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Jornada

30 de maio de 2008 1

O presidente da Câmara de Relações Trabalhistas da Fiesc, Durval Marcatto Júnior, alertou hoje os conselheiros e dirigentes da Federação das Indústrias para a campanha das centrais sindicais visando redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Alegou que a diminuição de 48 para 44 horas, fixada na Constituição Federal de 1988 ,não representou aumento nos empregos, como previam os defensores da proposta. Destacou, também, que Santa Catarina tem hoje carência de mão-de-obra especializada e que a redução da jornada representaria elevação nos custos dos produtos, que seriam repassados ao consumidor final, pressionando a inflação.

Postado por Moacir Pereira

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Comentários (1)

  • Sergio Luiz da Silva diz: 31 de maio de 2008

    Moacir, seguindo o raciocínio patronal voltaríamos para os tempos pré-Revolução Industrial. As jornadas seriam de 16 horas diárias. Assim, os custos de produção seriam reduzidos e tudo seria “repassado” aos consumidores. É só combinar… Cortar custos com instrumentos modernos de gestão nem pensar. Boa parte das empresas continua sendo gerida com as mesmas “tecnologias” do início do século passado.