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Desordem e afronta ao Judiciário na Capital

30 de maio de 2012 6

Prossegue neste momento a nova audiência no TRT de Santa Catarina entre motoristas e empresários do transporte coletivo. Reuniões separadas tentando uma solução foram realizadas. Os trabalhadores fazem novas exigências, o que pode manter a greve.
Motoristas e cobradores continuam afrontando a Justiça do Trabalho. Não cumpriram a determinação de frota mínima.
E a população da Grande Florianópolis há três dias pagando a conta.

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Comentários (6)

  • simone diz: 30 de maio de 2012

    Não considero afronta. Greve é Greve!!! Pelo menos uma categoria de trabalhadores é unida neste país. Afinal, os trabalhadores têm de lutar pelo que acham ser justo. E, não há como conseguir melhorias sem paralisação… Ou alguém acha que sem parar há como avançar… O próprio governo do estado enrola mais uma vez os Professores, que retornaram às aulas para negociar e até agora só conseguiram o desconto dos dias parados. FORÇA TRABALHADORES DO TRANSPORTE!!!

  • Sérgio Dias diz: 30 de maio de 2012

    Cadê a Licitação do Transporte Coletivo? Por que o Prefeito Dario Berger não menciona a tal Licitação? Quando o Dario irá abrir a “caixa-preta” do transporte coletivo? Será porque ele seja “objetivo” demais,ou porque desconhece o mecanismo da tal “caixa-preta”?

  • Anilton diz: 30 de maio de 2012

    Nosso povo é muito pacato, pois se fosse em outros centros urbanos, a situação seria de indignação total, ao ponto de provocar danos ao patrimônio público e às empresas, afinal, qual dano seria mais importante e mensurável, fora o de prejudicar toda uma populção e a economia? Com a resposta a prefeitura sem autoridade e pulso firme e, principalmente, o insensível, truculento e “intocável” sindicato da “categoria”.

  • Cesar Spadoto diz: 30 de maio de 2012

    O Governo, os empresários do SETUF e o TRT dizem que pela LEI FEDERAL 7783 deve ser mantido um mínimo de veículos atendendo a população. Mas como invocar uma LEI FEDERAL em Santa Catarina. Os Governos Estadual e Municipais não reconhecem a Lei Federal 11738, que instituiu o piso nacional do magistério e outras tantas leis federais que chega a parecer que SC não é um ente federativo do Brasil. Conclusão: quando convém a lei é invocada, quando não convém é ignorada. Dois pesos e duas medidas.

  • simone diz: 31 de maio de 2012

    Caro Moacir,
    A justiça ofereceu duas opções: ou frota mínima, ou ´pagamento de multa`. E, os trabalhadores optaram por pagar a multa.
    ATT,
    Simone.