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Bandeira e o intercâmbio Áustria-Santa Catarina

16 de novembro de 2010 2

         Catarinense Lauro Bandeira, o mais prestigiado e produtivo “embaixador” de Santa Catarina na Áustria, encontra-se mais uma vez em Florianópolis.   Secretário Geral da Sociedade Austro-Brasileira, veio tratar de três eventos culturais de interesse dos catarinenses.   O primeiro será a Semana Cultural Vienense, durante o período em que Florianópolis estará aniversariando, no me de março de 2011, com a vinda de grupos artísticos.  Está prevista uma exibição no Parque de Coqueiros, outra beneficiente na Serte. E uma exposição de pintura do famoso artista Gustav Klimt.

            No mês de junho, a Camerata Florianópolis e o coral regido pelo talentoso maestro Jefferson Della Roca iriam se apresentar no Encontro Internacional de Corais.

            Em setembro,  Laurinho quer realizar um sonho de 25 anos em que vive em Viena:  levar grupos folclóricos, em especial, o boi de mamão, para exibições durante o programa oficial e para crianças austríacas.  Está definindo o roteiro com o secretário de Turismo, Homero Gomes.

         Bandeira vem conversando, também,com o senador eleito Luiz Henrique da Silveira sobre um intercâmbio forte entre a Escola Bolshoi de Joinville e o Balé da Ópera de Viena.

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Comentários (2)

  • Pedro diz: 16 de novembro de 2010

    Caro Colunista, estou pasmo (de novo, de novo): não sabia que o sr. LHS era “dono” ou “sócio”, ou “presidente”, ou “diretor”, mesmo que oculto, do Bolshoi de Joinville. Para mim, é a grande novidade do ano. Pobre Santa Catarina. Quanto à exposição de pinturas do Klimt, seria interessante, antes de qualquer coisa, saber qual(is) coleção(ões) e por conta de quem é que viria(m) à Florianópolis, afinal, para alguém que morreu em 1918, com certeza, não deverão estar avulsas e disponíveis as suas obras: cuidado com as reproduções.

  • gualberto cesar diz: 16 de novembro de 2010

    Cultura tem a sua importância – com clareza absoluta – em favos da cidadania – sem intermediações resultantes e favoráveis a poucos.
    Mas o que se deseja mesmo = é o emprenho de Colombo para mais postos de trabalho e maior renda per – capita – para todos os catarinenses.
    Economia de custos com a máquina do Estado; em favor dos projetos que resultem em emprego e renda.
    Melhoria da qualidade de vida – com menos investimentos em TIC – que sugerem resultados em favor de pequenos grupos e que se acabe de vez por todas as intermediação de empresas de Serviços de Segurança – Limpeza e Conservação.
    Ampliando-se com isso – mais emprego e renda com postos de trabalho com carteiras de trabalho assinadas por empregadores da administração direta – indireta e autarquias.