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"A importância da greve para a sociedade"

25 de junho de 2011 24

Uma abordagem sobre a greve dos professores é feita em texto do professor João Carlos Martins e remetido via e-mail a este blog. Intitulada “A greve dos professores e sua importância para a sociedade”, tem o seguinte teor:

“Os professores podem até voltar às salas de aulas, sem grandes conquistas, mas a greve já teve grande importância para a sociedade.
Ela serviu para denunciar as reais condições de trabalho e econômicas dos professores;
Ela serviu para denunciar o desrespeito, o descaso com a educação;
Ela serviu para que saibamos que não há preocupação com a qualidade educacional;
Ela serviu para sabermos que o governo avalizado pela maioria dos catarinenses não tem proposta para a melhoria da qualidade de ensino;
Ela serviu para denunciar que a verba destinada à educação (FUNDB) esta sendo usado para outros fins, prejudicando os trabalhadores da educação;
Ela serviu para percebermos que a qualidade em educação não passa dos discursos, pois não há ação de nossos governantes;
Ela serviu para que os professores unidos lutassem por direitos, demonstrando a força da categoria;
Ela serviu para que os professores refletissem sobre sua função sócio político na construção de opinião e formação de uma consciência coletiva;
Ela serviu para que alguns professores descessem do salto e a exemplo dos movimentos sociais (esses muitas vezes criticados por aqueles) gritassem por justiça, por respeito e compromisso social;
Ela serviu para evidenciar que ainda existem pessoas (os ditadores e até incompetentes) exercendo função pública;
Ela serviu para evidenciar que há pessoas que não lutam nem pelos seus direitos e ainda tentam desmotivar os que lutam inclusive por ela;
Ela serviu para que através delas os professores dessem uma aula de cidadania e democracia à comunidade;
Ela serviu!!
Obs. Educação de qualidades é direito de todos e é dever do estado a sua garantia. Quem não luta por seus diretos não merece tê-los.
Prof. João Carlos Martins”

Comments

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Comentários (24)

  • JORGE BARROS diz: 25 de junho de 2011

    Parabéns professor!
    Faço minhas as suas colocações.
    Sempre nos pedem, nos cursos de capacitação, que façamos uma aula diferenciada.
    Neste espaço (graças ao Sr. Moacir Pereira), estamos tendo a oportunidade de colocar em prática os ensinamento da academia.
    Que não morra aqui, toda essa vontade dos educadores em formar cidadãos independentes e críticos.
    A greve da educação serviu e servirá para muitos politicos colocarem as barbas de molho.
    Mai uma vez, valeu a sua colocação.
    Um abração.

  • leda diz: 26 de junho de 2011

    Sábias colocações, colega professor.

  • Lucimara Martins Barzan diz: 26 de junho de 2011

    É CLARO PROFESSOR CARLOS….
    CONCORDO COM VC EM TUDO E MAIS ALGUNS PONTOS QUE AGORA ESQUECIDOS.
    MAS TAMBÉM DE A AGORA EM DIANTE PERSARMOS BEM E ANALIZARMOS MUITO EM QUEM VOTAR..
    NÃO NUM CARA DE SORRISO FACIL, QUE TUDO IA FAZER PELA EDUCAÇÃO.
    NÃO PODERNOS SER PARTIDÁRIOS NUM MOMENTO DE ESCOLHERMOS ALGUEM PARA SER REPRESENTANTE DO POVO.
    DEVEMOS ANALIZAE A PROPOSTA DO GOVERNO, PREFEITO, DEPUTADOS, VEREADORES.
    OBSERVAR ELES NUM DEBATE….E ANALIZARMOS TUDO…
    PARABENS..PELAS SUAS COLOCAÇÕES PROFº CARLOS…
    É PRECISO LUTAR, É PRECISO LUTAR…

  • Patrícia diz: 26 de junho de 2011

    É preciso exigir de cada um, o que ele pode dar.
    A autoridade repousa sobre a razão.” O pequeno príncipe

    Sem comentários, para esta madrugada fria de sábado, após perder o sono, pensando.. E agora??
    Como iniciaremos a semana?? Como terminaremos o ano??
    Um abraço Moacir, obrigada pelo pespaço.
    Prof. Patrícia – Criciúma SC

  • Eliane Scremin diz: 26 de junho de 2011

    Professor João Carlos a sua interpretação foi magnífica, poucas palavras que resumiram esses 39 dias de greve.
    Mas sou uma professora que participo dos movimentos de paralisações e greves desde a década de 80, tivemos resultados sem grandes proporções e também muitas derrotas. Saímos desses movimentos muitas vezes sem o respaldo dos pais e de toda a sociedade. O saldo disso tudo está aí…
    Me veio na mente a história de um soldado que lutou muito na guerra, salvou da morte mulheres, crianças, idosos e no final morreu nos campos de batalha, mas ciente do dever cumprido. Esse soldado virou herói e jamais foi esquecido pelo povo tão sofrido. Sinto muito professor, não quero ser sempre herói , é muita labuta ha anos, quero sair dessa greve com conquistas. Não quero nem pensar o contrário disso. Será muito sofrimento.
    Já fiz essa pergunta aqui nesse blog, o que seria pior para SC, a continuidade da greve ou a nossa volta para a escola sem ganhos reais?

  • Lucimar diz: 26 de junho de 2011

    Caros colegas, os tribunais catarinenses alegam não poder refutar os milhões dos recursos da educação, porque seus projetos não sairiam do papel; faltaria verbas para a concretização de seus planos!
    E o que dizer de nossos projetos educacionais?
    Faz cinco anos que escrevi uma pequena peça teatral para dialogar com as crianças sobre o abuso sexual ao qual elas estão expostas. São poucas personagens, mas até agora não pude encená-la, pois não há verba para o figurino, para a iluminação, para o cenário e PASMEM! Não há palco para representá-la. Não temos uma sala fechada, não digo teatro, ou auditório,porque isso é utopia, mas pelo menos uma sala grande e fechada. Sem chuva ou vento ou sol.
    Nada.
    Meu sonho, meu projeto não encontra nem espaço físico e nem espaço pedagógico para se tornar real como alegam os nobres trabalhadores dos tribunais.
    Isso pode esperar ou sucumbir na gaveta de uma “professorazinha” sonhadora e sem visão sobre o que realmente importa.
    Construção de mais presídios (tristeza de uma sociedade que exclui e segrega as pessoas), acréscimo, através de concursos, do quadro de magistrados, mais leis para não ser cumpridas, mais julgamentos para esconder nas cadeias os esquecidos e relegados.
    É isso aí, MENOS para a EDUCAÇÃO e MAIS para a REPRESSÃO de quem não teve nenhuma oportunidade.
    Por que será que os projetos sociais continuam salvando vidas e despertando tantos talentos e descobrindo tantas crianças e jovens com potenciais admiráveis e continuam dando certo?
    Será que as crianças e jovens assistidos, de repente, sofreram uma metamorfose e não serão mais “bandidos nos cárceres catarinenses” ou foi o milagre da boa educação e do acompanhamento comprometido que propiciou esse milagre?
    Reflitamos sobre quantos projetos educacionais são engavetados, não por incompetência de nossos bravos educadores, mas por simplesmente não existir verbas para concretizá-los.
    Por que sempre temos que esperar uma outra ocasião?
    Por que sempre a educação tem que ser ponderada e conformada com a falta de tudo?
    Por que sempre primeiro os poderes maiores e a educação de maior poder social fica relegada às sobras orçamentárias?
    Chega!
    Estamos fartos desse jogo desonesto!
    Professora Lucimar Pereira Dri.

  • Maria de Lourdes T. Cipriani diz: 26 de junho de 2011

    Parabéns professor!

    Charlie Chaplin foi muito feliz ao dizer:

    “Não devemos ter medo dos confrontos. Até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas”.

    Diante dos fatos, tenho certeza de uma coisa: estar nesta greve é a atitude mais honrada e legítima que podemos ter neste momento histórico. Precisamos ficar firmes, agora mais do que nunca.

    Nossa união é nossa força! Grande Abraço Lurdes.

  • Zenaide Inês Schmitz diz: 26 de junho de 2011

    Concordo com você colega João Carlos.
    Mas quem esta na chuva é para se molhar. Quem esta na greve não poderá sair agora. Estamos numa semana decisiva, precisamos nos manter unidos e não desistir. No DC de ontem esta colocado que mais um vez o objetivo do governo é nos matar no cansaço. Quer dizer: voltamos para sala de aula e depois todo mundo esquece tudo o que aconteceu. Negativo

    A GREVE continua. E por enquanto eu não volto para sala de aula.

    São Carlos/SC

  • ZELIA DELLA GIUSTINA GUINZANI diz: 26 de junho de 2011

    Com toda certeza,este momento tem nos levado a reflexões muito sérias relacionadas ao nosso oficio. Nunca fomos anônimos, mas saímos do anonimato.Esta integração promovida por todos os pontos de SC permitiu que nossas vozes se unissem em um único coro..È hora de acabar com frases vazias, Educação é coisa séria, requer ações efetivas e comprometidas.A sociedade em grande número conhece agora com mais clareza a situação que trabalhamos diariamente.

    Compactuo do mesmo pensamento Professor, sobre o momento que vivemos.Permaneçamos firmes.

    Obrigada Moacir por contribuir para que esta nova História do magistério catarinense, esteja sendo escrita com auxílio de sua sabedoria, maturidade e imparcialidade

  • Neusa A. de Paula diz: 26 de junho de 2011

    Professor, João Carlos!
    Parabéns!
    Sua reflexão expressa o pensamento de muitos companheiros do nosso movimento.
    E, tenho certeza, que se alguém sai amarfanhado desta paralisação, não será a nossa categoria.
    Creio que não houve na história da educação catarinense,um movimento tão coeso, determinado e destemido (apesar das pressões).
    Grande abraço!
    Professora Neusa – Curitibanos – neusa-espanhol@hotmail.com
    EEE CASIMIRO DE ABREU

  • Fernando Luis Ramos diz: 26 de junho de 2011

    A GREVE DOS PROFESSORES…

    Somente escancarou para a sociedade aquilo que a comunidade escolar já sabia a decadas!!!

    Esperamos que a partir de agora essa realidade mude para melhor…

  • Roge1067 diz: 26 de junho de 2011

    “Quem não luta por seus direitos … não se torna digno deles !” (Ruy Barbosa)

    Rogeana- Blumenau

  • Margot Schutz diz: 26 de junho de 2011

    É isso mesmo professor Carlos. Essa nossa greve vai ficar na História, na memória de toda sociedade. Essa luta se diferencia das demais pela força e união da categoria em torno de um objetivo comum: PISO NA CARREIRA segundo prevê a lei Federal. Certamente acima da nossa conquista do salário que nos é de DIREITO, estará o resgate da NOSSA IMPORTÂNCIA SOCIAL, nosso VALOR e o RESPEITO por nossa profissão ISSO JÁ É UMA GRANDE VITÓRIA. Mostramos a sociedade e especialmente AO GOVERNO a que viemos e ministramos até aqui, a maior aula de cidadania que poderiam ter; aula essa, que não se consegue cercado entre 4 paredes de uma sala de aula. Nossas palavras e ensimamentos se fizeram AÇÃO, lamento por aqueles colegas que ficam só no DISCURSO, assim como faz o GOVERNO. A VITÓRIA PERTENCE AOS QUE LUTARAM. Abraços e forças nesta reta final. QUE Deus abençoe cada educador. Lembrem-se a felicidade do perverso é temporária, diz a Bíblia:

    Não te indignes por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos que praticam a iniquidade.
    pois eles dentro em breve DEFINHARÃO como a relva e MURCHARÃO como a erva verde.
    Confia no Senhor e faze o bem;
    habita na terra e alimenta-te da verdade.
    Agrada-te do Senhor e Ele satisfará os desejos do teu coração.
    Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle e o mais Ele fará.
    Fará sobressair a tua JUSTIÇA como a luz
    e o teu DIREITO, como o sol ao meio-dia.
    Salmos 37: 1 a 6

  • Raquel Fortunato Gomes diz: 26 de junho de 2011

    Eu diria mais: que essa greve serviu para definir o futuro político do Sr. Governador Raimundo Colombo, pois ele jamais poderá ser desvinculado dessa fatídica greve dos professores e pelas posições e atitudes arbitrárias, ditatoriais e irresponsáveis que tomou.
    Até dentro das escolas houve a separação do joio do trigo: os hipócritas que davam bravos discursos nas salas dos professores defendendo a classe e criticando quem não aderia às paralisações ou greves anteriores e nessa ficaram em casa, curtindo umas férias. Graças a Deus que “esses” são poucos (na minha escola há três) e não fizeram muita diferença, afinal a greve atingiu um percentual de mais de 90%.

    * Obrigada, Moacir!

  • Ricardo diz: 26 de junho de 2011

    Caros leitores do Moacir e deste texto publicado pelo professor João Carlos Martins. Se esta Mobilização pela Legalidade não impor o cumprimento das Leis Federal do Piso e Estadual do Plano de Cargos e Salários do magistério em SC então podemos ensacar a viola e assistir o fim da Educãção em SC. Reeleger todos que não querem cumprir as Leis e mofar como zumbis até o final de nosso dias. Análises que decretam o fim, sem ter ele acabado, são análises de derrota. Só acaba quando acaba bem. E acabar bem nesse Movimento pela Legalidade criado pelos professores é o cumprimento irrestrito das Leis vigentes no Estado e no País quando da promulgação da lei do piso.

  • teresinha bogo althoff diz: 26 de junho de 2011

    Professor João Carlos!
    Pode ter certeza que esta greve será um divisor na história da Educação em SC.
    Seu artigo deve também mexer na consciência dos que abandonaram a luta e de gestores que vem a público dizer que usaram de bom senso.
    Abraços

  • Natalina S. B. da Silva diz: 26 de junho de 2011

    Moacir Pereira, é com muito respeito que me dirigo a vc através deste comentário sobre “a importância da greve para nossa sociedade”, sou professora de Filosofia e Sociologia, numa escola do Oeste “Maravilha”, sou Mestre em Educação e em final de carreira, imagina como me sinto neste momento em que os nossos governantes tem “a cara de páu” em afirmar que estão pagando o piso nacional aos professores, pra vcs ter uma idéia do que aconteceu comigo, saí perdendo no final, ganhando menos que eu ganhava antes da greve, pq as aulas excadentes que nos salvavam um pouco, de 5% caiu para1,5%, e eu trabalho 40 anlas para ganhar as 8 aulas excedentes…
    Voltando ao assunto, sobre a importância da greve para a sociedade, pra saber tudo o que está acontecendo com a educação, pena que os meios de comunicação não tomem uma atitude como a sua, Moacir Pereira e abram tb um espaço maravilhoso como este, para podermos abrir nossos corações e deixar a sociedade a par dos reais acontecimentos da educação em nosso estado de SC.
    Por esta razão, caro e respeitadíssimo jornalista, continue nos “ouvindo” e se importando com nossa categoria…e lutando junto conosco, por uma EDUCAÇÃO DE QUALIDADE EM NOSSO ESTADO DE SANTA CATARINA, BEM COMO PARA TODO NOSSO PAIS…

  • Natalina S. B. da Silva diz: 26 de junho de 2011

    Moacir Pereira, é com muito respeito que me dirigo a vc através deste comentário sobre “a importância da greve para nossa sociedade”, sou professora de Filosofia e Sociologia, numa escola do Oeste “Maravilha”, sou Mestre em Educação e em final de carreira, imagina como me sinto neste momento em que os nossos governantes tem “a cara de páu” em afirmar que estão pagando o piso nacional aos professores, pra vcs ter uma idéia do que aconteceu comigo, saí perdendo no final, ganhando menos que eu ganhava antes da greve, pq as aulas excedentes que nos salvavam um pouco, de 5% caiu para1,5%, e eu trabalho 40 aulas para ganhar as 8 aulas excedentes…
    Voltando ao assunto, sobre a importância da greve para a sociedade, pra saber tudo o que está acontecendo com a educação, pena que os meios de comunicação não tomem uma atitude como a sua, Moacir Pereira e abram tb um espaço maravilhoso como este, para podermos abrir nossos corações e deixar a sociedade a par dos reais acontecimentos da educação em nosso estado de SC.
    Por esta razão, caro e respeitadíssimo jornalista, continue nos “ouvindo” e se importando com nossa categoria…e lutando junto conosco, por uma EDUCAÇÃO DE QUALIDADE EM NOSSO ESTADO DE SANTA CATARINA, BEM COMO PARA TODO NOSSO PAIS…
    MARAVILHA-SC

  • nair diz: 26 de junho de 2011

    PROFESSORA, LUTADORA SEMPRE….

  • Liberto Burdzinski diz: 26 de junho de 2011

    Estão esquecendo dos inativos pagos com o dinheiro do FUNDEB. Isso é primordial para melhorias em nossos salários

  • IVO MORESCO diz: 26 de junho de 2011

    PARABÉNS NOBRE COLEGA PROF. JOÃO CARLOS,
    Belíssimas conclusões! Muito lógicas, racionais e abrangentes! Permita-me enriquecê-las com mais uma: a mídia tradicional (4º poder), desta vez, não conseguiu ser 100% traiçoreira e determinante na formação de opinião, pois, nós educadores, utilizamo-nos do melhor instrumento que temos que é a união fortalecida pela intercomunicação de rede (mídia alternativa) a qual poderia ter sido mais explorada por todos, principalmente pelo SINTE. Separando o Moacir Pereira, que merece nosso agradecimento e reconhecimento, o restante da mídia sempre tentou executar a função que lhe é específica do 4º poder.
    Prezado colega Prof. João, deve concordar com a seguinte máxima: “A NECESSIDADE É A MÃE DAS INVENÇÕES” (Platão). Pelo visto no decorrer desta greve, Moacir Pereira é testemunha (não é mesmo?), foram expostas um EVEREST de necessidades por que passam os educadores e as unidades escolares em geral. Diante deste cenário podemos afirmar que se “a necessidade é a mãe”, o AGIR representa o PAI. Nós, todos educadores de SC, em peso, AGIMOS exemplarmente. Vocês concordam ou não? Por isso eu também celebro as conquistas apontadas pelo colega Prof. João. Todavia, a luta deve continuar: PISO NA CARREIRA JÁ (ou, no mínimo, até quando vai ser incorporado, escito em papel, pois, chega de enganação), MANUTENÇÃO INTEGRAL DAS REGÊNCIAS E DEMAIS DIREITOS CONQUISTADOS, ESTABELECIDOS E INSTITUÍDOS E CONCURSO PÚBLICO JÁ.
    Um forte abraço a todos colegas professores!
    IVO

  • Leila Bambino diz: 26 de junho de 2011

    Colocaria ainda que…
    ELA SERVIU PARA MOSTRAR À SOCIEDADE QUE ACORDAMOS DE UM SONO PROFUNDO! DEIXAMOS QUE AS COISAS ACONTECESSEM, QUE LHS E BAUER AFUNDASSEM AINDA MAIS à EDUCAÇÃO. Quando a greve acabar, com ela não se acabará o nosso compromisso em denunciar tudo aquilo que estiver errado!!! Ficamos em nossas salas de aula e não nos damos conta, muitas vezes, dos bastidores que rondam os nossos interesses!
    ACORDAMOS E O NOSSO LEMA DEVERÁ SER ESTE: JUNTOS SOMOS FORTES!

    SERVIU PARA RESGATAR A NOSSA AUTOESTIMA, POIS ESTÁVAMOS MAIS POR BAIXO QUE SOLA DE SAPATO. AGORA, VAMOS BUSCAR O QUE NOS É DE DIREITO E CONSTRUIR UMA ESCOLA PÚBLICA DE MAIS QUALIDADE!!!!

  • Dilmar Lopes e Silva diz: 26 de junho de 2011

    Caro Professor João Carlos, suas palavras são sabias, porém não concordo você quando mencionas que mesmo não ganhando o que nos motivou para entrarmos em paralisação , o movimento já é vitorioso pois estamos durante todo este período dando aulas de cidadania para a toda a sociedade Catarinense.
    Caro Professor, aulas de cidadania estamos dando por toda nossas vidas, precisamos sim volar para as salas de aulas, onde é o nosso lugar mais com todos os direitos garantidos, inclusive o piso na carreira, não temos mais tempo para continuarmos aguardando esta conquista tão significativa para todos nós Educadores.
    atenciosamente.Professor . Dilmar lopes ( 30anos 2 meses e 17 dias de magistério).

  • Lia diz: 26 de junho de 2011

    Liberto Burdzinski,
    “Estão esquecendo dos inativos pagos com o dinheiro do FUNDEB. Isso é primordial para melhorias em nossos salários”
    Primordial para melhorar os salários da ativa? Então os inativos são os vilões e não os marajás e maranis dos demais poderes que ganham aquilo que os professores ganhavam décadas atrás, ou seja, ganhavam como magistrados

    Manda matar, meu filho, quem sabe sobra mais para os da ativa…

    Proponho uma troca. Passo para você tudo que recebo do Fundeb e você me passa tudo que recebe, inclusive CGR de 25%, graças a toda a luta de quem veio antes, porque sem eles você não teria nem isso, conquistas de outras greves já esquecidas (?), e das quais você usufrui sem ter lutado por nada… Tem certeza de que são só os inativos da Educação que são pagos com tal verba dos ‘coitadinhos’ da ativa? Sou do tempo que ninguém tinha hora-atividade, eram 40h e 40 aulas! Não tinha ventiladorzinho nas salas, o fogão da escola era à lenha, nem água decente para beber, ninguém levava garrafinha para sala de aula [que hoje parece praça de alimentação de shopping center], frescura importada de filminho estrangeiro com turista carregando mamadeira; nem professores, nem alunos, pois quem pode ficar sem beber água várias horas para exames e cirurgias não morre de sede em 45 minutos, nem em 2h e meia até o recreio, como não morre de sede e não se urina enquanto fica 90 minutos sentado vendo um jogo de futebol no estádio ou desfiles de carnaval.
    Não havia matação de aulas com videos de desenhos animados , Xuxa e proselitismo político-partidário travestidos de ‘documentários’, à guisa de aula moderna, nem computadores! Era na saliva,no giz, no quadro e no mimeógrafo ( um luxo, desde que os professores comprassem o estêncil e o álcool), mas os alunos saíam sabendo ler e escrever BEM, sabiam aritmética, fazer contas sem calculadoras e memórias de papel. Nível de segunda série que hoje vemos numa terceira série do Ensino Médio — que já foi Segundo Grau —, e sendo muito, mas muuuiiito otimista.

    Aproveite a greve e assita a uma historinha interessante: “The Story of the Stuff”. Quem sabe aprende algo útil e vai entender, ao menos, a parte das garrafinhas…

    Passar bem e cuidado com o efeito Orloff!