Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Líderes do Sinte com Merísio

31 de maio de 2011 1

A presidente do Sinte, Alvete Bedin, encontrou-se esta tarde no gabinete do presidente da Assembleia com o deputado Gelson Merísio. Voltou a pedir sua intermediação junto ao governador para pagamento integral do piso.
Merísio disse que o pagamento total do piso é impossível, mas que vê uma solução com uma nova proposta para melhorar a carreira.
A conversa foi super amistosa e teve participação de dois outros diretores do Sinte.

Comentários

comments

Comentários (1)

  • nilza de bittencourt cordini diz: 31 de maio de 2011

    Caro Moacir
    esta paródia do poema “As Pombas” do Raimundo Correa,
    mostra o estado de espírito dos participantes da primeira greve do Magistério
    em SC. O medo, (em plena ditadura), a revolta pelo salário baixíssimo criou
    um clima desesperador.
    O então governo ( década 1980), ao invés de promulgar nossa tão esperada
    RECLASSIFICAÇÃO de CARGOS, inventou um tal “PÓ DE GIZ”
    Soubemos que o governador vangloriava-se que com essa medida-” até cego
    voltara a enxergar” .
    Na verdade havia casos de professores dando aula com os medicamentos
    sobre a mesa de trabalho. Professores adiando cirurgias necessárias porque, se afastados,
    perderiam boa parte do salário.
    Como dá para perceber era situação semelhante a de hoje, porém num contexto
    bem adverso.
    Organizamos nosso protesto a partir de uma concentração na cidade de Blumenau
    e foi então que surgiu o nosso SINTE.
    Quero dizer aos meus queridos colegas :sejam firmes e coerentes nesta luta
    Não percam a oportunidade única. A LEI está do nosso lado.
    Ninguém mais vai nos chamar de CARNEIROS
    Deus continuará nos dando forças!

    OS “BIXOS”
    ( N.B. Cordini )

    Vai-se o primeirinho de escapada
    Vai-se outro mais… mais outro
    Enfim centenas
    De carneiros vão-se dos redis, apenas
    Deixando o aprisco em debandada.

    E à tarde, quando a rígida bronqueada
    berra, aos redis de novo eles
    serenos
    Bufando pragas, execrando, amenos
    Voltam todos em bando e em revoltada.

    E eles se indagam assustados:
    Tu vais?.. Eu vou?…Todos vamos?…
    Num conjugar medroso, desconfiados…
    E ingloriamente decidem: “Nos ficamos”!

    E daqueles corações onde abotoam
    Os sonhos de ganhar um pouco mais
    Um por um céleres voam
    Como a pressa dos pobres animais.

    Pela vil intolerância tosquiados
    Fogem… Mas, ao pasto, um dia voltarão
    Escavando o solo, chifrando os lados
    Os carneiros da NOVA EDUCAÇÃO!