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Dário Berger mostra projeto de duplicação

30 de março de 2012 27

O prefeito Dário Berger, o secretario Luiz Américo Medeiros e o engenheiro Robinson Sebastiani, da Prosul(empresa responsável pela elaboração do projeto), apresentaram esta manhã todos os detalhes do plano de duplicação da rua Antônio Edu Vieira, que depende de liberação de área da Ufsc.
O trecho a ser duplicado compreende o trevo da Dona Benta ao trevo da Eletrosul. A duplicação terá passeios largos, ciclovias, canteiros centrais e recuos de parada de ônibus.
Dário Berger disse que o pedido foi feito já em 2003, que o projeto original é da gestão Angela Amin e que a ultima readequação está na Universidade desde o inicio de 2011.
A coletiva teve a presença de secretários municipais, vereadores,lideres comunitários, o vice reitor Carlos Justo da Silva e engnheiros.
A obra está orçada em 6 milhões de reais e prazo de dez meses para execução.

Comentários

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Comentários (27)

  • Jarbas – Estreito diz: 30 de março de 2012

    Estranhamente, a Prefeitura tem que recorrer a empresa de consultoria para a elaboração de projeto de uma via! Por que, então, manter uma estrutura cara de secretários, engenheiros, arquitetos, projetistas, desenhistas etc. E esse projeto quanto custou?

  • Cláudio Roberto Heidemann diz: 30 de março de 2012

    Acho que infelizmente isto não resolve muita coisa enquanto nada for feito no techo do Pantanal.

  • Nardi Furtado diz: 30 de março de 2012

    É fundamental esta obra, pois depois será feita mão única na Edu Vieira e na Capitão Romualdo de Barros, do jeito como está vai cada vez ficar pior com números de carros em Fpolis, de tudo quanto é Estado, que vem para cá passam o ano todo aqui e não pagam ipva e nem taxa licenciamento aqui em Fpolis

  • MAURINO BASTOS diz: 30 de março de 2012

    Querrem e precisa dessa duplicação e a UFSC se nega a conceder 1/10 daquilo que ganhou.Então que se desaproprie a área nessária e construa essa duplicação. A Universidade não precisa de todo esse terreno. A prova disso é que após todo esse tempo que foi doado esse terreno, ainda nada fez encima dele. Ou será o ESPAÇO FUMAÇA?

  • Christopher Tarnovsky diz: 30 de março de 2012

    E a UFSC ainda tem coragem de dizer que esta do lado da comunidade!!
    Lamentável!

  • Cristiano diz: 30 de março de 2012

    é uma pena que se ‘pensa’ pequeno nesta ilha, o que se ‘deveria’ fazer era 6 pistas do trevo da dona benta até a via expressa sul, com clicovias, calçadas e é claro ‘passarelas’ se é para gastar, que gaste com bom gosto no mínimo, o que estão ‘planejando’ para esta ilha é degradante demais, logo a ilha afunda

  • Domingos Wisintainer diz: 30 de março de 2012

    Acho que a UFSC não está do lado da comunidade, considerando que ela é a maior demandante de transito na região toda.
    A propósito, se vão duplicar parte da via e colocar ciclovia, seria interessante que a mesma fosse criada tambem nas ruas que ficarão com mão única, para evitar que nós ciclistas tenhamos que disputar lugar no meio do trânsito caótico de Floripa

  • Floripa 2050 diz: 30 de março de 2012

    Caro Jornalista

    Que solução será dada ao fluxo de veiculos da Capitão Romualdo de Barros para a Via Expressa Sul ?

    Se isso não está contemplado no projeto, serão gastos 6 milhoes para empurrar o problema 1 KM para frente.

  • Carlos Henrique diz: 30 de março de 2012

    Hmmmm…
    E os pedestres, muitos deles estudantes, como irão atravessar as quatro pistas da avenida? Atualmente não existem semáforos no trecho, e todo mundo sabe que faixa de pedestres em avenidas de múltiplas faixas não funcionam e se tornam um perigo tanto para pedestres quanto para motoristas.
    Existem soluções: passarelas, passagens subterrâneas, semáforos e ilhas de segurança. Será que estão no projeto?

  • Nelson Mariano Leite Neto diz: 30 de março de 2012

    Para os que criticam a atitude da UFSC, vale relembrar que a UFSC está a menos de 2 dois meses do início de uma nova gestão, o que dificulta a tomada de decisão da atual gestão que estaria decidindo por algo que não irá mais participar. Além disso, sendo a UFSC um centro de pesquisa e ensino conceituado, o que a Universidade quer é participar ativamente da resolução do problema com seus pesquisadores.
    Afinal todos sabemos que duplicação de ruas e construção de elevados nada mais fazem do que ‘remediar’ o problema. A julgar pelo transito que ainda temos, apenas a prefeitura não tem sido eficaz, a Universidade pode ajudar e muito nisso.

  • Leandro Pires diz: 30 de março de 2012

    Deveríamos nos perguntar do motivo pelo qual não apareceu uma defesa da UFSC com relação a este assunto.

    Será que a UFSC não se pronunciou ou a UFSC não obteve espaço na RBS !?

    Por qual motivo o nosso Prefeito Dário Berger, em 7 anos de governo JAMAIS apresentou uma alternativa quando questionado sobre esse assunto, e agora, ao final do 8 anos de mandato nosso Prefeito quer dizer que a CULPADA é a UFSC pela não duplicação das ruas.

    Quando leio os comentários acima só posso tirar uma conclusão, são todos fantoches deste circo que é o governo Dário Berger. Levou-se 8 anos para se fazer 2 quilômetros da Beira Mar Continental, imaginem a duplicação da Dep. Antônio Edu Vieira!!!

    A UFSC quer que a Prefeitura apresente um Projeto que desafogue o trânsito dos bairros que circundam o campus. A UFSC, não pode e nem deve, doar terreno da UNIÃO para um projeto furado que não desafogará as ruas ao entorno da Federal.

    Me pergunto, porque que as MENTES BRILHANTES da Prefeitura, humildemente não solicitam um grupo de estudos formado por alguns Professores especialistas em MOBILIDADE URBANA para que se faça um projeto DECENTE para a cidade de Florianópolis.

  • Odair diz: 30 de março de 2012

    Nada adianta se também não duplicarmos a Deputado Antônio Edú Vieira até o Armazém Viera, principalmente para quem mora no bairro Pantanal que vai ter que dar uma volta imensa para chegar no seu destino.

  • Camila diz: 30 de março de 2012

    Mas quanta ignorância!
    A UFSC faz muito bem em não ceder seu terreno… A Prefeitura somente planeja liberar até o trevo da Eletrosul… Mas e o resto?
    Enquanto não pensarem e planejarem uma solução até o Armazém Vieira, bem faz a UFSC em não ceder o terreno.

  • Luiz Antonio diz: 30 de março de 2012

    Observem bem: a duplicação do projeto VAI SÓ ATÉ A ELETROSUL ! Então, a quem irá beneficiar? Somente os funcionários da Eletrosul terão algum benefício. O restante ficará do mesmo jeito que está hoje…piada !

  • Evandro LIma diz: 30 de março de 2012

    É incrível como as pessoas são altamente influenciáveis e a imprensa cara de pau está do lado da prefeitura. Quero que a imprensa publique quantos milhões que os estudantes que vem de fora já injetaram e injetam na economia de Floripa, aposto que pagaria 30 terrenos que o estado e o município está tanto reclamando que “deu” para a UFSC.
    Aposta que muitas cidades de SC e outros estados gostariam de ter uma UFSC em seu território.
    Até onde eu sei a UFSC não construiu nada naquele terreno pq há mto tempo ele está para ser doado para a prefeitura. Ela (UFSC) só quer que a prefeitura faça um projeto descente, coisa que não fez ,já que esse projeto não condiz com a realidade já está ultrapassado. A propósito, não é a UFSC que libera licenças para construção de prédios em locais que qlqr pessoa vê que não tem a menor infraestrutura para se construir.

  • cinthia diz: 30 de março de 2012

    christofer, nardi e maurino ( excluo o moacir pereira, por razoes obvias) que bradam em suas palavras contra a ufsc num discurso pro-comunidade. que tal esquecer a duplicaçao e bradar por TRANSPORTE COLETIVO de qualidade e para todos, como é em Londres, munique etc??? duplicar para mais carros??? q modelo BURRO. NAO FUNCIONA NAO PERCEBEM????

  • observador diz: 30 de março de 2012

    Jornalista
    Novamente a PROSUL
    Será que nenhuma empresa tem competência pra ganhar em SC
    Parabéns ao LOBBY desta empresa.
    O Fantástico deveria chamar eles pra uma conversa sobre licitação

  • Antonio P. Jr. diz: 30 de março de 2012

    Já passou muito, mas muito tempo mesmo da hora de se fazer tal obra no Pantanal e arredores da UFSC. E concordo com o comentário do Cristiano: já tinham que pensar para o futuro e projetar uma via com 6 (seis) pistas, passeios, ciclovias, canteiros e árvores, dentro do possível.

  • Antonio P. Jr. diz: 30 de março de 2012

    Querida Cínta: vc. propõe: “esquecer a duplicaçao e bradar por TRANSPORTE COLETIVO de qualidade e para todos, como é em Londres, munique etc???”
    Ora, ilustre Cíntia, não podemos abrir mão da duplicação. Se não tivermos vias largas para o trânsito fluir, de nada adianta apenas transporte coletivo de qualidade. Se aquela via continuar como está hoje, ridícula e acanhada, mono pista, transporte coletivo nenhum resolverá. Tens razão apenas em parte. Mas uma coisa não exclui a outra. Brademos, SIM, por melhor transporte coletivo, mas tb. por vias duplicadas, com passeios, ciclovias (que é um transporte alternativo e limpo), canteiros, árvores etc. Peçamos e lutemos por tudo isso, sem exclusão de uma ou outra. E não sejamos ingênuos, pois as empresas de ônibus hoje estão na mão de empresários safados e inescrupulosos, que só querem cobrar muito $ e oferecem pouco, quase nada em troca (o transporte público hoje é péssimo, na minha opinião). Por isso tb. as pessoas andam mais de carro: acaba sendo até mais barato do que de busão, por incrível que pareça. Eu ando de carro ou a pé, é melhor e mais barato do que de ônibus (lotado e ruim).

  • Antonio P. Jr. diz: 30 de março de 2012

    Não sei pq. aqui em Floripa os projetos de engenharia são limitados, ultrapassados. Se vc. ver em S.Paulo, no RIO ou até em P. Alegre, já existem várias vias aéreas, tipo “minhocão”, linha amarela, linha vermelha, ciclovias elevadas etc., procurando construir para cima, onde há espaço de sobra. Os projetos daqui são sempre acanhados, limitados, só olham pros lados, esquecem de olhar e pensar para cima, literalmente. Vejam, por exemplo, aquela obra no Rio de Janeiro, não lembro o nome, na direção de Jacarepaguá, pro litoral sul, onde há duas pistas num sentido, e outras duas no sentido contrário, mas por cima uma da outra, numa espécie de elevado. Essa solução seria a ideal para um trecho como aquele do Pantanal, até o Armazém Vieira, onde sairia muito mais caro ($$) desapropriar os imóveis nas laterais para ampliar a via pros lados. Melhor seria construir para cima, até mesmo as ciclovias, e ficaria muito mais seguro, até mesmo para os pedestres e ciclistas.

  • Jorge diz: 30 de março de 2012

    Florianópolis não precisa de duplicações hoje e nem triplicações amanhã. Precisa diminuir o número de veículos nas ruas, para isso deve aos cidadãos – com a máxima prioridade – um projeto para o transporte coletivo. Duplicar NÂO RESOLVE! Não precisa ser muito esperto para perceber isso! Culpar a UFSC pela incompetência (e corrupção) histórica de nossos governantes é, no mínimo, idiotice!

  • José Ricardo diz: 30 de março de 2012

    Caro Moacir, como podes ser tão desinformado, e pior, ainda propaga esta desinformação!
    Não apenas a desapropriação está envolvida nisto, mas como também a demolição de 2 prédios, e a construção de um muro de contenção acústica, pois a estrada passará colado aos prédios de aula!!
    Fora isto, como que 900m de duplicação iriam resolver os problemas de transito da região?!!?
    Nenhum caminho irá resolver o transporte urbano, valorizando a locomoção de carros. E construir um posto de saúde, ao lado do HU, enquanto outras regiões precisam muito mais, é puro golpe publicitario!

  • Mirian Ghizoni diz: 31 de março de 2012

    Quando a UFSC foi instalada em seu campus, a região tinha poucas vias, e nada ao seu redor. Com o tempo e a autorização da prefeitura, ao redor da universidade um mundo foi sendo construído, muitas vezes de forma desordenada e sem critérios. A UFSC nao é responsável pelas licenças concedidas pela prefeitura. E mesm assim, a universidade está disposta a doar o terreno, ela em nenhum momento disse que nao doaria. O que ela quer é participar, com seu pessoal altamente qualificado, da confecção deste projeto e avaliação pela comunidade envolvida na edu Vieira. Isso é uma atitude responsável, preocupada com a comunidade, como todas as atitudes desta instituição. Ela é uma referencia nacional e por ela transitam milhares de pessoas todos os dias, beneficiadas pelo trabalho de pessoas altamente comprometidas. Temos um transito caótico no seu entorno. Qual o motivo e resistência da prefeitura em deixar u ufsc participar da elaboração deste projeto? e a participação da comunidade? E o que eles pensam em fazer em relacao ao treho restante da edu Vieira, e em relacao a carvoeira? Onde estão os projetos dessas vias? Esta é a pergunta, moacir, que deverias fazer ao sr prefeito.

  • cinthia diz: 31 de março de 2012

    “Peçamos e lutemos por tudo isso, sem exclusão de uma ou outra. E não sejamos ingênuos, pois as empresas de ônibus hoje estão na mão de empresários safados e inescrupulosos, que só querem cobrar muito $ e oferecem pouco, quase nada em troca (o transporte público hoje é péssimo, na minha opinião). Por isso tb. as pessoas andam mais de carro: acaba sendo até mais barato do que de busão, por incrível que pareça. Eu ando de carro ou a pé, é melhor e mais barato do que de ônibus (lotado e ruim).” Antonio embasada nesta premissa concluo que o que resta pela tua logica é cruzar os braços e aceitar as coisas como estão??? antonio, nao falamos a mesma lingua. att, cinthia. ps: florianopolis é uma ilha lembre se disso!