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Exército pára rodovia Caminho das Neves

31 de janeiro de 2011 2

          O 10° Batalhão de Engenharia de Construção (10°BEC) de Lages decidiu suspender as obras Caminhos da Neve, que liga duas belíssimas regiões serranas de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.  Atingido pela guilhotina do pacote do novo governo ficou sem recursos para continuar a obra que será a redenção econômica de São Joaquim e arredores e promoverá o desenvolvimento turístico da serra.  A Secretaria Regional de São Joaquim alega que o trabalho do Exército é muito lento. Já o Batalhão alega que o governo não pagava em dia.   Sua conclusão estava prevista para outubro deste ano.  O prazo foi para o espaço.

        A rodovia está orçada em mais de 32 milhões de reais.

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Comentários (2)

  • Sergio Carlos Balbinote diz: 31 de janeiro de 2011

    Caro Moacir…aproveitando o gancho de suas bem ponderadas colocações acerca do Turismo em SC e o quanto estamos perdendo…recentemente fiz um cruzeiro pelo litoral do Nordeste e Rio de Janeiro e fiquei mais indignado ainda pelo fato de SC não explorar este filão de Turismo…estamos perdendo muito dinheiro e divisas ante a inercia dos órgãos públicos e dos õrgãos do setor de turismo que estão (des)organizados…não perdemos em nada pro Nordeste e Rio de Janeiro não…só falta competencia para abrir estas portas…. onde não tinha porto para atracar, o próprio cruzeiro efetuava, com barcos de até 150 pessoas, o traslado para a costa litorânea…o fato de não termos em Fpolis um porto ou um pier para atracar não é desculpa…fiquei feliz com minha viagem ,mas indignado por SC não estar aproveitando este boom dos cruzeiros (salvo São Francisco do Sul que recebe alguma coisinha)…que pena…. espero que divulgue isso neste prestigiado blog e que quem tem o poder e a caneta leia isso um dia….

  • Pedro diz: 31 de janeiro de 2011

    Deixemos claro, caro Colunista, o corte foi determinado pelo sr. Colombo (obóveo). O exército – federal – lá estava trabalhando, devidamente contratado (ou não?), mesmo com os pagamentos lentos e atrasados. Agora, dizer que a obra seria a redenção de São Joaquim não soa um pouco forçado? Afinal, redenção significa algo que foi e – agora – não está sendo. Quando São Joaquim efetivamente foi? E esses 32 milhões não seriam melhor aplicados na reconstrução das cidades atingidas pelas enchentes? Afinal, se foram à Brasília de “pires na mão”…