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PP dividido em SC

31 de agosto de 2011 3

A divisão do Partido Progressista não se restringe à bancada federal ou ao comando nacional em Brasilia, sobre a manutenção do baiano Mário Negromonte no Ministério das Cidades. Não ocorre também só representação do PP na Câmara Federal, rachada ao meio entre os deputados Esperidião Amin e João Pizollatti, sobre métodos de escolha dos líderes, de ação política e de recrutamento de apoios.
Os descompassos chegaram a Santa Catarina. Isto ficou claro na entrevista que o deputado Esperidião Amin concedeu à repórter Karina Mandarim, de Criciúma, enfatizando que o apoio do PP ao governo Colombo foi uma decisão exclusiva da bancada estadual e que há posições contrárias no partido.
O ex-governador manteve a mesma postura crítica em relação ao governo Luiz Henrique da Silveira. Indagado sobre a presença do PP na base do governo, afirmou: “É importante esclarecer que foi uma decisão da bancada, não do partido. Existem prós e contras. Os prós foram apresentados para garantir a viabilidade das administrações municipais. Mas é preciso saber que existem os contras. O governador Raimundo Colombo herdou uma estrutura inviável de governo e agora está arcando com as consequências. Foram oito anos de sacanagem na segurança publica, e desgoverno na educação. Na saúde, houve descentralização dos cargos, não dos serviços. Enfim, houve deterioração em todos os setores. O Estado possui 36 armários para cabides, que são as secretarias regionais. E isso não sou eu quem digo. Foi o próprio Colombo. Mas agora ele não tem como se desfazer. O governo está engessado pela própria estrutura que ensejou sua vitória. Repito, foi uma decisão da bancada, respeito, mas existem prós e contras.”
Na condição de presidente de honra, Esperidião Amin cobra do presidente Joares Ponticelli uma reunião do Diretório Regional para avaliação da conjuntura e planejamento da estratégia para as eleições. Lembra que a última reunião da Executiva foi realizada no dia 23 de maio.

Comentários

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Comentários (3)

  • Braz dos Santos diz: 31 de agosto de 2011

    A situação do PP é realmente calamitosa. A nível nacional as acusações de mesadinha p0ara apoio ao ministro Negromonte, que tem o apoio ostensivo do deputado Pizolatti. E a nível local o apoio ao desgoverno do Raimundo Colombo, que pôs fim ao Plano de Carreira do Magistério. O Ponticelli não deveria olhar para o problema do Tarso Genro. Ele deve se ater aos problemas da Educação, Saúde e Segurança no nosso Estado, que estão caóticos.

  • Rita de Cássia Marcon diz: 31 de agosto de 2011

    É difícil acreditar no que leio.Ponticelli criticando Tarso Genro a respeito do Piso dos
    Professores gaúchos? Sou professora em SC há 26 anos e meu salário foi terrivelmente
    achatado,por conta deste senhor. Eu quero o meu filão também. Ao invés de fi-
    car olhando para a casa do vizinho, conserte as coisas por aqui. Descompressão da tabela JÁ. Tenha um pouco de respeito pelos professores. O senhor me dá asco!

  • lilian cordova diz: 31 de agosto de 2011

    FAÇO MINHAS AS PALAVRAS DA COLEGA RITA MARCON,cuide dos nossos problemas que o senhor mesmo deu conta de arruinar excelentíssimo sr Ponticelli,não votamos no Rio grande do Sul, votamos aqui…lembre-se disso queremos
    DESCOMPRESSÃO DA TABELA JÁ.
    ponticelli#inimigodaeducaçãosc