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Posts do dia 21 agosto 2011

Duas chapas disputarão Reitoria da Udesc

21 de agosto de 2011 4

Duas chapas vão concorrer às eleições para a Reitoria da Universidade do Estado de Santa Catarina: uma de situação, liderada pelo atual vice-reitor Antônio Heronaldo de Souza, de Joinville, tendo como vice Marcus Tomasi, de Florianópolis; e outra de oposição, encabeçada pela professora Sandra Ramalho, de Florianópolis, tendo na vice o professor Júlio Pureza, de Joinville. A Udesc está presente hoje em dez cidades de Santa Catarina.

Pizzolatti divulga nota oficial

21 de agosto de 2011 6

O deputado federal João Pizzolatti, do PP, não atendeu as chamadas telefônicas neste fim de semana para se manifestar sobre as denúncias da revista Veja desta semana sobre proposta de pagamento de mensalinho de 30 mil reais, envolvendo quatro deputados progressistas, inclusiva o catarinense. Neste fim de domingo, sua assessoria distrubuiu uma nota oficial. Veja o conteúdo:
"O deputado federal João Pizzolatti (PP-SC), repudia qualquer ilação envolvendo seu nome em suposta oferta de dinheiro em troca de apoio ao líder do PP;
O deputado João Pizzolatti, assim como todos os deputados que apoiavam o líder Nelson Meurer (PP-PR), foi surpreendido por uma manobra que destituiu o líder do dia para a noite, o que causou reação ao processo antidemocrático utilizado nesse episódio;
O parlamentar repudia boatos irresponsáveis, identificados como tendo origem em adversários políticos, não satisfeitos com sua volta à Câmara dos Deputados, volta essa que provocou um movimento de simpatizantes da bancada no sentido de elegê-lo novamente líder na Câmara.
“Não é de se estranhar que este tipo de acusação seja feita. Há duas semanas o ministro das cidades, Mário Negromonte, foi alvo de uma outra acusação, também sem fundamento na imprensa nacional. O que tem acontecido é que infelizmente o Partido Progressista, em sua esfera nacional, está passando por um processo de transição. Um grupo de pessoas ao invés de contribuir com o fortalecimento da sigla, vem tentando agir contra a base que apóia o governo Dilma Roussef”, comenta.
O deputado diz ainda que a ação está sendo muito bem orquestrada: “Primeiro conseguiram derrubar o líder da bancada Nelson Meurer, agora, a todo custo querem tirar o ministro Mário Negromonte, não duvido que a próxima tentativa seja de derrubar o senador Dornelles da presidência nacional do PP. Temos certeza de que a ministra Ideli Salvatti, bem como a presidenta Dilma já perceberam que se trata de um conflito interno. E, inteligentes como são, saberão aguardar até que o próprio partido consiga resolver seus problemas internos”.
O deputado federal João Pizzolatti lamenta que a imprensa esteja sendo usada como escudo: “Infelizmente criam-se fatos que não existem na tentativa de que alguém acredite. Mas pergunto: qual o real objetivo disso tudo? Quem realmente tem interesse em assumir o ministério das Cidades? As acusações são feitas sem qualquer tipo de fundamentação, até mesmo porque não existem. Não querem atingir a mim ou outros dos deputados citados, o alvo é o ministro”, revela.
O deputado esclarece ainda que retornou ao Congresso Nacional há pouco mais de um mês. Desde então tem buscado atender as demandas trazidas pelas dezenas de prefeitos que comparecem todas as semanas em seu gabinete. “Recebemos só neste primeiro mês mais de 50 representantes de Santa Catarina em nosso gabinete. É claro que converso com o ministro, além de ser o nosso representante no governo, o ministro Mário é deputado federal, foi líder da bancada no Congresso, antecedendo-me, inclusive. Nestes anos de mandato parlamentar é normal compartilharmos com amizades. E hoje posso dizer que o Mário é meu amigo. Como não estão conseguindo derrubá-lo estão usando de todas as formas, usando parlamentares como o Nelson Meurer, o José Otávio Germano, o Luiz Fernando Faria e eu, que o apóiam, na tentativa de atingí-lo. Nas reuniões que tenho participado no Ministério das Cidades, tenho tratado exclusivamente de tentar ajudar e acompanhar as solicitações feitas pelos prefeitos catarinenses. Obviamente que entre uma audiência e outra é normal encontrarmos com outros deputados, senadores, governadores, autoridades públicas e representantes de entidades que vão ao ministério para ter audiências”.
Pizzolatti reitera o seu apoio ao ministro Mário Negromonte. “O Mário tem respondido a esses ataques injustificáveis com trabalho e resultado positivo enquanto ministro. Ele tem sido fiel ao governo Dilma. Peço, sinceramente, que aqueles que o criticam que busquem conversar, dialogar e, principalmente, que não usem a imprensa como tanque para lavar a roupa suja, com boatos maldosos”.
O deputado condena veementemente qualquer tipo de acusação infundada e desconfia saber quem está orquestrando essa situação constrangedora no partido: “Não existe inimigo maior do que aquele que vive dentro da sua própria casa. Na última quarta-feira, vimos o repórter da Revista Veja conversando com alguns parlamentares, inclusive da região Sul. Saíram conversas do tipo: “Fizemos uma maldadedizinha contra o ministro". Este tipo de ação é prejudicial apenas para a sigla. Se existe um descontentamento por parte de alguns deputados e senadores, acredito que a primeira coisa que deveria ser feita é um confronto de ideias, afim de, se verificar como está a atuação do PP dentro do governo federal e então buscar um entendimento. O que estão tentando criar é uma caça às bruxas onde, a todo custo, querem derrubar o ministro Negromonte, o que é lamentável. Quem sairá perdendo será o próprio PP. Fico na torcida para que a razão e bom senso sejam os vitoriosos neste processo”, finalizou.

Diretor do DNIT emite nota

21 de agosto de 2011 2

O engenheiro João José dos Santos, diretor do Denit em Santa Catarina, lançou nota de esclarecimento neste domingo sobre as acusações da revista IstoÉ. A manifestação tem quatro páginas e uma detalhada explicação sobre cada uma das rodovias criticadas na publicação. Confirma a primeira parte:
"Em resposta à matéria da revista Isto É publicada neste sábado, 20 de agosto, referente a administração da Superintendência do DNIT em Santa Catarina esclarecemos que quanto ao aspecto político da reportagem, diretamente envolvendo o nome do superintendente João José dos Santos, cabe ressaltar que as manifestações de apoio, citadas na mesma por parte do PT e do PR, lhe trazem grande satisfação. Em 2003 sua indicação recebeu o apoio unânime do PT de Santa Catarina reconhecendo-o como profissional técnico, engenheiro civil, servidor público federal do Ministério do Planejamento, apto para assumir a função. Sua gestão teve início com total aceitação da equipe técnica do DNIT/SC. Condição que permitiu a total interação entre gestor e equipe e o comprometimento de ambos para a condução transparente, zelosa e técnica dos trabalhos. No segundo mandato do presidente Lula, quando o PR/SC teve representação nacional, também houve a manutenção da sua indicação para o comando do órgão no estado.
Em 2003, ao assumir a superintendência, o DNIT passava por sérias dificuldades de verdadeiro abandono do patrimônio público federal, quando nem contratos de conservação rodoviária existiam por absoluta falta de recursos financeiros.
Após realizar diagnóstico das condições da malha rodoviária, iniciou o resgate dos projetos e obras de conservação, manutenção e restauração. O resultado é visível nas melhorias do pavimento. A realidade atual da malha rodoviária de Santa Catarina é reconhecida como dentro dos padrões de segurança e trafegabilidade, confirmadas pelo Inventário de Condições de Rodovias do DNIT.
Nas realizações do DNIT/SC encontram-se concluídas diversas obras como viadutos, vias laterais, travessias urbanas e inclusive a obra do PAC de conclusão da pavimentação da BR-282, ligação São José do Cerrito – Campos Novos e São Miguel do Oeste – Fronteira com a Argentina, um sonho de mais de 40 anos de Santa Catarina.
Outro exemplo de capacidade de mobilização do DNIT/SC refere-se a agilidade nos casos das catástrofes climáticas que por várias vezes atingiram nosso estado, desde 2008. Nessas ocorrências o DNIT\SC não só atuou imediatamente para a desobstrução das rodovias federais, como executou projetos e obras de caráter emergencial para reconstrução de rodovias e contenção de encostas.
As obras de duplicação da BR-101/SC tem sido alvo de assíduas críticas, mesmo com as dificuldades exaustivamente debatidas com todas as entidades da sociedade catarinense. A obra também é objeto das necessárias e contínuas vistorias dos órgãos de controle. Quanto ao prazo de construção, deve-se reconhecer que as empresas contratadas para a execução das obras sempre se apresentaram com limitada capacidade de produção dos serviços.
Considerando-se que as obras sempre contaram com recursos assegurados para a sua execução e apresentaram-se com liquidez de pagamentos, resta concluir que essa situação de baixa produtividade das empreiteiras foi provocada pelos baixos preços propostos em concorrência.
À época da concorrência, vale lembrar, o mercado de obras públicas encontrava-se em baixa em face dos reduzidos investimentos públicos em infra-estrutura, o que motivou as empresas construtoras a oferecer descontos médios de 32 % sobre os orçamentos das obras.
Esses preços, que se por um lado se apresentaram aparentemente vantajosos para a Administração porque representam consideráveis descontos em relação aos preços orçados para a construção das obras, por outro se mostraram pouco atrativos para financiar a capitalização das mesmas.
Apesar das dificuldades frequentemente divulgadas, o DNIT/SC atuou de maneira a garantir a sua realização. A obra possui aproximadamente 80% de execução contratual que correspondem:
190 quilômetros de pistas duplicadas prontas
79 viadutos concluídos e 16 em andamento
26 pontes concluídas e 2 em andamento
Total de OAEs concluídas – 105
Total de OAEs em andamento – 18

Obras com a dimensão da BR-101 Sul apresentam situações que geram reflexos em prazos e custos que são inerentes a sua magnitude. O importante é que não há determinação de paralisação ou qualquer outra determinação de órgãos de controle que resultassem em irregularidades ou responsabilização de qualquer agente público do DNIT, inclusive do superintendente do DNIT/SC, João José dos Santos. Isso é consequência da transparência e zelo como são tratadas e conduzidas os empreendimentos pela administração do DNIT/SC.

Lamentamos a forma desrespeitosa que a revista Isto É editou a reportagem sem qualquer consulta ou solicitação de esclarecimentos a esta superintendência, demonstrando o direcionamento político do conteúdo ao levantar suspeitas que não encontram nenhum respaldo técnico como continuaremos a mostrar na sequência dessa nota de esclarecimento."

O mensalinho do PP em Brasilia

21 de agosto de 2011 0

Do blog do Josias de Souza sobre "o mensalinho do PP em Brasilia": "Em ritmo de catadupa, surgiu uma novidade na catarata de lodo que jorra da Esplanada dos Ministérios.
Dessa vez, foi às manchetes a pasta das Cidades, chefiada por Mário Negromonte (foto), deputado federal do PP da Bahia.
Em guerra para retomar o controle da bancada de deputados federais do PP, o ministro Negromonte teria convertido o ministério em bunker partidário.
Na última quarta-feira (17), informa a revista Veja, um grupo de deputados levou à ministra Ideli Salvatti uma denúncia cabeluda.
Informou-se à coordenadora política de Dilma Rousseff que Negromonte estaria oferecendo mesada de R$ 30 mil mensais a deputados que o apoiarem.
A central de cooptação monmetária funcionaria numa sala anexa ao gabinete do ministro. Ali foram instalados quatro deputados legais a Negromonte.
São eles: João Pizzolatti, Nelson Meurer, José Otávio Germano e Luiz Fernando Faria. Juntos, operam para persuader colegas a se alinharem ao ministro.
Negromonte mede forças com o antecessor Marcio Fortes, que ocupou a pasta das Cidades na gestão Lula.
Há duas semanas, o grupo ligado ao ex-ministro Fortes logrou destituir da liderança do PP na Câmara o líder Nelson Meurer.
No lugar de Meurer, leal a Negromonte, foi acomodado o deputado Aguinaldo Ribeiro, afinado com Fortes. Daí toda a arenga reação do ministro.
Ouvido sobre a denúncia mensaleira levada à sala de Ideli por colegas de seu partido, Negromonte disse o seguinte:
“Sei que há boatos de que pessoas vieram aqui para fazer isso e aquilo, da mesma forma que o pessoal estava dizendo que o Márcio Fortes foi lá na liderança fazer promessa, comprometer-se na tentativa de arranjar assinatura. Não me cabe ficar comentando boato”.
Procurado Márcio Fortes saiu-se com um comentário lacônico: “No dia 31 de dezembro, deixei o cargo de ministro e me afastei das atividades partidárias”.
O Ministério das Relações Institucionais, a pasta chefiada por Ideli, confirma ter recebido as denúncias de deputados do PP.
Diz-se que a batalha interna da legenda está sob monitoramento do Planalto. O diz-que-diz foi repassado a Dilma Rousseff.
No epicentro do novo quase-escândalo, o PP é o terceiro maior partido do condomínio governista. Soma 41 votos na Câmara e cinco no Senado.
Ideli e, sobretudo, Dilma Rousseff talvez devessem fazer algo mais além de apenas monitorar."

Hospital sem plantão

21 de agosto de 2011 2

Do jornal "A Notícia" deste domingo: "Os pacientes que procuraram o Hospital Regional Hans Dieter Schmidt para atendimento clínico neste sábado voltaram para casa sem conseguir a consulta. Os dois plantonistas deste fim de semana pediram demissão na última semana e não foram trabalhar. Ninguém foi colocado na escala para cobrir as faltas. O jeito encontrado pelos servidores, que ficaram de plantão, foi encaminhar as pessoas para os pronto-atendimentos da cidade.

Quem chegasse na recepção do pronto-socorro via uma cena rara: cadeiras vazias, pouco ou nenhum movimento. Tudo isso pela falta dos clínicos. Somente os atendimentos com ortopedistas e as cirurgias se mantiveram."

Fritisch: "Não há denúncia sobre irregularidades"

21 de agosto de 2011 2

O presidente estadual do PT, José Fritisch, leu toda a reportagem da revista IstoÉ e concluiu que há alguma tentativa politica de atingir o diretor do DNITl, João José dos Santos, e o presidente da Eletrosul, Eurides Mescolotto.
- Não há denúncia de irregularidade, de pagamento de propina, de desvio de dinheiro público ou favorecimentos. As avaliações feitas pelo TCU e CGU são regulamentareds. Alguém está querendo atingir a ministra Ideli - afirmou.
Fritisch informa que o engenheiro João José dos Santos foi indicado para a direção do DNIT pelo PT. Só depois é que sua permanência foi defendida por Ideli Salvati. Já o caso de Eurides Mescolotto é diferente. SEu nome foi patrocinado por Ideli tanto na presidência do Besc, como na presidência da Eletrosul.
Mescolotto é apontado na matéria da IstoÉ como responsável por um prejuízo de 400 milhões de reais à Eletrosul, ao desistir de projetos de construção de hidrelétricas. Fritisch tem informações de que a desistência dos projetos foi orientação federal.

Miriam Leitão em Florianópolis

21 de agosto de 2011 3

A premiada jornalista Miriam Leitão, da Rede Globo, estará segunda-feira no Palco Iguatemi para autografar e lançar seu novo livro "Saga Brasileira". A obra é uma das mais vendidas nas últimas semanas. Será no Shopping Iguatemi.

Escolas e prisões

21 de agosto de 2011 0

Circular pelos três andares da Casa de Victor Hugo, em Guersney, é mergulhar no túnel no tempo para tentar entender os escritos do imortal escritor. Por defender as liberdades e opor-se ao golpe do ditador Napoleão III, a quem chamava de “o pequeno”, e “o imperador”, Victor Hugo permaneceu exilado em Guersney durante quase 18 anos. De seu escritório tinha o cenário artístico do porto e do castelo e, visualizava a costa francesa. O conteúdo de “Os miseráveis”, tem, portanto, uma relação direta com o exílio, a saudade da pátria, as convicções pelos direitos humanos, o pavor pelas ditaduras, a tortura da separação dos seus.
Para os catarinenses que ali estiveram na última escala de recente cruzeiro marítimo pelas Ilhas Britânicas, outra surpresa cultural. A “Hauteville House” preserva a rica biblioteca do romancista, mantém as cores estranhas de seus quartos, sua dedicação ao sinuca, as peças de faiança, as salas e os jardins. E uma câmara chamada “Garibaldi”, homenagem a Giuseppe, pelas lutas pela liberdade e em defesa da unificação italiana. O francês e o italiano trocaram correspondência. Vários foram os convites de Hugo e Garibaldi para visitá-lo à britânica. Visita nunca realizada.
Uma vila sem estresse que recebe todos os dias navios de cruzeiro, vindos da Europa ou do Reino Unido. Nos restaurantes, música ao vivo sempre. Nas ruas, bandas, guitarras e até quartetos femininos tocando música clássica.
E, ali, no monumento a Victor Hugo(1802-1885), na escultura em granito de Jean Boucher, o apelo definitivo a favor da educação: “Aquele que abre uma porta de escola, fecha uma prisão.”

Victor Hugo e a educação

21 de agosto de 2011 2

“Enquanto existir nas leis e nos costumes uma organização social que cria infernos artificiais no seio da civilização, juntando ao destino, divino por natureza, um fatalismo que provém dos homens; enquanto não forem resolvidos os três problemas fundamentais a degradação do homem pela pobreza, o aviltamento da mulher pela fome, a atrofia da criança pelas trevas; enquanto, em certas classes, continuar a asfixia social ou, por outras palavras e sob um ponto de vista mais claro, enquanto houver no mundo ignorância e miséria, não serão de todo inúteis os livros desta natureza.”
Só mesmo a genialidade de um Victor Hugo para imortalizar lições tão verdadeiras, inseridas no prefácio de “Os Miseráveis”, o magistral romance do extraordinário francês, autor também de “Notre Dama de Paris”. Sábias, verdadeiras e atuais para uma obra que vai completar 150 anos de lançamento em 2012.
Uma história simples, mas contundente, em defesa das liberdades e contra a opressão, que se popularizou no mundo inteiro pelo musical do mesmo nome. Mais de 65 milhões de expectadores já assistiram à comovente produção de Cameron Machintoch, estreada em Londres há mais de 25 anos. Foram mais de 50 países, incluindo o Brasil.
Iniciado em Paris, o romance foi integralmente revisto, revisado e concluído por Victor Hugo em Saint Peter Port, a capital de Guersney, uma pequena ilha com 70 mil habitantes, distante apenas 8 milhas da costa francesa, mas pertencente à comunidade britânica.
A Casa de Victor Hugo é uma das visitas obrigatórias no roteiro cultural da acolhedora e simpática cidade. Tudo ali é instigante, a começar pela localização. Fica no alto da Vila, de onde se descortina uma paisagem exuberante. Uma marina antiga ocupando o espaço do porto protegido pelo Castelo Cornet, veleiros, lanchas e variados equipamentos náuticos embelezando a paisagem. Água transparente até nas pilastras do trapiche. Na via principal junto à baia, em toda a extensão, casas com arquitetura normanda, outras lembrando estilo inglês. E uma sucessão de restaurantes, ateliers, bistrôs, lojas de souvenirs e uma belíssima construção de pedra, coberta de flores, abrigando o Centro de Informação Turística.