A greve dos motoristas e cobradores vai continuar. Decisão tomada na assembleia geral provocou novo protesto do secretário dos Transportes, João Batista Nunes. Ele considerou a decisão “absurda”. Diz que as empresas já garantiram pagamento integral do INPC de 4,88%, mais ganho real de 2,60% e aumento do vale alimentação para R$ 410,00.
Lamentou a ação burocrática do Ministério Público do Trabalho e da própria Justiça do Trabalho. Audiência no TRT será somente nesta terça-feira, quando poderia já ter acontecido.

Na ilha da magia greve pra reduzir carga horária.
Na Grécia e Europa, EUA aumento carga horária com reduçāo de salário pra manter emprego.
Esse país vai QUEBRAR !
Leitura correta do Sr. vice prefeito.
Vamos retaliar cobrando a tal licitação dos transportes coletivos, que já deveria ter sido implementada HÁ DOIS ANOS. Aí a culpa é do prefeito.
Quando se dá este tipo de sinal de frouxidão ética e legal é que a coisa vira bagunça. Como essa que estamos testemunhando.
Boa Noite!
Força! Trabalhadores, oprimidos, dos transportes públicos, força para ver resultados de uma luta digna.
Essa greve deve servir de TAPA NA CARA dos professores PELEGOS que se acovardaram na greve do magistério e deram mais um voto de confiança ao NOlombo, que nunca irá cumprir com sua palavra, pois não tem.
Unidos serão fortes, mesmo que venham ventos contrários, não desanimem motoristas, cobradores e demais servidores deste serviço essencial à cidade. Mostrem que a classe trabalhadora deve ser ouvida e não massacrada como o DESgovernador faz com a SAÚDE, EDUCAÇÃO E SEGURANÇA PÚBLICA EM SC.
CHORA, HOSPITAL INFANTIL
CHORA, CEPON
CHOREM, ESCOLAS
RIA, RAIMUNDO COLOMBO E SEUS ASCECLAS
RIAM, DONOS DE EMPRESAS DE ÔNIBUS.
UNA-SE CLASSE TRABALHADORA, E VAMOS A LUTA "..UM POR TODOS E TODOS POR UM..."
Um abraço
Klayton Robert
Onde estão os habituais críticos dos professores? Não vão malhar a greve desta categoria? Mesmo com o reajuste "generoso" de 100% no ano passado, nosso vale alimentação é a metade do que recebem motoristas e cobradores.
Bom dia Sr. Moacir,
Os empregados do transporte público buscam redução da carga horária em suas jornadas de trabalho, o que também entendo justo pelo estresse sofrido no transito de nossa cidade. Os empresários dizem, também com razão, que este aumento de jornada causaria um custo extra que não pode ser arcado por eles. A Prefeitura, através do Secretário de Transportes diz que as tarifas não serão reajustadas.
Estamos, sem dúvida, em meio a um impasse, onde os maiores prejudicados são os usuários do Transporte Público Municipal, que além de, quando em funcionamento, possui pouca qualidade e custo elevado.
Ressalto aqui uma reivindicação antiga das empresas, que gostaria de se utilizar, em alguns momentos, de catracas eletrônicas, com somente um funcionário por Veículo, sendo que esta alternativa foi rebatida pelos funcionários, dizendo que os mesmos perderiam emprego. Desta forma, questiono o motivo de não aproveitar tal impasse e iniciar a utilização desta solução, mantendo os funcionários atuais, com carga horária reduzida, e, a fim de suprir a carência de colaboradores, utilizar do sistema eletrônico?
Lembro que neste caso, poderíamos ter, em breve, buscar redução dos valores das tarifas, caso não exista elevação dos combustíveis.
Grande abraço,
Rafael Franzoni
Só espero que se resolverem dar aumento para os motoristas não acabe sobrando para o lombo dos usuários um aumento de tarifas, como sempre fazem, pois aí ganham os motoristas e as empresas, e como sempre acontece em nosso país, os contribuintes é que pagam a conta, no caso os usuários dos transportes públicos.
É só diminuir um pouco o lucro exorbitante dos patrões e estes (detentores e monopolizadores dos meios de produção) dividirem um pouco suas gordas fatias do bolo com aqueles que realmente trabalham duro, que os trabalhadores seriam bem valorizados e trabalhariam a quantidade de tempo justa, gerando mais empregos para outros trabalhadores atualmente desempregados.