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Sai sentença da Operação Passa Vinte

31 de maio de 2012 2

Conhecida hoje a sentença da Justiça Federal de Santa Catarina sobre as investigações da Operação Passa Vinte. Nota dá mais detalhes sobre as condenações.
“A Justiça Federal condenou sete réus denunciados em função da Operação Passa Vinte, executada pela Polícia Federal em 3 de novembro de 2011, para reprimir crimes contra instituições financeiras. As ações criminosas consistiam, basicamente, em falsificar documentos para obter financiamentos diversos, empréstimos pessoais e cartões de crédito, entre outras condutas. Os fatos foram cometidos em Florianópolis, São José, Palhoça, Biguaçu e Balneário Camboriú.

A sentença é da juíza Ana Cristina Krämer, da 1ª Vara Federal Criminal de Florianópolis, e foi proferida terça-feira (29/5/2012). A juíza examinou 120 fatos indicados na denúncia do Ministério Público Federal (MPF), que resultaram em condenações por quadrilha, estelionato, falsidade ideológica, falsidade em documento público, obtenção fraudulenta de financiamento e desvio de financiamento. As penas individuais de três réus ultrapassam 20 anos de prisão, além de multas.
A juíza também manteve a prisão preventiva dos sete réus, que poderão recorrer ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região. A denúncia do MPF, inicialmente oferecida contra 24 pessoas, gerou seis processos criminais. Esta sentença se refere ao processo a que os réus responderam presos. A sentença estabelece, ainda, reparações financeiras no valor total de R$ 239.144,16. Por falta de provas, quatro réus foram absolvidos de alguns fatos.
As condenações:

– André Vicente Soares: 24 anos, três meses e seis dias de reclusão, em regime inicial fechado, multa e reparação de R$ 154.139,90.

– Vanderlei José da Rosa: 21 anos, nove meses e oito dias de reclusão, em regime inicial fechado, multa e reparação de R$ 37.930,07.

– Joziel Machado: 20 anos, sete meses e 18 dias de reclusão, em regime inicial fechado, multa e reparação de R$ 21.364,15.

– José Marques Montalto: oito anos, oito meses e um dia de reclusão, em regime inicial fechado, multa e reparação de R$ 4.548,66.

– Adriano Luiz Modesti: 10 anos e dois meses de reclusão, em regime inicial fechado, multa e reparação de R$ 8.545,78.

– Antônio Carlos de Moura: seis anos e um mês de reclusão, em regime inicial semi-aberto, multa e reparação de R$ 9.630,76.

– Marcelo da Rosa: cinco anos, quatro meses e quatro dias de reclusão, em regime inicial semi-aberto, multa e reparação de R$ 2.984,84.”

Comentários

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Comentários (2)

  • Liaseal diz: 31 de maio de 2012

    Uauuuu! Impressiona a eficiência da Justiça não? Do final de 2011 e já tudo nos finalmente, com condenações e tudo?!

    Já no caso da Operação Moeda Verde, bem mais antiga, a Justiça se faz de tonta porque só tinha gente ‘honesta’, a fina flor da ‘sociedade’ local que desfila em breguíssimas colunas sociais nas quais em se pagando tudo ‘dá’.

  • Ana Betriz diz: 29 de setembro de 2012

    È realmente só existe justiça pra quem não pode bancar a banda podre!!!
    Quantos colarinhos estão ai a solta metendo a mão sem sofrer nenhuma punição……Cadeia é pra pobre mesmo!!!!!