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Sinte emite nota sobre violência nas escolas

27 de setembro de 2012 17

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação – Sinte – divulgou nota hoje sobre a questão da violência nas escolas de Santa Catarina. Sob o título “segurança nas escolas – dever do Estado” informa:

“A instituição escolar funciona como veículo de convalidação das diferenças sociais, é nela que convivem pessoas de diferentes raças, credos e gêneros. Um espaço onde deveria predominar a tolerância o respeito pelo/a diferente, o companheirismo e a amizade. No entanto o que vemos são repetidas situações de violência.

O SINTE/SC questiona a falta de comprometimento do Governo do Estado com a vida humana dentro dos educandários. Trabalhadores e alunos são obrigados a conviver com o medo, e os pais já não acham mais a escola um lugar seguro. Deveria ser um local onde docentes e estudantes possam realizar bem seu trabalho e sentir prazer em frequenta-lo.

Nesta semana, mais uma agressão a professores é registrada na rede pública estadual de Santa Catarina. Márcia Machado, professora da Escola Rosa Torres de Miranda, em Florianópolis, foi agredida pela mãe de um aluno. Segundo laudo médico, a mulher sofreu uma fratura no pé e várias escoriações no rosto.

Desprovidos de câmeras de monitoramento e de vigilantes, a comunidade escolar se vê a mercê se todo tipo de violência: agressões, ameaças, vandalismo e depredações, mas a reposta do Governo é de que sua responsabilidade é de proteger o patrimônio, como afirmou em reunião com professores da Escola Nicolina Tancredo da Palhoça e SINTE, na ocasião de outra agressão a professor, o Chefe de Gabinete do Secretário Deschamps. Ele disse que os vigias disponíveis, estes em número muito reduzido, não são preparados para proteger pessoas e sim os muros, paredes, salas, materiais e equipamentos da escola. E as pessoas, quem protege?

A Constituição Federal em seu Art. 6º estabelece educação e a segurança, como direito social, portanto a escola que ai está não interessa a ninguém, pois não cumpre o mínimo estabelecido pela lei.

Se por lei a Segurança Pública é dever do Estado, aqueles que convivem no interior das escolas públicas devem sim ser protegidos por ele. Segundo a Cartilha dos Direitos em Educação, feita pelo Instituto de Pesquisas e Administração da Educação – IPAE, a escola é obrigada a zelar pela segurança de seus alunos, professores e demais profissionais que atuam nas unidades de ensino. Segundo a legislação a responsabilidade é atribuída aos dirigentes das escolas (em SC diretores são escolhidos através de indicação política). Objetivando que seja garantido esse princípio fundamental, as entidades mantenedoras (GOVERNO) podem contratar serviços especializados ou adquirir sistemas e equipamentos de vigilância.

Contudo, essa forma de segurança privada (terceirizada) adotada pelo Governo, com objetivo de conter despesas, não é o modelo defendido pelo SINTE, pois se verifica na prática que não trás resultados. Para o Sindicato, a segurança das escolas deveria ficar totalmente a cargo do Estado, ou seja, profissionais contratados através de concurso público, para que possam estabelecer vínculos com a comunidade escolar, fazendo parte do quadro funcional da escola, desta forma se preocupando em proteger pessoas, não apenas patrimônios.

Em entrevista ao Jornal Diário Catarinense do dia 26 de setembro, Flávio Bernardes, Diretor Geral da SDR, afirmou quando questionado sobre quais as medidas que o Governo adotou para evitar as agressões, que a situação na Escola Rosa Torres de Miranda “foi um caso pontual” e que não vão colocar um guarda “lá dentro porque uma mãe machucou uma professora”. Mas como pode ser pontual se a cada dia mais denúncias aparecem e muitos casos são revelados.

Na mesma página do Jornal são 9 os relatos de violência em escolas estaduais, isso sem falar em episódios que os/as envolvidos não querem fazer a denúncia por medo de represálias e pela omissão do estado em tomar providências  ficando em segredo dentro dos  muros das escolas

O que falta acontecer para que o Governo do Estado de Santa Catarina tome uma providência urgente, a morte de um professor? De um aluno? Muros e paredes não precisam de proteção, no máximo de uma boa pintura ou reforma, mas a vida precisa de atenção e de respeito.”


Comentários

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Comentários (17)

  • Aí enfraquece… diz: 27 de setembro de 2012

    Com o SINTE citando números levantados pela reportagem, fiquei imaginando que o sindicato não possui dados próprios sobre as vítimas, número de incidentes e circunstâncias das violências que abatem a categoria que representa.

  • Nascimento diz: 27 de setembro de 2012

    O governador deve estar dando risadas desta nota, se o SINTE acredita que vai conseguir alguma mudança mostrando as mazelas da administração pública está sendo ingênuo, usando um eufemismo para tolo. Imagine só, minha esposa trabalha em uma escola onde os “profissionais” da limpeza, reclamam quando um professor usa tintas nas aulas com os alunos, mesmo tomando o cuidado de cobrir a área de trabalho com papel/jornal, e ficam alguns pontos com tinta (geralmente guache) para ser removida, reclamam quando o vento derruba algumas folhas de papel no chão e têm de limpar, culpando o professor de ser preguiçoso e não ter mais o que fazer, e tudo isto sob a anuência de diretores despreparados, que não tem experiência em sala de aula e muito menos formação mínima em gestão, indicados unicamente pelo QI (Quem Indica). Me desculpem mas o SINTE deveria conscientizar seus sindicalizados de que está na hora de mudar de área, prestar outro concurso e admitir que a educação pública está falida e serve apenas como bibelô de penteadeira. Não acho certo que governadores mal intencionados recebam os louros pelas ações de profissionais bem intencionados e comprometidos com a educação. Sendo desprezados pela sociedade e culpados pela falta de comprometimento dos dirigentes. Vergonha, VERGONHA para você Colombo, que trata a população como um lixo! Abstendo-a de seus direitos mais basilares que são Saúde, Segurança e Educação, todos de qualidade. Ao invés, prefere prometer priorizar estas áreas em campanha para depois cuspir na “bíblia” e enaltecer unicamente a manutenção das alianças políticas garantindo os desvios de verba sagrada da educação, para políticos descomprometidos com o povo.
    Santa Catarina ainda precisa aprender muito, e me entristece ver o meu povo ser ludibriado e se negando a entender que não pode votar no partido dos bandidos, seja ele qual for!

  • Liaseal diz: 27 de setembro de 2012

    Mais um golpe! Não disse que era questão de tempo o governo mudar a forma de cálculo do reajuste do piso pelo custo aluno?

    Veja:

    Direção da CNTE decide aceitar alteração na Lei do Piso

    Para ajudar os governos, a direção da CNTE abre mão de defender índice do custo aluno do FUNDEB e concorda que a Lei do Piso seja alterada

    Em uma decisão burocrática, e contrária à luta dos educadores de todo o País, a direção da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) aprovou, em reunião do Conselho Nacional de Entidades, uma proposta de alteração do índice de reajuste do Piso Nacional para negociar no Congresso Nacional. Aceitando argumentos absurdos, a CNTE admite a retirada do critério de correção que valoriza o Piso dos educadores.

    Essa decisão ocorreu em uma reunião de dirigentes da Entidade, durante a realização da 8º Conferência Nacional de Educação da CNTE. A partir dessa decisão, a Conferência passou a debater centralmente esse tema. Muitos educadores presentes manifestaram a sua discordância frontal com a decisão e outros argumentaram que ela fragiliza a luta nacional contra os ataques dos governadores à Lei do Piso.

    No entanto, os principais dirigentes da CNTE afirmavam que “dirigente foi eleito para decidir” e que “a luta pela manutenção do custo aluno já estava derrotada”! Os dirigentes do CPERS/Sindicato manifestaram publicamente o seu repúdio a essa atitude e afirmaram que, na verdade, essa decisão tinha relação com os vínculos que a CNTE mantém com os governos. Ou seja, mais uma vez os trabalhadores em educação poderão sofrer perdas pela postura de conivência da direção da CNTE com o governo federal.

    A direção do CPERS/Sindicato apresentou, em forma de emenda ao documento da Conferência, uma crítica (ver abaixo) à resolução da CNTE. Essa emenda não foi aprovada, mas teve apoio de diversos educadores presentes ao encontro, que expressaram sua surpresa e descontentamento com os rumos da Confederação.

    Fonte:http://www.cpers.org.br/index.php?&menu=1&cd_noticia=3344

    Podem ler o resto lá, se tiverem estômago…

  • Rogério Vieira diz: 28 de setembro de 2012

    Sou professor, fiz vários cursos, duas especializações e frequentemente participo de reciclagens. Pouco têm me adiantado. Nem como aumento de salário. O curso que tem me dado algum retorno, são as aulas de karatê que faço há 12 anos e que impõem nos mais abusados algum respeito. Professor deveria ganhar adicional por periculosidade.

  • l diz: 28 de setembro de 2012

    Só complementando…
    Pode conferir a tabela aprovada no portal da CNTE
    http://www.cnte.org.br/index.php/comunica%C3%A7%C3%A3o/cnte-informa/471-cnte-informa-635-26-de-setembro-de-2012/10930-cnte-contra-ataca-acao-de-governadores

    Observe como o título ‘engana’. Não parece que vai espernear contra a traição? Mas não é o que se vê no corpo da matéria conformista e conivente. Destaco o trecho “Diante do cenário exposto, no dia 19 de setembro de 2012, o Conselho Nacional de Entidades da CNTE aprovou, por ampla maioria, uma proposta de alteração do critério de atualização do piso, considerando a reposição da inflação pelo INPC e mais 50% do crescimento da receita total do Fundeb, em nível nacional, como forma de garantir ganho real permanente à categoria. Por outro lado, a proposta também preserva a capacidade financeira dos entes federados, que deverão manter políticas suplementares para a valorização da carreira do magistério e dos demais trabalhadores em educação.”

  • Cesar dos Santos diz: 28 de setembro de 2012

    Legal a frase do Chefe de Gabinete do Secretario da Educação, não deram o nome dele, mas é um tal de Mauro Tessari (ver site da SED). Vai ver que de onde ele veio, lá da FURB – Blumenau (como ele sempre diz), os guardas só protegem os muros tambem. Tem projeto pronto (inclusive com edital) para segurança nas escolas desde 2011 na educação e que custa muito pouco pelo volume de recurso que tem no orçamento, mas ninguém deu e dá bola para o tema, nem os antigos gestores, nem estes que lá estão, que a propósito, estão desde a gestão anterior (vai ver que é porque o projeto foi orçado barato demais). Talvez agora façam algo, mas tem cheiro de sacanagem no ar. O poço da educação está sem fundo. Acorda Governador, antes que o Sr. vire “Des”Governador, 2014 está perto heinnnn!!!!!

  • Professora que também sofreu agressão diz: 28 de setembro de 2012

    Eu mesma já registrei boletim de ocorrência por ter sido ameaçada por um aluno de 16 anos, com sérios problemas de indisciplina, que frequentava a 7ª série. Tive o carro depredado, fui apedrejada e assediada moralmente. Sem contar o desgaste emocional de ter que conviver com o aprendiz de bandido diariamente, pois a escola tinha como conduta pedagógica não expulsar alunos indisciplinados. Enfim, minha saúde emocional ficou tão abalada que tive sérias crises de pânico, sendo que muitas vezes ia para para a escola em prantos pois temia o assédio. Resultado: ao final daquele ano tive que procurar ajuda de um terapeuta pois fiquei traumatizada, depressiva e muito infeliz, a ponto de querer desistir da profissão. E sabem o que a escola fez por mim? Nada! E sabem o que a SDR pensa disso tudo? Que são fatos isolados… Ou seja, eles não querem enxergar a verdade dos fatos.

  • Curió diz: 28 de setembro de 2012

    Se o Sinte não deve utilizar-se de dados das mídia… oióió!!! Claro que deve, inclusive esqueceu de citar o caso da professora morta a tiros dentro de sala na presença das crianças. Não é recente mas coisa de um dois anos que o Moa pode confirmar ou solicitar que o DC cheque a informação. ” Lá dentro ” , que já foi chamado de ” campo de concentração ” acontece muito também é assédio moral com profissionais que atuam na escola por parte das direções.. Indistintamente, se foram eleitas ou não. Acontece assim: como a estrutura é um jogo do empurra a escola goza uma autonomia distorcida: cada escola é um feudo para cada diretor dependendo do seu caráter… Uns são donos da escola. Então nessa fábrica de panos quentes ssobra sempre para quem é moralmente exigente, quem reclama, quem denuncia… O Sinte tem fartas informações, os dossiês chegam até no céu onde pousam curiós! Há também professores muito irritadiços e readaptados nos corredores cuidando, vigiando, agredindo, alunos, pais, professores… enquanto bibliotecas fechadas, nem tem no quadro do magistério o cargo de bibliotecário! Imagine de guarda! Também acabaram com os orientadores, supervisores e administradores escolares. Quem manda nas escolas é o diretor, ganha seu feudo do partido. Os assessores não se responsabilizam por nada. Os conselhos ? Só atuam cooptados. As APPs ? Coitados! Os estatutos dão uma caçamba cheia de ilegalidades e absurdos. Novamente o diretor tem que cooptar algum pai ingênuo que assine… O diretor que não tem tendência para o desmando, tem que se virar nos trinta para dar conta, não dá, e vira, muda, assume o feudo e usa de tudo que o Foucalt já explicou no MICROFÍSICA DO PODER: para validar-se no grupinho faz de tudo que lhe vem na cabeça, incluso perseguir, vigiar, punir os adversários e
    dar as regalias da corte aos amiguinhos. Por isso que se o cara é espertalhão, cai numa escola vira logo amigo íntimo do diretor para blindar-se e em contrapartida apoia-o em tudo que é asneira que for. O autor citado comparava muito escola, hospício e hospital. Teses e mais teses sobre doenças do magistério ocupam as estantes das universidades. A escola reflete a sociedade em que vivemos, compare-a não só com a sociedade civil, mas com o município, o estado, a união também. Não só com a família civil, nem com a nuclear… E tem mais, estudos ficam defasados… Se antes tinha lugar distinto para tudo, mesmo dentro do esquema fenotípico, louco no hospício, crianças na escola, doentes no hospital, hoje ( $$ ) não tem mais lugar nenhum para necessidades especiais, para doentes, para doentes mentais, para crianças… mesmo com o que gastam, porque tudo agora é colocado num cercadinho que tem só o nome escrito na frente. EEB… E o que tocam na cara da gente, assim na lata, é que se não está contente dentro do cercadinho procure outro emprego, outra escola se for aluno ou pai, ou uma via-crucis gerência-sdr-sed-sdr-ger-sdr-sed-sdr-ger em círculo vicioso até o convencimento, incalacrado na maioria das cabeças duma escola… numa expressão: ” NÃO ADIANTA! “. Aí, sim, enfraquece! Já Freire falava de uma pedagogia da esperança. O preço é alto mas nada que preste é barato. Sem generalização, claro. Realiza, materialisa, não fica só imaginando, pode imaginar à vontade, valoriza, ” dados próprios ” !!! Para quem não quer enchergar, ou cuspe e pó do chão esfregado no olho in Fonte de Siloé ou fica menosprezando os dados reais por discriminação das fontes só imaginando. Desculpe, sem raiva, foi necessário, obrigado. Sem palmas c ´o as asinhas nem trinadinho…

  • Leane diz: 28 de setembro de 2012

    SINCERAMENTE É UMA VERGONHA O QUE ESTÁ ACONTECENDO EM NOSSAS ESCOLAS, SOU EDUCADORA E ESTOU ME SENTINDO CADA VEZ MAIS DESMOTIVADA E SEM PERSPECTIVAS PARA A EDUCAÇÃO CATARINENSE. AONDE É QUE NÓS VAMOS PARAR? É ALUNOS APROVADOS AUTOMATICAMENTE, SEM AS MÍNIMAS CONDIÇÕES DE ACOMPANHAR A ´SERIE SEGUINTE, PROFESSORES SENDO AGREDIDOS DENTRO DAS ESCOLAS, AÍ UM CARGO COMISSIONADO QUALQUER, SE DIZENDO DIRETOR DE SDR DANDO TODOS OS DIREITOS PARA ALUNOS QUE NÃO QUEREM ESTUDAR, E QUE PROFESSOR É VOCAÇÃO, VÁ ELE PARA UMA SALA DE AULA ENFRENTAR ALUNOS MAL EDUCADOS E COM POUCA OU NENHUMA VONTADE DE APRENDER, SAIA DA SUA CONFORTÁVEL SALA REFRIGERADA E ENFRENTE UMA SALA DE AULA PELO MENOS POR UMA SEMANA, QUERO VER SE NÃO MUDA RAPIDINHO SEU MODO DE PENSAR.

  • Paulo Vendelino Kons diz: 28 de setembro de 2012

    Caro Moacir – Paz e Bem,

    O medo de retaliação de uma criança agredida por outra, o medo de um professor de ver o carro riscado, o silêncio de um professor ou professora, vítima de violência psicológica por outro/s professor/es, ou perante a agressão, física ou psicológica de um aluno a outro, que viu ou ouviu e fez de conta que não viu nem ouviu, a indiferença de quem devia ter punido e achou que a coisa passava. Tudo isto é intolerável. É contra o medo e o silêncio que se exige o máximo às escolas, que só podem ser espaços contra a violência, com tolerância zero à indiferença e à cumplicidade. É punição e identificação clara dos agressores, sejam eles quem forem.

    Forte abraço,

    Paulo Vendelino Kons
    Brusque/SC

  • A.S. diz: 28 de setembro de 2012

    Governantes e dirigentes escolares (cargo esclusivamene político onde a capacidade administrativa ou profissinal não é considerada) são omissos aos fatos, da msma forma, o SINTE também não sabe o que ocorre nas UEs, pois assim como os primeiros, é politizado. Os profissionais da Educação são vítimas do descaso de ambos. Cargos de confiança geram frutos eleitorais, defesa dos profissionais do magistério ,não. Fazer vistas grossas ao ataque da sociedade a um professor assegura compromisso político do agressor com o dirigente. Isto é o que interessa.

  • PATRICIA D diz: 28 de setembro de 2012

    PRIMEIRO LUGAR EDUCAÇÃO VEM DE CASA E AS COISAS SO VÃO MUDAR QUANDO O PAI E A MÃE ASSUMIREM OS PAPEIS DELES DEREM EDUCAÇÃO E ENSINAR A RESPEITAR, SEGUNDA COISA EM QUANTO TIVER PESSOAS IGNORANTES E ANALFABETAS GOVERNANDO NOSSO PAIS A EDUCAÇÃO VAI CONTINUAR EM SEGUNDO TERCEIRO PLANO E POR AI VAI ….
    TA NA HORA DE HAVER UMA REVOLUÇÃO EM QUANDO A EDUCAÇÃO NÃO FOR PRIORIDADE VAI CONTINUAR A MESMA BOSTA DE SEMPRE.

  • Sabiá diz: 28 de setembro de 2012

    Para entender mesmo precisa um bom evento de nível, que envolva todos, assim como esse da mídia… um seminário, muito canarinho para cantar, mas não matem os pardais, e chamem o sabiá aqui, para em cada intervalo colocar um pouco de Tom Zé… ” Eu tô te explicando prá te confundir. Tô te confundindo prá te esclarecê. Tô bem por baixo prá poder subir. Tô bem por cima prá pudê descê. ” Soviando !!! Ssssssssssssssssss Sabia que o sabiá sabia assobiá, quem sabe faz que não sabe e quem não sabe inventa ? Eu tô te explicando…

  • angela diz: 28 de setembro de 2012

    É O QUE DIGO SEMPRE : ONDE ESTÃO OS CARAS PINTADAS????????????????
    SÓ APARECEM QUANDO É PARA FAVORECER QUEM QUER DERRUBAR UM GOVERNO???????????
    NA ÉPOCA DA “CHAMADA DITADURA”, OS REBELDES FAZIAM TANTA REVOLUÇÃO POR QUE?????????????
    NÃO ÉRAMOS ASSALTADOS, POLÍTICOS ROUBAVAM MUITO POUCO, E NÃO FORMAVAM QUADRILHAS, A EDUCAÇÃO ERA BEM MELHOR, MEUS PAIS ERAM PROFESSORES ,ELE COORDENADOR REGIONAL, SEMPRE NOS AVISAVA ,QUE AI DE NÓS SE UM PROFESSOR FIZESSE QUEIXA DE NÓS.
    HOJE OS PAIS EDUCAM PARA BATER NOS PROFESSORES ,OU VÃO ATÉ À ESCOLA PARA BATER.
    QUAL TEMPO ERA MELHOR???????????
    O TEMPO DO MILITAR OU O DA QUADRILHA!!!!!!!!!!!!
    A ÚNICA COISA MELHOR QUE TEMOS HOJE, É QUE PODEMOS ESCREVER O QUE PENSAMOS DOS GOVERNANTES.
    MAS PUDERA!!!!!!!
    HOJE NÓS TEMOS MOTIVOS PARA RECLAMAR ,NAQUELA ÉPOCA ,RECLAMAVA SÓ O CONTRAVENTOR.
    HOJE SIM EU ODEIO POLÍTICOS.

  • marcelocardosodasilva diz: 29 de setembro de 2012

    …Cara “Angela”???; “Vamos caminhar para frente; que atrás vem gente”!!!…….Ficar neste “PSEUDOsaudosismo”???…marcha soldado, cabeça de “papel”, se não marchar ” À DIREITA” vai presa no…?????????????????????…….tem “aspone” na linha!!!……………………..

  • ATP diz: 29 de setembro de 2012

    Bom, a coisa tá tão séria, que na minha escola recebemos a denúncia de um aluno portando e oferecendo maconha aos colegas. Como somos apenas duas (eu a diretora) pra atender tudo o que acontece na escola, ligamos para a polícia, que não podia fazer nada. Ligamos para o conselho tutelar, que teve que “colegiar” para nos dizer que nao podíamos fazer nada, a não ser chamar o menino e questioná-lo, ou então procurar a Polícia Civil e resgistrar um BO. Pois bem, chamamos o menino que afirmou ser usuário (que tinha inclusive fumado naquele dia antes de vir para a aula), mas que negou ter a droga. Fizemos um aconselhamento e ele foi embora.
    A pergunta que fica no ar é: o que fazer com esse aluno quimicamente dependente????
    NEPRE?????? Pra que???? Nossos problemas são sérios e emergenciais, não temos tempo de testar mais um projeto pra justificar essa penca de gente que tá nas SDRs e coordenam esses projetos tendo um bom salário…
    Gostaria de lembrar que como ATP tenho o pior salário da escola (até um professor de séries finais com 40 aulas dadas sem a menor formaçao) ganha 80,00 a mais.
    E assim a vida segue…. mão de obra barata pra dar a cara o tempo todo… mas os índices estão bons, o IDEB melhorou… é o carnaval interminável da educação…

  • Oluap Moto – Rádios Comunicadores Motorola diz: 11 de novembro de 2012

    Gostamos muito da matéria! Parabéns! Completa e muito bem elaborada!
    Aproveito e indico nosso site.
    A Oluap tem muita experiência de mercado em rádios comunicadores Motorola e pode tanto tirar dúvidas, como apresentar os melhores produtos do mercado! Recomendo! http://www.oluapmot.com/index.php