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Posts do dia 31 julho 2010

Comitê e candidatura

31 de julho de 2010 0

Depois de instalação do Comitê Eleitoral de Vânio dos Santos, prestigiado por lideranças estaduais do PT, a semana se encerra com o lançamento da candidatura à reeleição do deputado Marcos Vieira, do PSDB. Será neste domingo, no Golden Executive Hotel,em São José.

Gastronomia na Costa Esmeralda

31 de julho de 2010 0

A 3ª. Semana Internacional de Gastronomia da Costa Esmeralda, iniciada dia 23 de julho e que contou com a presença de chefs de cozinha de vários países, vai ser encerrada neste domingo. Está confirmada a presença do famoso Alex Atala. O evento turístico-cultural está acontecendo em Bombinhas, Itapema e Porto Belo.

Os 50 anos da CDL

31 de julho de 2010 0

Cinquentenário de fundação da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Florianópolis terá comemoração festiva hoje, a partir da 20h, no Lira Tênis Clube. Além de homenagens aos fundadores, a presença musical do conjunto Os Demônios da Garoa.

A CDL é presidida pelo empresário Osamr Silveira, que este ano terá a grande responsabilidade de realizar a Convenção Nacional dos Lojistas. O evento já bate recorde em inscrições.

Hospitais privados e filantrópicos garantem saúde em SC

31 de julho de 2010 0

O diagnóstico da Federação e Associação dos Hospitais revela que os hospitais privados e filantrópicos são responsáveis por 77% dos leitos existentes em Santa Catarina. E seus 7.891 leitos para pacientes do SUS representam 67% do total de unidades do sistema hospitalar catarinense. Em relação aos leitos de UTI, os comunitários e privados respondem por 77% do total com544, contra apenas 129 dos hospitais estaduais, 16 federais e 16 municipais.

De um total de 222 hospitais, 182 são privados/filantrópicos, 25 municipais, 14 estaduais e 1 federal.

O número global de funcionários é de 33.900, dos quais 20.585 dos privados/filantrópicos, 5.951 estaduais, 1.787 municipais e 1367 federais.

Se é fato que a situação dos hospitais é grave, verdade também que o diagnóstico poderá ficar ainda pior se medidas não forem tomadas pelo SUS, governo estadual e prefeituras. Os valores pagos pelo SUS aos médicos e hospitais, por exemplo, são considerados “aviltantes” no estudo das duas instituições. A baixa remuneração leva a resultados negativos, com perda de capacidade de investimento e sucateamento.

Sabendo-se que os equipamentos digitais oferecem diagnósticos médicos mais precisos, mas são cada vez mais caros e exigem renovação tecnológica mais freqüente, é fácil prever o futuro.

Ou as autoridades se sensibilizam, parlamentares e políticos agem, a partir do conhecimento mínimo dessa grave realidade, ou este sistema hospitalar misto, único no Brasil, vai se deteriorar ainda mais. Com resultados catastróficos para todos.

Saúde na UTI

31 de julho de 2010 3

A Associação e a Federação dos Hospitais e Estabelecimentos dos Serviços de Saúde de Santa Catarina promoveram um debate com os candidatos ao governo. Apenas a deputada Angela Amin compareceu. Raimundo Colombo cumprir roteiro político no sul, e Ideli Salvatti cancelou presença na véspera. Os nanicos também não foram. O debate virou entrevista. Uma ausência inexplicável, sabendo-se que “saúde” é – disparado – o maior problema da população catarinense. É, mas não parece.

O economista Francisco Graziano, coordenador do plano de governo de Serra, lá esteve. Recebeu o mesmo documento entregue à candidata do PP. Passa a conhecer, portanto, o diagnóstico da dramática situação da rede médico-hospitalar catarinense.

Começando pelo fim. Santa Catarina tem a pior remuneração pelo Sistema Único de Saúde. Os hospitais recebem R$ 144,00, contra R$154.44 para o Paraná e R$ 188,97 ao Rio Grande do Sul.

Outra triste revelação a mostrar insensibilidade da classe política: a questão tributária. No Brasil, os hospitais são responsáveis por 33% de toda a receita nacional. Nos Estados Unidos, o índice é de 12%, no Japão de 13%, na Índia de 17% e no México de 16%. Quer dizer: aqui não há incentivo fiscal para a saúde do povo.

A rigor, os hospitais tem apenas uma isenção. É federal, desobrigados do recolhimento patronal do INSS. Incentivo fiscal estadual? Nada! Isenção do ICMS sobre água e energia, por exemplo? Zero! Participação nos recursos do Fundosocial? Nem cogitado!

O documento, que será entregue aos candidatos ausentes, revela, em síntese: os médicos não tem interesse em contratos com o SUS pela baixa remuneração. É grave a falta de leitos de UTI e há hospitais que instalaram estas unidades, mas não como fazê-las funcionar. Um leito de UTI custa R$ 843,36 a diária. O SUS paga apenas R$ 410,92.