Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Dilvo aponta as questões politicas da greve dos motoristas

28 de maio de 2012 18

Empresário Dilvo Tirloni retorna a esta blog com análise procedente e oportuna sobre a greve no transporte coletvo. Coloca o dedo na ferida. Confira sua mensagem:
“Segundo um ditado português “Quando o mar briga com o rochedo, quem sofre é o marisco”. No caso do Transporte Coletivo Municipal e sua greve anual é sempre a mesma ladainha, o poder público culpa os empresários (lembram da caixa preta?), os trabalhadores culpam a Prefeitura, os Empresários culpam os dois e os usuários culpam a todos. Nesta seara há responsabilidades bem definidas. É preciso entender os mecanismos de poder para perceber, por paradoxal que pareça, que os mariscos são as empresas de ônibus e os usuários.
De ressaltar que existe um Conselho Municipal de Transportes formado por um conjunto de Entidades que representariam a sociedade. É neste fórum que deveriam ser debatidos os interesses dos segmentos interessados, não no inicio de maio de cada ano, mas durante todo o ano, inclusive com a presença das promotorias pública.
Infelizmente, nossos Conselhos Municipais, mais das vezes são organizados para atender vaidades de Entidades ou interesses políticos. A baixa representatividade parece ser intencional – quanto menos pressão melhor. O Sindicato dos Trabalhadores não participa deste fórum, entretanto, o Sindicato Patronal, sim. Por ai se vê que há algo de errado neste Conselho. Da sociedade civil, propriamente, há a UFECO, com dois representantes um do Continente, outro da Capital. Onde está esta Entidade sempre muito atilada em denunciar os problemas sociais e nestas horas, totalmente, omissa?
Como todos sabem, as empresas são concessionárias, não podem a seu livre arbítrio, aumentar as tarifas, dependem da homologação do Conselho que por sua vez encaminha a decisão ao Prefeito Municipal.
A Prefeitura através da Secretaria dos Transportes anunciou que não vai aumentar as tarifas. Salta aos olhos o oportunismo da decisão. Não depende do Secretario nem do Prefeito, depende das planilhas financeiras.
Para os empresários, desde que os custos da proposta dos trabalhadores sejam repassados à tarifa, não tem do que reclamar. Entretanto, é preciso que isto fique claro. Como até agora a Prefeitura não encontrou uma saída para o caminho inviável que ela própria criou, é ela que tem que buscar a solução. Enquanto isso, trabalhadores, empresários e, sobretudo, a imensa maioria da população que pague o preço.”

Comentários

comments

Comentários (18)

  • Guilherme Roman diz: 28 de maio de 2012

    Caro Prof. Dilvo

    Em momentos de greve como este é inevitável a pergunta: é realmente necessário nos dias de hoje, com a tecnologia disponível atualmente, a arcaica presença do cobrador de ônibus? Em qualquer frota de pais de primeiro mundo a entrada nos ônibus se faz pela porta da frente, bastando ao usuário passar o bilhete eletrônico, apenas aos olhos do motorista. A mesma reflexão se faz no caso dos frentistas de postos de combustíveis, que já não mais existem em qualquer pais civilizado de primeiro mundo que aderiu aos sistemas de self-service. Esta exigência arcaica da legislação brasileira representa um custo absolutamente desnecessário para todas as empresas de ambos os setores, que poderiam estar repassando esta economia nas tarifas. Com a atual escassez de mão de obra que o Brasil vive atualmente, estes trabalhadores seriam facilmente absorvidos em outros setores da economia, gerando ganhos para toda a sociedade.

  • Klayton Robert diz: 28 de maio de 2012

    Boa Noite!
    Engraçado né????
    Sempre é questão política……..
    E os empresários que ganham HORRORES e não estão nem aí para a população, como o que acontece aqui em Governador Celso Ramos, que é uma VERGONHA, a escola funciona até as 22:00, mas o ultimo ônibus é 20:30 para florianópolis ??????e agora ????vai entender?????
    Tem que fechar a escola?????
    É QUESTÃO POLÍTICA????
    NAO.
    É QUESTÃO FINANCEIRA NÃ DA RETORNO.
    E ONDE FICA A RESPONSABILIDADE SOCIAL????????/
    VARIOS OFÍCIOS JÁ ENCAMINHADOS A EMPRESA E N A D A .
    não é político. É financeiro, querem ganhar muuuuito e pagar uma miséria.
    Uma baraço
    Klayton Robert

  • Léo Mauro Xavier Filho diz: 28 de maio de 2012

    Professor Dilvo,

    O que está faltando nesta cidade é “A”utoridade.
    Se fosse eu empresário que tivesse descumprido a Lei de Greve, esta hora alguém ja haveria de ter pedido a minha prisão. Esta greve foi anunciada na última sexta feira, aonde está o MP e a Justiça do Trabalho, tão zelosos quando o transgressor é o empresário…
    Abraços!
    Léo Mauro Xavier Filho

  • Augusto José Mafrad diz: 28 de maio de 2012

    Discordo com o amigo Dilvo, acredito que não é culpa da prefeitura de Florianópolis, ora, você acha que o Prefeito gostaria que houvesse greve perto das eleições municipais? Acha mesmo que ele gostaria de dar corda pra você, que está apoiando o seu amigo Doreni Caramori para candidato a prefeito ou vice-prefeito de algum outro partido politico ?

    Você esta usando este espaço pra gerar tumulto politico, questao que nao tem nada a ver com a situação, a categoria esta errada no seu pleito, deveriam ser multados, onde já se viu reduzir jornada de trabalho sem redução salarial ? Tão achando que são os donos da cidade? São os donos das empresas de transporte, pra escolher seus proprios salarios e horarios ?

    Esculhambação total, ja pensou se os vendedores do comercio resolvem fazer greve, para reduzir sua jornada de trabalho de 8 hrs para 6 hrs, podendo assim arrumar outro emprego em outro periodo ?

    ESTA CLARO QUE É ISSO QUE A CATEGORIA QUER, JA GANHAM MUITO BEM E AINDA QUEREM REDUZIR JORNADA DE TRABALHA PRA ARRUMAR OUTRO EMPREGO, enquanto os usuarios, que tambem sao trabalhadores, trabalham 8hrs ou até 12hrs, por salarios muito menor que o deles.

  • Giffoni diz: 28 de maio de 2012

    Análise procedente, caro Colunista? Desde quando? Desde sempre, sabem as ostras, tais empresários vivem às custas da população. Não seria interessante que abrissem suas contas à apreciação externa? Política, no mau sentido, fazem desde sempre e, como sempre, também, jogam a culpa (com respaldo midiático) aos funcionários e até mesmo aos usuários. Haja paciência.

  • Celso diz: 29 de maio de 2012

    Esses conselhos municipais de transporte é apenas a oportunidade que o prefeito tem de tirar o dele da reta. Isso tira a responsabilidade de quem o povo confiou para representa-lo na Administração pública. Infelizmente o democratismo tem sido usado como subterfúgio para que essa nova geração de politiquinhos não se responsabilize pela cousa pública. Cujo povo elegeu para que vc o verdadeiro gestor.

  • Ricardo diz: 29 de maio de 2012

    Outras reflexões que podemos tirar dessa greve:

    1- As empresas concessionárias levam as pessoas para todos os bairros da cidade e em todos os horários e sempre com o mesmo preço pré-estabelecido. Quando digo todos os horários estou falando que mesmo fora do chamado pico as empresas também rodam, independentemente de ter ou não passageiros para levar (cumprindo o quadro de horários), fazem esse transporte nos sábados e domingos (podem ter horários mais espaçados, mas estão lá cumprindo seus horários).
    2- Essas vans fazendo um “transporte alternativo” estão ai levando as pessoas apenas para os locais de maiores demanda, e que não são muito longe e muitas vezes extorquindo os usuários praticando preços abusivos.
    3- Ouvindo uma entrevista de um usuário hoje no “Bom dia SC” chegamos à outra conclusão, mesmo que a passagem hoje esteja cara o ônibus ainda é o meio mais barato de transporte, pois o usuário reclamou “tenho gastado com combustível, estacionamento, etc”. Isso que ele não contabilizou o risco de acidente, o gasto com óleo, pneu……

    Não estou aqui defendendo empresas e nem criticando os trabalhadores (esse não é o foco do meu comentário), mas apenas mostrando que o sistema de transporte criou uma imagem negativa que não existe. É o ideal? Não! É o “pior do mundo”? Não!

    E quanto à greve……entendo a posição dos trabalhadores: todo mundo quer trabalhar menos e ganhar mais.

  • Décio diz: 29 de maio de 2012

    Prezado Moacir Pereira
    Esta greve dos Transportes Coletivos de Florianópolismais mais uma vez mostra que o descalabro Administrativo instalado na nossa Capital, aliada a questões politicas do Sindicato da categoria de cobradores e motoristas comprometidos com projeto politico tem um unico prejudicado….a população. É repugnante voce acompanhar praticamente a cada seis meses estas paralizações dos serviços de transportes coletivos. Existe um paraquedista que responde praticamente pelo Síndicato RICARDO FREITAS, um verdadeiro xiita, irresponsavel, agitador que se acha o dono da verdade, o dono do mundo. Até quando nós população vamos continuar refens deste bando.

  • Carlos diz: 29 de maio de 2012

    Moacir Pereira,
    Apenas dois reparos no pronunciamento do Dilvo, o primeiro se refere à menção representação da UFECO, “com dois representantes um do Continente, outro da Capital”, lembrando que o Continente foi incorporado à Capital em 1927, com a construção da ponte pênsil Hercílio Luz !
    Em segundo é apenas o registro histórico da fase de fortalecimento das greves no transporte coletivo de Florianópolis, quando tivemos a participação direta da então deputada estadual, hoje ministra, Ideli no comando das paralisações, quando pessoalmente comandava seus “brucutus” a retirarem do interior dos ônibus os motoristas que não desejavam participar da greve…

  • Xand Souza diz: 29 de maio de 2012

    Convido a todos os motoristas a fazerem um curso de medicina ou um mais simples de pedagogia (para ser professor), e faça o concurso do estado. Ai sim vão ganhar bem.

  • Marcos Pinar(Marcão) diz: 29 de maio de 2012

    Participei do Conselho Municipal de Transpoetes sempre alertando e com uma bandeira!a paridade temos hoje 2 representantes da sociedade Civil e7 que são governo e prestadores de serviço.Isso faz Prof Dilvo uma luta desumana e irreal em mudar alguma coisa!Nos da UFECO participamos sim deste debate fizemos no ano de 2009 pelo Forum das Cidades um debate onde se tinha Universidade,Trabalhadores,e a presença do secretario Municipal d de Transportes.Participamos também da Frente de Mobilidade de Transportes na Câmara de Vereadores.O que espero que esse debate reabra a discussão par a um Conselho paritário onde teríamos a presença de Sindicato de Trabalhadores não só do Transporte Associações Empresariais esses também pagam quando ha aumento de tarifa Associações que defendam a Acessibilidade entre outros que segue os moldes do Conselho Municipal de Saúde por exemplo!

  • Liaseal diz: 29 de maio de 2012

    Em Madri, paga-se em torno do R$2,00 reais para usar o TC em todas as modalidades, metrô, ônibus, etc. Compra-se cartão para uma semana ou mês, há algumas cidades europeias que oferecem o cartão dia para turista, ele paga e usa qtas vezes quiser, pode ficar andando o dia todo no Tc pagando uma vez só.
    Em Londres, a menos que tenham mudado o sistema, tb é assim, mas o metrô não tem/tinha preço único, é por zona e elas estão bem claras e definidas por cores nos prospectos de uso e mapinhas de abrangência. Mais longe, mais caro. Só aqui nesse grotão é que tem essa roubalheira de preço único, socialismo com a grana alheia, e justificam que ‘ quem mora mais perto tem de FINANCIAR quem mora mais longe’, como se quem só atravessa as malditas pontes ou usa pequenas distâncias [ Centro-Agronômica, p.e.], fosse rico e responsável por quem mora onde o vento faz a curva…Se quiserem preço único que nivelem pelo menor, não como está agora.
    Não era assim qdo adotaram os patamares identificados por cores aqui en Floripa, podia-se comprar os passes apenas necessários no postinho do terninal, o antigo, não havia essa palhaçada de TICEN e filiais, não havia tanta BALDEAÇÃO, troca-troca e pula-pula entra e sai de latões.
    A sacanagem começou qdo acabaram com os patamares I e II, obrigando quem usava o I a pagar o mesmo que o II, linhas como Canto, Abrão, Circulares Centro e Continente, Saco dos Limões, Agronônica e mais algumas que eram desse Patamar I. os empresários levaram uma bolada nesse ‘nivelamento’.
    Com o advento dos cartões, ainda ficou a diferenciação por distância, pagava-se apenas a diferença e não todo o valor ao novo destino. Depois inventaram o valor único para que pobres financiarem os folgados que vão morar nas praias. Assim, os ‘ricos’ do Monte Cristo, Coloninha, pagam mais para os pobres de Ingleses, Canasvieira, Daniela e até Jurerê. Não demora e vamos pagar ainda mais para ajudar quem mora até me Paulo Lopes, caso de tarifa metropolitana que já está em gestação, e os ‘ricos’ de Floripa vão ter de compensar os ‘de longe’ de novo. O detalhe é que rico nenhum usar latão, então é pobre sendo esfolado por pobres.
    Outra roubalheira que o cartão favorece é para quem fica o valor que sobra nos cartões, mas já pagos pelo cidadão, mas que ele não usou todo e ao mesmo tempo não pode usar porque não cobre uma viagem e não pode completar a diferença na catraca como podia fazer com passes de papel? Alguém já se deu conta da fortuna de sobras em cartões que foram deixados de usar porque o dono ou se mudou, ou morreu, ou comprou carro/bike/moto, etc? Nem falo das tais modalidades ‘subsidiadas’ como vale-transporte ( na verdade só não é paga diretamente pelo usuário, mas por repasses indiretos que qdo não feitos corretamente fazem as pessoas pagarem mico nas catracas pois ainda não liberaram os créditos e são forçadas a pagar em dinheiro). Mas fico no caso do cartão cidadão: pagamos antecipadamente, a empresa lucra antecipadamente, mas as sobras de créditos não podem ser resgatadas. Se tiver 2,60 no cartão não fará uma viagem, terá de pagar 2,90 para ir até onde poderá completar o cartão com os 0,10 centavos que faltam e então usar o cartão na volta e zerar os créditos. Joga de mestre. Só falta o Setuf mandar completar usando a internet, como se todos tivessem isso em casa e sem custos!!, além de ser burocrático, corre-se o risco de não os créditos liberados pois só o são após confirmado pagamento!

    O passe de papel ao menos podia ser passado adiante, já que era comprado em folhas de 50, não vendiam nem picado só o que a gente precisava, tinha de levar o ‘talão’ todo de 50, mas podia-se dividir com várias pessoas em casa, dar a alguém para ir fazer alguum serviço para gente como ir a um banco, pagar/comprar coisa, agora tem de ter cada um um cartão com a burocracia da recarga a mais do que o necessário pois não se vai carregar com apenas uma ida e volta; e qdo havia aumento de passagem sempre havia a chance de aproveitar o preço antigo. Nos cartões as roubalheira dos créditos ficaram mais fáceis pq ninguém tem mais tempo e saco de ficar calculando saldo cada vez que passa no leitor, menos ainda para saber se o valor pago foi antes ou depois do aumentado. Apostando que ninguém nota a coisa toda os empresários vão faturando alto, se não desse lucro teriam mudando de ramo de atividade, mimimi de operando no vermelho é mentira deslavada. Esfolam o povão e financiam candidatos e partidos.
    Nunca é demais lembrar que a primeira grande greve do Tc em Floripa pós ditadura foi armada entre a Prefeitura e os empresários na gestão do Sérgio Grando. Os motoristas mesmo diziam que ninguém faz greve para ser demitido depois, tudo era combinado com os patrões e prefeitura. De lá pra cá só piorou. Com o valor de uma passagem do Estreito ao Centro, ou Estreito outro ponto no Continente, paga-se a gasolina para fazer os mesmos percursos, ida e volta, sem neuras de tempo de espera e integração perdida, ainda mais se tiver de fazer alguma pesquisa de preço, por exemplo: basta comparar quanto se gasta de carro para isso ao longo das duas vias principais do Estreito, Capoeiras ou Coqueiros e quanto de paga no busão várias vezes nos mesmos trajetos em, por exemplo, uma hora.
    Mais de uma pessoa então nem se fala, sai mais em barato dividir um táxi até o Centro, nas curtas distâncias, como ir até um hospital, do que ambos pagarem as passagens de ida e volta no busão. Por que não aplicar aqui o modelo de cobrança de Madri?

    Com relação a jornalda de trabalho de 6h, vai acontecer o que já acontece com quem conseguiu a mesma coisa: vai fazer 12h, sendo 6h em cada lugar diferente, caso do pessoal da Saúde. Ademais, não é tão absurdo assim visto que repartições públicas usam o esquema de 6h mesmo ganhando por 8h, caso da SED, por exemplo.

    Bom mesmo seria se todos pudessem fazer os horários dos polítcos, 3 dias por semana, ganhando o que eles ganham para ferrar todo mundo.

  • Liaseal diz: 29 de maio de 2012

    jogada de mestre*

  • Simone diz: 29 de maio de 2012

    Ao comentarista Guilherme:
    Caro Guilherme,
    Você costuma usar o transporte coletivo? Acredito que não. Pois, se o fizesse com regularidade notaria a função indispensável do cobrador. Ele não apenas cobra, mas também, atende as solicitações dos usuários com relação à rota dos coletivos. Você teria paciência e tempo de esperar que antes de seguir a viagem, o motorista tirasse as dúvidas dos passageiros? Ou você ficaria antenado para avisar o momento certo do passageiro saltar, segundo seus compromissos? Além disso, a presença de alguém em posição estratégica, com certeza, inibe a ação de pessoas mal intencionadas. Seria muito maior o número de assaltos, assédio e vandalismo se o único funcionário fosse o motorista… Na minha opinião, as empresas deveriam ter um percentual máximo nos seus lucros. Porque, certamente, estes não vão para a força braçal que nos atende diariamente.

  • Gualberto Cesar dos Santos – FLN/SC - diz: 29 de maio de 2012

    Gostaria de rogar ao douto Ministério Público.
    De público.
    Pois é notório e visível.
    Está em todos os jornais e nas televisões.
    A falta de respeito com as cidadãs e cidadãos da Grande Florianópolis.
    Os vereadores tem que neste momento serem chamados à responsabilidade.
    Lideres e brancas de todos os Partidos com Assento na CM da Capital.
    Os senhores estão contra a população da Capital.
    Senhor Prefeito Municipal.
    O senhor está contra a população da capital?
    O senhor Procurador Geral do Município.
    Doutor e conhecedor das Lides do Direito.
    Sabe bem que o Prefeito no Uso De Suas Atribuições.
    Poderá por via de Decreto.
    Ou mesmo por via de Projeto de Lei com urgência, urgentíssima.
    Acabar com essa greve estúpida.
    Que os interesses dos florianopolitanos sejam colocados acima de qualquer mesquinhez.
    O Transporte Coletivo de Passageiros é Concessão do Município.
    Essa greve penaliza a sociedade.
    Greve Debochada.
    Crianças, mulheres e homens, submetidos ao \”Arrepio da Lei\”.
    Há constrangimento.
    Vamos focar a Greve pelo que a Lei Prescreve?
    \”Direito de Greve” é de Lei.
    Mas os Direitos dos Cidadãos e Cidadãs.
    Quem pode neste momento fazer esta greve deixar de penalizar as pessoas criando-lhes impasses.
    Uma Ação Pública, Cautelar Inominada, em favor das pessoas.
    Daqueles que estão sendo feitos de “palhaços”.
    O Direito de Greve não está acima das demais Leis.
    Se nãovejamos a Hierarquia das Leis do Brasil.
    Quero repetir.
    Transporte Coletivo é Bem Público.
    Concessão do Poder Público.
    As Empresas e os seus empregados que se resolvam nas questões salários.
    Sem \”Ferir” o Direito do Cidadão.

  • Ricardo diz: 30 de maio de 2012

    Guilherme e Simone

    Os Amarelinhos não tem cobrador e funcionam muito bem.
    Quanto aos cobradoes: Muitos deles passam a viagem toda sem muito trabalho, pois na maioria dos veiculos a gente ja entra pela porta de tras (no terminal) e ao longo do periodo a maioria ja tem o cartao.
    Coibir assaltos? o Cobrador? ele não é segurança não. e Sem cobrador, menos dinheiro, menos assalto.

    É contra o uso da tecnologia? A próxima vez que for ao banco sacar dinheiro ou tirar um talão de cheques, vá pra fila do caixa, pare de utilizar a internet para pagar contas ou fazer compras. Não leia jornal pela internet, compre do jornaleiro para não tirar o emprego dele.

    Em ano de eleição é sindicato fazendo pressão, é prefeito com medo de dizer o que realmente pensa para não se queimar e o povo que se arrombe.

    O palanqueiro do sindicato já foi candidato a vereador e nem a classe dele votou nele.
    Ele nunca dirigiu um onibus ou foi cobrador.
    E mais, eles querem 6h pra com certeza trabalhar 7 e ganhar hora extra !!!!!

  • Jose Henrique diz: 30 de maio de 2012

    Gostaria de saber porque o senhor Moacir Pereira se mostra sempre tão imparcial e se omite a dar opiniões em questões que envolvem certos setores da sociedade, principalmente os mais poderosos e em outras ocasiões como em greve de professores e greve de motoristas ele tem uma posição tão clara e parcial em relação ao problema? Por que será?