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Drogas

30 de março de 2010 2

As principais autoridades catarinenses confirmaram presença no Painel RBS, que começa às 9h, e tratará da segunda etapa da campanha “Crack, nem pensar”. O ministro José Gomes Temporão terá participação especial. Várias inovações serão anunciadas pelo presidente do Grupo RBS, Nelson Sirotsky.

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Comentários (2)

  • Paulo Curvello diz: 30 de março de 2010

    Crack nem pensar !!!!!!
    Com mais uma edição da campanha crack nem pensar, o grupo RBS presta mais um grande serviço a comunidade.

    O efeito do crack é devastador , assim como a maconha. Já ficou constatado no exame toxicológico efetuado no jovem Carlos Eduardo Sandfeld Nunes, de 24 anos, assassino confesso do cartunista Glauco Villas Boas e do seu filho Raoni, que ele se encontrava sob o efeito do consumo de maconha no momento do crime.

    Ressalte-se que Cadu, apelido do homicida, fumava cannabis desde os 15 anos, não estudava nem trabalhava atualmente, passou a traficar a droga há três meses e apresentava surtos psicóticos (alucinações e delírios).

    Episódios como este, que envolvem uso de drogas e crimes bárbaros têm se tornado corriqueiros. Há meses atrás, no Rio, sob o efeito do crack, um jovem músico estrangulou e matou a namorada no bairro do Flamengo, no interior de um apartamento.

    Os estudos mostram agora, que o caso de Cadu pode ser uma comprovação real desse estudos – que a maconha, considerada até então droga leve – os progressistas a chamam de droga recreacional , pode não ser tão inofensiva assim.

    Não resta dúvida que o covarde crime – a participação de um cúmplice ainda não está bem explicada – que envolveu a morte do famoso cartunista Glauco e de seu filho Raoni, coloca em xeque a permanente pretensão de ativistas, intelectuais, ONGs e conhecidas ex-autoridades, de descriminalização e/ou legalização da maconha no Brasil.

    À sociedade e ao governo fica bem claro que o melhor caminho continua sendo a prevenção.

    Aos pais o alerta sobre as possíveis mudanças comportamentais de seu filhos, entre elas: agressividade, abandono do estudo e do trabalho, desmotivação para o esporte, apatia, depressão, troca da noite pelo dia, hematomas nos braços, olhos constantemente avermelhados, lábios ressecados, gasto excessivo de dinheiro, delírios, sumiço de bens móveis em casa e outras alterações comportamentais.

    A desgraça que se abateu sobre a família de Cadu, não escolhe porta para bater. Neste caso o preço da felicidade é a eterna vigilância.

    Paulo Curvello
    Balneário Camboriú
    curvell@terra.com.br

  • Gerson Acácio Rauen diz: 30 de março de 2010

    Caro Moacir Pereira.
    No tocante, a Campanha “Crack,nem pensar” do grupo RBS, venho dar minha contribuição.
    Sou Vereador no Município de Papanduva e na campanha me deparei com várias famílias onde seus filhos são dependentes. Procurei pesquisar em outras cidades de como a Prefeitura, Câmara de Vereadores poderiam auxiliar com leis este problema grave. E obtive informações que em Toledo e Cascavel no Paraná, estas Prefeituras colocaram no orçamento um recurso para pagar quem denunciasse os traficantes. Fizeram convênio com a Polícia Federal :cujo funcionamento é o seguinte:O denunciamente recebe uma senha pela metade no ato da denúncia, após confirmado e preso o traficante, receberia a outra parte da senha. Ficando o sígilo da pessoa que fez a denúncia.Sem mais. Gerson Rauen