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Remanejamento na saúde estadual

30 de setembro de 2012 10

“Prezado Srº Moacir Pereira,

Ao ler sua coluna no DC de 28 de setembro, me causou revolta o remanejamento imposto pelo o Srº Secretário da Saúde, aos profissionais que foram convocados para o hospital regional.
Quando da realização do concurso, havia a opção muito clara: qual entidade ou hospital você quer prestar o concurso? cada candidato optou pelo seu, a escolha do local para assumir o cargo foi realizada no ato da inscrição e agora que ocorreu a chamada para o Regional o Srº secretário quer remanejar os chamados para aquela instituição? Esta totalmente contrário a previsão do edital.
A secretaria quer “tapar o sol com a peneira”?
E nós, que passamos no concurso para os hospitais que os outros profissionais serão remanejados como ficamos? Muitos possuímos notas e classificação melhor do que aqueles que foram chamados.
Sei que o texto é curto, mas exprime todo o meu sentimento de ter estudado e estar aguardando por um processo lícito do nosso Governo Estadual e não este que o Srº secretário esta impondo.
Por favor, gostaria muito da sua ajuda na divulgação deste, pois somente assim, podemos almejar à tão falada democracia.
Clamo ao nosso Governador Raimundo Colombo, que faça justiça e que tal fato não se concretize!!!!
Grata pela atenção dispensada.
Eliane Veríssimo.”



Comentários

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Comentários (10)

  • Daniel – Laguna diz: 30 de setembro de 2012

    Srª Eliane seja bem vinda ao desgoverno do estado de SC.
    Esta é uma das inúmeras quebras de acordo, seja contratual, como a demostrada pela senhora, seja pela palavra não honrada. Passamos por vários gestores públicos, porém, nada se compara as ilegalidades, injustiças, incompetências e inabilidades, desta gestão.
    Recomendo que procure o MP.

  • sergio diz: 30 de setembro de 2012

    Este Estado realmente se afunda na vergonha com estes homens sem palavra.Só fico triste pela injustiça e temo que seu pedido Eliane ao Desgovernador não tenha sentido, pois o mesmo com a justiça não é bem chegado..Nen concurso estes homens respeitam mais…Triste Santa Catarina e coitados dos Catarinenses…

  • Klayton Robert diz: 1 de outubro de 2012

    Bom dia!
    Cara Eliane, esse é o jeito NOlombo de administrar, a senhora foi efetivada agora, é isso né???, espere passar mais o tempo e a senhora conviverá com outros atos ditadores destes senhor.
    Acostume-se.
    Esse é o DESgoverno feito para “pessoas” que descumpre leis, acordos, etc…e diz que tudo é normal.
    Um abraço
    Prof Klayton Robert

  • Leonidas diz: 1 de outubro de 2012

    Com certeza o secretario esqueceu de verificar com o RH. Não pode fazer um remanejamento de gente que nem entrou. Vamos ver se o MP aparece.

  • Simone Hagemann diz: 1 de outubro de 2012

    Sr. Moacir
    a categoria da saúde em estado de greve, o governo não apresenta proposta e o Sr. não comenta nada…
    e se sair greve? a mídia vai cair em cima criticando?

  • Daniel – Laguna diz: 1 de outubro de 2012

    Srª Simone já vivenciamos situação idêntica na educação.

  • sergio diz: 1 de outubro de 2012

    Cara Simone..Vc tem dúvida que a imprensa que recebe milhões e sobrevive do dinheiro público vai estar do lado de quem?

  • Liaseal diz: 1 de outubro de 2012

    Hummm ¬¬

    Já fazem isso quando fecham/extinguem escolas…Professores lotados há anos, nome da escola consta até no ‘contrachoQUE’, mas são jogados para onde tem vaga, onde precisam, às vezes ficam até sem lotação, disputando com gente iniciante, até ACts, as melhores turmas; sempre ficam com as sobras porque o ‘critério’ é de quem chegou ali antes, tem mais tempo de casa.
    Quando fiz concurso para a Fundação Hospitalar, em 75, eu queria o HCR, me chamaram para a Carmela Dutra, não tinha escolha de lugar não! Desisti pq não aceitaram trabalhar à noite para fazer a faculdade durante o dia. Abri mão e me arrependi até os olhos da cara. Faculdade para que nesse paiseco? Na mesma época, um pouquinho depois, 79, tinha feito concurso e passado para o INPS, queria ficar no da Esteves Jr. Em 82 fui chamada para assumir, só que era no Ministério da Agricultura! Como já estava concursada no Estado desde 81 fiz a opção de ‘posterior chamada’, ou seja, desistência. Perguntei no dia que assinei o ‘papel’ por que eu tinha feito para INPS/INAMPS e chamada para o MA e a resposta foi que quem decidia onde o cara iria trabalhar era o DASP[ que regulava todos os funcionários federais], ainda mais em funções administrativas, sujeitas a transferências até para outro estado…
    A inamovibilidade é uma das coisas mais criticadas dentro do emprego público, sofre severas críticas, dizem que foi criada para evitar transferências arbitrárias por perseguições políticas, etc. É assunto delicado,
    mas também não se pode engessar o serviço dando donos às vagas. Se fica dentro do mesmo município, é uma coisa a se considerar… No entanto, se no edital havia a garantia de vinculação com amparo legal, é justo o questionamento.
    Se os professores da escola extinta não aceitarem nenhuma das opções apresentadas e possíveis, então podem acabar dispensados pois é uma das poucas condições descritas no estatuto que permite dispensar mesmo concursado: extinção de turmas, disciplinas e escolas. Por isso o povo pega onde pode e não onde quer. Se um hospital for fechado, todos vão para onde se só puderem trabalhar no extinto?
    De qualquer forma, já que o governo alega crise dramática como se em guerra estivéssemos, que tal um decreto a ser usado em tais ocasiões convocando para o trabalho para o qual falta gente?
    Onde falta professor, por exemplo de línguas [Port/Inglês], que convoque na marra jornalistas bilíngues para cobrirem o buraco. Falta prof. de Matemática, convoque um contador de empresas, pode ser de jornal mesmo, o cara que faz as contas de quem é chutado nas demissões. Por que não?

    Hospital é hospital, escola é escola, tanto faz A ou B. Assumam os cargos para os quais lutaram tanto via concurso. Depois podem pedir remoção, remanejamento. Estando lá dentro tudo se ajeita e pensem um pouco em quem está pagando pelos serviços e sofrendo risco de morte. Não temos como escolher tudo, nem alunos ou pacientes, tenham dó! Se querem trabalhar perto de casa somente, montem um negócio, um treco on-line, sei lá. Ora reclamam falta de pessoal, ora reclamam que o pessoal novo está tirando graninha das horas plantão… Complicado!

  • alexandre – floripa diz: 1 de outubro de 2012

    Pior é ouvir de um radialista, na sexta-feira a seguinte pérola “Tenho certeza que o governador nao sabe da situação caótica”, se referindo as denuncias de abandono do centro de cardiologia do regional…Isso que dói, pessoas que usam de uma audiencia até razoável para pregar aquilo que não é verdade,defender quem nao merece e quem nao cumpre lei..este mesmo radialista falou mal, algumas vezes, dos professores..ou seja, pra ele o governo atual é “excelente”, está tudo ótimo…obs: O dono da radio na qual ele trabalha é do pai de um candidato que por “conscidencia” é do mesmo partido do desgovernador. Chego a ter pena de alguns ouvintes que ligam o apoiando, noat-se que nem sabe o que falam, sao os famoso “vida de gado”..triste….

  • carla silva diz: 1 de outubro de 2012

    Essa situação absurda ja se concretizou, foi editada a Portaria n 787/2012.
    FALTA DE RESPEITO COM OS CANDIDATOS APROVADOS.
    CADE O MINISTERIO PUBLICO?