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Maratona Cultural: a melhor ideia de 2011

28 de novembro de 2011 4

A Maratona Cultural já está transformada na melhor ideia do secretário de Turismo, Cultura e Esporte, Cesar Souza Junior, e no evento com mais adesões e impacto artístico-cultural na Capital.
Movimentou 672 artistas e teve mais de 200 apresentações, entre shows musicais, exibições teatrais, espetáculos de circo, filmes e outras atrações.
O mais importante. A empresa que cuidou do operacional teve desempenho surpreendente e positivo. Tudo funcionou.
Maratona Cultural – veio para ficar no calendário da cidade.

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Comentários (4)

  • Marcela diz: 28 de novembro de 2011

    A melhor ideia de 2011 foi a nova ponte, se nao tiver um novo acesso, ninguem vai chegar na maratona cultural ano que vem..Parabéns ao Secretário Cobalchini e ao governador Raimundo Colombo pelo belo site do novo acesso em Floripa. Aos desavisados que acham que é apenas uma ponte, por favor, leiam o Blog, que contém documentos sobre a 4 ponte e seu projeto inovador do aterro em toda area, criando um novo ponto turistico na capital. Veja no http://www.novoacesso.wordpress.com ou curtam no Face http://www.facebook.com/pages/Novo-Acesso-Florian%C3%B3polis/309126762432702
    Eu gostei e apoio!

    Marcela DM – Canasvieiras

  • gualberto cesar santos diz: 28 de novembro de 2011

    Politic-Promotion?

  • Guilherme diz: 28 de novembro de 2011

    Pode até ter sido bom, mas para os moradores da grande florianópolis. Por que você também não divulga o valor gasto no “3″ dias apenas do evento? De onde é essa empresa? Quem é o responsavel? Abraços

  • Pedro diz: 28 de novembro de 2011

    Quando se confunde entretenimento com cultura, caro Colunista, perdeu-se o todo. Cultura é conhecimento, sempre: diga-me em qual das atividades houve isso? O que o evento acrescentou em termos de progresso cultural? Quanto custou aos cofres públicos os “megalômanos” shows? E, mais uma vez, como sempre, a Literatura (assim, em maiúsculas) não constou do “cardápio”. Afinal, literatura exige concentração e trabalho, não? Lastimável dizer ter sido a ideia de 2011, apenas comprova o parco tratamento que a cultura merece dos órgãos oficiais. Menos, muito menos.