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Posts na categoria "teatro"

Academia Catarinense de Letras e Artes empossa novos membros e homenageia os destaques de 2014

04 de dezembro de 2015 0

Nesta sexta, dia 4 de dezembro, às 20h, a Acla (Academia Catarinense de Letras e Artes), realiza a solenidade de encerramento do ano acadêmico, ocasião em que destaca, com premiação, as personalidades no campo da literatura, música, artes visuais e artes cênicas, além de empossar três novos membros.  A cerimônia ocorrerá no auditório do TCE (Tribunal de Contas do Estado), na rua Bulcão Viana, 90, Centro, Florianópolis.

Os novos acadêmicos serão Maria Teresinha Heimann, que ocupará a cadeira nº 19, tendo como patrono Carlos Roberto Jardim; Néri Pedroso, cadeira nº 16, cujo patrono é Harry Laus e Antunes Severo, cadeira nº 21, patrono Adolfo Zigelli.

Pela enorme contribuição dada ao campo da cultura, a Acla destacará no campo da literatura Marina Moros; nas artes visuais Raquel Stolf, no teatro, Marisa Naspolini; na música, a Orquestra Camerata Florianópolis e pelo conjunto da obra, o grupo Cena 11 Cia. de Dança.

O cerimonial será conduzido pelo presidente da Acla, Wesley Collyer, e contará com um programa musical que tem o maestro Alberto Heller no piano, Iva Giracca no violino e Daniel Galvão, no violoncelo.

 

Serviço

O quê: solenidade de encerramento do ano acadêmico da Acla (Academia Catarinense de Letras e Artes), com posse de novos membros e premiação das personalidades do ano

Quando: 4.12.2015, 20h

Onde: auditório novo do TCE (Tribunal de Contas do Estado), rua Bulcão Viana, 90, Centro, Florianópolis

gratuito

 

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Cena 11 Cia de Dança, destaque do ano pelo conjunto da obra. Cristiano Prim/Divulgação/ND

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Jornalista Néri Pedroso tomará posse hoje na ACLA. Na foto, Néri (segunda à esquerda) entre Juliana Hoffmann, que integra a academia, e jornalista Pedro Leite, Misia e eu durante aniversário de 10 anos do programa.

 

 

Verbi, o idioma do caos

07 de novembro de 2014 0
verbi

O solo “Verbi, o idioma do caos” revela o processo investigativo do ato​r ​Luiz Canoa em relação ao tema memória. “O verbo funciona como princípio, um impulso invisível que gera a matéria, a intenção. Os recortes de memórias são como dispositivos para o movimento, uma linguagem anterior que desvia de leituras óbvias”, conta Luiz. O solo terá apresentações nos dias 8 e 9, ​na Casa das Máquinas, às 20h, ​e encerra temporada no Baobah, nos dias 19 e 20.

Com direção de Marisa Naspolini, o trabalho conecta as linguagens da dança, da música e do teatro, constrói camadas coreográficas e sonoras, “um lugar onde todas as línguas, todas as danças, todas as linguagens poderiam ser nossas”.

As danças populares brasileiras, foco de pesquisa do ator, instigam a criação das corporeidades. “As danças populares brasileiras sofrem uma desconstrução de seus próprios padrões e se relacionam com outros gêneros e linguagens, como a música, ruídos, mímica, máscaras e línguas, e esta nova corporeidade criada gera um repertório distinto do seu contexto original, servindo a um diálogo criativo entre tradição e contemporaneidade”, acrescenta Canoa.

Verbi é o segundo solo do dançarino, ator e músico Luiz Canoa, paulistano radicado na ilha, que criou sua companhia em 2007, com o espetáculo Viandeiros. Em seu percurso de pesquisa, o Teatro Alkmico tem investigado os arquétipos como força formativa da linguagem cênica, trabalhando nas fronteiras entre dança, música e teatralidade e no diálogo entre tradição e contemporaneidade. Luiz tem grande experiência como ator, dançarino, músico e professor. Em 2012, viveu em Portugal, desenvolvendo o projeto Maratona de Diversidade Cultural Brasileira e Contemporaneidade, onde lecionou, circulou com seu espetáculo Viandeiros, e com o recital Di Versas Canções, em que canta canções de sua autoria.

No espetáculo Verbi, ele realiza uma parceria com a atriz e pesquisadora Marisa Naspolini e o Baobah Novas Formas de Inteligência, instituição de proposta inovadora que trabalha com o desenvolvimento pessoal a partir de novos recursos e concepção de inteligência. Marisa, que integra a equipe do Baobah, assim como outros profissionais envolvidos na criação do espetáculo, atuou como atriz e/ou preparadora de atores em mais de trinta espetáculos no Brasil e no exterior.

O projeto Verbi foi contemplado com o Edital de Estímulo à Cultura Elisabete Anderle 2013, do Governo do Estado de Santa Catarina.

 

Ficha técnica:

Atuação e concepção: Luiz Canoa

Direção: Marisa Naspolini

Cenografia e máscaras: Ramon Noro

Figurino e maquiagem: Emmanuel Bohrer Jr.

Consultoria dramatúrgica: Jussara Paraná Sanches Figueira

Iluminação: Mirco Zanini

Trilha sonora: André Rangel, Dimitri Camorlinga e Luiz Canoa

Fotos: Yéssica Saavedra Seguel

Design gráfico: Ramon Noro

Assessoria de imprensa: Luciana Moraes

Produção: Teatro Alkmico

Realização: Teatro Alkmico e Baobah Novas Formas de Inteligência

 

SERVIÇO:

Onde: Casa das Máquinas

Quando: 8 e 9 de novembro

Hora: 20h

​Valor: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia)​

 

Onde: Baobah

Quando: 19 e 20 de novembro

Gratuito

Apresentação teatral no Museu da Escola Catarinense será trasmitida pelo rádio

05 de novembro de 2014 0
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Grupo teatral O Dromedário Loquaz encenando no MESC. Foto de Cristiano Prim.

O Museu da Escola Catarinense (MESC) está instalado desde 2000 no antigo prédio que abrigou a Escola Normal Catarinense e a Faculdade de Educação e Ciências Humanas da UDESC. A instituição tem sido parceira de iniciativas que incrementam o roteiro cultural de Florianópolis (SC) como lançamentos de livros, seminários, exposições, simpósios e encontros movimentam a agenda do imponente prédio do fim do século 19 construído com um propósito urbanístico modernizador para a cidade.

A partir de hoje, dia 5 de novembro, o monumental edifício em estilo neoclássico com colunas gregas ornamentais, acolhe o espetáculo “Rádio Loquaz – ZYK 693 Pausas de Se Ouvir”, que aposta na realização de um baile com transmissão radiofônica ao vivo. A concepção adota elementos da radionovela e dos programas jornalísticos. Contemplado com nota máxima pelo Prêmio Myriam Muniz 2013, concedido pelo Ministério da Cultura por meio da Fundação Nacional de Artes – Funarte, o projeto quer proporcionar uma experiência inusitada no Museu da Escola Catarinense.

Dirigida por Barbara Biscaro, a peça celebra os 33 anos do Grupo de Teatro O Dromedário Loquaz, construtor de uma história relevante para o circuito cultural de Santa Catarina que já se apresentou no mesmo espaço. A circulação dos visitantes se dá em torno de um átrio central aberto e iluminado por claraboia. Toda a estrutura interna é de ferro, tanto as colunas, vigas, corrimões da escada e circulação superior, este ultimo todo trabalhado com desenhos de influência art déco. Por se localizar no eixo visual da rua Saldanha Marinho, via existente desde 1819, a edificação restaurada em 2013 valoriza a paisagem urbana.

O Dromedário Loquaz encenou no local, em 1995, a peça “Agnus Dei”. Além da relação com a cidade, com uma trajetória de ocupação de espaços não convencionais para as produções teatrais, agora o grupo monta um baile e irá transmitir a peça, em tempo real, pelo rádio, veículo de comunicação que foi o ponto de partida para a construção dramatúrgica. O espectador poderá assistir no Museu da Escola Catarinense ou acompanhar tudo de casa, na escuta do radinho.

O novo trabalho catalisa a contribuição do grupo à história e ao circuito teatral de Santa Catarina. O desejo de uma nova linguagem instaurou um processo de criação coletiva. De um argumento simples, desenvolveu-se a pesquisa, com relatos e improvisações. A peça constrói uma dimensão de escuta diferenciada da cena – retira da linguagem do rádio elementos estruturantes para a dramaturgia. A viagem sonora, com um pouco mais de 60 minutos, se dá por diferentes estímulos e qualidades do som, como vozes, música, gravações, o piano e os ruídos.

O percurso é preenchido pelo espectador com suas próprias memórias e percepções. A dimensão da escuta compartilhada ainda subsiste na arte teatral: dezenas de pessoas se reúnem em um local e ouvem/vêem juntas um acontecimento – uma ação coletiva significativa que perde cada vez mais espaço na atualidade, tempo de Ipods, celulares ou tecnologias que resultam em isolamento e solidão. O hábito de ouvir rádio em conjunto e no silêncio ficou no passado.

A atriz e cantora Barbara Biscaro foi especialmente convidada para assumir a direção cênica. A coordenação geral é de Sulanger Bavaresco, atriz, diretora e presidente do grupo. No elenco estão Cezar Pizetta, Diana Adada Padilha, Eugênio Menegaz, Giovana Rutkoski, Márcia Krieger, Vilson Rosalino da Silveira e Sérgio Bellozupko.

“Rádio Loquaz – ZYK 693 Pausas de Se Ouvir” estabelece com o público relações de duas naturezas: a presencial, com aqueles que assistem ao espetáculo, e a ausente, com os que escutam em casa a transmissão da peça através da internet. Além de resgatar as transmissões com plateia praticadas nas rádios das décadas de 1940 e 50, instaura uma dimensão dupla para os acontecimentos em cena. Os atores e atrizes são vistos e ouvidos, estão materializados para o espectador e são transformados em onda sonora para o ouvinte distante.

 

Ficha Técnica

Autoria: Grupo de Teatro O Dromedário Loquaz

Direção: Barbara Biscaro

Elenco: Cezar Pizetta, Diana Adada Padilha, Eugênio Menegaz, Giovana Rutkoski, Márcia Krieger, Vilson Rosalino da Silveira e Sérgio Dimas Bellozupko

Preparação vocal e corporal: Barbara Biscaro

Pesquisa musical e trilha: Eugênio Menegaz, Barbara Biscaro e Dimitri Camorlinga

Iluminação: Marco Ribeiro

Cenografia: Grupo de Teatro O Dromedário Loquaz

Figurinos: Adriana Barreto

Captação/edição de áudio: Dimitri Camorlinga

Play list baile: Julia Maria Bavaresco

Visagismo: Puka Saraiva

Apoio técnico: Maria Zélia Goulart, Magda Scors e Regina Prates

Design gráfico: Mariana Barardi

Ilustrações cartaz: Cezar Pizetta

Fotografia: Cristiano Prim

Assessoria de imprensa: Néri Pedroso e Paloma Brum (ass. de comunicação)

Coordenação geral: Sulanger Bavaresco

Produção: 5M Técnicas Teatrais

Realização:Funarte e Grupo de Teatro O Dromedário Loquaz

Apoio cultural: Diretoria de Difusão Artística – Fundação Catarinense de Cultura (FCC) e Museu da Escola Catarinense (Udesc)

 

Serviço

O quê: Espetáculo “Rádio Loquaz – ZYK 693 Pausas de Se Ouvir”

Quando: Dias 5 (pré-estreia para convidados), 6, 7, 8, 9, 28/11, às 21h; dias 29 e 30/1, às 20h e 22h

Onde: Museu da Escola Catarinense, Rua Saldanha Marinho, 196, Centro, Florianópolis, tel.: (48) 3225-8658

Quanto: R$ 20 / R$ 10 (meia)

 

Saiba mais: http://odromedarioloquaz.wix.com/grupo-de-teatro e https://www.facebook.com/radioloquazzyk693

 

Transmissão ao vivo da Rádio Loquaz em: http://odromedarioloquaz.wix.com/grupo-de-teatro

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