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Piso salarial dos professores pode mudar

22 de julho de 2012 23

Entendimentos entre os secretários estaduais de Educação e representantes do governo federal devem resultar em mudanças no critério de reajuste do piso salarial dos professores da rede pública. A proposta que está sendo negociada com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação é de fixar o aumento anual do piso com base no INPC, mais um pequeno ganho real.
As informações são do secretário da Educação, professor Eduardo Deschamps, que represente o Conselho Nacional dos secretários nas reuniões que estão sendo realizadas em Brasilia.
Estudos feitos pelo MEC indicaram que o impacto do reajuste de 22% do piso salarial do magistério este ano será de 8 bilhões de reais. E o governo central só tem 1 bilhão de reais para repassar a Estados e Municípios.
De acordo com Deschamps se a proposta de mudança tiver a aprovação da Confederação Nacional a alteração poderá se dar por Medida Provisória da presidente Dilma Rousseff.
A iniciativa de exame mais detalhado sobre a lei do piso salarial partiu do Ministério da Educação, diante da falta de aplicação na maioria dos Estados e Municípios. A preocupação do MEC neste momento é garantir a sustentabilidade financeira do piso.
Concurso
O secretário da Educação revelou que estão adiantadas as negociações no governo para definição do projeto de lei sobre o novo Plano de Cargos e Salários dos professores estaduais. Os estudos sobre os novos vencimentos estão sendo checados pelo Coordenador de Negociações Trabalhistas, Décio Bacedo Vargas. Eles resultam de várias reuniões com os dirigentes do Sinte.
Na próxima quarta-feira, Vargas levará a proposta final para aprovação do governador Raimundo Colombo. A partir daí vai submeter a matéria dos dirigentes do Sinte. Pretende colher novas contribuições. Se tiver o aval do Sindicato, o projeto será, então, remetido a Assembleia Legislativa.
A equipe técnica da Secretaria da Educação está finalizando o edital sobre o concurso público para ingresso no magistério. Pretende publicá-lo em julho ou agosto, para realização do concurso no segundo semestre e admissão dos novos professores no início de 2013.
Finalmente, o setor financeiro está fazendo os cálculos para pagamento aos professores que participaram da greve e cumpriram o calendário da reposição.

Comments

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Comentários (23)

  • marcelocardosodasilva diz: 22 de julho de 2012

    …”Educação” não e gasto é INVESTIMENTO!!!…Como se cria uma NAÇÃO???…Qual é a prioridade no BRASIL???…Para onde será “deslocado” os trilhões$$$$$$$ de REAIS do PETRÓLEO no PRÉ-SAL da plataforma continental???…….”ACORDA POVO”!!!

  • Rogério vieira diz: 22 de julho de 2012

    Espero que o plano de cargos e salários não seja como os outros, que dão R$ 5,00 por um lado e retiram R$ 10,00 por outro. E que realmente falem de valores e não de esmolas.

  • Giffoni diz: 22 de julho de 2012

    Caro Colunista, para um domingo, fico espantado com a quantidade de factóides em única notícia. Nada de verdade está exposto no texto: apenas especulações e especulações. O “sonho” do dessecretário. A conversa fiada sobre a carreira. Pobres professores. Pobre Supremo Tribunal Federal, “enrolado e enganado” pelos de sempre e sempre. E, agora, já lá se vão mais de ano e meio de desgoverno: marca registrada dos raimundianos: já que não fazem nada de útil, ao menos, “deitam falação” sobre um futuro que nunca acontecerá (seria importante ler Zygmunt Bauman, pelo menos, em seu Legisladores e Intérpretes).

  • MARCELO SPECK DA ROSA diz: 22 de julho de 2012

    PISO SALARIAL DO MAGISTÉRIO E ALGUMAS SITUAÇÕES RELEVANTES
    O piso salarial do magistério foi instituído com o intuito de revitalizar, valorizar, e preservar os proventos dos profissionais da educação. Com o apoio do MEC e bandeira da CNTE.
    O MEC fez seu papel inicial de implantação. E a confederação fez o que era sua obrigação. Ou seja, defender a categoria dos trabalhadores em educação que são filiadas a mesma.
    O MEC nas pessoas de seus Ministros começaram como valorizadores do piso, mas todos foram sucumbidos pelos poderes dos aliados do PT em nome da fatídica governabilidade, e hoje submissos aos partidos que compõem essa aliança, o que para nós não é surpresa alguma.
    A Confederação tem por obrigação defender o que prevê a lei que por sinal nunca foi aplicada em Santa Catarina. Primeiro por Luiz Henrique e Paulo Bauer. E agora por Raimundo Colombo e Eduardo Deschamps, os primeiros não cumpriram a lei e entraram com ação de inconstitucionalidade. Os segundos que mentiram e não honraram suas assinaturas em um acordo de greve assinado em 2011.
    Agora estão trabalhando MEC, CNTE e Governadores para que o reajuste anual do Piso se dê pelo índice no INPC e mais algumas migalhas? Certamente penso que se isto se confirmar, esta mais que na hora do SINTE-SC desfiliar-se da Confederação e com um argumento muito fácil de entender e aplicar, que é a traição ao magistério por não mais representar os trabalhadores em educação e sim ao governo petista e seus aliados.
    Pelo comentário o governo de Raimundo já esta com um novo plano de carreira e salários, pronto para encaminhar para a ALESC, e aprovação imediata, que provavelmente agora será de 40X0 no painel de votações. Sim 40, pois estão todos juntos e misturados. Ou seja, “tudo farinha do mesmo saco”.
    Faço parte Coordenação Estadual do SINTE-SC, Mas esperar pelo aval do sindicato em uma proposta que quebra qualquer possibilidade de valorização, conforme propõe a lei do piso, é sem dúvida alguma uma leviandade por parte deste governo.
    Não cabe ao sindicato dividir com o Desgoverno de Raimundo Colombo, Eduardo Deschamps e seus aliados, a irresponsabilidade da destruição da educação catarinense. E sim lutar imparcialmente pelos direitos do magistério.
    E se isto acontecer, não tenham duvidas que denunciaremos os envolvidos “por toda Santa Catarina”. Sob a mesma alegação da desfiliação da CNTE. Ou seja, traição aos trabalhadores em educação de Santa Catarina.
    Portanto membros da Coordenação Estadual, os trabalhadores em educação estão atentos, não vacilamos, sob pena de jamais ser esquecidos, como não serão os INIMIGOS DA EDUCAÇÃO.
    MARCELO SPECK DA ROSA
    Com nome e sobrenome

  • Pedro Paulo de Miranda diz: 22 de julho de 2012

    Boa Tarde!

    Ora, ora…
    Somente orando, mesmo!
    As Leis Divinas que tomem cuidado.

    Obrigado!

  • Pedro Paulo de Miranda diz: 22 de julho de 2012

    Boa Tarde!

    Ora, ora….
    Somente orando, mesmo!
    As Leis Divinas que tomem cuidado.

    Obrigado!

  • nair tressoldi diz: 22 de julho de 2012

    MOACIR, TENS CONDIÇÕES DE ANUNCIAR ALGUMA TABELA PARA NÓS? ESTAMOS ANCIOSOS, OBRIGADA, PROFESSORA NAIR

  • nunes diz: 22 de julho de 2012

    É o secretário do atraso. Vamos ver quanto vai ser o vencimento de um defesnsor público?
    Eita secretário traírão.
    Não leu nada sobre a educação na Finlândia e da Coréia do Sul.
    Secretário tão novinho e já aprendeu as más coisas da administração público.
    Nada contra os germãnicos, muito pelo contrário, é de chorar em alemão.

  • fernando diz: 22 de julho de 2012

    Fechem as secretarias regionais que não servem para nada e são só cabides de emprego e deixem de super faturar tudo no governo, que sobra bastante dinheiro …

  • A.S. diz: 22 de julho de 2012

    A CNTE DEVERIA DEFENDER O AUMENTO DE 22%, VISTO QUE O CUSTO POR ALUNO QDO REPASSADO AOS ESTADOS É NESTE VALOR, MAS AGORA PARA OS PROFESSORES QUEREM DAR MIGALHAS COMO SEMPRE… É TRISTE A NOSSA SITUAÇÃO, SÓ PROMESSAS E NENHUM GANHO REAL… PARA FINANCIAR AS CAMPANHAS ELEITORAIS DE SEUS COMPARSSAS COM CERTEZA NÃO FALTA DINHEIRO, NÃO É VERDADE????

  • Adriano SIlva diz: 22 de julho de 2012

    O secretário poderia pelo menos falar sobre aqueles que não receberam reajustes como fica?
    Meu protesto vai respingar na escola…e na URNA.Pelas mentiras aqui colocadas.

  • Marta Vanelli diz: 22 de julho de 2012

    Marcelo Speck, espero que como membro da coordenação estadual do SINTE, faça a sua tarefa de procurar os/as deputados/as federais de SC para que vote contra o PL 3776. Na CNTE ainda não recebemos nenhum documento assinado dos deputados de SC. Esta tarefa já deveria ter sido realizada em junho, portanto estão atrasados quase dois meses. A CNTE, independente da vontade política dos dirigentes dos sindicatos estaduais ou municipais vai continuar lutando e defendendo a lei do Piso e os interesses dos trabalhadores em educação do país. Como membro da coordenação estadual do SINTE deveria ter um pouco mais de cautela e deixar de acreditar prontamente nas mentiras do Secretário da educação Eduardo Deschamps. Tambem posso considerar traidores dos trabalhadores em educação quem não faz sua tarefa nos estados para vencermos no Congresso Nacional. Aguardo a chegada do compromisso assinado pelos 16 deputados federais de SC pelo voto contrário ao PL 3776.

  • nair tressoldi diz: 22 de julho de 2012

    OBRIGADA AGUARDAMOS DESCULPE CORRIGINDO “ANSIOSOS”

  • José Germano Cardoso diz: 23 de julho de 2012

    Segue indômita a caravana do rei nú!!! Muito embora já desvelada a farsa!!! Até da fábula se apropriam indebitamente para sustentar a imagem do governo. Para eles próprios! Que não têm dinheiro. Só para investimentos! Logo logo vai começar a aparecer no meio das licitações alguém sem calça! Não haverá quem tape o sol com a peneira! Se outubro irá chegar com calma, a octuberfest irá começar lá pelo natal, a 2a. parcelala do 13o. lá para março…só para confirmar a imagem e também de raiva. Depois então virá a grande ” Noite de São Bartolomeu ” dentro do PMDB. Se os catarinenses tiverem a sorte, dentro da área chamada de contingências, de uma baixa obtal do mais alto magistrado ou senatorial… enfim do rei nú ou de sua alma, cardíaca ou hemorroidal… estará lançada as bases de uma nova era e o Estado poderá voltar a ser perante o seu povo algo mais que o conto do vigário!

  • verdadeiro_II diz: 23 de julho de 2012

    Mais uma tentativa de golpe do nosso secretário…o cara é perigoso…

  • E o salário, óh! diz: 23 de julho de 2012

    Isso não passa de fofoca do Deschamps para ocultar algo maior que é o pagamento de 22% do Piso em SC. Não é possível que tenha gente que acredite e se ponha a criticar a CNTE a partir de uma fofoca dessas. Ainda bem que temos a Marta representando a própria CNTE para desmentir tal secretário.

  • Professor Carlos diz: 23 de julho de 2012

    É…nosso “enorme salário” é o grande responsável pelo endividamento dos estados…
    Fizeram um lei, nunca a cumpriram na íntegra, e agora querem voltar atrás… Infelizmente, após 26 anos de labuta, cheguei a conclusão: nossa profissão FICARÁ SEMPRE APENAS NO DISCURSO…E CADA VEZ MENOS VALORIZADOS…

  • Daniel – Laguna diz: 25 de julho de 2012

    Bom dia!

    A respeito da nota emitida pelo Eletricista/Secretário de educação cabe ressaltar:

    1ª A proposta não está sendo negociada com os sindicatos e sim imposta, através de conluios e conchaves politiqueiros;
    2ª Não podemos esperar nada do plano de cargos e salários. Provavelmente sairemos perdendo ainda mais. De positivo sobre esta proposta é o reconhecimento deste governo que realmente implodiu conjuntamente com a ALESC o antigo plano de cargos e salários. Plano este, resultado de sucessivas lutas e uma gestação de mais de 25 anos:
    3ª A respeito da maioria dos estados e municípios, que não conseguem controlar seus gastos e aplicar corretamente os recursos em educação, deveria o eletricista se ater aos bons exemplos, ou seja, àqueles que conseguiram cumprir a lei. Neste caso passa por competência, tão somente, competência;
    4ª Com relação ao concurso público, será realizado em vista do compromisso com o judiciário e não por pressão do sindicato. As vagas abertas serão pouquíssimas e novamente teremos os cofres do estado recolhendo o dinheirinho das inscrições. Pela primeira vez no estado será cobrado inscrições dos ACT(s). Aliás esta é a única mudança significativa na educação catarinense;
    5ª A respeito das negociações com o SINTE sobre o novo plano de cargos e salários, não passa de engodo. Será realizado e apresentado o plano de desejo e vontade unilateral deste governo, com as bençãos da ALESC e do judiciário. Este governo não negocia, impõe.

    Devemos lembrar a prioridade de gastos deste governo: Seca no Oeste, Cheias no Vale, Estradas e Sistema prisional. Este governo se quer mencionou aspectos ligados à saúde, educação, em seu último pacote.

    P.S. Senhor Moacir como anda sua pesquisa sobre a aplicação dos recursos destinados à educação. Estamos ansiosos pela publicação de seus artigo.

  • Camila diz: 1 de novembro de 2012

    Li em um outro blog que alguns governadores e deputados querem que o reajuste do magistério seja feito pela inflação.Que tal ,se o reajuste do salário deles seguir o mesmo critério!!!

  • Jesus R. da Penha diz: 10 de novembro de 2012

    É, eu só queria saber se somos nós mesmo que estamos dando prejuízo aos cofres público do Brasil. Acorda Brasil. Quanto ganha um Senador mesmo?
    Vamos lutar professores…

  • jander arruda diz: 27 de novembro de 2012

    É encrível como esses políticos lutam para não pagar un salário justo aos professores! todos sabem que esses políticos quando assumem seus cargos, entram pobres e saem ricos! então dinheiro tem, o problema é como ele tá sendo destribuido.

  • Neuza diz: 1 de janeiro de 2013

    O nosso BRASIL,só tem milhões para os ESTADIOS DE FUTEBOL, onde há tado conforto, mas para a educação é o que sobrar dos subfaturamento da construção dos estadios da copa de 2014. Pois para que educar a massa se apenas 1000 comanda esta massa com alguns centavos de reajuste, enquanto o brasileiro não descobrir que é a educação que faz um país ser rico e poderoso nós vamos ser apenas país emergente, que para muitos já esta muito bom.