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Hospitais: um choque de gestão

31 de outubro de 2011 3

Em entrevista ao jornalista Renato Igor, que cobriu a missão na Ásia, e publicada na edição de hoje do DC, o governador renova preocupações com o setor saúde, o mais grave do Estado e o maior desafio de sua gestão. Anuncia ampliação dos hospitais públicos de Lages e Itajaí. E estudos para construção de um novo hospital estadual em Florianópolis.
É fundamental a realização destes estudos. Mas a Secretaria da Saúde precisa, em primeiro lugar, tratar de operar bem os hospitais que já existem, como Celso Ramos, Infantil e Regional de São José.
Estes e outros públicos tem problemas graves, com falta de servidores, leitos desativados, instalações sucateadas, funcionários desmotivados e as emergências super lotadas. Os hospitais públicos e a saúde estão precisando de um choque de gestão em Florianópolis.

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Comentários (3)

  • Walmor diz: 31 de outubro de 2011

    Lamentavelmente Moacir, muita coisa neste país hoje está necessitando de uma choque de gestão. Pelo noticiário que se ve na imprensa diariamente, a educação, saúde, segurança pública, infraestrutura das cidades, justiça, previdência social e sistema carcerário, seriam os setores que necessitariam de um choque de gestão, para eliminar a má gestão dos recursos públicos e os desvios que acontecem de forma recorrente. Só que para isso acontecer tem que haver uma reforma política e a profissionalização do serviço público, para que os cargos públicos prioritariamente sejam preenchidos por servidores do quadro efetivo dos órgãos públicos ou que sejam recrutados profissionais qualificados no mercado para desempenhar a função que lhe for atribuida, eliminando a forma atual de preenchimento de cargos públicos, onde o principal critério de avaliação são as indicações políticas. Assim fica difícil implantar uma gestão eficiente na administração publica e cobrar choque de gestão. O resultado não pode ser outro, senão esse quadro que vemos hoje, onde vários setores da administração pública não funcionam bem, e em consequência não prestam um serviço de qualidade à população que paga os impostos. O grande problema é quebrar esse sistema que vigora hoje na administração pública, seja Federal, Estadual ou Municipal, em que praticamente todos os cargos públicos são loteados entre os vários partidos que participam das bases aliadas de um governo, onde as indicações não observam nenhum critério técnico. Aliás, esse asssunto foi muito bem abordado em editorial no Jornal Diário catarinense no último domingo.

  • Heloiza Helena Magalhães diz: 31 de outubro de 2011

    Moacir, A FEHOESC – Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Saúde de SC realiza anualmente um Encontro de Hospitais, infelizmente os Hospitais públicos são representados somente pelos políticos e alguns administradores políticos. O referido Encontro de Hospitais é um excelente espaço para os administradores e servidores dos hospitais participarem e se engajarem numa rápida mudança.
    A própria adjunta da Saúde, Rosina Moritz, já fez parte da diretoria da FEHOESC e poderia envolver esta entidade com os hospitais públicos.
    Seria um caminho, visto que a FEHOESC tem feito um excelente trabalho junto aos hospitais filantrópicos e particulares do Estado de SC.
    Precisamos unir forças. Agora é o momento.
    Dr Braulio Barbosa, atual Secretário da SRD de Joinville, que é médico, diretor da FEHOESC e profissional com profundo conhecimento de qualidade em hospitais, visto que é diretor técnico do Hospital Dona Helena, é um dos profissionais que poderia estar a frente desse engajamento para a recuperação dos nossos hospitais.
    Um abraço.

  • VALTER diz: 31 de outubro de 2011

    O que precisa a estes “cara de paus” e vengonha na cara e começar realmente a efetivar o Serviço Publico em prol da População, deixar de repassar dinheiro Publico para os “amigos”, “correligionarios”,”financiadores de campanha” e “pseudo empreendedores”…
    e levar o Serviço Publico a serio…alias ta na hora… acorda POVO….