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Comparativo salarial

04 de julho de 2011 15

“Prezados Catarinense,

Por favor, leiam até o final!
Já fui professor concursado do Magistério Público Estadual e fiz opção de buscar outra carreira, mesmo após mais de quinze anos na rede estadual e com mais de 40 anos idade. O motivo, entre outros, esta sendo escancarado para toda a sociedade.
Qualquer carreira, atualmente, é mais promissora, seja em curto, médio ou longo prazo, que a proposta pelo Poder Público Estadual. E estou falando da proposta do governo e não do que os professores ganhavam até obterem na justiça o direito a receberem o piso estabelecido pela Lei.
Vou apenas fazer uma breve comparação para demonstrar em termos monetários esta afirmação.
Consultando o site do Poder Judiciário de Santa Catarina , encontramos dois editais de concurso para provimento de vagas e cadastro de reserva abertos no mês de junho e ainda com inscrições abertas: o Edital 173/2011, para Técnico Judiciário Auxiliar, e o Edital 192/2011, para Analista Administrativo.
Consultando os valores previstos como vencimento e auxílio alimentação para os cargos e os valores da última proposta (6/6/2011) do Poder Público Estadual aos professores, fiz a seguinte tabela.
Cargos Requisitos exigidos Carga horária semanal Venci-mento Auxílio alimen-tação (dia)
(22 dias) Auxílio alimen-tação (mês) Regên-cia de Classe Total do venci-mento
Analista Administrativo do TJ
(início de carreira) Curso superior em áreas específicas 35h 4055,87 40,77 896,90 0 4952,77
Técnico Judiciário Auxiliar do TJ (início de carreira) Ensino Médio ou antigo 2° grau 35h 2356,15 40,77 896,90 0 3253,05
Professor
(início de carreira) Curso superior em áreas específicas 40h* 1380,00 6,00 132,00 234,60 1746,60
Professor
(final de carreira) Curso superior em áreas específicas + Doutorado +
25 ou 30 anos de serviços 40h* 2317,82 6,00 132,00 394,03 2843,85
*Considere que além das 40 horas semanais, com um mínimo de 32 horas-aula, todo professor leva para sua casa um volume enorme de tarefas: preparação de aulas, correções, entre outros.

Sei que o professor ainda tem direito a triênio, mas o desconheço nas carreiras que citei, até mesmo porque o edital não menciona isto.
Não vou aqui fazer considerações sobre se esta ou aquela função de Servido Público Estadual é mais ou menos importante. Todas com certeza o são e uma sociedade se faz com a participação de todos.
Atenho-me apenas a considerar os números, que salvo alguma desinformação, é o que podemos verificar pelas informações dos editais e dos documentos publicados pelo governo estadual. Acredito que os dados falam por si mesmos e não é necessário fazer mais considerações, até porque estou falando que todos são SERVIDORES PÚBLICOS DO ESTADO DE SANTA CATARINA. Então, por que estas diferenças?
Por fim, gostaria de comentar brevemente a reportagem “Pais vão à justiça pedir fim” (Diário Catarinense, 02/07/2011, página 18 – Geral).
Aos pais que se mostram preocupados com os prejuízos na educação de seus filhos, no que eu concordo, solicito que considerem o fato de que uma parcela significativa dos filhos dos professores do Magistério Público Estadual também está sem aulas, pois também são alunos matriculados em escolas da Rede Pública Estadual de Santa Catarina.
Será que estes professores, pais e mães de alunos que estão sem aulas, também não estão preocupados? Será que eles não consideram a importância da Educação? Será que eles não querem que seus filhos passem no vestibular?
Com toda certeza posso afirmar que eles sabem da importância da Educação. Mas eles sabem também que é importante prover alimentação, moradia, transporte, saúde, entre outros tantos direitos constitucionais, mas que no nosso País ainda dependem do salário dos trabalhadores.
Portanto, solicito aos pais que ameaçam ir à justiça que lembrem que estes professores – pais e mães – estão lutando não somente pela educação, mas principalmente pela dignidade do que fazem, para que possam continuar fazendo com toda a qualidade que os cidadãos catarinenses merecem, mas que tenham a tranquilidade de que seus filhos estejam bem, inclusive estudando.
Estou ao lado do Magistério Público Estadual e espero que esta contribuição os motive a continuar defendendo esta classe, fundamental para o desenvolvimento do nosso Estado.
Muito obrigado!
Pedro Rosso-Criciúma, SC-pedrorrosso@gmail.com.”

Comentários

comments

Comentários (15)

  • Fernando Luis Ramos diz: 4 de julho de 2011

    Caro jornalista Moacir;

    O GOVERNO NÃO QUER CARREGAR O ÔNUS DA EDUCAÇÃO!

    Tanto é que SE LIVROU das séries iniciais, esta SE LIVRANDO das séries finais, e o ensino médio será técnicista ao qual terá UM MONITOR que ficará como TUTOR de uma sala, repassando as AULAS PRONTAS através de vídeos, internet ou materiais didáticos.

    Tanto é que já ocorreram 4 concursos publicos para a segurança publica E NENHUM PRO MAGISTÉRIO.

    Para o governo a EDUCAÇÃO É UM ESTORVO, e preparem-se a PROFISSÃO DE PROFESSOR DE ESCOLA PÚBLICA está em extinção.

    Os fatos comprovam-se a cada dia…

  • Ricardo diz: 4 de julho de 2011

    Pedro é meu amigo.Estudamos juntos no Sebastião Toledo dos Santos. Ele foi simplesmente o melhor aluno durante os 5 anos que passamos juntos, da 5ª série ao 1 ano do 2º grau. Filho de agricultores, trabalhava para ajudar os pais. Muitas vezes chegava exausto na sala, mas seus conceitos eram sempre O (ótimo) e poucos MB (muitp bom). Todos nós professores sabemos que muitas vezes a escola por seu formalismo “mata” muita gente criativa, que não suporta a rigidez de certas metodologias. Pedro, superou todas essas, fez faculdade na FUCRI, Criciúma, especialização e mestrado. Superou os formalismos da escola tradicional, para ser morto pelo Governo do Estado de Santa Catarina e seu plano medíocre de destruir a carreira de professor. Viva amigo Pedro. Trenho você eternamente em minhas lembranças. Você é meu irmão. Seja feliz em sua nova carreira, porque a educação pública perdeu um Professor exemplar. Aproveito Raul Seixas para saudá-lo. Pedro onde cê vai eu também vou,mas tudo acaba onde começou. Nossa luta por melhores condições na educação volta sempre ao começo. Estamos eternamente lutando para ir para frente, mas vem governo e sai governo e nos puxa para trás, até quando as leis venceram a hipocrisia, eles descaradamente, na frente de todos as burlam. E em nosso estado não tem Imprensa, MP, OAB, TC, Igrejas que conhecedores dos direitos civis, omitem-se em suas tocas, pois devem beber, comer e se deliciar como glutões medievais das benesses do dinheiro público.
    Salve Pedro. Salve amigo. Salve excelente aluno e professor. Salvou sua vida. Um abraço fraterno.
    Colombo, Deschamps, Tebaldi, Ubiratan Rezende, Elizete Melo, Grupo Gestor não chegam a teus pés.

  • Cesar Luis Theis diz: 4 de julho de 2011

    Caros senhores(as) deputados(as) catarinenses, novamente não consigo dormir aqui no acampamento da educação (aproveito assim para escrever-lhes) devido ao cenário de impasse que se instalou entre o governo e nossa categoria, onde o cumprimento da lei nacional do piso na carreira que outorga um direito a classe iniciou uma verdadeira batalha que gradativamente está a desvelar e expor as hipocrisias e contradições que retratam a nossa sociedade.
    Para descrever a realidade da educação pública catarinense, posso elencar alguns denominadores, como esvaziamento da profissão docente, sucateamento, evasão escolar, falta de gestão democrática (agravada por nepotismos políticos na indicação de direções que revelam semelhanças como o arcaico coronelismo), a burocratização e criação de milhares de cabides de empregos nas Secretarias de Desenvolvimento Regionais.
    Esta realidade exposta e a crise de identidade que passa a educação impactam diretamente na sociedade, ou seja, de um lado da balança temos escola pública desestruturada e a desvalorização dos profissionais da educação, está não consegue firmar-se como território de inclusão, de outro os reflexos no aumento das desigualdades socioeconômicas.
    As consequências da desestruturação da educação pública, desencadeiam a exclusão e marginalização juvenil com efeitos imediatamente sentidos, o aumento da violência, do uso de drogas, que elevam os índices criminais e produzem a constante sensação de insegurança.
    Não quero aqui transferir a responsabilidade sobre as desigualdades socioeconômicas e mazelas históricas da sociedade aos senhores e senhoras, somos apenas sujeitos do nosso tempo histórico, somos vítimas da nossa imaturidade democrática, de um lado uma maioria de eleitores alienados e sem memória, de outro uma maioria de representantes insensíveis aos anseios e necessidades da população.
    Nas aulas de história geralmente ao tratar do tema política o relaciono a responsabilidade social de cada pessoa, a ação que constitui o presente e constrói o futuro, este senso de responsabilidade social dos senhores(as) representantes que venho invocar neste momento delicado.
    Será que a consciência e a responsabilidade de agir com coerência frente as necessidades da população foram sepultadas sob todo o mármore frio do majestoso Palácio Barriga Verde?
    Será que a justiça e a democracia verdadeira sucumbiram em meio a burocracia que só permite se não alimenta a corrupção.
    Onde nós educadores erramos? Onde nossos ensinamentos se deixaram de fazer presentes? Onde nossas palavras não foram suficientes? São algumas das perguntas que me faço neste momento enquanto leio as notícias tendenciosas e viciadas divulgadas pela mídia, que é manipulada e coagida pelo poder máquina estatal, que é sem dúvida opera sob a orientação de algum interesse no mínimo obscuro.
    A política em Santa Catarina transformou-se em um circo de horrores, um jogo de interesses que estão postos acima da própria lei, da democracia, o ego dos representantes tornou-se maior que a própria essência do cargo que representam, a ética e a verdade são meras lembranças de antigos discursos, tudo subjugado pelo desejo de poder, pela ferrugem da imoralidade e da banalidade que corroem lentamente todos os valores éticos e humanos que são ensinados as novas gerações na escola.
    No fundo sei que estamos pagando por nossa própria omissão, tanto na esfera política quanto no que diz respeito a ética, pois com certeza a maior prova do fracasso da educação está nos representantes sem responsabilidade social que ela produziu, mas, sei que quando voltar para a sala de aula, tenho que se faz necessário por muito tempo dedicar-me a re-ensinar cidadania e responsabilidade social, tenho que necessitamos politizar nossos jovens, mostrar-lhes quem os representa e como agem estes representantes, e como a sociedade se constitui pela política.
    Precisamos trabalhar todo o aparato que envolve a questão política da sociedade com nossos adolescentes, pois penso que está consciência é base fundamental da minha contribuição para o futuro de uma sociedade mais justa e igualitária.

  • Valtecir Marion diz: 4 de julho de 2011

    Parabéns Pedro e muito obrigado pelo apoio.

    Já tive oportunidade de trocar de profissão e ser melhor remunerado. Mas não troquei, pois minha vocação, em qual domino e me satisfaz é ser professor. Por isso luto por uma Escola de qualidade, logo, um salario digno.

  • ZELIA DELLA GIUSTINA GUINZANI diz: 4 de julho de 2011

    Obrigada Pedro Rosso pela contribuição, reportei-me a minha própria carreira, nunca tive coragem de substituí-la, mas tenho muitos ex colegas que o fizeram . Mas como mãe de Professora em formação , muito tenho pedido, orientado e aberto novas possibilidades de novos cursos para minha filha, que escolheu a profissão por pura paixão. Quero que ela seja feliz na carreira também , mas desejo que ela tenha garantia de sustento digno.

  • Pedro Paulo de Miranda diz: 4 de julho de 2011

    Bom dia, Moacir Pereira!

    Há um equívoco, pois com a implantação plena do piso salarial (Lei), acrescidas das gratificações conquistadas legitimamente, os valores ultrapassarão os mencionados em tais editais.

    Portanto, há uma contradição substancial no texto, algo como: magistério público estadual, “ame-o ou deixe-o”.

    Abraço e UNIÃO!

  • Rita Amaro diz: 4 de julho de 2011

    Alguém pode lembrar o Sinte qual foi mesmo o motivo pelo qual entramos em Greve?

  • Roberto diz: 4 de julho de 2011

    O comentário de Fernando Luiz Ramos ao depoimento de “Comparativo Salarial” de Pedro Rosso apresenta uma realidade que está se tornando evidente com a educação à distância. Só que educação à distância é um termo equivocado, pois o que acontece não é educação, mas sim “ensino à distância”, que pode ser útil e válido para cursos técnicos e ou para adultos. Gostaria de acrescentar um dado importante ao depoimento de Pedro Rosso e ainda valorizar o investimento que Rodrigo Kobs, apresenta no seu depoimento “Educação Salvando Vidas”. Enfrentei esta realidade, pois andava 44 KM de bicicleta, estrada de barro, para poder estudar e trabalhar, já que na minha cidade não tinha ensino médio. Foram três anos de muita persistência, só que valeu o investimento, mesmo que, igual ao Pedro Rosso, não pude de imediato seguir o sonho de ser professor, tive que atuar na área bancária durante 30 anos, e então, só então tive coragem de seguir o sonho de ser professor. Durante oito anos testemunhei esta realidade dura e difícil da vida de professor, e novamente, agora em 2009, para cursar o mestrado, tive que interromper e solicitar exoneração pois após fazer um pedido de prorrogação da licença sem vencimentos, fui informado de que não o poderia fazer. Isso na Escola estadual de Santa Catarina. Então percebo que a constatação do Fernando Luiz Ramos faz sentido. São estas pequenas contradições que mostram a verdadeira intenção dos políticos catarinenses quando a questão é educação.
    Abraços aos educadores e mestres catarinenses,
    Roberto Baron – Guabiruba SC

  • Wagner Gonçalves diz: 4 de julho de 2011

    Bom dia!
    O governo federal na intenção de acabar com o déficit de professores em sala de aula, criou nos ultimos anos (IFSC e UFSC) cursos de licenciaturas gratuítas e de excelentes qualidades, física, química, matemática. Porém , o número de candidatos não supera o número de vagas, e o número de formandos é ridículo, bem menor do que o iniciado. Destes uma minoria segue o magistério. Conclusão: Hoje os cursos de licenciatura, gratuítos e de qualidade, não revertem mais do que 10% das vagas oferecidas em profissionais. Eu ainda não tive coragem de desistir, não sei se terei um dia. Porém, já reduzi de 20 h para 10 h e estou fazendo outro curso.Em fim, o que se nota são faltas de professores em vários períodos e disciplinas, durante todo o ano. E, como recuperam o conteúdo sem aulas extras de todo um bimestre? A mágica não sei. Onde iremos descer na qualidade, não sei. Porque o clima é de professores insatisfeitos, desistimulados, desinteressados, doentes na sua maioria. Estou infelizmente nesta maioria.

    Entramos em uma greve para o governo cumprir uma lei, porque se não entrassemos, estariamos esperando atÈ ……… para ele cumprir o mínimo. Aí, ele lança uma, ops. Uma não, duas MPs, inconstitucionais diga-se de passagem,que nem os da tropa quiseram votar. Mas está valendo, é inconstitucional, inclusive já aplicaram para o mês de junho. Tuuuudo de goela abaixo. Ameaçam entrar na justiça pedindo ilegalidade. Devem ter pensade: Ilegal. Pô, o ilegal somos nós, então aborta essa ideia Serpa! Desconta os salários e o juiz manda devolver. Entra na justiça questionando o juiz. Marca reunião, desmarca reunião, ir nem pensar, não tá na hora. Quando então, acha que é o melhor momento, marca uma reunião após quarenta e poucos dias em um domingo frio e com joguinho da globo.AAAAh!!!Como dizia o slogam de um candidato: “esse trabalha”. Quem acompanha, enxerga que cada passo é pensado nos mínimos detalhes.

    INCORPORA, RETIRA, DÁ, dá NÃO. Dá e lá pra frente, quando não saberemos. Provavelmente após outra greve, pois infelizmente, não acredito em grupo de estudo. E assim deve terminar mais uma greve, e com alguns dizendo que tivemos avanço.
    Avanço é: o governo cumprir o piso e respeitar a tabela salarial do magistério.
    marcar eleições para diretores.
    Realizar concurso, para diminuir o número de ACTs.
    dar autonomia de gestão financeira, cobrando resultados.

    Na minha opinião a greve deve continuar até esse governo devolver a regência integralmente.

    Wagner.

  • Maria Zelia Cardoso Conti diz: 4 de julho de 2011

    Sào poucas as palavras a serem tidas neste momento: direitos sim!!!!!!!!!!!!!!!!!!! .

    VAMOS CONTINUAR NA GREVE!!!!

    AS PALAVRAS É GREVE………….. JA ESPERAMOS POR 3 LONGOS ANOS E GOVERNO NÃO FEZ SUA TAREFA DE CASA !!

    ORGANIZAR A VERBA DO FUNDEB DENTRO DA SUA FINALIDADE QUEÉ A EDUCAÇÃO!!!!!!

  • RudineiValerius diz: 4 de julho de 2011

    Avanço é o governo não mexer nos direitos adquiridos,e implantar integralmente o piso na carreira que é lei federal desde 2008 ,que aliás o ex ditador Luiz Henrique já achou que os professores não merecem,e desviou o dinheiro para as famosas regionais verdadeiros cabides de empregos e total inoperância em todos os níveis.E chega de reuniões com tecnocratas ,o dinheiro público é da sociedade catarinense e a constituição federal divide a porcentagem que deve ser aplicada obrigatoriamente em cada setor.

  • Lurdes Farias diz: 4 de julho de 2011

    Querido Pedro… pessoas como você, esclarecida, consciente é que fazem nossa profissão valer a pena.
    Obrigada pelo apoio, pelo carinho e pela coragem de publicamente defender uma classe tão desvalorizada. Depois de tanto tempo na luta, estamos já quase sem palavras, um nó na garganta, mas ler comentários como o seu nos
    dá novas forças… valeu… de coração.
    Prof: Lurdes Farias- Sombrio -SC

  • celia diz: 4 de julho de 2011

    Pedro, obrigada por suas sábias palavras de apoio e estímulo. Realmente, muitas de nós também temos filhos na escola Pública.Eu sou uma delas… Mais uma razão para estamos na luta!!! Abraço.

  • Katia Regina diz: 4 de julho de 2011

    Obrigada por suas declarações, isso estava engasgado …estou na luta e minha filha também estuda na escola pública.

  • Lia diz: 4 de julho de 2011

    Pedro, triênio não é só para professores, todo funcionário público estadual tem. Na Prefeitura de Fpolis são anuênios.

    Algumas categorias recebem quinquênios.