Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Ponticelli fala com Colombo sobre reforma na quinta

31 de janeiro de 2012 6

O deputado estadual Joares Ponticelli (PP) retornou de viagem particular aos Estados Unidos e hoje participou da instalação dos trablahos da Assembléia do Rio Grande do Sul e prestigou a posse do deputado Alexandre Postal na presidência.. Na quinta-feira deverá ter conversa com o governador Raimundo Colombo. Continua defendendo apoio do PP a atual gestão, mas participação no governo só depois das eleições.
Sua asssessoria distribuiu nota com as seguintes informações: O parlamentar já tem definido o foco para o ano: eleições municipais, participação na União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale), entidade da qual é secretário geral e que pode se tornar o próximo presidente, além da continuidade dos projetos da Escola do Legislativo Licio Mauro da Silveira.” “Unale, Escola do Legislativo e eleições: estas são as prioridades de nosso mandato em 2012. O principal desafio do PP é lançar 140 candidatos a Prefeito e eleger pelo menos a metade, ampliando o número de prefeituras progressistas em Santa Catarina, que hoje somam 53 municípios”, afirmou o presidente estadual do PP. Ponticelli participou nesta terça-feira (31) da primeira reunião do ano da diretoria executiva da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale), realizada, no Everest Porto Alegre Hotel, em Porto Alegre. O quinto encontro de diretores da entidade, apreciou as atividades e as contas da entidade do ano anterior, a programação preliminar para a XVI Conferência Nacional da Unale (CNLE), além de promover nova revisão do estatuto. O encontro foi comandado pelo presidente José Luís Tchê (PDT/AC).”

Comentários

comments

Comentários (6)

  • Giffoni diz: 31 de janeiro de 2012

    Foi por conta à Porto Alegre, ou por conta da “viúva”? Suas prioridades, vê-se, passam longe da população e de Santa Catarina. Apenas “embroglios” pessoais, como sempre. E dizer que ainda acham que ele poderia ser mais um dessecretário raimundiano. Haja paciência.

  • Marcia Carrinho Muniz diz: 1 de fevereiro de 2012

    Se for precisar de voto lá da sua região vai ficar difícil se eleger se não quase impossível ele é INIMIGO DA EDUCAÇÃO, e não votar neles é nossa meta!!!!!

  • gualberto cesar dos santos diz: 1 de fevereiro de 2012

    Sem dúvidas o Ponticelli tem um histórico na carreira política
    política que é dos melhores.
    Bom de tribuna.
    Comunicativo.
    Trabalhador.
    Admiro-o em todos os seus valores.
    Mas, a sua classe “os professores de SS.
    Não tem merece ido dele tamanha aplicação como nos demais discursos e nos enfrentamentos de “bastidores”.
    Infle mente o que é colocado para os telespectadores e sempre o “maldito”do “discurso’.
    Parlatórios que não existem apenas para consumo público dos eleitores nas bases.
    Que ainda acreditam no “vozeamento” prferido da tribuna.
    Nenhum dos quarenta deputados escapa disso.
    Infelizmente.
    Grifando:
    É NECESSARIA QUE PARA O BEM DA COMPREENSÃO DOS TELESPECTADORES DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DA ALESC.
    SEJA RECILADA A GRADE E O DESEMPENHO DA PROGRAMAÇÃO.
    UMA MUDANÇA DO PERFIL.
    A TRIBUNA DA CASA LEGISLATIVA QUE É PAGA COM DINHEIRO PÚBLICO.
    TEM QUE IR AO ENCONTRO EM FAVOR A VERDADEIRA E REAL COMUNICAÇãO, COM AS CATARINENSES E OS CATARINENSES.
    HÁ QUE SER UM PROCESSO DE EDIFICAÇÃO PARA QUE A CASA LEGISLATIVA SEJA UMA INSTITUIÇÃO A ALTURA DA CULTURA CATARINENSE.
    QUE POR SI SÓ FAÇA CRÍTICA E AUTOCRÍTICA DOS AGENTES POLIÍTICOS DAQUELE PARLAMENTO.
    QUE ESTÁ LÁ, PARA SERVIR AO POVO DE SANTA CATARINA, DIREITOS E DEVERES DA ALESC COMO PESSOA JURÍDICA E DIREITOS E DEVERES DOS CIDADÃOS E CIDADÃS, QUE TEM A OUTROGA DO MANDATO POUPLAR CONQUISTADO VIA ELEIÇÒES.
    ORIUNDOS DE DEMENDA DE VOTOS DAS LEGENDAS DOS PARTIDOS POLÍTICOS.

  • Carlos Henrique diz: 1 de fevereiro de 2012

    Dessas “prioridades” do mandato, me parece que nenhuma delas traz qualquer benefício à população catarinense.

    O nobre deputado deveria é estar mais preocupado em cobrar do governo os acordos firmados com o magistério estadual e que estão sendo descumpridos. O reajuste do piso nacional não foi repassado à categoria e não foi aberto concurso (mais da metade dos professores em sala de aula é temporário).
    Ao relatar a proposta do governo que DESTRUIU o plano de carreira dos professores, o deputado falava de boca cheia dos avanços conseguidos. Pois bem, onde estão esses avanços agora?

  • Emir Agostini diz: 1 de fevereiro de 2012

    Como militante do (PP) e Professor (37anos),entendo que o primeiro desafio de 2012,para Ponticelli,após o voto como relator que acabou com o plano de cargos e sálarios do Professor,é cobrar do Colombo,os compromissos assumidos com a classe em 2011.Piso salarial e reajuste como prevê a legislação(MEC).Colombo quando Senador votou a favor.Não consigo entender,o Presidente do meu partido(PP),avalizar ações que prejudiquem a minha categoria.Fico a imaginar o que teria acontecido com você Ponticelli,para mudar seu posicionamento em relação a este governo,que sem dúvida é de continuismo(L.H.S.). só nos prejudicou. L.H.S. e MOREIRA continuam dando as cartas.Colombo esta de mãos atadas,não demonstra personalidade,atitude.deve aos dois politicamente.Até vejo como salutar o apoio da bancada na ASSEMBÉIA ao Governo.Sempre a favor do povo,das categorias.Não somos culpados pela falta de uniformmes as alunos.Uma ofensa a aos meus colegas Professores esta afirmação do Governo.Abraços MOACIR.

  • gualberto cesar dos santos diz: 1 de fevereiro de 2012

    Sem dúvidas o Ponticelli tem um histórico na carreira política
    Política que é dos melhores.
    Bom de tribuna.
    Comunicativo.
    Trabalhador.
    Admiro-o em todos os seus valores.
    Mas, a sua classe “os professores de SC”.
    Não tem merecido dele tamanha aplicação, como nos demais discursos, e nos enfrentamentos de “bastidores”.
    Infelizmente o que é colocado para o público, primeiro e sempre, o “maldito” do “discurso’.
    Parlatórios que não deveriam ser apenas, para consumo do público, dos eleitores nas bases.
    Que ainda acreditam no “vozeamento” proferido da tribuna.