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Cel. Fernando Rodrigues

29 de maio de 2012 16

De José Cordeiro Neto, via e-mail, sobre a crise na Segurança Pública:
“Pessoas inteligentes falam sobre idéias; pessoas comuns falam sobre coisas; pessoas medíocres falam sobre pessoas. Falar mal do Coronel PM Fernando Rodrigues de Menezes é coisa de quem não o conhece, até porque ninguém valoriza aquilo que não se conhece. O Cel Fernnando é um ser humano inigualável, de comportamento ilibado, corretíssimo, sempre pautando sua conduta pelos princípios da moral, da honestidade e das boas relações que devem existir entre as pessoas. De formação familiar exemplar, é um ser humano muito querido por todos e jamais cometeria dolosamente qualquer ato que desabone sua conduta. Ser subordinado do Cel Fernando é uma coisa muito prazerosa, um privilégio de poucos. Não aceitá-lo simplesmente por sê-lo Coronel da PM, aí é outra coisa completamente diferente que só o Miguel Livramento explicaria.”

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Comentários (16)

  • wilson da silva diz: 29 de maio de 2012

    Pessoas inteligentes também não estão nas paginas de jornais,sendo investigas por qualquer crime.De pessoas de de comportamentos ilibado os presidios estão cheio,quem não deve não se preocupa.Vamos ver como termina está investigação…

  • fabio diz: 29 de maio de 2012

    Muito obrigado pela informação, agora que sabemos o que você sabe, já se pode arquivar o inquérito.

  • Alex diz: 30 de maio de 2012

    “… pessoas medíocres falam sobre pessoas”. E o autor do referido post não tratou de idéias e nem de coisas, só falou sobre a pessoa do Cel. Fernando Rodrigues, logo…

  • Vale diz: 30 de maio de 2012

    Acredito que o correto seria: Não aceitá-lo, simplesmente somente por sê-lo coronel da PM, INDICIADO CRIMINALMENTE POR CORRUPÇÃO E FORMAÇÃO DE QUADRILHA, aí é outra coisa completamente diferente que só o Miguel Livramento explicaria…. Eita Brasil….

  • Miguel Livramento diz: 30 de maio de 2012

    ÔÔÔôôô José, meu quiridu! Quer defender, defende, mas com as frases de sempre, do tipo “sempre primou pela excelência”, ou “sempre defendeu ideais de justiça e correção”… Agora falar que o Fernandinho tem “COMPORTAMENTO ILIBADO” em face a um comportamento NADA ILIBADO do dito cujo, é a minimização total e absoluta da inteligência alheia, e disso peço para ser poupado… Afinal, uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa completamente diferente!!!

  • Antonio diz: 30 de maio de 2012

    Engraçado… quando fizeram aquele fuzue por causa de um suposto crime de peculato (Que diga-se de passagem deve ser investigado), gerando a exoneração “ex officio” do Delegado Monteiro, antes mesmo de qualquer investigação ou IP, praticamente a sociedade catarinense inteira parou, houve movimento no facebook, passeata em floripa, mas ainda assim o indivíduo perdeu o cargo.

    Agora, que depois de vários meses de investigação constata-se indícios suficientes de autoria que levem ao indiciamento de tal oficial, vejo apenas outros oficiais ou subordinados defendendo-o e ainda assim o cara continua na pasta……

    MAS QUE BELEZA

  • Rodrigo diz: 30 de maio de 2012

    Infelizmente, crime culposo, também é crime.

  • Jefferson Fonseca diz: 30 de maio de 2012

    Concordo em gênero, número e grau. Quem conhece o Cel. Fernando não pode deixar de atestar o caráter e a conduta ilibada. Um grande cara que não merece ser desmoralizada nessa guerra de egos.

    Impressiona como muitas vozes se levantaram para defender, também sem conhecer, o Delegado Monteiro – que comprovadamente cometeu uma irregularidade – e poucos se indignam com esse ataque a um homem íntegro, limpo e de bons costumes como o Fernando Menezes.

  • Jader Lisboa diz: 30 de maio de 2012

    Coronel Fernando na PMSC, é sinônimo de pessoa livre e de bons costumes, uma referência de honestidade, humildade e de excelente relacionamento humanitário. Quem não deseja uma pessoa com este perfil em suas fileiras, não merece crédito e no mínimo levanta suspeita do que realmente deseja.

  • Giffoni diz: 30 de maio de 2012

    Quer dizer, caro Colunista, que o seu indiciamento, em si, não serve para nada? Quer dizer que, mais uma vez, os catarinenses apostam na impunidade dos de sempre? E, também como sempre, desconfiam da própria polícia? Pelo menos, antes de tecer loas ao indiciado, aguardemos o MP (moralidade pública). Já não basta ter de conviver com um indiciado criminalmente logo na secretaria de (in)segurança?

  • Paulo diz: 30 de maio de 2012

    Tendo em vista o homem íntegro, sério, e de um caráter invejável como é o Cel Fernando, só posso pensar que isto tudo está acontecendo porque tem gente grande aí com medo do que possa vir. Aliás, é o que acontece na esfera política pelo Brasil afora: ou se corrompe ou dá o fora!

  • Luis diz: 30 de maio de 2012

    Será que o Deputado Amim que eventualmente escreve para este blog poderia explicar porque votou a favor dos delegados.

    Se tiver dificuladade para explicar pede ajuda ao Maluf que também foi favorável a causa dos delegados.

    Carta contra a Impunidade e a Insegurança
    Os Membros do Ministério Público dos Estados e do Distrito Federal, do Ministério Público Militar e do Ministério Público Federal, reunidos no II Encontro Nacional de Aperfeiçoamento da Atuação do Ministério Público no Controle Externo da Atividade Policial, promovido pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) nos dias 24 e 25 de maio de 2011, em Brasília/DF, com o objetivo de debater a atuação do Ministério Público Brasileiro no Controle Externo da Atividade Policial, com especial enfoque na busca da redução da letalidade das ações policiais, e orientar suas ações, após reflexões, discussões e deliberações acerca dessa atribuição constitucional, manifestam publicamente o seguinte:

    1 – O exercício pelo Ministério Público do controle externo da atividade policial é essencial para a plena garantia dos direitos humanos e, dentre outras formas, concretiza-se:

    a- pelo constante contato com o cidadão e com a sociedade civil organizada;

    b- pelo acesso a todas as informações sobre a atividade policial, buscando identificar irregularidades, desvios e abuso no poder de polícia, visando, inclusive, à melhoria da sua eficiência;

    c- por exigir o absoluto e completo respeito às garantias individuais, atuando no sentido de identificar, apurar e buscar a condenação dos agentes da segurança pública nos casos de prática de crimes, corrupção, violência e omissões;

    d- por se mostrar aberto ao trabalho conjunto com ouvidorias e corregedorias de polícia;

    e- pela prevenção e repressão à prática de crimes e outras irregularidades por policiais;

    f- pela manutenção da regularidade e da adequação dos procedimentos empregados na execução da atividade policial, bem como a integração das funções do Ministério Público e das Polícias voltadas para a persecução penal e o interesse público.

    2 – Expressam, assim, sua absoluta convicção de que é dever do Estado investigar toda e qualquer morte ocorrida durante ações policiais ou praticadas por policiais, a qual deve ser imediatamente registrada e notificada ao Ministério Público.

    3 – Interessa à sociedade que fatos ilícitos sejam apurados pelo maior número de entidades, incluindo Ministério Público, Polícias, Tribunais de Contas, Comissões Parlamentares de Inquérito, Receita Federal e Secretarias da Fazenda, COAF, Corregedorias e Auditorias, dentre outros.

    4 – O dever de investigar é decorrência lógica do dever de proteção da sociedade, o qual compete expressamente ao Ministério Público, nos termos do artigo 129, II, da Constituição Federal (É função institucional do Ministério Público “zelar pelo efetivo respeito dos Poderes Públicos e dos serviços de relevância pública aos direitos assegurados nesta Constituição, promovendo as medidas necessárias a sua garantia”).

    5 – A investigação pelo Ministério Público atende os interesses da sociedade e dos cidadãos, sendo ainda mais essencial nos casos de crimes e abusos cometidos por policiais,

    6 – A supressão ou redução do controle externo da atividade policial e do poder investigatório, exercidos pelo Ministério Público, implica enfraquecimento do Estado Democrático de Direito e prejuízo da defesa dos direitos e garantias individuais, mostrando-se inconstitucional por violar essas cláusulas pétreas.

    Os membros do Ministério Público aqui reunidos reafirmam seu compromisso de proteger a sociedade, certos de que o Congresso Nacional, atendendo os anseios e interesses da sociedade, rejeitará a Proposta de Emenda à Constituição nº 37 (PEC da Impunidade), a qual somente aumenta a insegurança social e a impunidade dos criminosos, não interessando ao cidadão.

    FONTE: Conselho Nacional do Ministério Público

  • Delegados falam em lucro “astronômico” no caso do ferro-velho diz: 30 de maio de 2012

    O resultado da investigação da Deic no caso do ferro-velho evidenciou que o processo da Secretaria da Segurança Pública (SSP) de destinar sucata para trituração acabou configurando-se num esquema que trouxe prejuízo financeiro à administração pública e lucro classificado de astronômico a uma das empresas beneficiadas.

    Numa das carretas desviadas, a Deic apurou que foram transportados 18,9 mil quilos de material ferroso avaliado em R$ 3,6 mil. Só que o valor de mercado do que foi levado (peças e motores) alcançava R$ 109,8 mil, conforme constatou laudo pericial.

    “A mudança do objeto do contrato de material ferroso para peças passíveis de reaproveitamento e comercialização gerou para a empresa um lucro astronômico e um grave prejuízo à administração pública”, escreveram os delegados no inquérito.

    Os policiais afirmam que entre as peças desviadas havia motores vinculados a processos criminais e que agora, anos após as apreensões, eles retornaram a locais semelhantes àqueles em que foram apreendidos, ou seja, ao comércio de peças usadas de veículos, comumente chamados de “robautos”.

    A polícia afirma que três carretas teriam sido desviadas irregularmente do complexo da SSP e que apenas uma carga foi devolvida, no mês passado, pela G-Truck. O destino do material das outras duas é desconhecido.

    No documento, os delegados também lançam dúvida se a exoneração do então diretor da Deic, delegado Cláudio Monteiro, foi por irregularidades ou em razão do desconforto criado entre a Deic e a cúpula da SSP por causa dessa investigação.

    Monteiro comandava a Deic no auge da investigação. O secretário da SSP, César Grubba, disse que o exonerou do cargo, em abril, por desvio de diárias recebidas por uma viagem para uma operação da qual não participou.

    A reportagem tentou contato ontem com o secretário Grubba por meio de sua assessoria de imprensa, mas ele declarou que não irá se manifestar sobre o indiciamento do seu secretário-adjunto enquanto não for comunicado oficialmente disso.

    Fonte: http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/policia/noticia/2012/05/delegados-falam-em-lucro-astronomico-no-caso-do-ferro-velho-3773113.html

  • Afonso diz: 31 de maio de 2012

    Agora digam: será que o MP vai denunciar os envolvidos ou fará o mesmo que o PGR fez no caso Demóstenes (nem denunciar, nem arquivar)? Fiquem de olho. O prazo para denúncia do MP seria 15 dias do término do IP, mas

  • Paulo Roberto Riccioni Gonçalves diz: 1 de junho de 2012

    Falar mal dos outros revela o quanto somos inseguros, invejosos e incompetentes darei meu apoio seguindo as pallavras de José Cordeiro Neto que escreveu:
    “Pessoas inteligentes falam sobre idéias; pessoas comuns falam sobre coisas; pessoas medíocres falam sobre pessoas. Falar mal do Coronel PM Fernando Rodrigues de Menezes é coisa de quem não o conhece, até porque ninguém valoriza aquilo que não se conhece.”

  • Nestor Tengaten diz: 15 de junho de 2012

    No meio político – quando voce é objetivo nos propósitos e nas suas ações, não permitindo que se cometam desatinos, fácilmente as forças contrárias se unem instintivamente e procuram desmoralizar e tirar do caminho estes homens de bem. O caso se adapta bem ao que estamos vivenciando: Fernando Rodrigues de Menezes é pessoa ilibada, de caráter, com excelentes e maravilhosos propósitos – mas sózinho não conseguirá mudar o rumo e com todas estas feras que estão no meio…será mais difícil ainda, senão impossível. Só prosperam e se dão bem os incautos, os falastrões, e outros mais…