Reuniões sucessivas entre Raimundo Colombo e o professor Ubiratan Rezende no final de semana deflagraram na prática o processo de transição do governo estadual. Encontros posteriores com a participação do vice-governador eleito Eduardo Pinho Moreira e do secretário Derly Anunciação resultaram em providências efetivas para estudos sobre as prioridades da administração que se inicia no dia 1º. de janeiro.
Eduardo Moreira e Derly Anunciação foram incumbidos de encontrar um local para a instalação do governo de transição. Visitaram as instalações da Escola Nacional de Administração no Centro Empresarial Corporate Park, na SC-401, em Santo Antônio de Lisboa; e a sede da Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo, o antigo Centro de Treinamento do Besc, em Itacorobi. A escolha deverá ocorrer hoje ou amanhã.
O governo de transição já está sendo montado. O governador Leonel Pavan indicou quatro nomes. São eles os secretários Cleverson Sieverdt (Fazenda), Erivaldo Nunes Caetano Júnior-Vadinho (Articulação Estadual), Vinicius Lummertz Silva (Planejamento) e Paulo Eli (Administração). Os representantes de Colombo serão indicados esta semana.
A idéia que está prevalecendo é de montagem de um núcleo central para “pensar” a transição e o novo governo. A área física será reduzida, com espaço apenas para este grupo, os gabinetes do governador e do vice e uma sala de reuniões.
O professor Ubiratan Rezende está viajando hoje para Naples, na Flórida, levando relatórios de secretarias, documentos e as principais idéias de Raimundo Colombo, anotadas durante os encontros. Rezende retornará ao Estado no dia 15 de novembro.

...só faltou escolher o Avaí FC para representar os catarinenses!...rs
Caro Colunista, e quando começarão a privatizar Santa Catarina, sonho de longa data de todo e qualquer arenista e, mais ainda, do tal dr. Ubiratan?
Todo o governo dará certo com um bom planejamento, com metas estabelecidas, priorizando as reais necessidades, otimização de recursos e mão de obra qualificada, o Estado deve ser administrado como uma empresa, além de fiscalizar devemos apoiar o crescimento e as boas propostas administrativas. É preciso acreditar e ajudar o Estado ser ainda melhor
O ex-governador Luiz Henrique mostrou no seu comentário sobre a ditadura civil quem ele é, passou a vida toda combatendo a ditadura militar, e agora se aliou aos verdadeiros ranços da ditadura, que jogavam cachoros em cima dos militantantes do MDB, como foi o casos do saudoso Ulysses Guimaraões e tantos outros. Luiz Henrique a sua postura manchou a história de Luta do velho MDB, para se jogar nos braços dos filhotes da ditadura, a população Catarinense não merece isso.
Espero que este governo nao seja igual ao AMIM,e FHC,tb do pai do prefeito de Blumenau,que ja morreu,mais acabou com as carboniferas,e tb o Lula,este PT ninguem engole mais,,,