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Fiesc investe 10 milhões em Instituto de Tecnologia no sul

30 de agosto de 2012 2

O presidente da FIESC, Glauco José Côrte, anunciou hoje investimentos estimados em R$ 10 milhões na implantação do Instituto SENAI de Tecnologia (IST) em Materiais, na cidade de Criciúma. “É uma contribuição do Sistema FIESC, por meio do SENAI, para a ampliação da competitividade das empresas catarinenses e de todo o país”, afirmou o presidente do Sistema FIESC.
O novo instituto representa a ampliação e aprofundamento das atividades da unidade local do SENAI, que já possui o Laboratório de Desenvolvimento e Caracterização de Materiais (LDCM) e oferece consultorias na área. Nestas atividades, o SENAI em Criciúma tem apoiado o setor industrial no desenvolvimento de materiais, com melhorias na área de revestimento cerâmico, cerâmica estrutural, cerâmica vermelha, polímeros (principalmente copos descartáveis), entre outros.
A implantação do IST Materiais integra um amplo programa do SENAI em todo o país, que prevê a criação de 60 institutos de tecnologia (oito dos quais em Santa Catarina) e de 23 Institutos SENAI de Inovação (dois deles no Estado). O programa prevê ainda a ampliação e modernização da rede de escolas de educação profissional da instituição, com investimentos R$ 1,9 bilhão pelo SENAI Nacional (sendo R$ 1,5 bilhão com apoio do BNDES), além dos investimentos feitos pela instituição nos Estados. No caso de Santa Catarina, o SENAI deve investir R$ 230 milhões, dos quais R$ 100 milhões em recursos próprios.

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Comentários (2)

  • Giffoni diz: 30 de agosto de 2012

    Na verdade, caro Colunista, todos nós é que estamos fazendo tal investimento, já que o dinheiro do sistema 3S – Senai, Sesc e Sesi (e não do sistema Fiesc, que não existe) decorre de renúncia fiscal por parte do governo federal. Nada mais correto que usem o dinheiro do imposto que deixam de pagar/recolher no aprimoramento tecnológico de suas áreas de atuação.

  • Aloisio Antoni diz: 31 de agosto de 2012

    Sr.Giffoni ; Não importa a nomenclatura do Sistema. O que importa é que a FIESC coordena um sistema vitorioso e está de parabéns.Hoje em dia odiamos pagar impostos porque os valores são mal usados, sendo que boa parte vai alimentar a corrupção.Uma semples conta nos leva ao espanto: até o momento recolhemos uma cifra um pouquinho inferior a UM TRILHÃ0 em impostos neste ano. Se tudo isto fosse bem empregado, seríamos um dos países do primeiro mundo. A FIESC está fazendo sua parte.