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Inscrições abertas para a Parque Gráfico - Feira de Arte Impressa 2016

06 de novembro de 2015 0

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A criação em um tempo onde o processo é o principal valor do trabalho. Nada de cópias, robotização da mão-de-obra, massificação de um produto para o consumo de milhares. Neste projeto o caminho inverso é o mais interessante, a história por trás do trabalho, o(a) criador(a). Essas foram motivações que levaram a dupla de designers Thiago Bazinga e Camila Petersen a criar a Parque Gráfico – Feira de Arte Impressa, um espaço de exposição e comercialização que reúne trabalhos gráficos e produções independentes como zines, livros, livros de artistas, catálogos, editoriais, postais, pôsteres, xilogravuras de todo o Brasil. “O projeto estimula e valoriza a produção independente e arte impressa de menor tiragem, alto valor artístico e conceito artístico. É uma forma de repensar também o consumo, de fortalecer a autonomia criativa e originalidade das criações”, explica Thiago.

As inscrições para o evento, que será realizado de 13 a 15 de maio de 2016 no MESC em Florianópolis (SC), acontecem de 05 de novembro a 06 de dezembro deste ano e são destinadas para criadores, coletivos, grupos e editoras do Brasil. “Vale todo tipo de produção impressa e independente sem uma temática específica. Dentro da estrutura do evento são cerca de 50 vagas disponíveis, gratuitas para os projetos selecionados, para compor o elenco da primeira edição. Faz parte do projeto oferecer uma programação de oficinas, palestras, debates e lançamentos para envolver o público”, acrescenta Camila. No site oficial do projeto www.parquegrafico.com/inscricoes está disponível formulário para preenchimento dos interessados. As propostas serão avaliadas por uma curadoria especial e o resultado divulgado no início do ano que vem. (Texto Luciana de Moraes – ACasaa).

 

SERVICO:

O que: Inscrições abertas da Parque Gráfico – Feira de Arte Impressa 2016

Quando: de 05 de novembro a 06 de dezembro de 2015

Quem pode participar: criadores, coletivos, grupos e editoras do Brasil

Quais os trabalhos que podem ser inscritos na feira: zines, livros, livros de artistas, catálogos, editoriais, postais, pôsteres, xilogravuras e tudo que envolver o universo gráfico.

Onde se inscrever: preencher formulário no site www.parquegrafico.com/inscricoes

Valor: A inscrição é totalmente gratuita

Canais de divulgação do projeto:

www.parquegrafico.com

www.facebook.com/parquegrafico

Realização da Feira: de 13 a 15 de maio de 2016, no MESC, Florianópolis (SC)

 

Exposição Memória LBDI, uma visita obrigatória

04 de junho de 2015 0

Parte da história do LBDI – Laboratório Brasileiro de Design Industrial – está sendo contada na exposição no Museu da Escola Catarinense, no centro de Florianópolis. O laboratório foi uma experiência visionária para a época, e reuniu estudantes e professores de várias partes do Brasil e de outros países para desenvolver projetos para a indústria. A instituição catarinense fez história nos anos de 1980 e 1990 por seu pioneirismo numa área até então pouco explorada. Pelo seu pioneirismo e visão projetual a visita é obrigatória.

A exposição que  integra a Bienal Brasileira de Design 2015 Floripa, fica aberta ao público  até 12 de julho.

Serviço

Design Histórico – Memória LBDI, mostra que resgata a trajetória do Laboratório Brasileiro de Design Industrial

Período: de 27 de maio a 12 de julho

Local:  MESC (Museu da Escola Catarinense)

Endereço: Rua Saldanha Marinho, 196 – Centro, Florianópolis/SC – CEP 88010-450

Entrada Franca

Visitação: Terça a sexta das 10h às 18h – Sábados, domingos e feriados de 10h às 16h

Exposição Design Histórico - Memória LBDI abre hoje no MESC

26 de maio de 2015 0

 

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Projeto de um conjunto de utensílios para criança, foto acervo do curador adjunto, design Célio Teodorico, um dos integrantes do LBDI na época.

Abre hoje mais uma das exposições que integram a Bienal Brasileira de Design 2015 Floripa. A mostra Design Histórico – Memória LBDI apresenta projetos e produtos que foram criados pelo Laboratório Brasileiro de Design Industrial (LBDI), instituição que fez história e foi visionária nos anos 1980 e 1990 por seu pioneirismo numa área até então pouco explorada. O LBDI  foi implantado em Canasvieiras e depois as instalações foram levadas para a FIESC. Parte dessa história será resgatada a partir de hoje, às 19h, com exposição no MESC.

Freddy Van Camp, curador da mostra e da Bienal, explica que o objetivo é resgatar a importância do LBDI no processo de desenvolvimento do design no estado e no país.

- O Laboratório foi uma experiência pioneira e importante, com reconhecimento internacional – relata. – Os cursos que promovia eram frequentados por alunos de vários países, alguns deles em posição de destaque em centros de pesquisa e design pelo mundo – diz, destacando alguns nomes, como o do venezuelano Ignacio Urbina Polo, que leciona no Pratt Institute de Nova Iorque, e o cubano Pedro Garcia-Espinoza Carrasco, hoje presidente da Oficina Nacional de Diseño, em sua terra natal.

- O LBDI desenvolveu produtos que iam desde cabines telefônicas até itens de construção civil, para empresas grandes, médias e pequenas. Foi, portanto, uma oportunidade única no país de desenvolver e replicar o design de produto – recorda o curador.

Serviço

Design Histórico – Memória LBDI, mostra que resgata a trajetória do Laboratório Brasileiro de Design Industrial

Período: de 26 de maio a 12 de julho

Local:  MESC (Museu da Escola Catarinense)

Endereço: Rua Saldanha Marinho, 196 – Centro, Florianópolis/SC – CEP 88010-450

Entrada Franca

Visitação: Terça a sexta das 10h às 18h – Sábados, domingos e feriados de 10h às 16h

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Fotos do acervo do designer e professor Célio Teodorico.

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Apresentação teatral no Museu da Escola Catarinense será trasmitida pelo rádio

05 de novembro de 2014 0
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Grupo teatral O Dromedário Loquaz encenando no MESC. Foto de Cristiano Prim.

O Museu da Escola Catarinense (MESC) está instalado desde 2000 no antigo prédio que abrigou a Escola Normal Catarinense e a Faculdade de Educação e Ciências Humanas da UDESC. A instituição tem sido parceira de iniciativas que incrementam o roteiro cultural de Florianópolis (SC) como lançamentos de livros, seminários, exposições, simpósios e encontros movimentam a agenda do imponente prédio do fim do século 19 construído com um propósito urbanístico modernizador para a cidade.

A partir de hoje, dia 5 de novembro, o monumental edifício em estilo neoclássico com colunas gregas ornamentais, acolhe o espetáculo “Rádio Loquaz – ZYK 693 Pausas de Se Ouvir”, que aposta na realização de um baile com transmissão radiofônica ao vivo. A concepção adota elementos da radionovela e dos programas jornalísticos. Contemplado com nota máxima pelo Prêmio Myriam Muniz 2013, concedido pelo Ministério da Cultura por meio da Fundação Nacional de Artes – Funarte, o projeto quer proporcionar uma experiência inusitada no Museu da Escola Catarinense.

Dirigida por Barbara Biscaro, a peça celebra os 33 anos do Grupo de Teatro O Dromedário Loquaz, construtor de uma história relevante para o circuito cultural de Santa Catarina que já se apresentou no mesmo espaço. A circulação dos visitantes se dá em torno de um átrio central aberto e iluminado por claraboia. Toda a estrutura interna é de ferro, tanto as colunas, vigas, corrimões da escada e circulação superior, este ultimo todo trabalhado com desenhos de influência art déco. Por se localizar no eixo visual da rua Saldanha Marinho, via existente desde 1819, a edificação restaurada em 2013 valoriza a paisagem urbana.

O Dromedário Loquaz encenou no local, em 1995, a peça “Agnus Dei”. Além da relação com a cidade, com uma trajetória de ocupação de espaços não convencionais para as produções teatrais, agora o grupo monta um baile e irá transmitir a peça, em tempo real, pelo rádio, veículo de comunicação que foi o ponto de partida para a construção dramatúrgica. O espectador poderá assistir no Museu da Escola Catarinense ou acompanhar tudo de casa, na escuta do radinho.

O novo trabalho catalisa a contribuição do grupo à história e ao circuito teatral de Santa Catarina. O desejo de uma nova linguagem instaurou um processo de criação coletiva. De um argumento simples, desenvolveu-se a pesquisa, com relatos e improvisações. A peça constrói uma dimensão de escuta diferenciada da cena – retira da linguagem do rádio elementos estruturantes para a dramaturgia. A viagem sonora, com um pouco mais de 60 minutos, se dá por diferentes estímulos e qualidades do som, como vozes, música, gravações, o piano e os ruídos.

O percurso é preenchido pelo espectador com suas próprias memórias e percepções. A dimensão da escuta compartilhada ainda subsiste na arte teatral: dezenas de pessoas se reúnem em um local e ouvem/vêem juntas um acontecimento – uma ação coletiva significativa que perde cada vez mais espaço na atualidade, tempo de Ipods, celulares ou tecnologias que resultam em isolamento e solidão. O hábito de ouvir rádio em conjunto e no silêncio ficou no passado.

A atriz e cantora Barbara Biscaro foi especialmente convidada para assumir a direção cênica. A coordenação geral é de Sulanger Bavaresco, atriz, diretora e presidente do grupo. No elenco estão Cezar Pizetta, Diana Adada Padilha, Eugênio Menegaz, Giovana Rutkoski, Márcia Krieger, Vilson Rosalino da Silveira e Sérgio Bellozupko.

“Rádio Loquaz – ZYK 693 Pausas de Se Ouvir” estabelece com o público relações de duas naturezas: a presencial, com aqueles que assistem ao espetáculo, e a ausente, com os que escutam em casa a transmissão da peça através da internet. Além de resgatar as transmissões com plateia praticadas nas rádios das décadas de 1940 e 50, instaura uma dimensão dupla para os acontecimentos em cena. Os atores e atrizes são vistos e ouvidos, estão materializados para o espectador e são transformados em onda sonora para o ouvinte distante.

 

Ficha Técnica

Autoria: Grupo de Teatro O Dromedário Loquaz

Direção: Barbara Biscaro

Elenco: Cezar Pizetta, Diana Adada Padilha, Eugênio Menegaz, Giovana Rutkoski, Márcia Krieger, Vilson Rosalino da Silveira e Sérgio Dimas Bellozupko

Preparação vocal e corporal: Barbara Biscaro

Pesquisa musical e trilha: Eugênio Menegaz, Barbara Biscaro e Dimitri Camorlinga

Iluminação: Marco Ribeiro

Cenografia: Grupo de Teatro O Dromedário Loquaz

Figurinos: Adriana Barreto

Captação/edição de áudio: Dimitri Camorlinga

Play list baile: Julia Maria Bavaresco

Visagismo: Puka Saraiva

Apoio técnico: Maria Zélia Goulart, Magda Scors e Regina Prates

Design gráfico: Mariana Barardi

Ilustrações cartaz: Cezar Pizetta

Fotografia: Cristiano Prim

Assessoria de imprensa: Néri Pedroso e Paloma Brum (ass. de comunicação)

Coordenação geral: Sulanger Bavaresco

Produção: 5M Técnicas Teatrais

Realização:Funarte e Grupo de Teatro O Dromedário Loquaz

Apoio cultural: Diretoria de Difusão Artística – Fundação Catarinense de Cultura (FCC) e Museu da Escola Catarinense (Udesc)

 

Serviço

O quê: Espetáculo “Rádio Loquaz – ZYK 693 Pausas de Se Ouvir”

Quando: Dias 5 (pré-estreia para convidados), 6, 7, 8, 9, 28/11, às 21h; dias 29 e 30/1, às 20h e 22h

Onde: Museu da Escola Catarinense, Rua Saldanha Marinho, 196, Centro, Florianópolis, tel.: (48) 3225-8658

Quanto: R$ 20 / R$ 10 (meia)

 

Saiba mais: http://odromedarioloquaz.wix.com/grupo-de-teatro e https://www.facebook.com/radioloquazzyk693

 

Transmissão ao vivo da Rádio Loquaz em: http://odromedarioloquaz.wix.com/grupo-de-teatro

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Mostra no MESC destaca design em produtos da indústria catarinense

29 de abril de 2014 0
Bike WS¹ Custom.Wheeled Surf.  Divulgação  Index SC 2014 - Bienal Brasileira de Design 2015 Floripa

Bike WS¹ Custom é customizável, lançada em 2013. Designer Leandro José da Silva Almeida e Taina de Almeida da Silva.

A Mostra Index SC é um pré-evento da Bienal Brasileira de Design Floripa 2015, que abre ao público nesta terça-feira (29 de abril), às 19h, no Museu da Escola  Catarinense. A exposição traz 41 itens de 16 marcas catarinenses e permanece aberta a visitação até o dia 18 de maio.

A segunda edição da Iandex SC ganhou fôlego e mais parcerias para apresentar ao público produtos que identificam empresas preocupadas com a inovação, interatividade e sustentabilidade. No conjunto de objetos selecionados estão as bicicletas elétricas que lembram motocicletas antigas da Wheeled Surf e a prancha de stand up paddle do Estaleiro Kalmar, além das peças decorativas feitas a partir do reaproveitamento de resíduos da Broto do Galho e das panelas de cerâmica da Ceraflame. O setor moveleiro está representado pelas marcas Butzke, Movelaria Boá e Meu Móvel de Madeira. Todas valorizam as características do material utilizado, a estética e o conforto, aspectos que fazem do Estado o terceiro maior exportador brasileiro deste setor.

Santa Catarina também se destaca mundialmente na produção têxtil e em artigos de vestuário. Na Index SC, a RenauxView traz tecidos jacquard produzidos especialmente para estilistas de moda como Fernanda Yamamoto. Já a representante da indústria calçadista é a Raphaella Booz. A C-Pack apresenta as embalagens plásticas 100% biodegradáveis. A Mueller, de Timbó, participa da mostra com produtos inovadores. Exemplo é o fogão Sorella Destro Inox. O modelo tem como diferencial três queimadores, um deles ultra-chama com potência de 3,7 kW, normalmente não encontrada em produtos para cozinhas pequenas. A empresa vai expor ainda sua premiada lavadora automática, na qual o cesto de roupas removível é o próprio tambor de lavagem, e um forno elétrico de embutir com diferenciais que facilitam o uso.

Banqueta Tak, tem quatro tamanhos de banquetas e um modelo de poltrona. Butzke por Pedro Useche.

Banqueta Tak, tem quatro tamanhos de banquetas e um modelo de poltrona.
Butzke por Pedro Useche.

Sobre a Bienal

A Bienal Brasileira de Design tem o objetivo de apresentar o melhor da produção de design nacional e aumentar a percepção do público sobre a presença do design em seu dia-a-dia. Dessa forma, propicia a reflexão sobre o tema e promove a atividade como fator decisivo de competitividade para produtos e serviços.

Cada edição da Bienal ocorre em uma cidade: São Paulo, em 2006; Brasília, em 2008; Curitiba, em 2010; e Belo Horizonte, em 2012. Uma decisão estratégica definiu que a quinta edição ocorreria em 2015, em razão dos eventos esportivos que vão mobilizar o País em 2014 e 2016.

Em Florianópolis, os preparativos para o evento já começaram. A Index SC 2013 rodou Santa Catarina e passou pelo Rio Grande do Sul sempre complementada com encontros e palestras em cada uma das cidades. Recentemente foi escolhido o nome da curadora geral da Bienal, Adélia Borges, que também respondeu pela curadoria da Bienal de Curitiba.

A Bienal Brasileira de Design 2015 Floripa é uma iniciativa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e do Movimento Brasil Competitivo (MBC), apoiada pela Apex-Brasil e Governo de Santa Catarina e promovida pela FIESC e pela Associação Catarinense de Design (SC Design) e a Design Catarina.

Serviço

O quê: Exposição Index SC – 2ª edição

Quando: 29 de abril a 18 de maio, das 13h às 19h de segunda a sexta; das 11h às 18h nos sábados, domingos e feriados

Onde: Museu da Escola Catarinense, rua Saldanha Marinho, 196, Centro, Florianópolis

Quanto: Gratuito

Tubo de Plástico Sustentável (PE VERDE), embalagem produzida com plástico proveniente da cana-de-açúcar, em vez do  petróleo. C-Pack Ano do lançamento 2012. Designer C-Pack.

Tubo de Plástico Sustentável (PE VERDE), embalagem produzida com plástico proveniente da cana-de-açúcar, em vez do petróleo. C-Pack

 

"Translitorânea" propõe conexão entre arte e antropologia

12 de março de 2014 0
translitoranea Bojuru-RS Foto Andrea Eichenberger

Bojuru -RS. Andrea Eichenberger

A fotógrafa e antropóloga visual Andrea Eichenberger somou suas pesquisas em diferentes áreas do conhecimento, percorreu mais de 4 mil quilômetros da BR-101 – uma das maiores rodovias do Brasil – e deu forma a mostra “Translitorânea”, que conquistou o Prêmio Funarte Mulheres nas Artes Visuais 2013. Das centenas de fotos coletadas na viagem, o curador francês Michel Poivert – professor na Universidade de Paris 1 Panthéon Sorbonne  - escolheu 30, que podem ser vistas a partir de hoje, dia 13 de março, no Museu da Escola Catarinense.

As imagens apontam para à diversidade sociocultural, interligam diferenças, semelhanças e contrastes. Um olhar que revela a conexão proposta por Andrea entre a arte e a antropologia, e inscreve a mostra nas discussões atuais sobre fotografia documental - Andrea estudou artes visuais com doutorado em antropologia visual realizado entre Brasil e a França.

A exposição Translitorânea inaugura a sala expositiva do Museu da Escola Catarinense, ambiente que teve cenografia do arquiteto Guilherme Torres, na Mostra Casa Nova 2013. Programe-se para visitar a mostra  “Translitorânea” que fica em cartaz até o dia 11 de abril,  na sala Mutações, do Museu da Escola Catarinense, no Centro de Florianópolis.

translitorânea Imbituba-SC Foto Andrea Eichenberger

Imbituba – SC.

Serviço – Exposição

O quê: Mostra “Translitorânea”

Quando: 13/3/2014, 19h (abertura). Até 11/4/2014, segunda a sexta, 14h às 19h

Onde: Sala Mutações (3º piso), Museu da Escola Catarinense, rua  Saldanha Marinho, 196, Centro, Florianópolis (SC)

Quanto: Gratuito

 

Serviço – Conversa de boteco

O quê: Conversa de boteco com a artista

Quando: 18/3/2014, 19h30

Onde: Kibelândia, rua Victor Meirelles, 98, Centro, Florianópolis (SC)

Quanto: Consumo à parte.

translitoranea Antonio e Aline - Nova Viçosa-BA Foto Andrea Eichenberger

Antonio e Aline – Nova Viçosa-BA Foto Andrea Eichenberger

Saiba mais:

http://www.museudaescola.udesc.br/

http://www.funarte.gov.br/wp-content/uploads/2013/07/Resultado-Final_Edital-Premio-Mulheres-nas-Artes-Visuais.pdf

  /

www.andreaeichenberger.com

Doações para o Café do MESC

31 de outubro de 2013 0
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Café do Museu, foto Mariana Boro.

A arquiteta Bia Kubelka vai entregar a relação de doações do ambiente Café do Museu, projetado para a Mostra Casa Nova 2013, para o Museu da Escola Catarinense da UDESC (MESC). É hoje, dia 31 de outubro, a partir das 19h, no próprio café, com uma solenidade breve  que marca a entrega do café para a cidade. A diretora do MESC, Sandra Macowiecky, anuncia que a UDESC tem interesse em manter o café em funcionamento. “Já está sendo previsto no novo plano museológico. Aliás, todos os bons museus do mundo mantêm cantinas e cafés para a socialização e confraternização das pessoas”, defende ela. 

Mas, antes de abrir as portas definitivamente existe um processo burocrático pela frente. “A cessão do espaço físico da UDESC é regulamentada por lei e deve ser licitada. Nosso próximo passo é montar um memorial descritivo dos serviços a serem executados e encaminhar o pedido ao Pró-Reitor de administração da UDESC, que posteriormente irá deflagrar um processo licitatório na modalidade concorrência”, explica Sandra. Dentro deste memorial serão especificadas todas as expectativas referentes ao espaço, como: refeições que serão servidas, preços máximos, experiência no setor, entre outros itens.

Além deste atrativo, o MESC ainda programa projetos que pretendem movimentar a vida do museu com atividades artísticas e enriquecedoras para o fluxo de conteúdo e informação da cidade. “ Não é uma sobrevida, mas uma etapa nova que vivemos a partir de agora”, concorda Bia Kubelka.

LISTA DE DOAÇÕES CAFÉ DO MUSEU:

Finger Móveis Planejados: balcão de atendimento, bancada da pia, armários suspensos, prateleiras decorativas, armário baixo de portas de correr, painéis pretos e bancos.

Arquiteta Bia Kubelka:  mesas com tampos ilustrados, luminárias ilustradas, estofados dos bancos, pia com acessórios.

Arquiteto Chicô Gouvêa: imagens dos paineis, tampo redondo ilustrado da mesa Antonieta de Barros,imagens dos tempos das mesas e imagens das luminárias (feitas pelo Beto Plotagem).

Docol: torneira

MTR: granito da bancada da pia e da bancada de atendimento.

Floripa Mármores: revestimento de granito da vitrine.

Acervo do museu: cadeiras, conjunto de mesa e cadeiras Antonieta de Barros.

Ana Lubi:  persianas

Identidade visual: SEBRAE /SC

 

 

Venha participar de uma expedição ao centro histórico

25 de outubro de 2013 0

Neste sábado (26) acontece mais uma edição do Expedições Urbanas, projeto do arquiteto Abreu Jr. e Tiago Rodrigues. A partir das 14h os interessados em participar devem se encontrar em frente ao Museu da Escola Catarinense da Udesc (MESC) para fazer uma caminhada no centro histórico de Florianópolis. Vamos?

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Primeira expedição urbana realizada março desde ano, no Parque da Luz.

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Expedição Urbana na Travessa Ratclif, todos se fartando de feijoada.

Expedição Urbana na Travessa Ratclif, todos se fartando de feijoada.
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Secretário do SMDU, arquiteto Dalmo Vieira Filho, também foi participar da feijoada na travessa.

Poeta Alcides Buss e a 12ª Mostra Casa Nova

21 de outubro de 2013 0

No Missão Casa desta segunda, dia 21 de outubro, mostramos mais ambientes da Mostra Casa Nova na cobertura especial do evento realizado pelo Diário Catarinense. Os ambientes são apresentados a partir do ponto de vista dos profissionais e do processo de criação de cada escritório.  Na tela da TVCOM, a partir das 21h30min, você confere entrevista com  a arquiteta Luciana Bossle Silveira e o fotógrafo Flávio Oliveira; arquitetos Sidnei Machado,  Carlos Malinski e Rosane Girardi.

O destaque do programa é uma entrevista com o poeta, escritor e editor Alcides Buss sobre a realização da Mostra Casa Nova em um patrimônio histórico tombado. O bacana é que Buss conhece muito bem o prédio já que foram muitas as palestras ministradas no local na época da FAED (Faculdade de Educação). Ele revela ainda que sua editora irá lançar um livro sobre arquitetura agora em novembro.

Fotos Oficina de Luz.

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Poeta e editor Alcides Buss.

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Tela original de Anita Malfatti na Sala de Leitura, acervo particular de José Alfredo Beirão. Foto pessoal.

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The Wall traz reproduções de fotos de Miguel Rio Branco e do seu aluno Flávio Oliveira.

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Ambiente dos arquiteto Rosane Girardi e Alcides Theiss valoriza os artistas catarinenses.

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Luciana Bossle Silveira retorna à Mostra Casa Nova e acerta a mão na Sala de Leitura com exposição de obras significativas como tela original de Anita Malfatti e reproduções de fotos de Miguel Rio Branco.

sala dos licores

 

 

 

Café do Museu ficará como legado ao MESC

18 de outubro de 2013 0

Assista aqui o projeto do Café do Museu por Beatriz Kubelka, ambiente da Mostra Casa Nova que irá ficar como legado para o MESC.

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