação com o entorno.

É hoje às 23h, na TVCOM.

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Exposição Design Histórico - Memória LBDI abre hoje no MESC

26 de maio de 2015 0

 

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Projeto de um conjunto de utensílios para criança, foto acervo do curador adjunto, design Célio Teodorico, um dos integrantes do LBDI na época.

Abre hoje mais uma das exposições que integram a Bienal Brasileira de Design 2015 Floripa. A mostra Design Histórico – Memória LBDI apresenta projetos e produtos que foram criados pelo Laboratório Brasileiro de Design Industrial (LBDI), instituição que fez história e foi visionária nos anos 1980 e 1990 por seu pioneirismo numa área até então pouco explorada. O LBDI  foi implantado em Canasvieiras e depois as instalações foram levadas para a FIESC. Parte dessa história será resgatada a partir de hoje, às 19h, com exposição no MESC.

Freddy Van Camp, curador da mostra e da Bienal, explica que o objetivo é resgatar a importância do LBDI no processo de desenvolvimento do design no estado e no país.

- O Laboratório foi uma experiência pioneira e importante, com reconhecimento internacional – relata. – Os cursos que promovia eram frequentados por alunos de vários países, alguns deles em posição de destaque em centros de pesquisa e design pelo mundo – diz, destacando alguns nomes, como o do venezuelano Ignacio Urbina Polo, que leciona no Pratt Institute de Nova Iorque, e o cubano Pedro Garcia-Espinoza Carrasco, hoje presidente da Oficina Nacional de Diseño, em sua terra natal.

- O LBDI desenvolveu produtos que iam desde cabines telefônicas até itens de construção civil, para empresas grandes, médias e pequenas. Foi, portanto, uma oportunidade única no país de desenvolver e replicar o design de produto – recorda o curador.

Serviço

Design Histórico – Memória LBDI, mostra que resgata a trajetória do Laboratório Brasileiro de Design Industrial

Período: de 26 de maio a 12 de julho

Local:  MESC (Museu da Escola Catarinense)

Endereço: Rua Saldanha Marinho, 196 – Centro, Florianópolis/SC – CEP 88010-450

Entrada Franca

Visitação: Terça a sexta das 10h às 18h – Sábados, domingos e feriados de 10h às 16h

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Fotos do acervo do designer e professor Célio Teodorico.

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Memória, luxo e reflexão no Museu do Lixo da Comcap.

04 de maio de 2015 0

O programa traz ainda hoje uma matéria super bacana no Museu do Lixo, na Comcap, um local encantador, que faz a gente voltar no tempo e refletir sobre o valor das coisas, questionar o que é lixo, e rever conceitos. Vale a pena assistir e conhecer a força coletiva que deu vida ao museu.

É hoje a partir das 23h, na TVCOM.

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Valdinei Marques é o Neiciclagem, personagem com o qual atua na educação ambiental das crianças que visitam o Museu do Lixo.

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O piano encontrado no lixo tem teclado em marfim.

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A história deste artista é contada pelo Neiciclagem, vale a pena escutar.

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Um bolão encontrado no lixo, é um luxo a bola com o suporte para carregar.

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