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SOS Floripa: depoimento

16 de novembro de 2010 3

     Do leitor que de assina Gilboe, registro estas considerações sobre o comentário “SOS Floripa”:  “Gostaria de acrescentar algumas coisas a seu comentário do último final de semana:
- se puderes visite os fundos do Cond. REcanto dos Imigrantes, na rua Sebastião Laurentino da Silva nº 126, no Córrego Grande, ao lado do caminho para o poção;
- mais de 20 casas foram construídas em pouco mais de um ano ditas unifamiliares, muitas com tres pisos (põe família nisto) inclusive um conjunto de kitinetes;
- para piorar subiram o morro e destruiram +/- 500 metros quadrados de mata nativa e …novas construções.
Denunciei mas me disseram que é legal. Pode ser legal mas é profundamente imoral e anti-ético no meu modo de ver (será que isto ainda existe?);
Para piorar minha desilusão e desencanto fui a Curitiba e visitei pelo menos 5 extraodinários parques em zona praticamente central da cidade; aqui, no entanto parece que vão trocar a área da penitenciária (que poderia ser no meu modo de ver um belo parque) com a iniciativa privada para nov os condomínios . Em frente ao Mercado Imperatriz no Córrego Grande, mais não sei quantos prédios (as informações não são uniformes) numa excelente área tb para uma bela praça. Triste, muito triste. Grande abraço e parabéns pela sua matéria.”

Comentários

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Comentários (3)

  • Mário Medaglia diz: 17 de novembro de 2010

    Caro Moacir: nós temos em Florianópolis espaços maravilhosos voltados para o mar, perfeitos para a criação de parques. Como aquela área que começa junto ao túnel Antonieta de Barros. Infelizmente nenhuma autoridade dá a mínima para o assunto. Tempos atrás, em conversa informal com aquele vereadorzinho moeda verde e o atual prefeito (?), dei o exemplo de Porto Alege, Curitiba e São Paulo, para ficar apenas nas capitais mais próximas e bem dotadas do equipamento em questão. Como resposta ouvi do pequeno edil que vivemos em uma cidade que “não tem tradição de parques”. Essa é a mentalidade que domina os eleitos pelo povo. Aliás, os meios de comunicação parece que também não se interessam pelo assunto. Assistem passivamente a deteriorização da nossa cidade. Grande abraço

  • cristiano santos diz: 17 de novembro de 2010

    Isto é repugnante, de um lado impedem a costrução de um grande emprendimento que geraria crescimento na região de Biguaçu, por outro lado aprovam a destruiçao de um lugar que estava praticamente intacto. Em vez de sustentabilidade á degradação.

  • Pedro diz: 17 de novembro de 2010

    Os (ditos) governantes catarinenses tem por regra não dotar localidades praieiras de parques, sob o argumento de que as pessoas tem a orla para suas atividades ao ar livre. Daí, dentro desse descalabro, temos Floripa, Balneário Camboriu e Itapema como as três piores cidades em relação a esse aspecto. Em Itapema a colenda Câmara de Vereadores, com a chancela da Prefeitura, chegou ao cúmulo de aprovar lei proibindo praças, parques e quadras esportivas na Meia Praia (só podem construir e, de preferência, espigões: que, diga-se não precisam ter 1 centímetro de recuo em relação ao meio-fio). Degradar parece ser o único propósito das (ditas) autoridades. Aliás, como disse o (agora) ex-des-governador: não se pode atrapalhar os “negócios”. Lastimável.