A ação por improbidade administrativa impetrada pela Procuradoria de Justiça contra ex-secretários de Estado e dirigentes públicos pelo uso indevido de dinheiro público na campanha eleitoral de 2006 resultou de uma longa investigação realizada por vários promotores.
O procurador geral Gercino Gomes Neto avocou o processo em setembro de 2009. São 20 volumes de documentos. Conversas telefônicas gravadas pelo dono da Metrópole, o empresário Nei Silva, foram periciadas pelo Instituto de Perícias do Estado e consideradas legais.
Envolvem várias autoridades estaduais no ano da campanha da reeleição de Luiz Henrique da Silveira. O esquema denunciado na ação revela atuação do ex-secretário Armando Hess e de autoridades estaduais na obtenção de publicidade pública e privada para a revista Metrópole e, depois, para a revista A Força do Sul.
Trechos dos diálogos telefônicos apontados como provas para os atos infracionais são integralmente transcritos nos autos.

Por que o beneficiário não aparece na ação?
O MPSC mostra que o TSE errou ao absolver o beneficiário!
Seria interessante dar nomes aos "bois", antes que a população - mais uma vez enganada - não os venham sufragar em outubro. Pelo menos poderemos nos livras de meia dúzia dos de sempre: haja dinheiro público!
onde posso obter mais informações sobre esta ação?