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Cândido começa a montar equipe

29 de fevereiro de 2012 2

O médico João José Cândido da Silva despediu-se hoje da Secretaria da Saúde de Florianópolis, onde realizou excelente trabalho, reconhecido pela comunidade e pelo ministério da Saúde. Foi substituído pelo adjunto, Clécio Spezim, que trabalhou durante mais de 30 anos na Secretaria Estadual da Saúde.
Cândido assume amanhã a Secretaria de Assistência Social. Terá como Secretária Adjunta a mineira Graça Fontes, amiga pessoal da ministra Tereza Campelo, e atualmente assessora Internacional do Ministério do Turismo.
Edeomar Ferreira Rodrigues será o Secretário Executivo do programa de combate a fome.

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Comentários (2)

  • Aloisio Antoni diz: 29 de fevereiro de 2012

    É mais uma nomeação sem pé nem cabeça.O grande e competente médico Dr.Cândido pelo que me parece estava despertando ciume dos senhores da Secretaria Estadual da Saude à qual simplesmente ofuscava.Aí surge a fórmula mágica do “promoveatur ut removeatur”, já usada há muitos séculos atrás . Promover para remover.Foi uma pena que o médico caiu na armadilha. Assim pretendem ofuscá-lo. Conseguirão?

  • Gualberto Cesar Santos diz: 29 de fevereiro de 2012

    Conhecer da atividade meio da saúde.
    Ter domínio quanto a elementos que não suprem “acolhimento acolhedor”.
    Isso é ser competente…?
    Metodologia de trabalho, sistemas que não suprem as necessidades na ponta dos que deveriam ser bem melhor acolhidos.
    Talvez um dos grandes problemas do SUS: seja os “medalhões” que envergam a túnica de serem os sabedores e propagadores da atividade meio, em detrimento da atividade fim. O SUS necessita urgentemente de ser repensado por tantos que estão nas pontas do Sistema. Falta a “sensibilidade com o humano”. Sem os nivelamentos que ocorrem. “Acolhimento Acolhedor”. Focar quem tem que avaliar o SUS, são os clientes atendidos na, “baixa, média e alta complexidade”. E tem-se que ser deixada de ser usar a palavra “complexidade”.
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    Previdência e Saúde ampliam proteção social no país
    Publicado em 24-Fev-2012
    Duas excelentes medidas despontam no horizonte do governo. Uma, na área da Previdência Social, visa atender 77% dos trabalhadores brasileiros até 2015. Outra, no Ministério da Saúde. A pasta enviará ao Congresso um projeto de lei conferindo à Agência Nacional de Saúde (ANS) poderes para regular o atendimento também em hospitais da rede privada.

    Ao longo dos últimos anos a Previdência mudou e para melhor. Hoje, ela atende 67% dos trabalhadores. Agora, de acordo com as metas do Plano Estratégico da Previdência Social, esse índice aumentará para 70,5% de brasileiros até o fim deste ano; e 77% até o fim de 2015. Ao todo, mais 16 milhões de pessoas contarão com os seus benefícios. Um contigente que, hoje, convive com baixa cobertura, a exemplo dos trabalhadores rurais, dos beneficiários do Bolsa Família, de empreendedores individuais, das donas de casa, das trabalhadoras domésticas, entre outros.

    Situações de emergência

    Já, o projeto de lei que será encaminhado ao Congresso pelo Ministério da Saúde tem como foco garantir, em qualquer caso, que os hospitais privados atendam situações de emergência. Para tal, a proposta transfere à ANS o poder de fiscalizá-los. O projeto de lei, inclusive, reforça penalidades às instituições que exigirem cheque caução.

    Com a nova regulamentação o governo quer acabar com a omissão dos hospitais privados e evitar mortes como a do secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira que perdeu a vida em janeiro por conta da omissão de dois hospitais privados em Brasília, que não aceitaram seu plano de saúde e exigiram um cheque caução para interná-lo.

    Como vocês podem ver, as duas medidas – nas áreas da previdência e saúde privada – provam como nossos governos vêm aumentado a rede de proteção social no país, assegurando uma maior regulação nos serviços públicos concessionados ou prestados por particulares. Os hospitais privados assim como as escolas privadas – cada vez mais fiscalizadas – passam a ser obrigados a seguir parâmetros mínimos na prestação dos serviços de saúde.