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A dramática realidade dos moradores de rua

24 de junho de 2012 12

Manoel Galdino Vieira, conhecido comerciante do Mercado Público de Florianópolis e respeitado grão mestre da maçonaria, sensibilizou-se com os sem teto que, no final da década de 1920, transformaram-se nos primeiros moradores de rua de Florianópolis. Deve-se à sua liderança a criação do primeiro albergue noturno do Estado. Funciona há 85 anos na avenida Hercilio Luz. A maioria da população, contudo, ignora o trabalho social de grande alcance humano que se realizava naquela instituição filantrópica.
Há dois anos o Alberque Manoel Galdino Vieira foi fechado. Por falta de segurança. A Policia Militar retirou os policiais que ali trabalhavam.
A Prefeitura de Florianópolis aderiu ao programa nacional de proteção aos moradores de rua e recebe recursos federais. Mas o dilema social dos sem teto só se agravou. Pelo fechamento do albergue e pela chegada de um inverno vigoroso, trazendo mais sofrimento. Duas mortes já se registraram, por hipotermia.
O município mantém, por conta do convenio federal um Centro Popular, na passarela Nego Quirido, cujo funcionamento precário é criticado pelos que ali procuram amparo.
A paisagem social de Florianópolis, cantada em prosa e verso por suas belezas naturais e projetada pela receptividade de seu caloroso povo e pela qualidade de seu turismo, tem esta ferida humana à procura de uma cirurgia governamental. Agora, com escandalosa visibilidade em todos os cantos.
Solução
O Instituto Padre Vilson Groh, por iniciativa de seu patrono, da professora Ivone Perassa e de um exemplar grupo de voluntários, abraçou a causa e busca oferecer alguma perspectiva de vida para mais de 200 moradores.
A primeira constatação é surpreendente. Ao contrário do que muita gente pensa, a maioria dos moradores de rua não vem de outros Estados ou cidades. 80,4% são aqui de Grande Florianópolis. 89% são do sexo masculino. Vários são deficientes físicos, o que faz deste problema social uma tragédia humana. Para agravar, Florianópolis é das poucas capitais sem espaço adequado para os moradores. E a única sem restaurante popular.
O presidente da Associação do Albergue, empresário Alaor Tissot, procurado por Vilson Groh, buscou alternativas. Anuncia reabertura do albergue da maçonaria dentro de 15 dias. Depende apenas de aval da Secretaria de Assistência Social da Prefeitura. Já tem a Policia Militar como parceira. A ação da Prefeitura é vital. Padre Vilson tem voluntários para um projeto de educação e formação técnica aos moradores. “Eles procuram apenas uma oportunidade”.
Quem fala com os moradores, desprezados, alcoólatras e drogados só encontra desesperança do poder público. O único conforto está na ação de voluntários. São eles que oferecem assistência. E, aos domingos, matam a fome dos moradores com um almoço comunitário na Catedral.

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Comentários (12)

  • Celso diz: 24 de junho de 2012

    É só observar! Muitos são vitimas do abandono da politica de psiquiatria que nosso país adotou por imposição da ditadura do “tecnismo”. O Estado não se responsabiliza por doentes mentais devido a incosequente postura de que “a familia tem de cuidar dos seus doentes mentais”. E nisso! Muitos são abandonados pelas familias ou mesmo não tem familias e ficam jogados na rua. Ao relento.
    Ainda bem que temos figuras como o Padre Vilson Groh e outros abnegados que buscam soluções paliativas para esse problema que está acontecendo não só em Florianópolis , mas em outras cidades maiores de SC.
    Os politicos precisam ter a responsabilidade do debate , os nossos governantes precisam ouvir a população para isso são eleitos. Infelizmente estamos vendo a máquina pública sendo dominada por corporações e quem deveria dar a ordem virou escravo dessas corporações.

  • Elizabeth dos Santos diz: 24 de junho de 2012

    Quando vejo um morador de rua, andarilhos, a primeira coisa que me vem em pensamento é pelo que essas pessoas passaram para chegar onde estão, não foi por opção, em cada um esconde um drama da vida. Provavelmente não foi apenas o vício em drogas que alguns são acometidos, é bem mais. São sofrimentos imensuráveis. Mas filosofias a parte vamos a que interessa nesse fato lastimável, se eu chego na câmara de vereadores na capital lá eu encontro um policial militar tralhando e a primeira pergunta que eu faço é se tem que ter um policial porque não um guarda municipal, porque o Estado sede um policial militar? em outros municípios também acontece isso? e na assembléia, quantos estão a disposição desse órgão? é um bom número, vamos ser mais claros é um número exagerado de policiais que deveriam estar nas ruas. E a farra não acaba ai, em todos os órgão estaduais têm um policial militar. Portanto eles não podem nem alegar que é por falta de contingentes que
    retiraram os dois policiais do Alberque Manoel Galdino Vieira, Não adianta algumas entidades sociais quererem fazer a sua parte se a parte do Estado não é feita.

  • MENDONÇA diz: 24 de junho de 2012

    PARABÉNS MOACIR PELA MATÉRIA E POR TOCAR COM TANTA SABEDORIA NUM PROBLEMA DIFÍCIL DE RESOLVER, MAS QUE PODERIA SER AMENISADO COM O MÍNIMO DE SENSIBILIDADE DO PODER PÚBLICO, MUITO COMPETENTE PARA DEFENDER SEUS INTERESSES, MAS INSENSÍVEL PARA AUXILIAR OS MAIS CARENTES, QUE A VIDA NÃO SORRIU OU NÃO DEU OPORTUNIDADES.

  • Liaseal diz: 24 de junho de 2012

    Ao lado da Aliança Francesa havia uma casa de atendimento,Rosa Maria se não me engano, um sobradinho, que foi fechado graças ao então diretor( que deu entrevista e tudo) da tal escola que acampou as reclamações da madames que não gostavam da presença ‘daquela’ gente bem ao lado. Teve direito a abaixo-assinado e escambau.Alegavam falta de segurança, que os miseráveis abordavam e até ameaçavam as pessoas. Saiu na IMPRENSA, basta revirar arquivos de jornais e tvs [ coisa que o jornalismo preguiçoso da ilha da magia não gosta de fazer] ninguém tomou a defesa dos voluntários que atendiam ali, ninguém condenou a iniciativa da tal escolinha de francês que é uma extensão do governo daquele paisinho xenofóbico. Na época da querela, foi dada uma alternativa de se construir algo lá pras bandas de Tijucas, como se fosse fácil — tanto para quem procurava atendimento como para quem atendia —, sair do centro da cidade e ir lá pros cafundós. A velha prática de esconder as mazelas, de jogar o que não gosta no terreiro/quintal alheio… Parece que ficou pelo centro mesmo, outro endereço não muito longe do anterior, também valorizado, mas pelo jeito não incomoda escolinha de madames, nem vizinhos; vai ver a rua comercial onde estavam era melhor do que a residencial onde estão agora e os moradores é que não são tão ‘finos’, né não? O caso era de segurança e saúde pública[?]ou o valor do imóvel naquele ponto? Que deve valer uma fortuna? Houve coleta para ajudar a pagar contas de luz que estava atrasada e outras despesas, mas não deu outra: tanto os ‘ricos incomodados’ fizeram que saíram do sobradinho, cujos donos originais nunca se soube direito quem eram, nem porque o imóvel virou abrigo…Reformaram o sobradinho, mas todo negócio que se instala ali fracassa e fecha. Deve ter sido alguma praga dos despejados… Vão acabar demolindo e fazendo um espigãozinho comercial no local. O olho grande dos empreiteiros da construção civil já deve estar brilhando; e o mesmo deve estar acontecendo com o albergue noturno. Vai ficar nesse fecha e abre com desculpa de segurança até que algum ‘iluminado’ diga que ali é muito valorizado, não dá mais para aceitar uso para pobres, quando foi feito não era área tão nobre ( caso semelhante ao da Penitenciária…), agora é, melhor fazer outro albergue bem longe, no interior da ilha ou jogando em algum município da região da ‘área metropolitana de Fpolis’. O asilo Irmão Joaquim ainda tem atendimento exemplar, mas já foi melhor quando havia vasto terreno onde os velhinhos podiam pegar sol, andar e até plantar os belos canteiros de verduras, legumes e temperos que eles mesmos cuidavam, os que tinham condições de saúde. Venderam aquela parte, estão fazendo um monstrengo arquitetônico no lugar. Não demora o asilo sai dali para algum buraco na ilha. $abe como é $$$…
    A especulação imobiliária aqui já atingiu níveis dantescos. A ponto de expulsar os moradores mais antigos da ilha( centro e interior) para a região da grande Fpolis, já que não conseguiam mais pagar os absurdos valores de IPTU, uma manobra fácil e legal de forçar as pessoas com renda modesta a se desfazerem de suas casinhas em terrenos bem localizados. Alguns saíram iludidos pelo lucro fácil que vinha dos hermanos, mas é outra novela…
    Quem viver, verá. Certas coisas em Fpolis são de uma previsibilidade acachapante.

  • Aloisio Antoni diz: 24 de junho de 2012

    Vou embora para Pasárgada…pois lá, desprezados, alcoólatras e drogados não encontram desesperança do poder público. …Em nossas cidades infelizmente o poder público submete-se ao vergonhoso costume de barganhar os postos de Assistênca social com aliados políticos aos quais mais interessa o partido do que os atos inerentes aos cargos. A Secretaria de Justiça é exemplo de enrrolaçao. Não digam que não existem recursos. Estes são imensos, oriundos do Governo Federal, que além das bolsas de todos os tipos, tem programas de Tranferência de renda em abundância. A única coisa que falta é coloocar gente competente no comando.

  • LUIZ CALDAS diz: 24 de junho de 2012

    Prezado Moacir;
    Gostaria de deixar registrado neste espaço importante e democratico que apesar das mazelas sociais que diuturnamente assistimos com relação aos nossos infortunados moradores de rua, ainda podemos vislumbrar uma luz no fim do túnel. O ilustre Sr. Alaor Tissot, benemerito de tantos atos a favor de Floripa e seu povo só merece aplausos e elogios da comunidade. Entretanto, ao nosso entendimento o problema é de maior amplitude e merece urgentemente uma ação integrada das instituições municipais, estaduais, federais e sociedade civil organizada para que realmente nossa cidade/capital possa atender condigna e indistintamente todos que aqui de uma forma ou de outra se instalaram.
    Gostaria também de deixar registrado que assisti meus pais há alguns meses humildemente fazerem sua parte. Acolheu um idoso carente, sem residência fixa e lhe ofereceu abrigo, um enderêço simples mas que o tornou cidadão, assinou sua carteira com um salário mínimo mensal para lhe garantir todos os direitos sociais e no futuro uma aposentadoria, fazendo-o retornar à sociedade. O referido cidadão, anonimo é claro, porque sua dignidade deve ser mantida, está trabalhando, fazendo pequenos serviços domesticos, inclusive de jardinagem, pinturas, reparos em instalações elétricas, enfim mostrando suas potencialidades até então ignoradas. Ja se cadastrou na unidade de saúde próxima de sua residência e está sendo preparado para ser um agente de integração entre os moradores de rua e a sociedade para provar que é possível, se todos indistintamente fizerem sua parte.
    Segundo levantamento divulgado neste mesmo blog o número de moradores de rua alcança o total de duzentos o que torna viável, dependendo das caracteristicas de cada um, a adoção imediata de medidas e politicas públicas com apoio da iniciativa privada, ou vice versa visando uma radical mudança de rumo no atendimento destas pessoas.
    Por exemplo:
    Não seria menos oneroso para o municipio e ao final para a sociedade contratar todos, com salário mínimo, vale refeição, uniforme e tranporte para que cuidassem da limpeza das ruas, praças e jardins?
    Não seria possível se realizar uma campanha para que particulares tomassem a mesma atitude, contratando os mais preparados para cuidarem dos seus jardins, criando novas oportunidades e perspectivas?
    Não seria adequado construir ao lado do CEASA de São José e porque não em todo o Brasil, fábricas de sopas e ou de sucos, aproveitando toneladas de alimentos que diariamente são indevidamente destinadas ao lixo? Para tanto bastaria: conclamar as universidades a participar, fornecendo o planejamento e pessoal qualificado como engenheiros e nutricionistas, utilizar mão de obra carcerária para minimizar os custos de construção e funcionamento, aproveitar in totum os moradores de ruas qualificando-os para o exercício de novas atividades.
    Um abraço Dr. Moacir
    Por amor à Floripa;
    LUIZ CALDAS, da capital dita cultural e turistica do Mercosul.

  • Diário de uma Velhota voltando à Ilhota diz: 24 de junho de 2012

    * Laesail – escreve bem, bons argumentos mas, sopra alfinetes desnecessários: ” imprensa preguiçosa beira da praia…” / ” paisinho xenofóbico “/ – Já que citou as madames esqueceu de deitar o cacete na burguesia, dos dois sexos, catadores de cocô de cachorrinhos…
    * Para o novo estatuto do Sinte – conceito de professor: aquele que está habilitado…
    * Quem deveria dar a ordem virou… ( ochumbo por cima da acortiça )
    * Política de psiquiatria sim, e psicologia que não tem no SUS, e ECA que é uma meleca para por em prática, tão impossível que até querem caducar a lei… como coisa que…que coisa!
    * ” Não adianta ” – adianta, imagine! já teriam morrido bem mais que a metade… o prefeito estaria com seu candidato rindo mais que a torcida do alvinegro, sentaria em todas as esquinas de todas as ruas da capital e só gritaria… ” Quebra tudo! “… ” Quebra tudo Figueira! Até ficar rouco.
    * Porque não dão as instalações do antigo Celso Ramos para um Albergue Estadual de Voluntariado Ecumênico ? O Colombo até mandaria pintar, ele gosta disso… com certeza.
    Sorocaba de Dentro, 24 de Junho, dia da Fogueira de São João ( ui! nem me lembre! )

  • Gualberto Cesar dos Santos – FLN/SC diz: 24 de junho de 2012

    Fico feliz em que esses comentários atendem a grandiosidade do sentimento humano social existente no âmago de um ilustre escritor e jornalista.
    Que coloca essas questões com o fim de sensibilizar a opinião pública em favor de políticas públicas sociais.
    Tenho exortado ao PT de Florianópolis e a nossa candidata coligada a prefeitura de Florianópolis.
    A dar guarida em Florianópolis quanto aos aspectos da política de ação e promoção social para a nossa cidade capital.
    Que tem como herança de administrações, que se sucederam aqui.
    O que deixaram de, tirar irmãs e irmãos nossos dos porões da miséria e colocá-los no patamar da sustentabilidade social.
    Tenho sentido da Ângela Albino, que ela como progenitora e bacharel em direito.
    Conhece os meios legais para que Florianópolis tenha uma configuração legal diferenciada, das demais capitais dos estados do Brasil.
    Em proteção as crianças, adolescentes e adultos.
    E em especial aos idosos.
    Ela está sensível a essas questões.
    E creio firmemente que, dentro dos próximos orçamentos da administração do nosso município.
    A população mais sofrida terá da parte da prefeitura aumento em mais de cem por cento nos recursos destinados a essa finalidade, no primeiro ano do mandato.
    Parabéns Moacir Pereira pela iniciativa.
    E realmente aqueles que primam pela “elevação da estatura”, que nos remete ao “aperfeiçoamento”.
    Sejam lembrados como história & memória dos seus feitos em favor do humano social.

  • Liaseal¬¬ diz: 24 de junho de 2012

    Prezada velhota,

    quem não sabe que a França é modelo em xenofobia? Sarkô que o diga…
    E tudo que relatei está nas ‘nuvens’, basta pesquisar usando o teclado e/ou revendo jornais antigos na biblioteca pública de Fpolis, que também anda pedindo help…Está tudo lá. Mas a preguiça de pesquisar existe até entre ‘doutores’…

    Como o Sinte entrou no assunto do post sobre sem-teto eu não sei e nem estou muito interessada; deve ser efeito do fds para alguns assim, como direi?, ‘atípicos’…

    Transformar escolas fechadas em abrigos até que não é má idéia. Há várias em potencial. Uma quase virou abrigo de menores infratores, na Coloninha. Mas, além do Celso Ramos, há o antigo Antonieta de Barros, bem pertinho da SED. Já têm banheiros separados, refeitórios, as salas dariam bons quartos e a maioria possui ambientes de preparação para o trabalho, como salas de informática já adaptadas, salas de vídeo, laboratórios, bibliotecas, etc. Basta reativar. Porém, os casos de dependentes químicos e doenças mentais, não sei não, acho que precisariam mais do que banho, roupas novas e treinamento profissional…
    Para os que ainda têm famílias, a Justiça deveria investigar o porquê de largarem seus ‘problemáticos’ por aí e cobrar que assumam a responsabilidade, nada de jogar para que os outros resolvam. Acho desumano o que fazem.

  • guiomar soares ferreira diz: 25 de junho de 2012

    eu muito me admiro que esse comentário foi ao público só agora, pois a muitos anos é essa a vida dos andarilhos, que são abandonados, jogados, desleixados nas ruas por parentes, por políticos, por que já mão serve mais para votar. Gente são pessoas que já deu todas as suas forças para todos os milionários que já viveram às custas de seus trabalhos, e agora o único lugar que eles tinham para ficar, é fechado, só que se não fosse esse padre e essa professora para onde essas pessoas irão ficar se a policia fechou o único lugar deles. Isso é uma falta de vergonha para o nosso país que se chama de BrASIL, eu adoro esse pais sabe, só por que ele recoilhe as pessoas de rua e acolhe muito bem. Alí eles moram dormem banho ? Não tem, dinheiro para comprar comida? Não tem simplesmente por que está nas mãos dos políticos, pois são eles que precisam quem mora nas ruas não precisam de dinheiro, para que, pois não vão comprar nada, não precisam de comer.
    ?

  • ANGELA COVOLO PORTO diz: 26 de junho de 2012

    MES PASSADO RECEBI UMA LIGAÇÃO DO MEU FILHO,E ELE ME DISSE QUE ESTAVA MORANDO NA RUA EM FLORIANÓPOLIS,DEPOIS ELE NUNCA MAIS LIGOU E EU NÃO TENHO CONTATO DELE.eU SEI QUE DURANTE O DIA ELE ESTAVA SE BENEFICIANDO DE UMA ENTIDADE LIGADO A MORADORES DE RUA E DURANTE A NOITE DORMINDO NA RODOVIÁRIA.GOSTARIA DE SABER COMO E COM QUEM EU PODERIA TENTAR LOCALIZÁ-LO.O NOME DELE É GUILHERME BRUNO COVOLO DORNELLES,NATURAL DE PORTO ALEGRE MAS ATUALMENTE EU E MINHA FAMÍLIA VIVEMOS EM SÃO PAULO ONDE ELE VIVIA TAMBÉM CONOSCO.ELE NASCEU NO DIA 24/09/91.GOSTARIA DE ALGUMA ORIENTAÇÃO.ATENCIOSAMENTE ANGELA COVOLO.