Descansando à sombra num confortável banco de madeira, enquanto aguardava as netas curtindo as montanhas russas, meus olhos permaneciam fixos no magnífico Castelo de Hogwarts. É o símbolo do “Mundo Mágico de Harry Potter”, hoje a principal atração da “Islands of Adventure” da Universal Studios. Mas o pensamento voava para a distante Edimburgo, capital da Escócia, onde vive e se inspirou a extraordinária escritora inglesa J. H. Kowling.
Ali estava mais uma prova de que turismo e cultura são irmãos siameses e que a literatura avança como valioso espaço de entretenimento.
Kowling jamais imaginaria que seus livros de ficção vendessem tanto. Que seu personagem Harry Potter ganhasse vida própria em filmes que bateram recordes de bilheteria. E, sobretudo, que seus personagens estivessem hoje circulando numa vila real rodeando aquele esplêndido castelo.
Harry Potter, Homem Aranha, Mickey, Pluto, os antigos e os novos personagens estão lá em Orlando, cidade do centro da Flórida, descoberta por Walter Disney, que transformou um banhado no sonho de bilhões de pessoas.
É uma cidade que merece a visita de políticos, governantes, parlamentares. Menos pela mágica dos personagens da Disney e mais pelo profissionalismo de sua atividade turística. São mais de 60 milhões de visitantes por ano. E, apesar disso, tudo funciona. O sistema viário é quase perfeito. Engarrafamentos inexistem e as vias largas, gramadas e ajardinadas. O moderno aeroporto, uma humilhação para os catarinenses. E a limpeza e higiene dos banheiros nos parques, hotéis e restaurantes, nota dez.
Orlando vai muito além da Disney. Além dos parques temáticos e aquáticos, que se multiplicam e criam novidades todos os anos, virou o maior polo de diversão do planeta, com atraentes outlets e um número impressionante de hotéis, restaurantes e centros de compra.
Hotéis de luxo tem preços melhores do que duas estrelas daqui. Aluguel de uma BMW lá sai pela metade do preço de um Celta aqui. Há casas excelentes para seis pessoas com diárias por US$ 100,00. Roupas e eletrônicos, sem comentários. E as lojas oferecem cupons de descontos para outras compras. Finalmente, a folheteria, estonteante.
A acessibilidade é um espanto. São milhares os cadeirantes de todas as idades que se esbarram nos parques. Entram e saem sozinhos, em todos os espaços e em quase todas as diversões, e até em trens e barcos.
Se o visitante chega num restaurante com crianças, a elas é dada a primeira atenção. Os garçons oferecem um kit com talheres, lápis coloridos e cardápio infantil com desenhos e jogos, tudo envolvido em guardanapo.
As mesmas crianças que motivaram Walt Disney dominam a cena em todos os cantos. Foram elas que transformaram Orlando neste mundo fantástico e contagiante. Que promove e fortalece o valor das famílias.

Agora vou jogar água fria no seu relato...Cortar seu 'barato', posso?
Só para fins de matéria jornalística, comparando, vá à Disneilândia dos dinossauros socialistas/comunistas. Não, não falo de Paris não, o lugar preferido pelos amantes do atraso aqui enqto curtem o savoir faire da esquerda fabiana e de luxo lá. Cara, ser comunista com apartamento em Paris até eu queria. Falo de Cuba mesmo. Certo que como turista — e vai ter de ir como turista se quiser saber a verdade porque se for como jornalista vai ter muitas dificuldades —, vai ter do bom e do melhor que o mundo capitalista pode oferecer, pagos em dólares sempre amados e desejados, aquele dinheiro 'duzamericanuz', entende? Os malvados do embargo que dizem haver contra a ilha prisão. Nunca vi embargo que permita tanto envio de dólares [ além de produtos, até Coca-cola, a preferida do Fidel]para Cuba, seja pelos turistas, seja pelos milhares de exilados que vivem na terra dos 'porcos capitalistas' para onde foram fugindo do paraíso socialista/comunista com altos riscos de vida e virar comida de tubarão. Quando me mostrarem gente fugindo em balsas de qualquer lugar para ir viver em Cuba, me mostrem ao vivo e em cores. Paraíso de onde as pessoas não podem sair quando querem é prisão. Nem haitianos [ perguntem aos que estão vindo para o Brasil por que não estão indo para a ilha do tio Fidel que é mais perto?}querem ir para Cuba, ninguém sai dos paises próximos à ilha para tentar a vida no paraíso. Não é curioso isso? A propaganda antiga e que ainda usam para enganar é de que a Saúde lá é prefeita ( sim, para os ricos que podem pagar, ir se tratar na Espanha ou trazer de lá os médicos, remédios e equipamentos...), e a tal Educação que não passa de doutrinação, analfabetismo zero porque só podem ler o que o governo permite, jornal só existe UM!Poucos cubanos saem de lá podendo exercer profissões e atividades de alto nível, nos EEUUU todos começam em subempregos e só então conseguem investir em formação, mas conseguem mudar para melhor se quiserem. Veja a força eleitoral que eles têm nos states, jamais teriam tanto poder na ilha de onde fugiram. Os médicos cubanos, garotos propaganda do 'paraíso', não passam de enfermeiros de quinta categoria e estão loucos para se enfiarem aqui sem passar pelos rigores da formação de um médico brasileiro.
Outra falácia é a de que 'em Cuba, nenhuma criança será vista jogada nas ruas". Claro que não! Ficar nas ruas é coisa controlada pela polícia que recolhe e manda para os cortiços onde moram 98% dos cubanos. Não é qualidade de vida e só repressão: recolhe e pronto. Nem a comunossaura renintente Luciana Genro, a filha do comunossauro que agora passa o trator nos professores do RS, faz mais rasgados elogios ao paraíso prisão de onde veio após passar férias como TURISTA! Não podendo negar a miséria que salta aos olhos, ainda tenta justificar o fracasso dizendo que é porque a 'revolução' não foi levada ao máximo que podia, se 'desvirtuou'. Deve estar falando do sucesso da Coreia do Norte que a mais do que Cuba tem é um poderoso exército e amamentos de meter medo até na parceira China. O maior exército em contigente proporcional à população porque não existe outra coisa para ter onde comer!
A prostituição corre solta em Cuba e se perguntar por que uma universitária cubana precisa de prostituir vão argumentar que não é bem assim é que lá até as prostitutas são universitárias...E que se note: ninguém lá faz o curso que gostaria, faz o que o governo manda fazer. Numa entrevista que vi na TV, uma vez, um cubano dos que apoiam o regime deixou escapar que queria ser médico, mas o governo o forçou a ser engenheiro. O que faz engenheiro lá é mistério, já que tudo está caindo aos pedaços, menos onde as construtoras brasileiras estão aplicando o dinheiro dos brasileiros, dinheiro que falta aqui, mas que vai pra lá sem retorno, a fundo perdido, pois não se trata de empréstimo.
Que mais não seja, às vezes me pergunto, os que ainda usam camiseta do Chê em passeatas e defendem o indenfensável, por que não aceitam lecionar por 20 dólares por mês como salário como seus 'cumpanheiros' cubanos? Quando o governo aqui arrebentou com a plano de carreira do magistério fez exatamente o que o modelo socialista do atraso gosta: tirou de quem ganhava mais por ter estudado mais e trabalhado mais para dar para os que ganhavam menos, só transferência de renda...Deve ser por isso que a greve foi um fiasco, não aderiram porque aprovam o 'metodo' . Com que moral vão pedir mais?
Se eu tivesse 30 anos a menos e a saúde permitesse, com as facilidades de viagem de hoje em dia, não pensaria duas vezes em ser babá ou doméstica lá, ganhando o que nem médico ganha aqui. Até os serviçais da limpeza em Orlando são tratados com mais respeito do que professores nas escolas brasileiras, e não só nas públicas! Lá, se ele chamar a atenção do turista que sujou a rua com papel de bala o visitante pega e vai colocar na lixeira se não quiser multa, ainda diz 'sorry'. Aqui, se fizer isso em escola, chamar atenção por comportamento, corre o risco de apanhar na cara e, repito, em escolas particulares não é diferente( tô pagando...).
Ah!, claro, uma recomendação: quando for para Cuba, se for, não leve as crianças. Uma coisa é Jurassic Park no cinema, nos estúdios da Universal, outra é estar numa ilha jurássica de verdade, com dinos de polícia política por toda a parte...
Depois relate aqui, Moacir, o que viu em Orlando e compare com Havana, a real e a dos turistas cheios de dólares...
Limpeza, eficiência, diversidade de opções de diversão, compras e hospedagem? PÔ, estragou meu domingo...Nem vou passar pelo centro de Floripa hoje para não ver e sentir o oposto de tudo isso, sobretudo tanta sujeira e tanto fedor de urina e cocô! Só a travessia das pontes já demanda muito Plasil contra enjoo.