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O notório casuismo do STF

30 de setembro de 2010 Comentários desativados

       A crítica feita aqui neste blog sobre a lamentável decisão do

Supremo merecerá comentário detalhado e justificativo na edição desta

sexta, dia 1º. de outubro do Diário Catarinense. 

       Em respeito aos internautas que enriquecem esta precioso espaço

com comentários contrários, esclareço:

1.     Votei muitas vezes no sistema antigo com título de eleitor que

tinha a minha foto.

2.     Não consigo entender até hoje porque com a adoção da  urna

 eletrônica,em 1985, dispensaram a foto no novo modelo do título.

Estudam, estudam e estudam…e só fazem besteira.  No Congressoe no

Judiciário.

3.     Nos últimos 20 anos votei com título.  Em pelo menos duas

eleições não encontrei o título.  Apresentei-me aos mesários com

documento de identidade e votei sem o menor problema.  Por que

mudar o que estava funcionando bem, com título ou com

documento de identidade?

4.     A Lei 12.034, que obriga a apresentação de um documento de

identidade, além do título, foi sancionada pelo presidente Lula em

29 de setembro de 2009. Por que só na véspera da eleição o

Diretório Nacional do PT encontrou “inconstitucionalidade”.

5.     O PT só entrou com a ação direta de inconstitucionalidade

porque identificou riscos de abstenções fortes do eleitorado cativo

do bolsa família e assemelhados ou confusão entre eleitores mais

simples.   E, afinal, por que às vésperas do pleito?

6.     Se o Supremo tivesse mantido a tradição, ou seja, título ou

documento de identidade, nada a opor.  Dispensar o título significa

fragilizar a cidadania por puro casuísmo eleitoral.

7.     Pode ser que este blogueiro esta absolutamente equivocado.

Afinal, está muito longe da infalibilidade. Erra todo dia. Mas a

sensação que se tem é clara por razão cultural: como exercício de

cidadania, o título de eleitor tem mais valor simbólico do que a

carteira de identidade.

8. Não precisa do título de eleitor? Então, não precisa mais votar!

E cumprimentos respeitosos a todos os que, democraticamente,

discordarem de minha opinião.

 

 

 

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