Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts do dia 2 agosto 2008

Pesquisa em Blumenau

02 de agosto de 2008 2

Grupo RBS está divulgando hoje a primeira pesquisa sobre a posição dos candidatos que disputam a prefeitura de Blumenau. Os números são por mim analisados em comentário publicado no Jornal de Santa Catarina.

Disputa Equilibrada

A primeira pesquisa Mapa sobre a eleição do novo prefeito de Blumenau que os veículos do Grupo RBS publicam neste fim de semana, a rigor, não traz nenhuma surpresa. Revela, ao contrário, dados que confirmam as impressões gerais transmitidas pelos candidatos, seus correligionários e aliados de que a campanha será muito disputada. A arrancada está caracterizada pela inexistência de favoritismo.

O corte dado no eleitorado pela consulta em relação ao voto espontâneo beneficia o atual prefeito João Paulo Kleinübing (DEM), com 18% contra 15,7% atribuídos a Décio Lima (PT). O advogado Ivan Naatz (PV) aparece com apenas 1%, o que também era esperado, pois seu partido não tem estrutura. E, apesar da boa performance de Naatz na Assembléia Legislativa, desde que assumiu a titularidade parlamentar, não há qualquer indício de que possa entrar na primeira linha da disputa. A campanha em Blumenau, por todos os indicativos, está definitivamente polarizada entre Kleinübing e Décio.

A consulta estimulada favorece o deputado Décio Lima, que lidera com 36,3%, contra 32,9% de João Paulo Kleinübing. Ivan Naatz melhora um pouco (2,9%). José Ouriques (PTC) e Dari Diehl (P-Sol) continuam sem qualquer perspectiva real.

Leitura curiosa pode ser feita em relação às preferências dos eleitores. Décio Lima desponta no eleitorado masculino, entre 25 e 44 anos, com escolarização fundamental e renda até cinco salários mínimos. João Paulo Kleinübing está mais consolidado entre as mulheres, no eleitorado jovem, padrão escolar médio e superior e com renda acima de cinco salários.

O índice de rejeição, de vital importância em qualquer análise, também mostra empate técnico, com leve vantagem para Décio Lima.

Alianças

Outra abordagem necessária: a preferência partidária dos consultados. Os 9,3% que se declaram petistas e, portanto, estão fechados com Décio Lima, totalizam mais do que a soma dos três principais partidos da aliança montada pelo prefeito João Kleinübing, somando 6,9%. Este quadro tem outra curiosidade. Ali não aparece o PP do atual vice-prefeito Edson Brunsfeld.

A checar, finalmente, a influência que poderão exercer na hora do voto as obras e os serviços públicos. Que critérios o eleitor adotará: o nível de aprovação do prefeito João Paulo Kleinübing, os investimentos milionários que o governador Luiz Henrique da Silveira, seu aliado, assegurou para Blumenau, ou os recursos do governo federal e a popularidade do presidente Lula?

Este cenário de Blumenau coincide com informações sobre os bastidores da política e do encaminhamento da campanha no Vale do Itajaí. Se a engenharia política montada pelo prefeito João Paulo Kleinübing - liderando pelo Democratas uma poderosa coligação com PMDB, PSDB e PP - representar engajamento efetivo de todas as lideranças e seus eleitores, poderá estar pavimentando o caminho da reeleição. Mas se o PT estiver unido, mobilizar-se como nos velhos tempos e conseguir furar o bloqueio dos adversários, Décio Lima tem chances reais de retornar à prefeitura.

Postado por Moacir Pereira

A Paixão de Ideli (2)

02 de agosto de 2008 0

O sargento Jefferson Figueiredo, nova paixão da senadora Ideli Salvatti, como revela a revista Veja, integra o 63º Batalhão de Caçadores, com sede em Florianópolis. Ele se destacou anos atrás quando revelou-se interessado na língua russa. Foi convidado a participar de encontros sociais na Casa da Agronômica pelo governador Luiz Henrique. Viabilizou sua ida a Moscou para se aprimirar em russo. Foi, gostou, se empolgou e hoje domina a difícil língua estrangeira. É um militar simples, comunicativo, culto e de conversa agradável.

Postado por Moacir Pereira

A Paixão de Ideli

02 de agosto de 2008 0

A revista Veja desta semana traz uma matéria diferente sobre a senadora Ideli Salvati, líder do PT no Senado.  Mostra as duas faces da representante catarinense: a aguerrida e a romântica. O texto:

"O sentimento que a líder do PT no Senado, Ideli Salvatti, mais inspira nos seus colegas é o medo. A paulistana radicada em Florianópolis compra todas as brigas do governo Lula. No Senado, esgoela-se contra os colegas da oposição com a jugular e os olhos saltados. É tão aguerrida que é chamada de "pit bull do governo". Quem a vê em ação no Congresso tem dificuldade em acreditar que no peito da senadora também bata um coração. Mas bate. Melhor, suspira.

Na intimidade, Lili, como os amigos a chamam, é só sorrisos. "Estou apaixonada", confessa. O motivo de sua felicidade é um sargento do Exército. Jeferson Figueiredo toca flauta na banda da corporação. Aos 44 anos – doze a menos que a senadora –, o sargento abusou do romantismo para conquistar a parlamentar. Um dos mimos que lhe faz é comprar sabonetes da marca Senador, desenhar uma letra "A" no fim da palavra e deixá-los no toalete da congressista.

A paixão tem feito tão bem a Ideli que, um dia desses, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, comentou que até sua pele havia melhorado. "Eu tinha acabado de voltar de uma viagem de lua-de-mel para a Rússia e estava resplandecente", conta Ideli. Depois de ouvir o relato do passeio, Dilma perguntou: "Ele não tem um irmão?".

A ministra constatou o que está à vista de todos. A líder do PT está cuidando mais da aparência, e essa mudança coincide com o início do relacionamento. O casal se conheceu em 2002, durante a campanha de Ideli ao Senado. Durante uma panfletagem, o sargento se aproximou da parlamentar e pediu que ela anotasse seu telefone em um santinho. Então deputada estadual, Ideli anotou o do escritório de campanha. "Esse não. Eu quero o seu", insistiu Figueiredo.

O militar mostrou não só empenho, mas também sensibilidade para romper as barreiras da senadora. Contaram a seu favor o fato de ele ser um entusiasta da história da Rússia e de ter estudado o idioma russo por conta própria, conhecimento que exibiu na viagem romântica do casal. Quem vê o momento atual não imagina que o namoro demorou a engatar.

Foi entre as muitas separações e recomeços que Ideli redescobriu a vaidade. Há cinco anos, submeteu-se a uma cirurgia de redução de estômago. Na seqüência, perdeu 40 dos 110 quilos que pesava então. Em sua fase mais recente, o namoro operou outras mudanças no visual da senadora. Os cabelos de Ideli estão loiros. Seus terninhos, mais justos e de cores vibrantes. "Até a sexualidade melhorou", conta ela.

Postado por Moacir Pereira