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PT: chapa própria em Florianópolis

31 de janeiro de 2012 1

O PT de Florianópolis conseguiu um feito singular neste final de janeiro. Depois de idas e vindas, marcação e cancelamento de prévias, garantiu a unidade interna. O vereador Márcio de Souza abdicou da candidatura a prefeito durante apresentação de documento na reunião da Executiva Municipal e colocou-se a disposição para ser vice do médico Ricardo Baratieri. O PT começou com a proposta de prévias e chegou a ter quatro nomes inscritos: Miltom Mendes de Oliveira, José Fritsch, Ricardo Baratieri e Márcio de Souza. Com a antecipação da data para efetivação da consulta, Miltom Mendes desistiu. Em seguida, José Fritsch cancelou a inscrição. Permaneceram Baratiéri e Márcio. Com duas posições distintas. O médico defendendo chapa própria até avaliação posterior do cenário. O vereador na perspectiva de uma aliança com o PMDB, para ser vice de Gean Loureiro. Márcio de Souza esteve na semana passada em Brasilia para uma longa conversa com a ministra Ideli Salvati. Eles integram a mesma corrente ideológica dentro do PT.
A ex-senadora cumpriu uma extensa agenda de contatos nesta segunda-feira. Falou com o presidente estadual do PMDB, Eduardo Pinho Moreira, sobre a construção de pontes unindo os dois partidos nas eleições municipais. Colocou oxigênio no projeto de Criciúma. Ali, Moreira trabalhou para a formação de uma coligação entre PMDB e PT, já praticamente oficializada pela reunião do Diretório Municipal, realizada ontem a noite.
O vice-governador acertou a desistência do secretário regional, Luiz Fernando Cardoso, o Vampiro, viabilizando a candidatura da deputada federal Romana Remor, já na perspectiva de ter como vice o ex-deputado e líder dos mineiros, José Paulo Serafim. Foi a fórmula realista encontrada para tentar retirar o absoluto favoritismo do prefeito Clésio Salvaro, do PSDB.

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Comentários (1)

  • Carlos Henrique diz: 31 de janeiro de 2012

    Isso está me cheirando a acordo entre PMDB e (parte do) PT. A candidatura de esquerda com mais viabilidade seria a de Angela Albino, que é daqui e já possui “recall”. O mais natural seria uma aliança entre PT e PCdoB para levar essa candidatura ao segundo turno. Divididos, os dois partidos irão naufragar e deixar os candidados do PSD e PMDB nadando de braçadas.