Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts do dia 6 novembro 2011

Questionando a 4a. Ponte da Capital

06 de novembro de 2011 3

De Aloisio Antoni,de Videira, via e-mail:
"Caro Moacir
Ao analisarmos a maquete do que será a quarta ponte ilha-continente vemos uma roupagem interessante, mas pouca eficácia no comprimento de sua finalidade, que é a mobilidade urbana. Até hoje não entendí o motivo de tantas viagens oficiais de nossas autoridades , a esmo, ao Exterior . Esquecem-se de visitar o que realmente poderia ser interessante e útil para o Estado . Se o Governador Colombo tivesse agendado uma visita a Portugal para ver as pontes sobre o Rio Tejo , teria certamente tirado algum proveito. Não precisaria visitar o total das 16 pontes sobre este importante rio de 230 km de extensão. Não precisaria também visitar a maior ponte do mundo no estuário do Tejo , de pouco mais de 17 km de comprimento . Refiro-se sim, a visita à ponte "25 de Abril"ou Ponte Salazar , inaugurada em 1966, que caberia, ibsis litteris ao nosso caso e cumpriria , melhor do que a proposta da quarta ponte, a finalidade de desafogar o trânsito. Esta ponte, por ironia é réplica aperfeiçoada da Hercílio Luz , ponte rodo-ferroviária de altísima qualidade : na parte inferior corre um trem de luxo (para os padrões brasileiros) e na parte superior corre a rodovia, de mão dupla, ligando duas grandes cidades (Lisboa e Almada). O fluxo é intenso, ocorrendo algum engarrafamento em hora de pique.
Ao passar por aquela ponte, nas duas modalidades,fiquei encantado com a qualidade ,tanto da rodovia como da ferrovia . A Hercílio Luz, em vez de ser reformada a custos exorbitantes, permanecendo ad perpetuam rei memoriam como monumento histórico tombado, refornada nos moldes da ponte pertuguesa, cumpriria perfeitamente a dupla função ,no pavimento superior como rodovia e na parte inferior como leito de metrô de superfície, que partindo da praça XV , passando pela ponte percorreria toda a Grande Florianópolis em metrô totalmente de superfície. O entorno desta nova ponte Hercílio Luz também poderia seguir nos moldes da Ponte 25 de Abril portuguesa .Lá observamos um moderno complexo turistico , com belíssima mariana ocupada por centenas de barcos de luxo e de pesca ancorados, uma praça imensa com estacionamento gigantesco, vida noturna agitadíssima com dezenas de restaurantes de qualidade. Isto do lado de Lisboa.O lado de Almada ainda permanece pouco explorado pela situação geográfica que não favorece. Em nosso caso temos os dois lado totalmente aproveitáveis, podendo ser construidas as marinas dos dois lados , feita também a exploração turística dos dois lados.
O Estado do Rio de Janeiro já aproveitou o grande know how portugues no setor de bondes. É com tecnologia portuguesa que as velhas e perigosas carroças serão substituidas por moderno sistema de bondes de turismo.
Santa Catarina teria muito a aprender do setor turístico portugues. A Expo 98(Exposição internacional) foi o grande marco que levou a modernidade turística àquele país. A baixa região do Tejo, região de docas , degradada pela criminalidade e moradias de baixíssima qualidade(favelas) , deu lugar a um dos mais modernos complexos turísticos da Europa, compreendendo dezenas de grandes restaurantes,bondinhos panorâmicos, o maior Oceanário da Europa (aquário num Edifício de tres andares com a vida aquática ao natural dos cinco oceanos),museus etc., tudo contido num bairro com aproximadamente 25.000 habitantes que substituiram os antigos casebres cujos habitantes foram dignamente remanejados e habilitados para uma vida útil, cuja renda per capita cresceu mais de 200%.
Portanto, se nossas autoridades usassem suas viagens para conhecer coisas aproveitáveis, poderíamos ter uma nova visão para fazer Florianópolis viver sua verdadeira vocação para o turismo com qualidade.E, quem sabe, substituir o projeto da quarta ponte pela reforma com útilidade de nossa querida Hercílio Luz...Aloisio Antoni - Videira/SC

Faltam ciclovias

06 de novembro de 2011 3

Do empresário Anselmo Döll, fazendo defesa enfátiva de um sistema de ciclovias na ILha de Santa Catarina:
"Prezado Moacir Pereira,
Florianópolis tem a pior Mobilidade Urbana do Brasil e a segunda pior do mundo.
Uma cidade maravilhosa, porém parada.
Ninguém agüenta mais o trânsito caótico e a falta de capacidade do governo em melhorar a situação.
Não consigo entender, porque o governo é contra a implantação da ciclovia na obra da Rodovia SC 405.
São muitos ciclistas que utilizam de forma homicida os acostamentos daquela rodovia, se dirigindo para escolas das imediações, trabalhos nos bairros e centro, UFSC e UDESC.
No meu caso, tenho deixado o carro em casa, para pedalar junto com minha esposa, mas sempre correndo o risco de ser atropelado por falta de ciclovia na SC 405.
Acredito que o Governador Raimundo Colombo desconhece a necessidade e a magnitude da satisfação que poderia causar em milhares de pessoas que poderiam usar a ciclovia da SC 405, durante o verão, para ir para as praias do sul da ilha ou fazer os trajetos diários, sem usar carros ou ônibus, diminuindo o trânsito e poupando combustível e deixando de poluir o meio ambiente.
É por este motivo que vos escrevo, para que nos ajude sensibilizar o Governador.
Tenho certeza absoluta, que assim como eu e milhares de leitores da sua coluna, o Governador Raimundo Colombo também tomará conhecimento e quem sabe nos ajude, implantando a ciclovia.
Florianópolis poderia ter a maior malha ciclo viária do Brasil, mas tem menos de 40 km e sem capilaridade.
Poderíamos seguir o exemplo do Rio de Janeiro, que tem 240 Km de ciclovias e faz disso, motivo para gerar satisfação nos turistas, que pedalam com segurança, inclusive com as bikes alugadas.
Em nome das associações, dos empresários do ramo, dos ciclistas novos, velhos, casais, crianças que vão para escola, em nome de todos que amam pedalar, é que te peço esta ajuda.
Por favor, Moacir, publique uma nota apelativa, para que todos nós possamos pedalar naquela rodovia, com total segurança.
Muito obrigado e um grande e fraternal abraço.
Anselmo Döll."

A conjuntura e a mídia

06 de novembro de 2011 6

Do administrador Álvaro Bértoli, avaliando o momento politico e fazendo críticas à atuação da imprensa:
"Prezado Jornalista Moacir Pereira,,
Segue para sua crítica abalizada, se me permite.A minha opinião sobre o momento atual na política do país..Tal escrito foi motivado foi pela nostalgia da política que vivenciei como filho e primo de políticos que praticavam política a favor do povo.

Sobre o que tem se passado no atual momento político deste país de gestores sem gestão e projetos, da inércia e quase nula oposição, da corrupção desenfreada que inviabiliza o futuro de nossas crianças e jovens, recursos estes que são desviados para o bolso de poucos e que poderiam estar sendo aplicados na melhoria principalmente de hospitais, escolas, segurança e infraestrutura. Na realidade presente, o que me parece problemático é a polarização que se impõe ao debate político em boa parte da mídia, sobretudo na esfera dita "de opinião", seja ela de apoio ou não ao governo federal. O modo como questões práticas da atuação do governo se deixam reduzir a um abstrato singular entre “direita-esquerda”, em declarações e embates de valores que acabam por distorcer a percepção dos brasileiros da “real importância da esfera pública”, desviando o foco das questões concretamente necessárias.
A corrupção é algo que aflige o Brasil em todos os ditos poderes, sem restringir-se a um partido específico, o que indica não ser uma exclusividade da esfera pública e que muitos na iniciativa privada lucram com a cupidez da classe política como um todo. Percebê-la como uma questão partidária, ou mesmo ideológica, apenas abstrai a sua capacidade de transcender essa barreira botando por terra a já corroída influência dos valores ideológicos no cotidiano prático da dinâmica pública em nosso país. São poucos os momentos onde se vê embates realmente produtivos e de valores ideológicos no Congresso Nacional e legislativos estaduais e municipais que transcendam ao superficial campo das denúncias e declarações vazias, possibilitando o nascimento de verdadeiros programas nele inspirados. Nossa vida pública é regida por interesses primários e diante da pouca participação popular em questões públicas ou ideológicas, sempre acabam favorecendo coligações espúrias que reduzem a coletividade a massa de manobra destes mesmos Partidos.
Assim, cria-se a abstração do debate público e às polarizações ditas“ideológicas” são utilizadas para distrair a população da realidade e desperdiça o potencial construtivo do embate de opiniões interessado à atuação do governo.
É quase uma inversão dos papéis tradicionais, e a mídia, que nas vestes da imprensa deveria ver além do embuste ideológico que recobre os reais interesses dos atores políticos, se limita a debater estes, deixando a classe política livre da necessidade de apresentar ações motivadas em princípios coletivos”servir ao povo”. Há de se incentivar as pessoas de bem a voltarem a ter seu foco para a verdadeira política, tenha ela a ideário que tiver, participando de debates a até se candidatando nas eleições futuras, além de cobrar efetivamente de seus representantes, para assim, altivamente mudarem o atual estado das coisas.Não manter um olhar distante dos políticos e da política é dever de todo cidadão brasileiro, para que sejamos realmente admirados como nação e prevaleçam os interesse coletivos deixando legado as futuras gerações.
Saudações fraternas,
Alvaro Bertoli
Bacharel Administração de Empresas
Ex diretor presidente ex diretor do Badesc
Ex membro do Conselho de Administração do Badesc."

Lupi: a bola da vez?

06 de novembro de 2011 4

De Josias de Souza, da Folha: "Sob Dilma Rousseff, a Esplanada dos Ministérios converteu-se numa espécie de Roma de múltiplos Neros. A dúvida é: Os Neros de Brasília tocam a lira enquanto suas pastas ardem (erro do artista) ou os ministérios ardem enquanto os Neros tocam (pecado de uma Roma incorrigível).

Neste sábado (5), foi à berlinda o Ministério do Trabalho, pasta gerida por Carlos Lupi, o imperador do PDT.

Os repórteres Paulo Celso Pereira, Gustavo Ribeiro e Hugo Marques noticiam: caciques da tribo dos pedetês converteram a pasta em usina de extorsão de ONGs.

Primeiro, o ministério assina convênios com as entidades para ministrar cursos de capacitação profissional.

Depois, as ONGs são submetidas a ficalizações que apontam irregularidades na execução dos convênios.

Num terceiro momento, os mesmos assessores de Lupi que criam dificuldades para as ONGs, se oferecem para resolver as “pendências.”

Mediante pagamento de propinas que variam de 5% a 10% do valor de cada convênio, a entidade é liberada para continuar recebendo verbas públicas.

A notícia cita o caso de uma ONG, o Instituto Êpa, do Rio Grande do Norte. Foi contratada para dar cursos a trabalhadores no Vale do Açu.

Depois de receber a segunda parcela do convênio, em dezembro de 2010, o instituto potiguar caiu na malha do esquema ministerial do PDT.

Alvejada por três fiscalizações, o Êpa teve bloqueados os repasses seguintes do convênio.

Ao tentar resolver as pendências, diretores do instituto foram informados que a regularização seria célere se azeitada por propinas.

Deveriam procurar Weverton Rocha. Era, na época, assessor especial do imperador Lupi. Hoje, dá expediente como deputado federal, na Câmara.

O Êpa foi informado de que, além de Weverton, poderia contactar também Anderson Alexandre dos Santos, coordenador-geral de qualificação do ministério.

De acordo com a notícia, veiculada nas páginas de ‘Veja’, Weverton cuidava da fixação dos valores da propinas. A Anderson cabia dar efetividade aos contatos.

Ambos se reportavam ao chefe de gabinete de Lupi, Marcelo Panella, que também estaria envolvido na engrenagem de extorsão.

A reportage anota que o Planalto não está alheio à fuzarca que se processa sob o som da lira do Trabalho.

Deputados federais do próprio PDT informaram ao chefe de gabinete da presidente, Giles Azevedo, sobre a cobrança de propinas de ONGs.

Em agosto, informa a revista, a Casa Civil da Presidência mandou que fosse demitido Panella (que nome!), o chefe de gabinete de Lupi.

"Saí porque não me adaptei a Brasília", refuta Panella. Weverton, que assumiu a cadeira de deputado em outubro, também nega os malfeitos:

"Quando uma entidade te procura, é porque ela tem problema, mas nossa equipe sempre foi muito profissional", diz ele.

Neste sábado, com a velocidade de um raio, o ministro Lupi afastou o coordenador-geral de qualificação Anderson dos Santos, que continuava na pasta.

Lupi mandou expedir um par de notas oficiais. Numa, informa sobre o afastamento de Anderson e anuncia a abertura de uma “sindicância interna”.

Noutra, Lupi afirma que pediu ao ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) que acione a Polícia Federal “para apurar as supostas denúncias de desvios de recursos”.

O ministro declara: "Eu não posso admitir que meus 30 anos de vida pública sejam jogados na lama por conta de covardes que se escondem atrás do anonimato das páginas de uma revista…”

“…Pedi ao ministro da Justiça que, através da Policia Federal, leve as investigações até o fim, e aponte nomes, registros telefônicos e tudo mais que possa ser identificado como prova."

Lupi é o sexto ministro alvejado por denúncias de cprrupção. Em dez meses de Dilma, já foram ao meio fio:

Antonio Palocci (Casa Civil), Alfredo Nascimento (Transportes), Wagner Rossi (Agricultura), Pedro Novais (Turismo) e Orlando Silva (Esporte).

A plateia, atônita, se pergunta: até quando a lira vai tocar?"

Dilvo Tirloni e a mobilidade

06 de novembro de 2011 4

Do ex-presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis, Dilvo Dirloni, sobre o comentário deste domingo relativo ao projeto da nova ponte Ilha-Continente, via e-mail:
"Prezado Moacir
Desejo cumprimentá-lo pela excelente crônica “A ponte e a Modernidade” posto que além das criticas bem inseridas, você deu também, uma enorme contribuição à solução da mobilidade urbana. Construir “Centros Administrativos” do Estado e da Prefeitura nas áreas a serem comercializadas, (eu acrescentaria uma nova Rodoviária) é muito mais, estou seguro, do que a própria ponte. Em outras palavras há sinergias a serem recepcionadas, temos o encontro de vários vetores que vão contribuir para a mobilidade urbana quer da Ilha como do Continente. Serão milhares de veículos de todos os tamanhos, retidos no Continente, sem a necessidade de transitarem pelo Centro da Cidade.
O projeto do ponto de vista arquitetônico é excelente, creio que o seu exame pelas comunidades deverá melhorá-lo em alguns itens pontuais e a engenharia financeira através de uma PPP(lei federal 11079/2004) é a grande solução para viabilizá-lo. Vale ressaltar a inserção de marinas no seu entorno o que significa milhares de empregos.
Precisamos ficar atentos, entretanto, porque ao contrário da maioria silenciosa, as ONGs ecopatas e alguns funcionários de carreira não dormem, já estão dando os seus palpites. Em vez de ajudar na sua concretização levantam barreiras legais inexistentes. “Se fosse uma obra pública talvez passasse, mas como entra a iniciativa privada há complicadores” informam.
Lembro, por oportuno, das audiências públicas para viabilizar o genial projeto do Sapiens Parque. Sempre aparecia um “gênio” dizendo que a UFSC era contra pela poluição ambiental que iria produzir. Era tudo cascata, a UFSC, oficialmente, através de seus canais institucionais nunca se manifestou. Agora que o projeto esta em implantação a UFSC é parceira do Sapiens com participação em vários projetos.
Recomendo que o modelo de comercialização adotado no Sapiens, aprovado pelo Tribunal de Contas, seja adotado na comercialização das áreas acrescidas. Talvez assim possamos mitigar a resistência dos “contras”.
Forte Abraço,Dilvo Tirloni"

O Governo no Continente

06 de novembro de 2011 5

O edital de licitação para contratação do projeto de engenharia, a ser lançado pelo governador Raimundo Colombo nesta segunda-feira, trará os dados oficiais deste ambicioso empreendimento. Mas pelo que se conhece até agora há pontos a ressaltar.
Sabe-se que o projeto envolve investimentos de 1,1 bilhão de reais e não terá nem recursos públicos e nem cobrança de pedágio. É uma fórmula que ninguém pode criticar. O complexo projeto será custeado, segundo os estudos, pela iniciativa privada. Como? Dizem os governistas que através da comercialização de área do novo aterro na parte continental norte.
A conferir os mecanismos jurídicos de garantia desta venda. É sabido que os empreendedores exigirão segurança total para financiamento da obra. O governo federal terá que emitir documento assegurando que o Estado será o proprietário da área aterrada, o que não acontece hoje com o aterro da Baia Sul, executado no governo Colombo Salles há 40 anos, e até mesmo o aterro da Costeira, implantado no governo Amin.
Há fatores favoráveis à execução do projeto. Não há, por exemplo, qualquer desmatamento, o que já elimina óbices ambientais. As áreas a serem desapropriadas são mínimas. Os pescadores ali instalados só terão benefícios. Suas terra terão super valorização e a pesca deve aumentar com o desassoreamento previsto, com ocorreu, aliás, no aterro da Costeira.
Outra cogitação de impacto na mobilidade: a proposta de construção do Centro Administrativo do governo no novo aterro. Reduziria drasticamente o movimento de veículos na entrada da cidade. E manteria no continente os milhares de visitantes com interesse nos órgãos estaduais.

A nova ponte e a mobilidade

06 de novembro de 2011 1

A capital catarinense está perdendo, gradativamente, a qualidade de vida que a transformou num espaço paradisíaco sonhado por todos. Entre outros motivos, por falta de planejamento urbano, invasões ilegais crescentes, devastação imobiliária, e pela inexistência de uma politica de mobilidade urbana. O sistema viário é o mesmo de 30 anos, a prefeitura não revê nem a direção das estreitas ruas do centro, ninguém tem plano para agilizar o escoamento do trânsito pesado. Para complicar mais, a principal via de acesso à Ilha é do governo federal que, em matéria de agilidade em obras rodoviárias está mais para tartaruga do que para guepardo. A via expressa, que liga a capital à BR-101 está com o mesmo traçado de 30 anos. Nem novas faixas na pista duplicada.
Para complicar a situação vem a ANTT transformar-se em cúmplice da Auto Pista Litoral nesta enganação ostensiva do Contorno Viário da Capital. Prevista em contrato para ser inaugurada em fevereiro de 2012, continua no papel. Enquanto não sair o Anel Viário os engarrafamentos vão infernizar ainda mais a vida de milhares de usuários todos os dias na região metropolitana.
A melhoria da mobilidade torna urgente, assim, algumas medidas do poder público, leia-se, prefeituras e governos estadual e federal. O uso intensivo de transporte de massa, a integração ideal do sistema rodoviário com o marítimo e, sobretudo, a nova ligação.
As matérias especiais que o DC vem publicando trazem informações preciosas sobre a criação deste sistema viário proposto pela quarta ligação. Há, nos estudos preliminares, vários aspectos positivos que merecem detida avaliação. O primeiro e mais importante está em desafogar o centro super conflagrado. A cidade depende hoje de um único corredor. Com a nova ponte criaria um segundo sistema de acesso.