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Absurdo: aprovação automática

26 de dezembro de 2011 34

“Prezado Moacir,

Aproveito esta carta para fazer uma denúncia em relação à SED, visto que hoje o Diretor da minha escola, comunicou-nos de que todos os alunos das 7 séries do Ensino Fundamental estariam aprovados. Tal comunicado é decorrente de um e-mail enviado aos diretores de escolas no dia 23/12 (sexta-feira), ao final da tarde, comunicando que as escolas deveriam aprovar automaticamente todos os alunos das referidas séries. Já basta que este ano foram aprovados automaticamente os alunos das 5ª séries, 6ª séries e AGORA os da 7ªs. Eu estou revoltadíssima com toda esta situação, estão perpetrando verdadeiras atrocidades na Educação de Santa Catarina, e ninguém está fazendo nada !!!
Peço ajuda aos meios de comunicação para Denunciarem estas barbaridades em relação ao ensino em Santa Catarina.
Atenciosamente,
Professora Rogeana Seberino- E.E.B.Gov. Celso Ramos – Blumenau.”

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Comentários (34)

  • Leila Bambino diz: 26 de dezembro de 2011

    O dia-a-dia do professor

    Não é fácil ser professor. Eles sempre são os culpados pelo fracasso escolar dos alunos. Os pais culpam a escola, o professor, a turma em que seu filho está inserido, o diretor, os colegas, o governo…
    No início do ano letivo, com alguns poucos meses de aula, já se consegue detectar as dificuldades do aluno, sejam elas cognitivas, emocionais ou comportamentais. A primeira entrega de boletins é feita e as conversas com pais ou responsáveis se iniciam (evidentemente quando estes se disponibilizam a vir até a escola).
    É o momento das desculpas: “Meu filho no ano passado não era assim”. “Esta dificuldade eu também tinha quando pequeno, mas passa quando crescer”. “Será que não está havendo um exagero por parte da escola?”. “Os professores é que não sabem repassar os conteúdos de maneira que meu filho entenda”. E por aí vai…
    Segundo bimestre, nada muda! As tarefas voltam sem serem feitas, bilhetes não são assinados, avaliações com rendimento cada vez mais baixo. Os dias seguem e os conteúdos necessitam serem vencidos. Recuperações paralelas, trabalhos em grupo, atividades extras para que o aluno atinja a média mínima exigida. Neste ínterim, novo contato com os pais, solicitação de avaliação médica para descartar problemas de visão, audição ou de ordem neurológica. Inicia-se neste momento uma longa espera até os pais levarem seu filho ao médico (quando levam).
    Terceiro bimestre. A situação já está insuportável. O professor de mãos atadas à espera dos exames solicitados no bimestre anterior. Notas decaindo, cansaço chegando, todas as formas de auxiliar o aluno foram feitas: recuperação de conteúdos, mudança de lugar mais próximo ao quadro, bilhetes de incentivo, conversas informais para tentar de alguma maneira reverter o que parece inevitável e as infinitas tentativas de falar com os responsáveis, seja por avisos no caderno e ligações para um celular que insiste em dar “FORA DE ÁREA”.
    Enfim o quarto bimestre. O ano acabando é finalmente os pais aparecem para conversar. Na verdade a pergunta quase sempre é a mesma: “Meu filho vai passar de ano professor?”. Bate o desespero: “como recuperar as notas baixas”?
    Não é raro o professor ouvir dos pais: “Mas porque não me chamaram antes? Se eu soubesse que estava tão grave a situação já teria feito alguma coisa”. Começa aí a luta contra o tempo, decorar conteúdos e mais conteúdos e as mais variadas promessas vindas por parte dos pais: “Se você tirar uma boa nota vai ganhar uma bicicleta”. “Vou comprar um celular lindo para você”…
    Final de ano, estresse, correria, desespero… Chega natal!!!!
    Ano novo! Vida nova! Novas metas, esperanças transbordando…
    Vamos torcer para que no próximo ano tudo seja diferente.

  • Rita de Cassia diz: 26 de dezembro de 2011

    Poie eh o governo de SANTA CATARINA pirou de vez. isto chega a ser um insulto ao trabalho dos professores, chega de tantos absurdos!!!

  • Profª Sofia diz: 26 de dezembro de 2011

    A ORDEM AGORA É APROVAR QUEM SABE E QUEM NÃO SABE, QUEM SE ESFORÇOU PARA APRENDER E TAMBÉM O ALUNO QUE NADA PRODUZIU DURANTE O ANO LETIVO. E O GOVERNADOR E O SECRETÁRIO TEBALDI TEM CORAGEM DE FALAR EM QUALIDADE NA EDUCAÇÃO? NÃO ESQUECENDO QUE OS PROFESSORES ESTÃO PRATICAMENTE PASSANDO FOME COM O SALÁRIO QUE RECEBEM.

  • Elizabeth dos Santos diz: 26 de dezembro de 2011

    Eu estou avisando deste descaso desde 2004, e ninguém me levou a sério, e agora que o leite derramou estão gritando por quê? Esse desgoverno catarinense está fazendo uma atrapalhada atrás da outra, e infelizmente meus colegas professores deixaram que isso acontecesse é como aquele poema:
    “Na primeira noite eles se aproximam, roubam uma flor de nosso jardim. E não dizemos nada.

    Na segunda noite, já não se escondem: pisam nas flores, matam nosso cão, e não dizemos nada.

    Até que um dia, o mais frágil, deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz, e conhecendo o nosso medo, arrancam-nos a voz da garganta. E já não dizemos nada“
    (Eduardo Alves da Costa, No caminho com Maiakovski), pois bem foi assim que tudo começou, nós professores permitimos que durante anos os governos que chegavam nos roubassem os nossos direitos e não sei por que razão a maioria não gritava, pois bem eu gritei durante anos sozinha e ninguém me ouviu achavam que eu era uma lunática, e agora eles devem estar dizendo, bem que a professora Elizabeth dizia. Isso é só o começo, afinal por que que um governo que ao ser avaliado, não sei de que forma ou por quem recebe um classificação de 5º melhor governador do País vai se preocupar com a opinião dos professores, que só agora estão começando a ter voz. Agora pergunto? quando que nossos gritos serão ouvidos, se for só em 2014 temo que venha a ser tarde demais, teremos deixado roubar a primeira flor e agora deixamos destruir toda uma geração, mais de dez anos de retrocesso, será um peso muito grande para essa sociedade, que só se darão conta quando mais enfermeiras injetarem glicerina nas veis de nossos filhos, ou juízes dando pareceres descabidos, por não saberem interpretar um textos jurídicos ou médicos cometendo erros primários e assim por diante, pois bem esse é o nosso futuro que logo vai bater em nossas portas cobrando a conta de nos ter calado ao roubarem a primeira flor. Espero que eu esteja enganada desta vez e que não passe realmente por um delírio o que estou dizendo, um exagero, que eu venha ser realmente uma lunática como diziam os meus colegas professores. Eu gritei, e gritei muito a mais de sete anos atrás e ninguém me ouviu e espero cara colega professora Rogeana, que desta vez eles escutem os gritos de vocês, por que agora quem não tem mais voz sou eu.

    Elizabeth dos Santos

  • LUZIA BIANCATO ALBERTON diz: 26 de dezembro de 2011

    Boa Tarde Caro Moacir e professora Rogeana

    Estamos realizando as provas finais e ainda nem sabemos de mais esse absurdo.
    Como o aluno vai entender e acreditar numa escola, no profesor e nele mesmo que durante o ano inteiro recebeu as avaliaçoes que indicavam um baixo rendimento e agora, num golpe … estão todos aprovados. Então porque atribuimos uma nota indicando aprovação ou reprovação. Penso que esse sistema de avaliação merece ser mudado. Agora o que estão fazendo é pra desmerecer, desvalorizar a escola pública estadual e depois dizem que perdemos alunos por causa da greve. Qual é o pai/mãe que não se preocupado(a) com a aprendizagem do filho quando ve ele ser promovido ser a menor condição de acompanhar a série seguinte?

  • Terezinha Otto diz: 26 de dezembro de 2011

    Concordo com a colega. Estamos sendo tratados sem qualquer consideração. Obrigam-nos
    a aceitar a aprovação de um aluno que não tem condições de avançar, pois seu desempenho foi insuficiente. Como comemorar índices positivos na educação de Santa Catarina? O discurso de educar pessoas capazes de exercerem a cidadania é hipócrita. Que cidadania é essa que após onze, doze anos na escola e o “cidadão” não é capaz de emitir juízo de valor? O QUE QUEREM PARA A EDUCAÇÃO DE SANTA CATARINA?

  • ElieteMMartins diz: 26 de dezembro de 2011

    Não são somente os alunos de 6ª e 7ª série, também foram passados por decreto os alunos do 1º ao 5º ano. O Conselho de Classe virou uma piada! A coisa tá feia!!!!

  • Analu Burigo Haushahn diz: 26 de dezembro de 2011

    Lembram quando trabalhadores lutaram para não ter a catraca eletrônica? Muitos cobradores ficariam sem emprego, né?? É igualzinho. Vai funcionar assim: Os pais depositam os filhos na escola, estes ficam lá por 4 horas sem estudar e, não tendo recebido educação em casa e sendo indisciplinados, farão arroaça e quebrarão tudo. No final do ano, como num passe de mágica: “Abracadabra!” Passam de ano, sem o mínimo de esforço. O sistema simplesmente não aceita reprovar alunos. A gente ainda não entendeu nada: Destruição do Plano de carreira, retirada de mestrado e doutorado da tabela salarial, redução de regência e hora-atividade etc. Isso tudo é para retirar os professores do caminho e instaurar a “Escola eletrônica”!!! Sem professores, sem custos, sem aulas, sem cidadãos críticos e pensantes: formação de massa de manobra… E mais, em período integral! E viva os futuros eleitores!!!

  • Margarete Siqueira Drey diz: 26 de dezembro de 2011

    Olá.
    Além da aprovação automática, o novo Programa Série exige a alteração das médias na digitação, de outra forma não aceita as notas, ou seja a Assistente da escola que trabalho foi obrigada a cometer falsidade ideológica para obedecer as ordens “superiores”, pois nos recusamos a alterar as médias. Em nossas chamadas os alunos que não obtiveram o mínimo de aproveitamento estão reprovados, no Programa Série aprovados via decreto. É a hipocrisia sacramentada por toda Santa Catarina, que gestão de sucesso! As pessoas em primeiro lugar?

  • Alexandre diz: 26 de dezembro de 2011

    Por isso eu não perdi meu tempo com aquelas avaliações descritivas.

    Utilizei apenas o bom, regular e ótimo.

    Sei que não fiz o correto, mas, passar horas mergulhado nessas avaliações sabendo que no fim não serviriam para nada..me poupem!

  • karini diz: 26 de dezembro de 2011

    Isso é vergonhoso!! Aprovar alunos que não obtiveram o mínimo rendimento??!! Cadê o tal reforço que o governo (safado!!!) disse que ofereceria aos alunos que estão sendo empurrados sem a menor condição???!!! As ordens chegam e são impostas a ferro e a fogo. Não se discute mais nada. O que está acontecendo? O caos está instalado!!!

  • Braz dos Santos diz: 26 de dezembro de 2011

    Esse é o compromisso com a qualidade do emsino dos nossos gestores públicos, liderados pelo desgoernador Raimundo Colombo e seguido à risca pelos apadrinhados políticos dos políticos que integram a aliança espúria que nos governa. Causa-se revolta e tristeza ver a situação em que chegamos.

  • Márcio Lucas da Cruz diz: 26 de dezembro de 2011

    É revoltante um aluno sequer frequentou o ultimo bimestre, ao digitar seu nome no sistema já aparece como aprovado.
    absurdo total.

  • Ricardo diz: 27 de dezembro de 2011

    Olá Moacir, esta é a situação que se encontra a DESeducação em Santa Catarina! Alunos sendo promovidos a série seguinte sem ao menos saber o quanto é 2 + 2, e muito menos escrever o próprio nome, fruto de um sistema educacional que visa o lucro, pois quanto maior o grau de aprovação maior será o repasse de verbas. Esta é mais uma amostra da realidade da educação catarinense e para o governo é sinônimo de sucesso! Ajude-nos a desmascarar esta atrocidade que vem acontecendo e no ano que vem teremos mais uma inovação nessa grande qualidade de ensino que são as turmas de correção de fluxo. Alunos de 6 série com idade superior a 13 anos formarão uma turma de aceleração e farão em um ano o que deveriam fazer em três olha que avanço formaremos mais rápido semi-analfabetos para o mercado de trabalho, é uma piada! “As pessoas em primeiro lugar” imagine o nosso futuro nas mãos destes governantes que querem repassar a todo custo a educação fundamental para as prefeituras sem condições de manter as unidades escolares que fazem parte da rede municipal, repassar para entidades como foi o caso da EEB. Lúcia do Livramento Mayvorne, Ajude-nos a combater estes inimigos da educação em Santa Catarina.

  • político de blumenau diz: 27 de dezembro de 2011

    ainda bem que meus filhos nao estudam em colegio publico… vergonheira, hoje em dia é suicídio colocar os filhos em colegio publico… brigas frequentes entre alunos, uso de drogas, professores mal preparados, estrutura dos colegios caindo nos alunos, ensino de péssima qualidade onde os professores nao conseguem dar um acompanhamento decente no aprendizado do aluno, didática péssima… infelizmente, a educacao publica está sucateada… e vai piorar ainda mais porque o Sr. Colombo odeia os professores… feliz ano aos professores… ass: político.

  • Elizabeth dos Santos diz: 27 de dezembro de 2011

    Eu sou professora aposentada, e fui aposentada por assédio moral por ter denunciado a merenda escolar em 2004, e está lá no documentação da minha aposentadoria ASSÉDIO MORAL, não falo da boca para fora não está assinado e é um documento oficial. pois bem sofrendo sete anos de assédio moral e sabendo muito bem o que é e quais as consequências eu dico o que o governo catarinense está fazendo é um ASSÉDIO MORAL COLETIVO. Abram processos, essa é a única forma desses magistrados catarinenses fazerem alguma coisa. O Desembargador que julgou o meu caso aos dois anos atrás disse a seguinte frase: “Que não poderia abrir precedentes no caso de assédio moral, pois estariam com isso abarrotando no futuro a justiça catarinense com milhares de processos com o processo com o mesmo assunto”, resumindo eles sabem que há o assédio moral no governo catarinense, mas não querem trabalhar. Meu caso agora está em Brasília, vamos ver se o resultado vai ser o mesmo que aqui em Santa Catarina.

  • IVO diz: 27 de dezembro de 2011

    PREZADO MOACIR E PREZADO(A)S COLEGAS DE PROFISSÃO,
    Diante destas aprovações automáticas, sem mais sem menos,pergunta-se onde fica o grande mote do COLOMBO sobre a tal MERITOCRACIA ??? Prezado Moacir, é muito importante o senhor questionar as lideranças educacionais catarinenses como fica isto em relação a este cenário. Ficariamos muito gratos caso conseguisse realizar essa proeza.
    Um abraço!
    IVO

  • leda diz: 27 de dezembro de 2011

    O Ricardo tem razão. Agora a novidade é a “Correção de fluxo”. Imagino quanto tempo pensaram para escolher esta denominação, que na verdade significa: “Vamos formar analfabetos funcionais”. Sem as mínimas condições e num passe de mágica, aquele aluno que está em defasagem série idade, certamente com dificuldade de aprendizagem, no prazo de um ano estará no Ensino Médio. Ao lado de cada aluno aprovado por “decreto” eu coloquei a observação: “aprovado por determinação da gerência de educação”.
    Parabéns e muito obrigada grupo gestor pelo que estão fazendo pela educação em nosso Estado. Aguardem as próximas eleições!!! Vocês serão varridos da face da terra. Não vai sobrar nem poeira.

  • Fátima diz: 27 de dezembro de 2011

    Quem gosta muito deste tipo de “empurrômetro” são alguns pais e os próprios alunos. Dá para se imaginar o tipo de profissionais que teremos futuramente?
    Mas, enfim, as eleições chegarão…

  • jean diz: 27 de dezembro de 2011

    Que encaminhem denúncia por meio de sua associação ao Ministério da Educação. Já disse que não adianta ficar esperneando no sol. Tem que buscar os órgãos competentes com provas.

  • Elizabeth dos Santos diz: 27 de dezembro de 2011

    O que mais me imprecisona é que esses candidatos a vereadores, prefeitos, deputados federais e estaduais, senadores e governadores não estão entendendo que as coisas estão mudando, será que eles são analfabetos funcionais, teremos que desenhar para eles entenderem que estão cometendo suicídio politico, que o povo agora tem informações instantâneas a respeito de todos os seus atos impensados, que mesmo que venham a acreditar que o povo tem memória curta, nós faremos questão de nos engajar em uma campanha não por beltrano ou ciclano, o que nós faremos é lembrar cada sacanagem que cada candidato futuro fez, portanto não vamos pedir para votar em alguém e sim pediremos para não votar em determinados políticos que nos traíram. E viva as redes sociais que serão as melhores armas para as próximas eleições.

    Elizabeth dos Santos

  • aderbal diz: 27 de dezembro de 2011

    DENUNCIEM AO MINISTERIO PUBLICO

  • Leila Bambino diz: 27 de dezembro de 2011

    Para que serve um professor em sala? Para quê perder tempo preparando aulas, fazendo e corrigindo provas. Estamos sendo feito de palhaços pelo governo do estado. Estamos formando alunos despreparados e sem o minimo necessário para enfrentar de igual para igual o mercado de trabalho. Os pais pouco se importam, pois para eles se o filho está sendo “cuidado” na escola é o que basta. Os alunos já não nos respeitam, riem da nossa cara quando pedimos que estudem. Todos já sabem que não existe reprovação, então, para quê estudar? No final do ano tudo é festa mesmo e os professores que se danem. Esta é a educação que estamos construindo, uma educação sem condições de tocar um estado e um país. Uma vergonha!!!!

  • Elizabeth dos Santos diz: 27 de dezembro de 2011

    Aderbal, não perca tempo com o Ministérios Público de Santa Catarina, eu mesmo vou responder o que eles já me deram: PROCURE SEU SINDICATO. Não acredita eu posso lhe enviar o E_mail que eles me enviaram com essa resposta.

  • aderbal diz: 27 de dezembro de 2011

    ENTAO O JEITO É: QUEBRAR O PAU DE VEZ OU FICAR COMO ESTÁ E, A GENTE VAI SO CUMPRIR HORARIOS E FINGIR QUE DA AULA, JA QUE VAO PASSAR MESMO SEM TER NOTAS.

  • nair diz: 27 de dezembro de 2011

    Pior que está assim mesmo, na nossa escola tmbém todos aprovados sob pressão.

  • waldemar diz: 27 de dezembro de 2011

    O governo está preparando seus eleitores. Se os alunos ficarem somente nas mãos desses professores grevistas, sindicalistas, marxistas, esquerdistas ele não se elege mais. Alguém terá que assumir o lugar do Tebaldi um dia! kkkkk
    E que venha 2012, por que 2011 não foi fácil!

  • Indignação diz: 27 de dezembro de 2011

    É isso mesmo Elizabeth, não adianta ir para o MP de Santa Catarina, eles mandam resolver com o sindicato, comigo foi igual! Porém, de acordo com a lei, SEMPRE que o MP recebe uma comunicação, ele deve investigar e não se omitir. Claro que, depende de quem atende esse comunicado. Mas eles tem a obrigação de investigar esses comunicados, independente de o comunicante ter provas ou não e, independente de se identificar ou não. Mas em Santa Catarina, como todos nós sabemos, as Leis não são cumpridas… NUNCA!!

  • Alexandre diz: 27 de dezembro de 2011

    É uma VERGONHA a situação da dita “Educação” em SC… isso reflete o despreparo vergonhoso do governador e sua equipe… A Educação em SC pede SOCORRO!!!!! Nas eleições de 2012 tem que vir uma parte de nossa resposta de indignação dizendo NÃO aos candidatos dos partidecos desse governo sem moral e ética…. quero ouvir o discurso do candidato do governo nas eleições para Blumenau…. vai ser pura demagogia e cara de pau!!!!!!

  • jean diz: 27 de dezembro de 2011

    Prezados,
    Se realmente houve este encaminhamento por parte do Ministério Público de SC, pode ser porque o sindicato deveria (?) representar junto aos órgãos competentes as demandas trazidas pela categoria.
    Havendo negligência, omissão etc por parte do órgão fiscalizador, então deve-se buscar o MP munido de toda a documentação existente em posse do sindicato e que comprove os fatos alegados e o prejuízo à sociedade. Aí então o MP faz o trabalho que lhe cabe.
    O erro é deixar de buscar os meios legais previstos, disponíveis a todos os cidadãos e entidades representativas, para pegar um atalho.
    Então, na minha opinião, busquem (sindicato) o órgão disciplinador/fiscalizador nas esferas estadual e federal e se a solução não for satisfatória com base na legislação vigente, então busquem o MP.
    O que me parece errado (minha opinião) é denunciar este tipo de situação na imprensa e deixar de fazê-lo junto aos órgãos específicos de controle existentes.
    É o que eu acho.

  • cristiane diz: 28 de dezembro de 2011

    Caro Moacir, sou mãe e professora de uma menina com problemas de coordenação motora que estuda na 7ª série na cidade de Imbituba, numa escola estadual. Ela reprovou em Port-Hist-Geo. Está jogada na cama…sentindo-se excluída. Já fui na escola falei com as professoras mas infelizmente não houve entendimento. Rezei tanto a Deus e hoje olhando o seu blog, o que faço sempre, li estes e-mails. Gostaria que o Sr. pudesse confirmar se é verdade mesmo, que não terá reprovação na 7ª série …Obrigado

  • ROSI MORAIS diz: 29 de dezembro de 2011

    O dicionário eletrônico Antônio Houaiss traz quatro acepções para a palavra avaliação, ou seja, para o ato de avaliar. A primeira das acepções define avaliação como: “cálculo de valor de um bem ou de bens”, a segunda como: “valor determinado por quem avalia”, a terceira: “apreciação ou conjectura sobre condição, extensão, intensidade, qualidade . de algo” e a quarta como: “verificação que objetiva determinar a competência, o progresso de profissional, aluno “neste caso”. Esse é outro ponto que deve ser modificado em um novo paradigma da avaliação. Avaliar também é um exercício ético do professor. Toda avaliação tem critérios objetivos e subjetivos. O professor que distribui suas avaliações em instrumentos variados criando oportunidades para o aluno se apropriar das vivencias entre os conhecimentos explorados. É certo que isso exige um planejamento, quando se leva em conta, ainda, problemas como a falta de tempo, melhores condições de trabalho ou remuneração a sua classe profissional. Mesmo assim continuamos como lunáticos pela incansável luta UTOPIA das escolas que sabem O que querem? Pra onde vão caminhar? Como vão chegar?; Ainda tambem com a plena convicção de que não é fomentando a idéia “eu finjo que recebo e por isso eu finjo que ensino”, ou “o aluno que está na escola pública é de classe mais baixa o empenho é menor” ou ainda “vamos aprovar automaticamente os alunos” para o índice de reprovação nao ser alto, estaremos apagando uma das luzes que a humanidade tem de evoluir e se desenvolver humanamente conhecendo cidadania.
    Então, avaliação, mais conhecida como prova, tornou-se tão determinante na educação, que hoje é como se ela traduzisse a sua finalidade última. É como se, em síntese, os alunos fossem à escola para passar de ano e, para isso, é preciso apenas o conceito APROVAR OU APROVAR?/. Logo, estuda-se para tirar notas(números) e, por extensão, serão aprovados sem interferencia de registros, avaliações, planejamentos ou ainda Projeto Politico Pedagogico Escolar.

    Essa é, evidentemente, uma das muitas distorções dos objetivos da avaliação e uma redução drástica das finalidades da educação. Deformação grave que acaba por produzir evasão, fracasso escolar e formação de alfabetos funcionais em massa, além de marcar gerações inteiras de pessoas que ficam apavoradas toda vez que surgem situações, ao longo da vida, em que enfrentarão ~processor seletivos, em tambem avaliadas pelas suas competencias.
    A iniciativa da APROVAÇÃO AUTOMATICA é mais uma amostra dos modismos e improvisações que têm desorganizado o já combalido sistema de ensino básico ESTADUAL. Para os pedagogos contrários à aprovação automática, se é perverso reprovar uma criança, mais perverso ainda é deixá-la frequentar a sala de aula e permitir que ela continue analfabeta funcional.

  • Soraya diz: 30 de dezembro de 2011

    Prezado Moacir Pereira.
    A respeito da aprovação automática dos alunos que se encontram atualmente na sexta série, existe um engano tremendo, que vem sendo propagado para justificar esta situação: o fato de que estas crianças estão cursando grades diferentes e que, portanto, caso reprovadas, iriam perder dois anos, pois seriam matriculadas no sexto ano. Ou é uma ignorância coletiva, ou é proposital. Ora, sabemos que no ensino de nove anos, os alunos não terão um ano a mais no final do ensino fundamental e sim, entram um ano mais cedo nas séries iniciais. Portanto, me corrijam se eu estiver enganada, um aluno que não apresente condições de ser aprovado na sexta série, seria matriculado no sétimo ano, cuja grade e conteúdos, são exatamente os mesmos, tanto que nos livros didáticos, vem especificado: sexta série/sétimo ano, sétima série/oitavo ano e oitava série/nono ano. Mesma grade. Mesmos conteúdos. Só muda o nome. Sob que argumento o “sistema” só aceitaria um aluno reprovado da sexta série no sexto ano (diga-se quinta série)? Quem programa o tal “sistema” não são pessoas? Qual é o interesse destas pessoas? Que haja um mínimo de qualidade na educaçao ou somente índices forjados. Imaginem um adolescente que tenha se comportado pessimamente com relaçao aos estudos e atitudes, como observamos em alguns casos, nem estudou, nem demonstrou minimamente respeito aos colegas, professores e à escola em que estuda. Sendo aprovado automaticamente, como se comportará no ano seguinte?! Que exemplo será para os outros colegas, que se esforçaram minimamente?! Fica aqui uma proposta para reflexão.
    Admirado jornalista, fica aqui nosso agradecimento por tanto empenho em melhorar nossa sociedade. Espero que as sementes plantadas durante este ano nos rendam bons frutos ao longo dos próximos anos. Feliz e próspero Ano Novo!

  • Rogeana Seberino diz: 30 de dezembro de 2011

    Prezado Moacir,

    Escrevo para comunicar que felizmente o bom senso e a legalidade prevaleceram sobre a tentativa por parte das autoridades da SED em querer promover automaticamente todos os alunos das 7ªs séries do E.F. Felizmente em minha escola praticaram o que é legal e legítimo, decorrente de um Conselho de Classe Final dos Professores, e emitiram os boletins conforme os resultados registrados no referido Conselho que é soberano.
    Agradeço pela oportunidade conferida em seu blog em podermos manifestar e expor os fatos reais da Educação em Santa Catarina.
    Viva a Democracia, a Verdade e a Justiça !!
    Muito obrigada,
    Profª. Rogeana Seberino- E.E.B. Gov. Celso Ramos- Blumenau