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Câmara de Vereadores: o exemplo de Taió

31 de março de 2011 4

      Mais um bom exemplo para as Câmaras Municipais de Santa Catarina.  O prefeito de Taió, Ademar Dalfovo, recebeu em seu gabinete  o presidente da Câmara de Vereadores, Volnei Sandri, que levou em mãos um cheque no valor de R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais). O repasse da verba é fruto de um processo de economia de gastos e despesas no órgão entre os meses de janeiro e março de 2011.  De acordo com o prefeito Ademar, a ação vem em boa hora e destaca que a atitude da Câmara é um exemplo para o restante do país, principalmente neste momento de dificuldade por que passam muitas prefeituras.    O  vereador Volnei Sandri, que assumiu a Prefeitura por 30 dias, enfatizou que “a economia não vai parar por aí, e que a ação de economia se deve a todos os vereadores, os quais  estão se empenhando para apoiar as ações da Prefeitura”.

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Comentários (4)

  • Walmor diz: 31 de março de 2011

    Que belo exemplo, pena que seja uma raridade entre as casas legislativas deste país. A comerçar pela Câmara Federal e pelo Senado da República, este que tem um orçamento bilionário e um quatro de funcionários que ultrapassa os 10.000, sem contar a TV moderna, a Gráfica equipadíssima e rádio. Tem também os planos de saúde vitalícios para os ex-Senadores e os Planos sem limites de gastos para os Senadores com mandato e seus dependentes. Uma estrutura de fazer inveja as grandes corporações deeste país e quiçá até do mundo, mas que serve para atender apenas 81 nobres Senadores. Aliás conforme divulgado pela Globo, os nossos parlamentos são os mais caros do mundo. São as jabuticabas do Brasil, coisa que só tem por aqui infelizmente para nós contribuintes. Cada vez q

  • Walmor diz: 31 de março de 2011

    Cada vez que a receita do Governo0 cresce, também cresce os recuros dos orçamentos das casas legislativas. Deveriam aproveitar e fazer uma reforma tributária para ajustar essa situação.

  • Walmor diz: 31 de março de 2011

    Cada vez que a receita do Governo cresce, também cresce os recuros dos orçamentos das casas legislativas. Deveriam aproveitar e fazer uma reforma tributária para ajustar essa situação.

  • Pedro diz: 31 de março de 2011

    Interessante. Mas, visto o retorno de tal quantia, nada mais justo que a Prefeitura e a Câmara, de imediato, renegociassem o percentual que o executivo é obrigado a repassar mensalmente ao legislativo, mais ajustado às necessidades dos mirins, não?