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As medidas

30 de março de 2010 4

Já estão na Assembleia todas as 12 medidas provisórias assinadas pelo governador interino Gelson Merísio. Serão avaliadas em comissão nesta quarta-feira e aprovadas ou não em plenária.

Aplicam isonomia em todos os benefícios. Havia um projeto prevendo 100% de gratificação para os servidores do Centro Administrativo e os demais, de 60%. Merísio fixou para todos 60%. A solução só foi definida depois que Merísio falou com o governador Leonel Pavan na escala de Paris, viajando para Tóquio, e consultou os líderes partidários na Assembleia.

Comentários

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Comentários (4)

  • glaiton diz: 30 de março de 2010

    Quem são esses funcionários do Centro Administrativo? os da SEA é que não são.

  • Renato José diz: 31 de março de 2010

    O que precisa é uma MP que determina a vinculação de qualquer cargo comissionado ao servidor efetido, acabando com os apadrinhamentos e desleixo para com a coisa pública.
    Vê-se que o Chefe do Executivo preocupa-se em deixar bem (e assim percebendo ótimos salários) sem que as suas atividades sejm a contento.

  • Marcelo diz: 31 de março de 2010

    “Aplicam isonomia em todos os benefícios.” (?????). Nao entendi, será que o colunista poderia explicar melhor? É tratamento isonomico dar R$ 2.000,00 (DOIS MIL REAIS) para os oficiais e R$ 250,00 (DUZENTOS E CINQUENTA) para os praças da Policia Militar e do Bombeiro? Para mim isso não é isonomia.

  • Fabiano diz: 1 de abril de 2010

    Estarrecedora a situação da Educação. Alguns funcionários estavam reclamando que receberiam uma gratificação de 60%, mas pior: há outros ainda que sequer receberão gratificação! E R$ 900,00 de salário com reajuste de 1%? Esse caso da polícia também mostra como a coisa está confusa.
    A ação do governo na política salarial dos servidores parece amadorismo total, de quem não conhece seus quadros e acaba tomando decisões não técnicas, privilegiando certos grupos mais bem articulados, que são respaldados por algum dirigente pouco inteligente e muito poderoso. Criam-se enormes injustiças, beneficiando parte dos servidores em prejuízo de outros muitos, mesmo dentro de uma mesma carreira, o que resulta em problemas no atendimento ao cidadão, que está lá na ponta pagando impostos e não tem nada com isso. Ou será que tem? Esse é o estado que queremos? Em outubro veremos. Parabéns ao colunista por trazer este importante debate à tona.